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Chevrolet Classic terá mudança de estilo

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Chevrolet Classic chega em março levemente reformado

Chevrolet Classic chega em março levemente reformado

A leve reforma no Chevrolet Classic já está pronta e no mês que vem o modelo renovado chegará às revendas. É a segunda mudança de estilo que atinge o sedã e, desta vez, as alterações serão mais significativas que a anterior. Apesar de ultrapassado, o “ex-Corsa” é líder de vendas no segmento de três-volumes compactos e, por isso, a GM não tem intenção de tirá-lo de circulação tão cedo.

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O Classic brasileiro ficará igual ao Corsa que era vendido no Chile até o ano passado. Naquele país o modelo já passou por uma atualização e recebeu a assinatura visual da nova identidade dos veículos da marca. Por aqui, a reestilização visa apenas manter o interesse dos clientes pelo carrinho, mas sem onerar os custos de produção - visando manter o preço de tabela.

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VW Amarok chega em abril

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Volkswagen Amarok é a primeira cabine dupla da empresa

Volkswagen Amarok é a primeira cabine dupla da empresa

A Volkswagen faz sua estreia no mundo das picapes com cabine dupla em grande estilo. Depois de cinco anos de desenvolvimento, a Amarok começa a ser vendida no Brasil em abril, mas chega um mês antes em alguns países, como a Argentina, local em que é produzida. O ZAP foi ao país do tango ver de perto a novata e conhecer suas habilidades. O veredicto é um recado para Hilux, Triton e Frontier: preparem-se para o ataque, pois não se trata de um carrinho qualquer.

As três japonesas serão as principais rivais do modelo alemão, inclusive em preço. Embora a Volks não tenha divulgado o valor do carrão, deve ficar na faixa dos R$ 110 mil a R$ 130 mil. Por ora, apenas uma versão de acabamento será oferecida, a Highline, topo de linha. A ideia é mostrar toda a força do produto e, ainda em 2010, apresentar configurações menos equipadas. Por ora, só veremos a Amarok 2.0 diesel com transmissão manual.

Lançamento mundial da VW chega ao país em abril

Lançamento mundial da VW chega ao país em abril

Ao entrar na cabine, a primeira impressão é a de estar a bordo de um veículo de passeio. A posição de dirigir, painel e assentos são muito próximos ao de um carro pequeno, com a vantagem de poder enxergar o mundo de cima. O mesmo vale para a dirigibilidade. A Amarok é estável, transmite confiança nas curvas, freia bem e garante acelerações vigorosas.

Aparentemente, o modelo tem armas para agradar usuários de dois mundos: os picapeiros e aqueles que estão acostumados a automóveis menores. O câmbio é preciso, macio, e a alavanca curta agiliza as trocas de marcha. Não há aquela vibração incômoda característica de veículos dotados de propulsor diesel. Os pneus de uso misto (70%/30%) na medida 255/60R18 revelam dois compromissos distintos, mas ambos percorridos com extrema eficiência.

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No asfalto, não são excessivamente ruidosos, nem moles demais - o que tiraria a precisão da direção. Aliás, os comandos do volante são diretos, ao contrário de picapes tradicionais, como a Chevrolet S10 ou Ford Ranger, que exigem mais voltas para a mesma manobra. Na terra, tracionam com competência em pisos soltos e em aclives pesados. Durante a avaliação, foi possível encarar subidas de 45 graus e descidas com solo arenoso sem dificuldades.

A Amarok tem recursos de sobra para não deixar aventureiros na mão, mas também oferece uma longa lista de equipamentos para não desapontar os que preferem não sair do asfalto. O volante é pequeno, tem regulagem de altura e profundidade, e a direção é extremamente direta. Assim, é fácil manobrar em espaços apertados e fugir de roubadas por conta do torque de 44,37 kgfm a partir dos 1.500 giros. Para enfrentar o trânsito, há ar-condicionado digital, regulagem de altura dos assentos, bancos de couro e uma série de ajustes eletrônicos.

Picape tem grande capacidade de enfrentar terrenos acidentados

Picape tem grande capacidade de enfrentar terrenos acidentados

Quem está acostumado a viajar no banco de trás irá se impressionar com o espaço disponível para as pernas e inclinação dos encostos. Neste quesito, a picape é a melhor da categoria. A Nissan Frontier também é competente neste ponto. Pior para Hilux e L200.

Nos primeiros quilômetros dirigindo a Amarok, olhei com desconfiança o desempenho do pequeno bloco 2.0 do propulsor biturbo de 163 cavalos. Só para comparar, a Toyota utiliza um trem de força 3.0 capaz de gerar números equivalentes. Para minha surpresa, atrás do volante a picape alemã anda tão bem quanto a nipônica. O segredo está nas tecnologias embutidas, como injeção direta de combustível, quatro válvulas por cilindro e uso de duas turbinas. O escalonamento de marchas da transmissão manual de seis velocidades é um dos destaques. Em uso urbano, basta engatar a terceira e esquecer o câmbio. A Amarok se comporta como se fosse um veículo automático.

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No painel, o computador de bordo indica ao condutor a marcha ideal para obter os melhores números de consumo, mostrando o momento certo de efetuar as trocas. A sugestão também ajuda a diminuir a emissão de poluentes e o nível de ruído. Tanto a 5ª quanto a 6ª são overdrives. Quer dizer que não há muito torque disponível, mas potência suficiente para manter a velocidade de cruzeiro nas estradas, mantendo o giro do motor o mais baixo possível. Isso torna as viagens ainda mais confortáveis.

A velocidade máxima é limitada a 181 km/h, no modo 4×2, e é possível engatar a tração nas quatro rodas a até 100 km/h. Para usar a reduzida, a picape precisa estar parada.

Interior é confortável como um sedã. Há diversos componentes herdados de outros modelos da linha, como puxadores das portas e botões

Interior é confortável como um sedã. Há diversos componentes herdados de outros modelos da linha, como puxadores das portas e botões

Entre as tecnologias mais interessantes está o ABS Plus, uma funcionalidade do sistema antitravamento dos freios específico para uso off-road. É comum que freios ABS funcionem pior em pisos soltos, aumentando a distância de frenagem. O sistema altera a programação do software do ABS da Amarok, permitindo curtos travamentos das rodas. O conceito é criar um pequeno acúmulo de solo à frente dos pneus para reduzir o espaço necessário para parar o carro.

O Hill Start Assist mantém os freios acionados em aclives ou declives por três segundos depois de o motorista tirar o pé do pedal, facilitando as saídas, sobretudo na terra. Há também bloqueio eletrônico do diferencial, que funciona automaticamente ou por comando do piloto.

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A Volkswagen já anunciou que ainda este ano, novas versões serão oferecidas. A fábrica planeja trazer um motor bicombustível e também a Amarok cabine simples, com maior capacidade de carga. A cabine dupla estreante pode carregar até 1.047 kg.

* o jornalista viajou a convite da Volkswagen

Honda anuncia recall de 186.902 carros do modelo Fit no Brasil

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São Paulo - A Honda anunciou nesta sexta-feira, 5, que 186.902 veículos do modelo Fit serão submetidos a recall no Brasil. É que pode ocorrer umidade no interruptor de comando dos vidros elétricos de algumas unidades fabricadas de 2003 a 2008. O mecanismo defeituoso pode, “em casos extremos, gerar curto-circuito e risco de incêndio”.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Assim, a empresa chama os proprietários de carros com chassi …..4Z100001 a ….8Z218918 para a aplicação gratuita de uma proteção adicional no interruptor principal de comando dos vidros elétricos.

Os proprietários devem comparecer às concessionárias Honda a partir do dia 10 de fevereiro para efetuar o reparo. A campanha vai até 10 de agosto de 2010 e montadora recomenda o agendamento prévio. Os modelos New Fit e City não estão envolvidos no recall.

Presidente da Toyota pede desculpas por recalls

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São Paulo - O presidente da Toyota, Akio Toyoda, pediu desculpas nesta sexta-feira pelos consecutivos recalls realizados pela empresa nos últimos meses. “Nós estamos enfrentando uma crise. Eu sinto muito por ter preocupado tantas pessoas”, afirmou Akio Toyoda, assumindo responsabilidade pessoal pelos problemas da montadora. “Nós vamos fazer o máximo para reconquistar a confiança de nossos clientes”, completou.

A Toyota tem recebido diversas reclamações nos últimos meses sobre problemas mecânicos em seus veículos. Além dos recalls realizados nos EUA e na Europa, nesta semana, o ministério dos Transportes do Japão pediu à empresa explicações sobre os defeitos no freio do modelo híbrido Prius.

A Administração Nacional de Segurança do Tráfego nas Estradas dos EUA também confirmou que recebeu notificações sobre o mesmo problema e exigiu uma resposta da montadora. Toyoda comentou hoje que a Toyota ainda está decidindo o que vai fazer para consertar os defeitos no modelo híbrido.

Ontem, o jornal Nikkei informou que a companhia vai convocar os proprietários de cerca de 270 mil unidades da terceira geração do Prius nos EUA e Japão. “Muitos clientes estão se perguntando se os seus carros estão em ordem”, afirmou o executivo. Ao ser questionado se a companhia está subestimando a situação, Toyoda disse que acredita que o que está acontecendo agora é um “grande problema”. “Estamos em uma crise”, sustentou.

O executivo pediu desculpas ainda aos acionistas pela desvalorização das ações da empresa, que caíram cerca de 20% nas últimas duas semanas.

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Com fim do IPI próximo, empresas aceleram promoções

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Compre um carro agora e comece a pagar só na Copa do Mundo, em 150 dias. A montadora Ford anunciou ontem a promoção em campanha estrelada pela a atriz Maria Fernando Cândido. Saiu à frente dos concorrentes ao alongar o prazo de carência para o primeiro pagamento das prestações. Como as outras grandes montadoras, que também anunciaram promoções, a companhia quer garantir mercado, aproveitando a reta final do desconto no Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), que o governo já avisou que acaba no fim de março.

Para ganhar o consumidor logo no início do ano, lojas usam marketing do desconto do IPI e facilitam pagamento

Para ganhar o consumidor logo no início do ano, lojas usam marketing do desconto do IPI e facilitam pagamento

“Sem o estímulo do imposto, já que o governo sinalizou que vai acabar em março, e diante do fato de que historicamente as vendas no período de Copa do Mundo caem, as empresas resolveram estimular e antecipar vendas”, reconhece Gustavo Schmidt, gerente-executivo de Vendas da Volkswagen. Ele aposta que a indústria automobilística vai fechar este ano com um crescimento real de 5%. Para tal, deve aproveitar o vento a favor.

Há mais um motivo. Em tempos de Copa, os espaços publicitários ficam bem mais caros. Os grandes contratos de patrocínio nessas ocasiões são fechados com antecedência, mas as ações de varejo, que dependem de estoque e da disposição de compra do consumidor, são acertadas mês a mês. Sabendo disso, as companhias do setor estão acelerando as vendas neste começo de ano.

A Volks tem campanhas engatilhadas para este fim de semana, com três feirões em São Paulo. Para os modelos à venda há a oferta de carência de 90 dias para o pagamento da primeira prestação. “Com isso, damos um alívio para o fluxo de caixa do consumidor que, no começo do ano, está comprometido com pagamentos de tributos como IPVA e IPTU”, explica.

Todas as ações em cartaz estão baseadas em facilidades de crédito. “Começamos o ano bem forte, tanto que as vendas de janeiro do setor fecharam acima do mesmo período do ano passado, que já tinha sido bom”, diz Hermann Mahnke, gerente de marketing da GM. O consumidor está respondendo às propostas como a da atual campanha da GM que, nos primeiros doze meses, oferece parcelas de R$ 69,00 na compra de um carro da marca.

João Ciaco, diretor de publicidade e marketing de relacionamento da Fiat, informa que a companhia tem promoções preparadas para os meses de fevereiro e março. “Queremos aproveitar o momento para expandir nossas vendas”, diz Ciaco.

A adoção do plano de financiamento com carência de 150 dias também faz parte da política de crescimento da Ford, como destaca Ivan Nakano, gerente de Marketing e Varejo. “No Brasil, a empresa experimenta 25 meses consecutivos de expansão.” Antes da atual campanha, a empresa dava carência máxima de 90 dias. “E veja que continuamos oferecendo o plano exclusivo de 80 meses para pagamento do carro.”

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