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Esportivo à moda Cadillac

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André Lessa/AE Além de muito requinte, XLR esbanja força

Um dos símbolos do luxo sobre quatro rodas, a americana Cadillac viveu um período difícil nos anos 80 e 90, com carros bem ”esquecíveis” e uma clientela cada vez mais velha. Mas, no terceiro milênio, a marca vive uma renascença, baseada num design arrojado, cheio de linhas retas.

Um exemplo disso é o XLR, cupê-conversível com muito requinte e uma boa pitada de esportividade, graças ao V8 de 4,6 litros que rende 324 cv de potência e 42,8 mkgf de torque.

Trazida por meio de importação independente, a unidade avaliada pelo JC já tem dono, que pagou R$ 400 mil por ela.

O visual chama muito a atenção. A carroceria de 4,51 metros de comprimento parece até maior, por causa da altura reduzida, de apenas 1,28 metro. A cabine de dois lugares tem pouco espaço, mas muita sofisticação.

O revestimento de couro passa impressão de ser de alta qualidade, assim como o acabamento de madeira em partes do painel e na seção superior do volante. Segundo a Cadillac, trata-se de eucalipto ibérico. O que compensa o uso de alguns plásticos não tão chiques no interior.

E por falar no volante, seu grande diâmetro destoa do espírito esportivo. A peça parece ter sido tirada de outros modelos da marca, como o sedã grande STS ou o enorme utilitário-esportivo Escalade.

De volta ao luxo, o velocímetro exibe a grife de relógios Bulgari no seu aro e a tela central do painel aceita comandos por toque. Ali se controla, por exemplo, o som da marca Bose, de alta fidelidade.

Mas se o áudio não fosse bom, ele até que não faria muita falta. O ronco grave do V8 Northstar já é uma sinfonia clássica para os entusiastas de carros.

E o motorzão não é bom só para ouvir. Para andar forte também. A fábrica divulga aceleração de 0 a 60 milhas (96 km/h) em 5,8 segundos e velocidade máxima de 250 km/h. O câmbio automático de seis marchas tem opção de trocas seqüenciais. Nas curvas, os freios ABS e os controles de tração e estabilidade ajudam bastante.

Enfim, o XLR mostra que a Cadillac está mais viva do que nunca.

 

Dois novos Renault

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DivulgaçãoMinivan Grand Scénic parte de RS 89 mil

Com importação confirmada pela Renault desde o fim do ano passado, a Grand Scénic e o Mégane Coupé Cabriolet já têm preços definidos. A minivan de sete lugares, na versão Dynamique, é oferecida a partir de R$ 89 mil e já pode ser encontrada em algumas autorizadas da marca.

O modelo vem com os mesmos itens da versão Dynamique do sedã Mégane, nacional, como ar-condicionado e conjunto elétrico. Opcionalmente, pode receber um pacote com equipamentos, entre eles, bancos de couro. Completa, seu preço ultrapassa R$ 100 mil. O motor é o 2.0 de 135 cv.

Mais cara e moderna do que as minivans e peruas nacionais, a Grand Scénic terá como concorrente direta, no Brasil, outro modelo europeu. Trata-se da Citroen Grand C4 Picasso, que deve chegar em abril e também conta com sete lugares.

Já o Mégane CC, a R$ 124.890, chega só no mês que vem. Mas algumas autorizadas da Renault já aceitam encomendas do carro. Depois que a Peugeot deixou de importar o 206 CC, no ano passado, o Renault virá como o conversível mais barato do Brasil.

Ele brigará principalmente com o Peugeot 307 CC, também importado e com preço sugerido de R$ 145.600. Ainda este semestre, chega de Portugal, para apimentar a batalha, o VW Eos.

O Mégane CC terá apenas uma versão, a Dynamique, também com os mesmos itens da opção mais cara do Mégane nacional. Com o sedã, compartilha ainda o motor 2.0 de 138 cv. Seu porta-malas leva até 490 l. Com a capota (de acionamento elétrico) aberta a capacidade cai para 190 litros .

 

Deficientes físicos pedem passagem ao volante

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Além de lidar com o preconceito e as dificuldades de acessibilidade no dia-a-dia, o cliente com mobilidade reduzida ou portador de deficiência física encontra uma grande barreira na hora de se tornar um motorista. O despreparo de estabelecimentos comerciais e prestadores de serviço atrasa ? e muitas vezes impede ? a compra de um veículo adaptado por uma pessoa com alguma limitação.

DivulgaçãoConcessionária Grand Special, de São Paulo, exclusiva para consumidores com necessidades especiais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O triatleta Eliseu Pereira, de 47 anos, teve as duas mãos amputadas em 1984, quando sofreu um acidente com granada durante o serviço militar. Para ele, um dos maiores obstáculos para o comprador de veículos adaptados é a falta de informação em relação a este grupo de consumidores.

“Alguns anos atrás, no Brasil, não tínhamos à disposição nas lojas câmbio automático nem direção hidráulica na maioria dos carros. Hoje já encontramos várias opções de automóveis que oferecem essas coisas. Só que esses itens não podem ser tratados como luxo, principalmente quando o cliente é um deficiente físico ou tem alguma necessidade específica. Se a pessoa tem um problema na perna esquerda, por exemplo, ela simplesmente não pode dirigir se não tiver um carro automático. O empresário que faz uma loja com todas as normas para o atendimento do deficiente físico é um visionário. Ele me coloca em condições de igualdade”, diz Pereira.

Além da falta de informação, o preconceito também é um vilão na hora da compra de um automóvel adaptado. “Eu gostaria que todos olhassem para nós como pessoas normais e oferecessem nada além do que todos merecem: um bom atendimento. Conscientização acontece quando o motorista vê a vaga reservada para o deficiente físico e passa direto sem nem pensar que poderia estacionar ali. Não é uma questão de prioridade nem regalia. Se o cadeirante não tiver um espaço maior entre uma vaga e outra, ele não tem como sair do carro?, analisa o triatleta.

Eliseu Pereira detalha alguns itens que podem até impedir o deficiente físico de comprar seu veículo ou ? no mínimo ? deixar o processo penoso e desagradável.

?Se tomarmos o exemplo do cadeirante, percebemos que em alguns casos ele não consegue nem entrar na loja. Primeiramente, é preciso uma rampa de acesso com uma inclinação em que ele possa subir sozinho. Também não adianta colocar uma rampa com curvas fechadas, em que a cadeira de rodas não consiga virar. No meu caso, que não tenho as duas mãos, não dá para abrir a porta quando a maçaneta é redonda. Em uma concessionária, é preciso circular entre os carros, abrir as portas. E se os veículos estiverem amontoados, como acontece na maioria dos casos, não há como escolher o produto. O cadeirante é um cara espaçoso!?, brinca.

Concessionária especializada

Foi inaugurada em São Paulo no mês de janeiro a primeira concessionária que atende exclusivamente clientes portadores de deficiência física e com mobilidade reduzida. Além de funcionar como ponto de venda, a Grand Special ? que fica no bairro da Vila Olímpia - reúne diversos prestadores de serviço em seu espaço. No local, o portador de necessidades especiais encontra auto-escola, uma empresa que cuida das isenções de impostos na compra do carro e seguradora, além da própria loja de carros.

?Nosso objetivo é dar atendimento exclusivo ao deficiente. Ele entra na loja sem ter nem a carteira de motorista e encontra assessoria para todo o processo, até o momento em que sai dirigindo seu carro adaptado. Muitos não sabem nem que têm direito a dirigir?, explica o gerente de vendas diretas da Grand Special, Sérgio Navarro.

O diretor comercial das concessionárias Grand Company, Dreyfus Carmona, ressalta que o público com necessidades especiais tem dificuldade de encontrar informações e atendimento adequado quando deseja comprar um veículo. ?Este mercado é muito carente. O deficiente não é atendido. Ele entra em muitas lojas e não encontra nenhum funcionário apto a informá-lo sobre a compra de um carro adaptado, com isenção de impostos.?

O atleta e professor de dança Alex de Souza, de 32 anos, que não tem um dos pés desde que nasceu por conta de uma doença, recebeu com satisfação a notícia da inauguração da loja. ?Aqui você encontra o cara especializado que te informa sobre os seus direitos, indica empresas que fazem os serviços e garante agilidade no processo de compra do carro, que em geral demora muito mais. É quase a garantia de que você vai voltar quando desejar comprar um novo.?

Serviço:
Concessionária Grand Special
Avenida dos Bandeirantes, 1729
Vila Olímpia ? São Paulo (SP)
Tel.: (11) 3841-2000

 

 

Exposição tem FIAT 500 de ouro

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DivulgaçãoO carro Fiat 500 Pepita, todo pintado de ouro, é a grande atração da exposição ””Scrigno Tesori di Italia””, que abriu nesta sexta-feira (8) no Spazio Etoile, em Roma. O carro é pintado com pó de ouro 24 quilates misturado com verniz. O veículo é avaliado em 60 mil euros (R$ 154 mil)
Divulgação O assento dos bancos é feito com pele de animais, a gosto do cliente: avestruz, crocodilo, lagarto, serpente, raia ou tubarão. O console é revestido com madrepérola australiana, o freio de mão, os pedais e o câmbio têm cristais Swarovski embutidos
Divulgação Até os pneus foram pintados de ouro. A exposição termina no domingo

Duas Ferraris clássicas por R$16,8 mi

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ARM Auctions, empresa que promove leilões e restauração de veículos na Inglaterra, vai leiloar duas raras Ferraris no dia 18
de maio. Uma delas é um exemplar de 1958 da 250 GTLWB California Spyder, que teve série limitada a 45 unidades. O esportivo é equipado com motor V12 de 240 cavalos.

Divulgação

 

 

 

 

 

A outra é uma 246S Dino Sports, que traz sob o capô um motor 2.4 V6. Segundo informações da empresa, a expectativa é que as duas raridades alcancem lances entre 2,5 milhões e 4 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$6,5 milhões e R$10,3 milhões, respectivamente.

Como comparação, a 599 GTB, atual topo de linha da fabricante
italiana, é oferecida no Brasil por cerca de R$2 milhões. Os dois carros poderão ser vistos a partir de hoje no Retromobile, um
dos principais eventos de clássicos do mundo, em Paris, França.




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