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Opção ao seguro do veículo parte de R$ 540 por ano

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Para quem não quer arcar com o preço do seguro convencional, há opções mais em conta no mercado. É o caso de um serviço de assistência múltipla que promete ajudar a reduzir o risco de furto de veículos com até 15 anos.

Na capital, o produto, válido por um ano, custa R$ 540 para modelos até 10 anos e R$ 570 para aqueles entre 11 e 15 anos. No interior do Estado os valores são R$ 100 menores.

Entre os benefícios estão a gravação do número do chassi em várias peças do carro, instalação de rastreador, assistência 24 horas em todo o Brasil para carro e casa e cobertura para acidentes pessoais no valor de R$ 20 mil.

O usuário deve ter até 65 anos. O objetivo é atender o público que considera as apólices convencionais caras. ?Cerca de 65% da frota nacional não têm seguro?, diz o diretor da Serv-Assist, empresa que oferece o serviço, Carlos Lima.

No lugar da gasolina, eles usam eletricidade

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Aproveitando as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, as japonesas Mitsubishi e Subaru apresentaram, respectivamente, o i-MiEV e o Stella, que prometem emissões totais de CO2 (gás causador do efeito estufa) até 70% menores do que os equivalentes com motores a gasolina, álcool, GNV ou diesel.

Os 30% restantes se referem às emissões geradas para fazer a eletricidade chegar até o posto de reabastecimento.

Modelo da Mitsubishi, o MiEV, promete emissão total de CO2 (gás causador do efeito estufa) de até 70% menores do que os equivalentes com motores a gasolina, álcool, GNV ou diesel.

MiEV promete emissão de CO2 até 70% menores do que motores a gasolina, álcool, GNV ou diesel

Os modelos estarão à venda a partir de julho. As estimativas iniciais são bem franzinas. A Mitsubishi espera comercializar 1.400 unidades do i-MiEV até março do ano que vem. Em princípio o modelo será vendido apenas ao governo japonês.

O público pode encomendá-lo, mas as entregas serão feitas a partir de abril de 2010.

A Subaru é mais modesta e prevê apenas 170 Stella vendidos até março do ano que vem.

Diferentemente dos carros movidos a pilha a combustível (a energia é gerada a partir da conversão do hidrogênio) ou os híbridos (têm motor a combustão e outro elétrico para complemento de força), os elétricos rodam com eletricidade apenas.

Para abastecê-los, basta uma tomada de 100 a 200 volts. Nas laterais, em vez do bocal do tanque há dois plugues para conexão do cabo de força - um para carga rápida, outro para a normal. São necessárias oito horas para a recarga completa.

A energia é armazenada em baterias de íons de lítio (como as dos telefones celulares) localizadas no assoalho do carro. O motor utiliza ímãs, como um grande alternador. Em frenagens, funciona como gerador para reaproveitar a energia cinética.

?São veículos viáveis para países em que há oferta restrita de combustíveis alternativos?, opina Gábor Deák, presidente para a América do Sul da Delphi, empresa que fabrica componentes para esse tipo de carro à venda nos EUA e na Europa. ?No Brasil temos o etanol, o que torna o carro elétrico menos interessante.?

Segundo Deák, a utilização em grande escala de veículos elétricos no País esbarra no fornecimento de energia, ainda insuficiente mesmo para o uso doméstico. Ele acredita que os elétricos cheguem ao País em até quatro anos, mas como veículos ?de imagem?.

Os principais pontos contrários aos elétricos são o custo, elevado em relação aos a combustão, a autonomia limitada (no i-MiEV, de no máximo 160 km) e a manutenção, opina Deák.

Já a médio e longo prazos o executivo acredita que os elétricos prevalecerão. ?São menos nocivos ao meio ambiente.?

Honda CB 300R

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Honda CB 300R chega para ocupar o lugar da Twister

Honda CB 300R chega para ocupar o lugar da Twister

A Honda CB 300R chega ao mercado para tomar o lugar da Twister na categoria das ?street sport?, na qual também concorrem a Yamaha Fazer e Kasinski Comet 250R. A novidade não é uma reestilização ou mudança de geração. Trata-se de um novo modelo. Tem motor de 300 cilindradas e visual agressivo, que dá aparência de porte maior do que realmente é.

Novidade tem transmissão de cinco marchas. Twister vinha com caixa de seis velocidades

Novidade tem transmissão de cinco marchas. Twister vinha com caixa de seis velocidades

Até o momento, passa a ser a única da categoria das esportivas urbanas a vir com essa motorização. Agora a Honda enfrenta a Fazer com uma moto dotada de injeção eletrônica, até então o principal destaque da conterrânea, e ultrapassa a rival em potência. O motor da 300R desenvolve torque de 2,81 kgfm a 6.000 rpm e garante boas respostas ao acelerador. Em relação a Twister, a substituta está 13% mais forte. A potência também subiu. São 26,5 cavalos a 7.500 giros.

Propulsor tem comando duplo de válvula no cabeçote e radiador de óleo

Propulsor tem comando duplo de válvula no cabeçote e radiador de óleo

Com 2,08 metros de comprimento e 143 kg, a CB 300R é fácil de pilotar, mesmo em manobras de baixa velocidade. O entreeixos de 1,4 m colabora com a estabilidade acima dos 100 km/h, trazendo mais segurança para o piloto.

Conta-giros ocupa o centro do painel. Velocímetro é digital

Conta-giros ocupa o centro do painel. Velocímetro é digital

A quinta marcha ajuda a reduzir o giro e, como conseqüência, a vibração transmitida aos ocupantes, mas não serve para ganhar velocidade. Em subidas ou ultrapassagens, o ideal é usar a terceira ou quarta marchas.

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Vectra GT-X

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Vectra GT-X vem completo de série

Vectra GT-X vem completo de série (Fotos: Ulisses Cavalcante)

A versão hatch do Vectra recebeu modificações de estilo com menos de dois anos após chegar ao mercado. O tapa no visual deixou o modelo com a mesma cara do sedã (cuja geração começou a ser vendida em 2006).

Hatch vem de fábrica com freios ABS, sensores de chuva e air bags

Hatch vem de fábrica com freios ABS, sensores de chuva e air bags

O ZAP levou o Vectra GT-X para uma volta por São Paulo. Em relação ao Vectra GT, diferencia-se apenas pela quantidade de equipamentos. Tudo o que é opcional no modelo de entrada virou equipamento de série no mais caro. Enquanto o GT parte de R$ 53.175, o GT-X começa em R$ 64.134. A transmissão automática acrescenta R$ 3.778 ao preço final.

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Acha que a sigla GT representa algum apelo esportivo? Sim, mas só no visual. Nem o incremento de potência que o motor 2.0 16V recebeu foi suficiente para justificar o sugestivo sobrenome. Para fazer uma adequação de emissões de poluentes, uma nova calibragem no propulsor elevou a potência de 127 cavalos para 140 cv a 5.600 rpm com álcool no tanque. Nas medições de consumo feitas pelo ZAP, a média urbana também não anima. Foram 6,2 km/l, usando o combustível vegetal.

Painel não teve alterações de estilo na versão reestilizada

Painel não teve alterações de estilo na versão reestilizada

Se o trem de força não anima, o estilo se destaca na rua. Confesso que a extravagância da pintura azul criada pela OPC (Opel Performance Center), divisão de preparação da ex-divisão européia da GM, não faz meu tipo, mas é feita sob medida para quem não quer perder o carro no estacionamento do shopping.

Inscrição "GT-X" no meio do conta-giros

Inscrição "GT-X" no meio do conta-giros

As rodas de liga de 17 polegadas ajudam a realçar a esportividade do hatch, mas as opções de 16 pol. utilizadas no GT não deixam a desejar. A fórmula do GT-X também inclui faróis escurecidos, faróis de neblina, antena tipo ?tubarão? no teto, escapamento com ponteira cromada e lentes transparentes na lanterna traseira.

Interior tem problemas de acabamento que não deveriam existir em um carro de R$ 64.134

Interior tem problemas de acabamento que não deveriam existir em um carro de R$ 64.134

Para compensar as respostas lentas do propulsor, a suspensão garante boa estabilidade, auxiliada pelos pneus 215/45. Por conta do alto custo, o estepe não é o mesmo pneu de perfil fino que calça o veículo. Na medida 195/60R15, resolve os momentos de emergência, mas não pode ser incluído no rodízio de pneumáticos.

Retrovisor tem repetidor da seta e luz de cortesia apontada para o chão. Antena na traseira compõe o visual do carro

Retrovisor tem repetidor da seta e luz de cortesia apontada para o chão. Antena na traseira compõe o visual do carro

O pacote de comodidades inclui direção hidráulica e direção ajustável em altura e profundidade. Oferece boa posição de dirigir, mas pouca ergonomia no acesso aos botões do painel. O som tem MP3, Bluetooth, leitor de cartão SD, entrada auxiliar e comandos no volante. O pacote agrada pelo conforto, mas o acabamento dos plásticos desagrada quando o dono se lembra do valor do carro. Ou toda vez que você aciona as setas e machuca os dedos nas rebarbas plásticas.

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Garanta as partidas nas manhãs de inverno

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Uma, duas, três tentativas de dar a partida e nada de o motor pegar. Nas manhãs de inverno, essa situação é comum a proprietários de modelos flexíveis que só utilizam álcool e se esquecem de abastecer o reservatório de gasolina da partida a frio. Ele é utilizado apenas quando a temperatura do motor está abaixo dos 16°C. Segundo especialistas, a revisão do sistema deve ser feita, em média, a cada 15 mil km. Em oficinas da cidade, custa entre R$ 30 e R$ 230.

Localizado sob o capô na maioria dos veículos, o tanquinho tem capacidade para 1 litro de gasolina. ?O álcool puro precisa de calor para queimar e fornecer energia?, diz Alfredo Castelli, diretor da Associação de Engenharia Automotiva (AEA).

partida-a-frio

Como poucos modelos têm alerta do nível do tanque extra, caso dos Fiat Idea e Palio, é fácil esquecer de abastecer. ?Isso compromete os componentes, bem como a falta de manutenção, que deve ser feita a cada 15 mil km?, afirma o professor do Senai e dono de uma oficina (3955-2086) na Casa Verde, zona norte, Pedro Scopino.

Lá, esses serviços partem de R$ 40 e incluem o abastecimento com gasolina aditivada, que dura mais.

Segundo o proprietário do Akira Auto Elétrico (2409-7205), em Guarulhos, Osório Júnior, alguns modelos dão mais trabalho. ?É o caso dos Honda, que ficam na lateral dianteira.? Júnior cobra R$ 30 para verificar um Fiat Mille ou um Chevrolet Celta. Para VW Polo, Ford Fiesta e Honda Fit são R$ 50.

Na Ninim Reparação Automotiva (3382-2600), na zona leste, a limpeza do sistema de um FIat Palio custa R$ 120. ?O componente fica sob o para-lama?, justifica Larri Mello, funcionário da oficina. Ele lembra que é preciso checar as mangueiras. ?Podem rachar e causar vazamento.?

?Gasolina envelhecida forma uma goma que trava o motor?, alerta o diretor do Sindirepa (sindicato das reparadoras), Antônio Gaspar de Oliveira.

Outras consequências do descuido são trinca do reservatório, queima da bomba de gasolina e a fadiga da bateria, que pode pifar após várias tentativas de dar a partida. Na Scopino, fazer esses reparos sai por, respectivamente, R$ 120, R$ 70 e R$ 230.




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