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Chevrolet Astra 2010 tem poucas novidades

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Chevrolet Astra 2010

Chevrolet Astra 2010

O Chevrolet Astra é o atual líder do segmento de hatches médios e a empresa promoveu poucas alterações para o modelo 2010. As principais novidades são os equipamentos que passam a ser oferecidos de série desde a configuração mais em conta. Por R$ 44.389, mesmo preço do ano/modelo 2009, passa a vir com ar-condicionado digital, rodas de liga leve de 16 polegadas e regulagem de altura dos faróis. Na parte interna, apenas perfumarias, como o quadro de instrumentos com fundo branco e peças cromadas, como as maçanetas das portas.

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Os passageiros do assento traseiro passam a contar com um apoio de braço no centro e rebatimento de um terço do banco. Para o motorista, retrovisor eletrocrômico e banco com ajuste de altura.

Na parte exterior não houve mudanças de estilo. Há faróis de neblina integrados, até então só disponíveis na versão mais cara, spoiler lateral e ponteira de escape cromada.

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O Astra Advantage, versão de entrada, perde a denominação. A GM irá adotar apenas o nome Astra 2010. O Astra Elegance, oferecido até então por R$ 52.097, sai de linha. Com air bags duplos e aerofólio traseiro o hatch custa R$ 46.239. Com transmissão automática de quatro marchas, tem valor sugerido de R$ 50.240.

As configurações seda começam em R$ 47.504 e vão a R$ 51.505. Pintura metálica ou perolizada são cobradas à parte. O Astra é concorrente direto do Ford Focus, Volkswagen Golf e Fiat Stilo.

Topo da linha BMW, 750i faz quase tudo pelo motorista

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Há quem diga que tecnologia tira o prazer de dirigir. Com o 750i, topo da linha BMW, à venda a partir de R$ 545 mil, isso não ocorre. Por causa dos avançados recursos de segurança, entretenimento e mecânica, comandar o volante (ou dirigir) é a única preocupação do motorista.

A sofisticação começa ao fechar as portas. Não é preciso batê-las, basta encostá-las. O carro as fecha automaticamente. Os cintos de segurança, ao ser afivelados, ajustam-se sozinhos. E os bancos dianteiros têm aquecimento, resfriamento e massageador no assento, além dos ajustes elétricos.

(Fotos: André Lessa/ AE)

(Fotos: André Lessa/ AE)

Não é necessário usar a chave para abrir ou trancar o carro. Com ela no bolso, o motorista só precisa segurar na maçaneta e o carro se destrava. Nem para dar a partida o item é necessário: não há lugar para encaixá-la. Basta apertar o botão. É o que despertará o biturbo V8 de 4,4 litros e potência de 407 cv entre 5.500 rpm e 6.400 rpm. O torque é de 61,2 mkgf a 1.750 rpm.

Com ele, segundo a BMW, o sedã de quase 2 toneladas acelera de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos e atinge velocidade máxima (limitada eletronicamente) de 250 km/h. O consumo de combustível é um dos pontos negativos. O carro faz cerca de 4 km/l na cidade e 8 km/l na estrada.

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Voltemos aos recursos tecnológicos. Com o câmbio automático de seis marchas, as trocas são imperceptíveis. Quem preferir pode usar a função sequencial para fazer mudanças manuais.

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A suspensão tem quatro ajustes, selecionados por botões no console. No Comfort, o sedã fica macio e inclina mais em curvas. No Normal, a oscilação da carroceria é quase nula. Optando pelo Sport, mudam também os parâmetros de troca de marchas e a sensibilidade do acelerador - o carrão de 5,07 metros de comprimento fica mais arisco. Ainda há o Sport Plus, que desliga o controle de tração.

Os pneus, 245/45 R19 na dianteira e 275/40 R19 na traseira transmitem vibração por causa do perfil baixo. E a suspensão sofre ao passar por buracos.

As acelerações são fortes, de colar o corpo no banco. Na estrada, ao menor descuido a velocidade fica acima do limite. Mas o melhor é rodar devagar, aproveitando cada detalhe.

CONFORTO - Os outros três ocupantes (há quatro lugares apenas) do BMW 750i não têm do que reclamar. Cada um conta com ajuste de ar-condicionado, aquecimento e resfriamento dos bancos reclináveis. No caso dos de trás, há telas de LCD para assistir filmes em DVD ou televisão e entradas auxiliares. E com controle independente, localizado no centro do banco, no apoio de braço. É como estar na classe executiva de um avião.

Há leitor de DVD no painel central e disqueteira para seis discos no porta-luvas. Este é opcional em pacote que inclui os massageadores dos bancos dianteiros e controle elétrico de abertura e fechamento do porta-malas, entre outros recursos, e eleva o preço para R$ 568 mil.

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Mas o iDrive, sistema que controla o entretenimento, ainda é complicado de mexer, apesar das melhorias pelas quais passou. Há muitas etapas para se chegar a um resultado simples, como acionar a entrada auxiliar.

O 750i impressiona pelos recursos de segurança disponíveis. Há faróis bixenônio, câmeras na traseira para ajudar a estacionar, e nas laterais. O melhor é o Night Vision, oferecido de série. Por meio de câmera de infravermelho sensível ao calor instalada na dianteira, ?lê? a estrada à frente e detecta objetos, animais ou pedestres - neste caso, com alerta luminoso de perigo.

Ele ainda tem aviso de mudança de faixa - o volante vibra se o motorista passar sobre a faixa na estrada sem dar seta.

Outro recurso, dessa vez mecânico, que o 750i oferece é o eixo traseiro direcionável em até 3 graus. Em baixas velocidades, as rodas de trás são viradas em sentido contrário ao das dianteiras; em velocidades mais altas, elas acompanham as da frente. Em ambos os casos, o objetivo é aumentar a agilidade do sedã.

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Peças de reposição terão selo do Inmetro

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Dez peças de reposição à venda em lojas independentes terão certificação obrigatória até 2011. Para receber o selo, passarão por testes de segurança e qualidade de produção. Os resultados serão analisados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

Entre os itens, a roda será um dos equipamentos que receberá o selo (Foto: André Lessa/ AE)

Entre os itens, a roda será um dos equipamentos que receberá o selo (Foto: André Lessa/ AE)

As normas para avaliação de rodas, rolamentos e sistema de freios deverão ser publicadas ainda este ano, segundo informações do Inmetro. Até 2011 sairão os critérios para outros sete componentes.

?Ao contrário das peças fornecidas para fabricantes, as do mercado de reposição não passam por testes obrigatórios. Sem certificação, não podemos multar estabelecimentos que vendam componentes de qualidade duvidosa?, afirma o chefe da Divisão de Programas de Avaliação de Conformidade do Inmetro, Leonardo Rocha. ?O objetivo é fazer com que tanto itens nacionais quanto importados atendam a requisitos de segurança.?

Segundo Sérgio Alvarenga, diretor do Sindipeças, associação das fabricantes de peças, entre 5% e 10% dos componentes à venda no mercado independente são de qualidade duvidosa. ?Rolamentos, juntas e bomba de combustível, em geral de origem asiática, são as principais.?

A entidade procurou o Inmetro após realizar testes com esse tipo de peça. A avaliação concluiu que muitas não apresentam segurança. ?Encaminhamos uma amostragem para verificação na Unicamp. Encontramos barras de direção feitas de material extremamente frágil e rodas que não suportariam a pressão necessária para utilização?, diz Alvarenga. ?Elas aparentavam ser de boa qualidade.?

Segundo o Inmetro, após a publicação das normas, fabricantes e importadoras terão um ano para se adaptar. ?Concederemos mais um para os lojistas. Depois, o que não for certificado poderá ser apreendido.?

Os trabalhos de definição de critérios estão sendo feitos junto com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

TROCA SEGURA - Comprar peças de reposição em estabelecimentos de confiança e de marcas consolidadas no mercado é uma boa estratégia enquanto não há regulamentação. ?Observar dados da empresa, como CNPJ, certificados de qualidade e telefone de atendimento na embalagem mostram que a fabricante se preocupa em estar acessível?, orienta Rocha.

ITENS QUE SERÃO CERTIFICADOS:

- Rodas
- Rolamentos
- Sistema de freios
- Bomba de combustível
- Correias, tubos e mangueiras
- Líquido aditivo de radiador
- Espelhos retrovisores
- Sistema de direção
- Sistema de iluminação
- Sistema de suspensão

Sistema de freios: fique de olho

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Em época de férias, as pastilhas e discos de freios estão entre os primeiros itens da lista de componentes a ser checados antes de uma viagem. Em geral, os manuais do proprietário do veículo recomendam manutenção dessas peças a cada 10 mil km.

Não se pode esquecer dos freios traseiros, que na maior parte dos carros utilizam sistema de tambor, já que se trata de um recurso mais barato que os discos nas quatro rodas. ?A transferência de peso para a traseira é de 30% durante a frenagem. Por isso, o sistema demora mais para se desgastar?, afirma Eliel Bartels, engenheiro da DPaschoal.

?Se o tambor não estiver em dia, o carro demora mais do que deveria para parar?, exemplifica o diretor da Associação de Engenharia Automotiva (AEA), Harley Bueno. Sensação de veículo desalinhado é sinal de que o sistema precisa de reparo. ?O veículo tende a puxar para um dos lados numa freada brusca?, diz Pedro Scopino, proprietário da oficina Auto Mecânica Scopino (3955-2086), na zona norte.

É preciso verificar periodicamente o fluido de freio, já que pode haver vazamento, por exemplo. E a alavanca do freio de estacionamento tem de ser regulada de vez em quando.

Pastilhas e fluidos têm de ser trocados. Os demais itens podem ser recuperados, dependendo do estado de desgaste.

PREÇOS - Na Scopino, a manutenção do freio traseiro parte de R$120 e a troca de discos e pastilhas, de R$ 100. Em Guarulhos, a Akira Auto Elétrico (2409-7205) substitui lonas, faz retífica do tambor e manutenção do cilindro de rodas por R$ 306 para um Chevrolet Corsa 1.6, por exemplo. Se o tambor estiver comprometido, a troca parte de R$ 110 (par). Substituir as pastilhas e os discos de um Fiat Uno custa R$ 140.

Na zona leste, a Mecânica do Gato (2028-0288) troca o fluido de Toyota Corolla por R$ 74. A manutenção dos freios (a disco nas quatro rodas) custa R$ 700.

FALHAS DO FREIO:

- Notar ruídos excessivos durante o processo de frenagem;

- Freio perder eficiência e pedal afundar mais que o normal;

- Rodas estiverem sempre molhadas, o que pode indicar vazamento do fluido de freio;

- Trepidação no pedal (em carros sem ABS);

- Luzes no painel que indicam falta de fluido e desgaste das pastilhas ficarem sempre acesas.

Polo I-Motion vem este mês

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 A Volkswagen lança na próxima semana  seu primeiro modelo com câmbio automatizado no Brasil, o Polo I-Motion. A transmissão manual que permite trocas sem interferência do motorista, como uma automática, recebeu o nome de ASG.

LEIA AVALIAÇÃO: ?Polo I-Motion é a evolução dos automatizados?

Seu funcionamento é semelhante ao das caixas de Fiat e Chevrolet e, inicialmente, virá apenas com o motor 1.6 flexível (até 104 cv). Opcionalmente, haverá volante multifuncional e hastes para trocas manuais de marcha.

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