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Turbinado: Punto T-Jet é esportivo de motor e aparência

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O Fiat Punto T-Jet é feito mesmo para quem gosta de acelerar. Com motor Fire 1.4 16V Turbo, o carrinho garante muita diversão na rua e, principalmente, na estrada. O propulsor (o mesmo do Linea T-Jet) recebeu um ?upgrade? de 67 cv, em relação ao irmão Punto 1.4 Flex, totalizando 152 cv.

Fotos: Ulisses Cavalcante

Hatch traz desenho exclusivo do europeu Grande Punto Abarth. Fotos: Ulisses Cavalcante

Por R$ 59.980 (cerca de R$ 20 mil a mais que a configuração 1.4 Flex do Punto), o motorista que gosta de emoção e velocidade leva um modelo desse para casa. Atualmente, o Punto T-Jet é o esportivo (de motor e aparência) mais acessível do mercado. Sem concorrente diretos, o esportivo mais próximo é o Subaru Impreza 2.0 de 160 cv (R$ 68 mil).

NA PISTA ? O hatch da Fiat tem ótimo desempenho. Segundo a montadora, vai de 0 a 100 km/h em 8,4 segundos e pode chegar a até 203 km/h. Com um leve toque no acelerador, o modelo faz outros carros engolirem poeira, sem deixar pistas. No painel do carro, onde fica o gráfico indicador do turbo, o motorista toma, ainda mais, gosto pela velocidade quando vê as barrinhas crescerem - avisando que a turbina está “cheia”.

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O turbinado é nervosinho na pista

O ronco do motor é melodia para quem gosta do assunto. Quanto mais se escuta, melhor. A cabine também é bem protegida de ruídos externos. O motorista, se fechar os olhos por um instante, consegue imaginar que não está no trânsito, de tão pouco que os barulhos da rua chegam a incomodar.

Em certas manobras, o hatch complica a vida do condutor. Com raio de giro grande, uma curva simples pode levar mais do que o necessário para ser completada. Já a suspensão do modelo é boa, há bastante estabilidade.

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Acelera de 0 a 100 Km/k, em 8,4 segundos

O câmbio encaixa as marchas de forma precisa e torna o conjunto ainda melhor. Mais um motivo para aqueles que gostam de esportividade, pisarem fundo. Muitas vezes, dá até para esquecer que o T-Jet é apenas 1.4.

POR DENTRO - Para brincar com o turbinado, é preciso estar confortável. É como se o banco se moldasse facilmente ao corpo do condutor. Nota-se nas curvas que o assento não deixa o motorista escapar, já que a lateral é levemente arredondada e parece encaixar-se ao corpo do condutor.

O assento é personalizado com logotipo do modelo

O assento é personalizado com logotipo do modelo. O gráfico do turbo convida o "piloto" a acelerar

O acabamento é de plástico de boa qualidade. Porém, as cores vibrantes que acompanham o desenho do painel podem se tornar cansativas, com o passar do tempo.

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A cor do painel acompanha a pintura do carro, que pode ser branco, amarelo, vermelho e preto

O carrinho arrojado vem recheado com air bag duplo, freios ABS, ar-condicionado, regulagem de altura do banco do motorista, comandos no volante do sistema Bluetooth e do som, computador de bordo, faróis de neblina, piloto automático, sensor de estacionamento e volante com ajuste de profundidade e altura.

O turbinado é confortável, porém não muito espaçoso. O banco de trás leva fácil duas pessoas, sem que precisem disputar lugar para pernas e ombros. As dimensões não mudam, são as mesmas das outras versões do Punto.

POR FORA ? Para acompanhar a esportividade do motor, a carroceria traz design na mesma linha com maçanetas, retrovisores, frisos do teto e para-choques na cor do veículo, saias laterais e molduras das rodas na cor preta.

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Rodas de liga leve 17? com pneus 205/50 são de série. Aerofólio arremata o design esportivo

Para dar um toque final no desenho exterior, o T-Jet traz um discreto aerofólio; que no todo faz a diferença. Além de ponteira do escapamento dupla cromada.

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Vendas da Ford sobem 2,4% em julho nos Estados Unidos

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São Paulo - A Ford Motor registrou aumento de 2,4% nas vendas de veículos leves durante julho nos Estados Unidos, a primeira mensal em 20 meses, dando início aos dados sobre vendas das montadoras e que devem ilustrar o desempenho do programa do governo “Dinheiro por Sucata” da administração Obama. As ações da Ford subiam mais de 7% às 14h06 (de Brasília). 

Não fosse o programa federal, iniciado em 24 de julho, a perspectiva era de queda nas vendas da Ford. Mas o programa praticamente queimou todo seu orçamento, financiando US$ 1 bilhão logo de início em consequência da forte resposta dos consumidores e puxando as vendas na indústria bem acima dos níveis do primeiro semestre.

A Ford disse que as vendas de veículos leves atingiram 164.795 em julho, de 160.990 em julho do ano passado, incluindo as vendas do Transit Connect, um novo pequeno modelo de caminhões comerciais vendido nos Estados Unidos. As vendas dos automóveis Ford, Lincoln e Mercury subiram 8,7% em julho, enquanto as vendas de caminhões caíram 2,6%. AS vendas gerais para todas as marcas avançaram 9%, disse a Ford.

Mas o programa “Dinheiro por Sucata”, que oferece abatimento no imposto para os consumidores que trocarem veículos com elevado padrão de consumo de combustível por modelos de consumo mais eficiente, já causa preocupações relacionadas a seu orçamento. A Câmara aprovou sexta-feira um adicional de US$ 2 bilhões para o programa, que ainda será apreciado pelo Senado.

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Yamaha Fazer 250 2010 polui menos

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Yamaha Fazer 250 2010

Yamaha Fazer 250 2010

Calcanhar-de-aquiles da Honda, a Fazer 250, já está em 2010. A motocicleta recebeu um sensor de oxigênio e novo catalisador para começar o ano que vem. A proposta, segundo a Yahama, é reduzir as emissões de poluentes e nível de consumo de combustível. As mudanças não alteraram a potência do motor de 249 cc, que desenvolve 21 cavalos a 8.000 rpm e torque de 2,1 kgfm a 6.500 giros.

Lançada em 2005, foi a primeira da categoria a receber injeção eletrônica. Tem preço sugerido de R$ 10.950. A garantia é de um ano, sem limite de quilometragem.

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Dodge, história de uma coleção

Categorias: Cuide de seu carro, TODAS AS NOTÍCIAS

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Dodge, história de uma coleção, não é um livro sobre a história do Dodge. Ninguém precisa ser fã dos carros da Chrysler para lê-lo, basta gostar de antigomobilismo. Ou, melhor ainda, ser um caçador de veículos antigos ou um interessado em restaurar antiguidades sobre rodas.

Alexandre Badolato faz um relato sobre sua relação com Dodges, contando as peripécias a que voluntariamente se submeteu para realizar seus sonhos. O autor não esconde os episódios de loucura, impulso, ansiedade, nem as manobras financeiras e até de distância física que teve de enfrentar para guardar em sua garagem as preciosidades que vem colecionando desde 1989.

Se você frequenta encontros de carros antigos, tem um ?velhinho? mais bem cuidado que o automóvel zero-quilômetro que acabou de comprar ou está enfrentando uma epopeia para recuperar um veículo do passado, irá se identificar com a obra.

No livro, Badolato conta como cada um de seus carros chegou em suas mãos, mostrando como a paixão pelo Dodge o levou ao sucesso profissional para sustentar o dispendioso hobby. Cercado de curiosidades, coincidências e uma boa dose de sorte, Alexandre conseguiu reunir sob seu teto histórias que estavam apodrecendo no tempo, como a lataria da maioria dos carros que resgatou. Nem a própria Chrysler soube preservar tão bem e registrar sua presença no Brasil.

Para a sorte da empresa, alguns colecionadores se meteram a preservar o pouco que sobrou do legado da Chrysler do Brasil. Peça a peça, vestígio a vestígio, Dodge Darts, Chargers e Magnuns voltam à vida em sua curta passagem pelo país. Com o trabalho de Alexandre Badolato, alguns deles vão continuar com seus motores V8 roncando vez ou outra pelas ruas brasileiras ou dentro de garagens enquanto recuperam o visual que tinham no dia em que saíram da linha de montagem. Leitura obrigatória para antigomobilistas, mesmo os que ainda não encontraram seu carro dos sonhos.

Dodge, história de uma coleção
Alexandre Badolato
Editora Alaúde (www.alaude.com.br)
ISBN: 978-85-7881-011-5
Formato: 18 x 25 cm
Páginas: 152
Preço: R$ 34,90

Nissan apresenta o “Leaf”, novo carro elétrico da montadora

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Yokohama, Japão - A japonesa Nissan Motor apresentou neste domingo seu aguardado veículo elétrico, um compacto chamado “Leaf”, avançando mais um passo em direção à meta de liderar a indústria de veículos não poluentes.  ”Hoje nós celebramos o início de um novo capítulo na vida da nossa empresa”, disse Carlos Ghosn, CEO da Nissan Motor.

A Nissan começa a vender os primeiros veículos do “Leaf” nos Estados Unidos e no Japão no segundo semestre de 2010 e deve lançar novos modelos elétricos nos próximos dois anos. A empresa não anunciou o preço do veículo, com capacidade para cinco passageiros, mas Ghosn disse que o seu valor, sem a dispendiosa bateria que a empresa espera agregar ao modelo, fica no intervalo de um carro movido à gasolina. 

(Foto: Divulgação)

Leaf (Foto: Divulgação)

A terceira maior montadora do Japão e sua sócia francesa Renault têm sido os desenvolvedores mais agressivos de veículos exclusivamente elétricos na indústria, anunciando planos para comercializar os veículos ecológicos em larga escala a partir de 2012. O preço, no entanto, deve ser caro.

Afetada duramente pela queda das vendas de veículos no ano passado em todo o mundo devido à crise financeira, a Nissan decidiu modificar seu plano de negócios e aumentar os investimentos em carros com emissões zero de carbono.

As montadoras Toyota e Volkswagen também anunciaram planos para lançar veículos elétricos nos próximos anos, mas acreditam que sua implementação levará tempo devido ao alto custo dos automóveis e ao prolongado tempo de recarga da bateria.

O Leaf terá capacidade de deslocamento de 160 quilômetros e velocidade máxima de 140 km/h.

 

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