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Automatizados: veja quais carros oferecem o sistema

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O sistema de transmissão de modelos automatizados permite que o motorista faça a troca de marchas de duas maneiras: manual ou automática, graças a dispositivos hidráulicos e eletrônicos.
Câmbios automatizados: Dualogic (Fiat) e Easytronic (GM) (Foto: Divulgação)

Câmbios automatizados: Dualogic (Fiat) e Easytronic (GM) (Foto: Divulgação)

COMO FUNCIONA ? O câmbio é  manual convencional de cinco marchas, porém trabalha por meio de um gerenciamento eletrônico do funcionamento da embreagem e das trocas de marcha.

Como em qualquer carro automático, (onde não existe o pedal da embreagem) o condutor só precisa acelerar e brecar. Caso opte pelo modo mecânico, as trocas podem ser feitas na alavanca (com toques para cima e para baixo) ou, se o modelo tiver, nas hastes que ficam atrás do volante.

O benefício desse sistema é o custo de reparação. O preço do conserto é bem parecido ao do câmbio manual, pois as peças são em grande parte as mesmas.

Hoje não são todas as montadoras que têm carros com esse sistema no mercado. A Chevrolet é a pioneira (começou com o recurso em 2007), porém a Fiat é que traz mais opções de modelos automatizados. No entanto, atualmente, outras fabricantes também já oferecem a transmissão. Veja:

GM - O único carro da Chevrolet disponível com transmissão automatizada é o Meriva 1.8 Flexpower Easytronic. O modelo também tem outras versões de acabamento, com o mesmo tipo de câmbio. São elas: Expression (R$ 46.292), Premium (R$ 48.653) e SS (R$49.747), de até 114 cv.

Meriva 1.8 Flexpower (Fotos: Divulgação)

Meriva 1.8 Flexpower Easytronic (Fotos: Divulgação)

Fiat - O câmbio Dualogic estreou no Stilo (R$ 49.380), em janeiro de 2008. O segundo modelo a contar com o recurso foi o Linea (preços vão de R$ 56.800  a R$ 64.850, depende da versão de acabamento: LX, HLX ou Absolute), cujas vendas no mercado nacional começaram em setembro passado. Em seguida, há cerca de um mês, vieram Palio (R$ 37.230),  Siena (R$ 45.420), o Palio Adventure Locker (R$ 55.470) e Idea Adventure Locker (R$ 53.860), todos com motor 1.8 flex, de até 114 cv.

Palio Dualogic

Palio Dualogic

Linea Absolute Dualogic

Linea Absolute Dualogic

Volkswagen  - Polo I-Motion é o primeiro da montadora a ter esse tipo de transmissão. São quatro tipos de configurações — duas hatches e duas sedãs: Polo I-Motion (R$ 42.580); Polo Sportline I-Motion (R$ 44.810); Polo Sedan I-Motion (R$ 50.465); e Polo Sedan Comfortline I-Motion (R$ 53.815). Todas equipadas com motor VHT 1.6 Total Flex, de até 104 cv. Até o fim do ano, o mesmo câmbio deve vir no Fox, que será reestilizado.

Polo I-motion

Polo I-Motion

Smart fortwo - O carrinho importado pela Mercedes-Benz também faz parte dessa lista. Com motor 1.0 e 84 cv, ele custa R$ 57.900 (na versão coupê) e R$ 64.900 (na cabriolet).

Smart fortwo

Smart fortwo (Foto: Ulisses Cavalcante)

 

Leia mais:

Parte 1: Veja os carros automáticos que custam até R$ 100 mil

Lotus Elise tem força de sobra

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A Lotus ficou famosa fora da Inglaterra por sua participação na Fórmula 1. E a experiência nas pistas  pode explicar em parte o bom acerto do Elise, seu carro de entrada. Com 4,4 metros de comprimento e menos de 900 kg, a versão mais simples, como a avaliada, tem, originalmente, até 202 cv (motor aspirado). Mas na que andamos o propulsor Toyota 1.8 foi preparado, agora roda com álcool, ganhou turbo e gera 320 cv.

(Fotos: André Lessa/ AE)

(Fotos: André Lessa/ AE)

Sem considerar os ocupantes, cada cv precisa empurrar apenas 2,8 kg. Como comparação, numa Ferrari F430 essa relação é de 2,95 kg por cv e num Chevrolet Celta, de 10,8 kg/cv.

Trocando em miúdos: as acelerações ficaram brutais. Como as respostas de acelerador, direção e freios são diretas, este Elise é para quem gosta de acelerar forte. Um legítimo carro de corrida.

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A começar pela posição de dirigir. Como pilotos em cockpits, o motorista vai colado ao chão. Para entrar é preciso algum malabarismo e a altura do carro é de apenas 1,12 metro.

Acionada a partida, a embreagem é um pouco pesada e, por causa dos ajustes para aumentar a potência, o motor oscila em baixas rotações, como se pedisse para ser acelerado. Conforme as rpm vão subindo, o Elise vai ficando mais à mão.

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NA PISTA - Como a avaliação foi feita em avenidas, nem de longe deu para chegar a 270 km/h ou fazer de 0 a 100 km/h em cerca de 3,5 segundos, conforme estimativas do importador. Mas basta pisar forte no pedal da direita para o corpo grudar no banco e o ponteiro do velocímetro disparar.

O Lotus contorna curvas e sobe rampas com uma desenvoltura impressionante. É como se o carro fosse uma extensão do corpo do motorista. Comandou, ele responde de pronto.

Mesmo com os freios Brembo com discos ventilados nas quatro rodas é preciso cuidado. Como a força do motor foi muito ampliada, parar com segurança requer que o motorista inicie a frenagem com antecedência.

Mas o maior problema deste Elise é o preço. São R$ 275 mil por um carro feito em 2007 que já rodou mais de 2 mil km.

Venda de veículos tem queda de 5% em agosto ante julho

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São Paulo - A indústria automobilística vendeu 5,07% menos veículos entre julho e agosto, considerando os emplacamentos feitos até nesta última quarta-feira, 26, o correspondente a 18 dias úteis. Segundo fontes do setor, até esse período foram comercializados 208.165 veículos, com uma média diária de 11.564 unidades. 

A título de comparação, nos primeiros 18 dias úteis de julho passado a indústria vendeu 219.290 veículos, com uma média de 12.182 unidades por dia. Comparativamente a período idêntico de agosto de 2008, quando 201.522 veículos foram emplacados, houve um acréscimo de 3,30% nas vendas, conforme números preliminares da indústria automotiva.

No acumulado do ano até o dia 26 de agosto, o setor negociou 1.943.368 veículos, um incremento de 2,45% sobre período equivalente de 2008. Isso corresponde a uma diferença de 46.532 veículos.

O que fortaleceu a indústria automobilística foi a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), benefício previsto para terminar em setembro. Até o fim do ano, o IPI volta a subir gradativamente, até chegar à alíquota cheia. O mercado espera que o fim da isenção reduza as vendas, mas acredita que a queda deverá ser pequena, já que o mercado de crédito está se normalizando e os juros, caindo.

Diante desses fatores, em junho a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) revisou para cima suas projeções para 2009. A entidade, que antes esperava queda de 3,9% nas vendas internas de veículos ante 2008, agora calcula um avanço de 6,4%, para 3 milhões de veículos. Com relação ao comércio de máquinas agrícolas, a Anfavea manteve suas estimativas em 47 mil unidades, com declínio de 13,8% sobre o ano passado.

Houve melhora nos prognósticos para a produção de veículos, que devem cair 5,2%, para 3,050 milhões de unidades. Antes, a Anfavea esperava baixa de 11,1%. Considerando apenas máquinas agrícolas, a projeção de recuo da ordem de 23,5% na produção, para 65 mil unidades, foi preservada.

Motos: opções até 100 cm3 no País

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Não são muitas as opções com motor de até 100 cm3 disponíveis no País. Das 27 marcas que mais se destacam no mercado nacional, apenas cinco oferecem modelos nessa faixa de cilindrada - sendo que a Sundown concentra três deles.

Com preços sugeridos que variam de R$ 2.990 a R$ 4.790, a menor delas é a Traxx Star 50, cujo motor tem 49,5 cm3. A segunda motoneta menos potente no País é a FYM Fy 100-10A, de 6 cv. Na briga pelo terceiro lugar estão as Dafra Super 100 e a Honda Pop 100, ambas com 6,2 cv.

Traxx Star 50 (Fotos: Divulgação)

Traxx Star 50 (Fotos: Divulgação)

Com visual muito parecido com o da Dafra, a Sundown Hunter tem propulsor que gera 7 cv, 0,8 cv a mais do que o da sua principal concorrente. As mais potentes desta lista são as ?irmãs gêmeas? Sundown Web 100 e Sundown Web 100 , de 7,5 cv. A principal diferença entre elas é o freio a disco, de série na Evo.

Sundown Hunter 100

Sundown Hunter 100

Dakota poderá ter motor Fiat

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Os planos da aliança entre Fiat e Chrysler, que engloba as marcas Dodge e Jeep, ainda não foram divulgados, mas fontes ligadas às duas empresas informam que a primeira testa o motor da Ducato na picape Dakota e que a Dodge vai, com o perdão do trocadilho, atrasar a estreia do sedã Trazo.

Dakota (Foto: Divulgação)

Dakota (Foto: Divulgação)

É grande a possibilidade de a Dakota, que já foi produzida no Paraná, voltar. Como a Fiat não tem representante no segmento, uma maneira de entrar na briga seria oferecer o utilitário equipado com o propulsor 2.8 turbodiesel da linha Ducato (nestes ele rende 122 cv). Algumas unidades já estão em testes na fábrica da Fiat em Betim (MG).

Há rumores, não confirmados pela Dodge, que a chegada do Trazo será adiada. O sedã do mexicano Nissan Tiida estava previsto para estrear aqui em setembro. Sobre a aliança, a única confirmação é que os planos de fazer o Fiat 500 na fábrica da Chrysler no México estão a todo vapor.




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