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Blitz da inspeção multa 1 em cada 7 e apreende veículos

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A enfermeira aposentada Márcia Rovella, de 57 anos, saiu do carro surpresa com o pedido que ouviu, ao parar em uma blitz da PM na Rua Itápolis, no Pacaembu, zona oeste de São Paulo, na última sexta-feira (28) de manhã.

Acompanhada de um PM, uma fiscal da Prefeitura perguntou educadamente: “A senhora está com os comprovantes da inspeção veicular ambiental?” A pergunta foi repetida 118 vezes desde segunda-feira, data em que começou a fiscalização de rua do programa de inspeção pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. No balanço da semana, 18 proprietários de veículos foram multados em R$ 550. Desse grupo, uma moto e cinco carros acabaram guinchados. O Toyota Corolla da aposentada, ano 2008, foi um deles.

“Ponho gasolina, vejo a água e levo para a concessionária. Mas toda a parte de documentação é o meu filho que faz. Não tinha prestado atenção e não esperava (a fiscalização)”, afirmou Márcia, obrigada a deixar o local de táxi. O início da fiscalização ocorre mais de seis meses depois do começo, em fevereiro, das inspeções para carros e motos. Organizada a pedido da Secretaria do Verde, a blitz da PM teve como foco os veículos com placas de finais de 1 a 4, cujo prazo para a inspeção ambiental terminou em julho.

As 18 multas desta semana foram as primeiras do programa. “Ninguém fica feliz por multar as pessoas e apreender o carro. Mas fico satisfeito pelo grande porcentual de carros regulares que foram encontrados (na fiscalização)”, afirmou o secretário do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge. Jorge considerou o porcentual de autuações, de 15,25% um sinal de que a adesão dos motoristas à inspeção está crescendo. E acredita estar iniciando a fiscalização do programa “na hora certa”. Os motoristas que fizeram a inspeção devem carregar, além do selo colado ao vidro, o boletim do teste.

PREJUÍZO - Para os motoristas autuados, o prejuízo não vai ser pequeno. Quem não realiza a inspeção ambiental tem de arcar com multa de R$ 550, valor que pode ser duplicado se o carro não estiver licenciado. Nesse caso, o proprietário será autuado em mais R$ 191,54, levará para casa sete pontos na carteira de motorista e terá o carro guinchado para um pátio da CET, que cobra R$ 375 para remoção do veículo e R$ 125 para guinchar motocicletas. Somando-se a esses valores as diárias pela estada em um pátio, o prejuízo total de ser flagrado em uma blitz da inspeção ambiental chega a cerca de R$ 900 para motos e a mais de R$ 1.200 para automóveis, considerando um período de quatro dias no pátio.

E há mais: segundo o tenente Rui Feitosa, do 34º Batalhão, o Detran terá de dar aval para liberar o veículo do pátio. O proprietário precisará obter um “memorando de liberação do veículo”. Com esse documento e as taxas pagas, o motorista vai ao pátio e pega o veículo para a inspeção ambiental. Mas não poderá circular com o carro até que o veículo esteja totalmente regularizado. Ou seja, terá de voltar ao Detran para consumar o licenciamento.

Unidade da Fiat fecha acordo de baterias para veículos elétricos

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Milão - A unidade Magneti Marelli, do grupo automotivo Fiat, assinou um acordo com a italiana FAAM para desenvolvimento, produção e venda de baterias de lítio, informou a Fiat nesta segunda-feira.

A unidade de eletrônicos e componentes vê desenvolvimento conjunto de baterias para propulsão elétrica de carros, motocicletas, ônibus e outros veículos, levando a vendas de produtos na segunda metade de 2010, segundo informa a montadora.

Um analista de Milão, que pediu para não ser identificado, afirmou que a Fiat preencheu sua escassez de tecnologia de veículos elétricos por meio da recente parceria com a norte-americana Chrysler, que está bem à frente da italiana nessa área.

A FAAM está localizada na região de Marche, no leste da Itália, e também possui fábricas no Uruguai, para a região do Mercosul, e na China, para o mercado asiático. Uma porta-voz da companhia afirmou que as vendas da FAAM em 2008 atingiram 80 milhões de euros (114 milhões de dólares).

Nissan Grand Livina é boa opção entre minivans

Categorias: Nissan, TESTES E AVALIAÇÕES, TODAS AS NOTÍCIAS

O Nissan Grand Livina tem custo-benefício interessante. É o carro que leva até sete pessoas mais barato de sua categoria. O preço começa em R$ 54.890 e vai até R$ 66.390. Portanto, para quem precisa de espaço o modelo é uma boa opção.

Grand Livina é a minivan mais barata. Sua principal concorrente é a Chevrolet Zafira (parte de    R$ 58.601) (Fotos: Ulisses Cavalcante)

Grand Livina é a minivan mais barata. Sua principal concorrente é a Chevrolet Zafira (parte de R$ 58.601) (Fotos: Ulisses Cavalcante)

O ZAP avaliou a configuração de entrada, que traz câmbio manual de seis marchas, ar-condicionado, direção elétrica, retrovisores externos retráteis e com regulagem elétrica, vidros elétricos e air bag frontal para o motorista. Equipamentos que já dão aos ocupantes o mínimo de conforto.
O carro também é oferecido com câmbio automático

O carro também é oferecido com câmbio automático

NA PRÁTICA - A minivan de motor 1.8 bicombustível sabe trabalhar. Não é preguiçosa. Quando recebe o comando para acelerar, responde na hora. Aos 120 km/h, o ponteiro aponta 3 mil giros. Por ser ágil (desenvolve até 125 cv), em alguns momentos, o motorista esquece que está em um carro grande e pesado (1293 kg).

O design interno é simples, mas bem acabado

O design interno é simples, mas bem acabado

A transmissão é outro destaque. Os engates das marchas são ajustados. A ergonomia segue a mesma linha, bem acertada para facilitar a vida do condutor. O isolamento acústico também não fica para trás, o barulho do trânsito não afeta a cabine.

Grand Livina é estreito. O carro tem o menor entreeixos (2,60 m) da categoria

Grand Livina é estreito. O carro tem o menor entreeixos (2,60 m) da categoria

Considerando o tamanho do Grand Livina, ele não é tão beberrão. Na cidade, chega a fazer 11,4 km/l (com gasolina) e 6,9 km/l (com álcool). Já na estrada, faz até 15,7 km/l (com gasolina) e 9,4 km/l (com álcool), de acordo com dados da montadora.

Em relação ao desenho interno não há muito para elogiar. O design é simples, porém bem resolvido. A carroceria também não chama tanta atenção com suas linhas retas. Apesar de não trazer nenhum requinte em seus traços, o veículo cumpre a finalidade.

A Nissan oferece 3 anos de garantia ao consumidor
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O QUE FALTA? -  Alguns pontos poderiam ser colocados no modelo, como os ajustes de altura do banco do motorista e do cinto de segurança (item encontrado até em carros populares), sensor de estacionamento (faz falta em um carro de 4,42 metros de comprimento), além de computador de bordo. Esses exemplos não são oferecidos nem como opcionais.

Apesar de ter espaço para levar até sete pessoas, apenas seis vão com conforto. O carro por ser estreito (tem 1,69 m de largura) diminui a área interna, na qual os passageiros tem que dividir os assentos. Na segunda fileira de bancos, não há encosto de cabeça para o ocupante que vai no meio. Já o acesso aos últimos lugares não é complicado. Basta correr os bancos do meio para que os passageiros consigam chegar lá atrás.

Cabem sete pessoas, mas só seis vão com conforto

Cabem sete pessoas, mas só seis vão com conforto

Quando rebatida a terceira fileira, o espaço do porta-malas aumenta de 123 litros para 589 l. Se o motorista não estiver satisfeito, há ainda um repartimento sob o assoalho que acomoda mais 18 l.

Rebater a terceira fileira de bancos não é difícil. O motorista só precisa puxar a corda que fica presa no assento

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Tata Motors sai de lucro para prejuízo

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Nova Délhi - A indiana Tata Motors saiu de lucro para prejuízo líquido de 3,29 bilhões de rupias (US$ 67 milhões) no segundo trimestre deste ano, o primeiro trimestre fiscal da companhia. Nos três meses encerrados em 30 de junho do ano passado, a montadora havia registrado lucro de 7,2 bilhões de rupias. Na mesma base de comparação, as vendas consolidadas da Tata Motors aumentaram 20%, para 162,9 bilhões de rupias (US$ 3 bilhões), de 144,14 bilhões de rupias.

O prejuízo foi atribuído à pressão de liquidez em todo o mundo, que prejudicou a demanda por suas marcas de luxo Jaguar e Land Rover. As perdas da companhia refletem o atual estado da indústria automotiva mundial, que vem enfrentando demanda fraca especialmente em mercados importantes, como EUA e Europa, por causa da crise do crédito. A economia indiana mais lenta também prejudicou as vendas de caminhões, ônibus e carros.

A montadora indiana também atribuiu as perdas ao aumento dos empréstimos para dar suporte a investimentos e ao desenvolvimento de novos produtos, o que aumentou os custos com depreciação e juros. A Tata Motors teve um ganho não realizado com câmbio externo de 3,34 bilhões de rupias entre abril e junho, em comparação com a perda de 3,95 bilhões de rupias um ano antes.

NÚMEROS - O volume vendido no atacado pela Jaguar e pela Land Rover diminuiu cerca de 52% no trimestre, para 35,9 mil veículos. As duas marcas de luxo, que a Tata Motors comprou por US$ 2,3 bilhões da Ford Motor em junho do ano passado, estão tomando várias medidas de corte de custos para melhorar a lucratividade em uma base sustentada, afirmou a companhia.

Os resultados consolidados da Tata Motors incluem os de outras subsidiárias, como a Tata Technologies, a Telco Construction Equipment e a Tata Daewoo Commercial Vehicle.




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