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Utilitários 1.0: veja quais são

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EFFA VAN

(Fotos: Divulgação)

(Fotos: Divulgação)

R$ 26.480

Produzida na China, montada no Uruguai e vendida no Brasil desde 2007, a Van (versão fechada do modelo Picape) tem no preço seu principal atrativo. Com capacidade para levar até sete pessoas, o desempenho do modelo é para lá de fraco por conta da potência de seu 1.0 a gasolina, de apenas 47 cv.

TOWNER PASSAGEIRO

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R$ 27.800

A Towner é feita na China pela Hafei e importada pela CN Auto. Da antiga, que vinha da Coreia do Sul, só tem o nome. Maior, agora conta com 3,92 metros de comprimento, ante 3,36m da anterior. Seu motorquatro-cilindros gera potência de 48 cv. Antes, tinha 0, 8 litro, três cilindros e 40 cv.

CHANA FAMILY

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R$ 31.310

Tem capacidade para sete pessoas e o motor sofre para movê-la. Seu principal adversário vem da China, terra natal da Family. Trata-se da Effa Van, que tem a mesma proposta mas custa R$4.830 a menos. Essa diferença é suficiente, por exemplo, para manter o modelo por um ano.

CHANA CARGO

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R$ 21.413

Trata-se do veículo de quatro rodas mais barato do País. Além disso, essa picapinha é a que conta com maior capacidade de carga entre todos os chineses comercializados por aqui. São 700 k(100 kg a mais que os concorrentes) carregados pelo motor a gasolina de 53 cv.

EFFA PICAPE

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R$ 21.980

O modelo Picape tem desempenho pouco melhor que o da Van por ser 160kg mais leve. Assim como a?irmã?, é fácil de manobrar. Mas também sofre quando o assunto é acabamento interno,
já que a cabine traz falhas grosseiras nos encaixes das peças plásticas e abusa de materiais de
fragilidade aparente.

TOWNER PICK-UP

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R$ 25.500

Com a mesma receita do modelo Passageiro, a picape não esconde que os frotistas são seu alvo principal. Como todos os conterrâneos chineses, o utilitário deixa de lado o capricho no acabamento e apela para o preço competitivo. Ela é cerca de R$ 5 mil mais em conta que uma Fiat Strada Fire, por exemplo.

EFFA FURGÃO

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R$ 25.480

Produzido na China e montado no Uruguai, traz motor com apenas 47 cv. Por isso anda pouco. A
fábrica declara velocidade máxima de 100km/h. Mas o maior problema é a falta de agilidade no
trânsito. No entanto, é fácil de manobrar e traz suspensão macia. Já a qualidade do acabamento deixa a desejar.

TOWNER FURGÃO

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R$ 27.000

O acabamento da Towner é até aceitável para essa categoria, mesmo com plásticos e forração interna muito simples. O modelo anda bem quando está embalado ,com alguma agilidade em piso plano. Retomadas e subidas são um problema. E o câmbio tem engates imprecisos.

CHANA UTILITY

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R$ 29.566

Voltado para o trabalho, o utilitário nada mais é do que uma versão de cinco lugares da configuração Family. Posicionada acima do modelo Cargo CD, padece com o motor fraco e o acabamento mais do que simplório. Como todos os modelos Chana, tem garantia de dois anos ou 40mil km.

TOWNER BAÚ

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R$ 31.400

Configuração tem baú com grande volume (são 6 m³), mas não leva muito  peso: 600 kg ,no máximo. Isso por causa de seu motor, que gera potência de 48 cv. Como o propulsor fica embaixo dos bancos dianteiros, o ruído no interior é alto. A suspensão traseira é por eixo rígido e a direção não tem assistência.

 

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General Motors retoma produção na Venezuela

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Caracas - A filial da montadora americana General Motors (GM) retomou a produção de veículos depois de mais de dois meses e meio de paralisação, operando com menos da metade de sua capacidade, informou nesta segunda-feira (7) a empresa.

Depois de suspender suas operações em 19 de junho devido à falta de peças geradas pelo atraso do governo na entrega de divisas para importar, a General Motors Venezuelana (GMV) retomou nesta segunda-feira, com toda a normalidade, a produção em sua fábrica de veículos de passageiros na localidade de Valência, no estado de Carabobo, indicou a montadora.

A GMV concordou na semana passada em reiniciar as operações depois de definir com o governo um cronograma para a entrega dos dólares necessários para importar peças e para quitar as dívidas de US$ 1,150 bilhão pendentes com os fornecedores.

O presidente da GMV, Ronaldo Znidarsis, disse na semana passada que a empresa começaria a operar nesta segunda-feira em apenas um turno, que implicará na produção de 150 veículos por dias, que representam 33% da capacidade da fábrica que está estimada em 450 unidades diárias.
Znidarsis indicou que a fábrica retomaria os trabalhos com 1.700 trabalhadores e que outros mil ficaram em suas casas aguardando que fossem reativados novos turnos.

O executivo acrescentou que, dependendo do avanço das conversações entre a GMV e o governo, a unidade poderia abrir em breve um segundo turno. A GMV conta também com cerca de 600 funcionários da área administrativa que continuam em suas casas.

A montadora paralisou no dia 19 de junho a produção de veículos de passageiros, mas manteve ativa sua unidade de caminhões, na localidade central de Mariara, no estado de Carabobo. A GMV controlava até junho passado 53,6% da produção local, seguido da Ford Motor, com 20%., e a Chrysler, com 12,7%, segundo cálculos do setor.

Nos primeiros cinco meses do ano, a produção da GMV foi de 29.007 veículos, cifra que representou uma leve queda em comparação com igual período de 2008, quando fabricou 29.207 unidades.

A paralisação da GMV coincidiu com uma greve realizada no mês passado na filial da montadora japonesa Mitsubishi Motors Corp (MMC), a quinta maior do país, que a obrigou parar por tempo indeterminado suas operações.

O setor automotivo venezuelano, integrado por sete montadoras, se declarou em crise no final do primeiro trimestre devido aos atrasos do governo na entrega das divisas para importar peças e a queda de mais de 30% nas vendas.

Frankfurt 2009: Volvo mostra C30 renovado

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Volvo C30 reestilizado será apresentado em Frankfurt

Volvo C30 reestilizado será apresentado em Frankfurt

O Volvo C30 será apresentado ao público com alterações de estilo, principalmente na dianteira e traseira. A reforma deixou o modelo mais esportivo e agressivo para acompanhar o sucesso que as novas linhas tiveram no XC60.

O para-choque dianteiro foi totalmente redesenhado, dando uma nova aparência ao carro, já que a peça envolve desde a grade do radiador até as entradas de ar laterais. As lanternas horizontais deram lugar a um desenho angular, acompanhando as novas linhas.

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Na parte traseira o para-choque modificado recebeu uma moldura em baixo relevo para a placa e um aplique prateado que envolve as saídas de escape.

Desde sua estreia em 2006, é a primeira reforma visual do modelo. No Brasil, o C30 reestilizado chegará praticamente ao mesmo tempo em que as vendas começarem na Europa (início de 2010), pois é importado daquele continente. Não houve alterações mecânicas.

Com visual ousado em sua apresentação há três anos, C30 "antigo" já parece conservador perto da novidade

Com visual ousado em sua apresentação há três anos, C30 "antigo" já parece conservador perto da novidade

Por falta de hábito ou desconforto, cintos traseiros são ignorados

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Rio - Quem assume o volante ou vai ao lado do motorista tem à disposição um belo cinto de três pontos, facilmente ajustável ao corpo. Com o rigor da fiscalização, quase todos o utilizam. Mas, e quem está no banco traseiro? O mesmo equipamento está lá, a lei também abrange aqueles assentos, porém o uso quase sempre é ignorado pelos ocupantes.

“Não costumo pedir para os passageiros usarem, e quase nenhum bota o cinto. Tem gente que não gosta, reclama que vai ficar com a roupa amarrotada”, diz o chofer de táxi Paulo Roberto Duarte.  O que o taxista não sabe é que a vida dele também está em risco com esse comportamento dos passageiros. Em caso de batida a 80km/h, o impacto de um adulto de 70kg sobre o banco dianteiro equivalerá a 5,2 toneladas.

PESQUISA - Um estudo feito em 2001 pela Universidade de Tóquio mostrou que 80% das mortes de passageiros sentados nos bancos da frente teriam sido evitadas se os ocupantes dos assentos de trás estivessem com o cinto. Isso no Japão, país de rígidas normas de trânsito.

Além da falta de hábito, o desconforto desestimula o uso. No estudo “Cinto de segurança no banco traseiro do automóvel: por que nós não usamos?”, os pesquisadores Wilson Nobre (mestre em Design e Especialização em Ergonomia pela PUC-Rio) e Anamaria de Moraes (coordenadora do Laboratório de Ergonomia e Usabilidade da PUC-Rio) atestam que os assentos de trás da maior parte dos carros à venda no Brasil não se adequam ao transporte de três passageiros, para o qual são homologados.

A Volvo que inventou o cinto de segurança de três pontos (Foto: divulgação)

A Volvo que inventou o cinto de segurança de três pontos (Foto: divulgação)

O estudo mostra que quem anda no banco de trás tem uma falsa sensação de segurança: “O passageiro da frente percebe diante de seus olhos símbolos de perigo, como o vidro do para-brisa (cortante), as saliências e a rigidez do painel (contundentes) e a própria imagem dos obstáculos à frente do caminho (…). Enquanto o passageiro do banco de trás tem diante dos olhos o encosto acolchoado do banco dianteiro”.

O trabalho mediu as dimensões dos bancos dianteiros e traseiros de 12 carros de passeio: Uno, Corsa, Fiesta, Polo, Golf, Astra, Xsara Picasso, Zafira, Santana (ainda muito comum na praça), Vectra, Berlingo e Doblò.

Nos assentos da frente, todos os carros analisados oferecem espaço lateral suficiente, levando em conta padrões internacionais de aferição. Já atrás, nenhum deles oferece o espaço ideal: 50% da população não estaria confortável caso houvesse três ocupantes na traseira - situação que se agrava nos carros menores. Nessa situação, afivelar o cinto de segurança seria impraticável. Para piorar, a maioria dos projetos não traz regulagens para os cintos de trás.

“Em primeiro lugar, é preciso transformar em obrigatório de fato o uso do cinto traseiro. Em segundo, rever os projetos e a legislação, para que o assento do meio do banco traseiro deixe de existir em grande parte dos carros, em nome da segurança”,  afirma Anamaria.

CINTO DEVE SER SEMPRE USADO  - O estudo feito pelos pesquisadores da PUC conclui que “para que três passageiros possam viajar atrás, lado a lado num automóvel, com espaço de conforto/segurança semelhante ao dos passageiros da frente, deve-se pensar em aumentar a largura do compartimento traseiro em mais 50%, o que deixaria o veículo com frente de carro e traseira de ônibus”.

Portanto, pelas dimensões, os carros de passeio deveriam ser homologados para o transporte de quatro ocupantes, e não cinco. Isso já é comum entre os carros compactos vendidos na Europa.
De acordo com Nobre, quem anda no banco traseiro de versões mais baratas de carros como Mille, Gol, Fox, Palio e Siena tem ainda mais motivos para se preocupar, pois tais modelos não têm cinto de segurança retrátil sequer nas extremidades. Este sistema permite que o cinto seja enrolado e travado automaticamente, e é obrigatório nos assentos dianteiros desde 1985. 

“Sem o retrator, o cadarço do cinto precisa de uma segunda fivela para ajuste de seu comprimento de acordo com o tamanho do passageiro, algo demorado e difícil para usuários comuns. Se está longo, não protege corretamente e podem ocorrer ferimentos graves. Se é curto, fica impossível usá-lo”, explica o pesquisador, que cita ainda outros problemas:

- Quando em repouso, o cadarço fica frouxo e sujeito a embaraçar, torcer, sujar e cair para fora (no caso de carros quatro portas). Além disso, fica difícil instalar corretamente uma cadeirinha para crianças.

Crianças devem ficar presas corretamente (Foto: O Globo)

Crianças devem ficar presas corretamente (Foto: O Globo)

Para a Fiat, “o cinto traseiro fixo, se bem regulado, oferece a mesma segurança que o retrátil - cuja maior vantagem é o conforto de uso, o que não é um aspecto de segurança”. O fabricante diz ter interesse conhecer o estudo feito pelos pesquisadores da PUC e considera bem vinda qualquer iniciativa em prol da segurança. Quem sabe, no futuro, tais palavras se reflitam em carros básicos mais seguros.

Há um mês, Nobre escreveu um e-mail para o presidente do Conselho Nacional de Trânsito, Alfredo Peres da Silva, mostrando que é necessário rever a Resolução 48/1998 do Contran, que regulamenta o uso de cintos de segurança no Brasil. Apesar de obrigar a instalação de cintos de três pontos nas laterais traseiras, a norma não exige que o equipamento tenha mecanismo retrátil. Por enquanto, ainda não há resposta.

“Ter à disposição cintos confortáveis, eficientes e de fácil acesso nos assentos traseiros dos táxis, vans, ônibus e carros particulares deve ser um direito do passageiro, ao invés de ser um dever o uso de equipamentos desconfortáveis, ineficientes e difíceis de acessar. Os cintos que as fábricas oferecem somente nos carros de luxo devem, por lei, equipar também os carros mais baratos. Cinto de segurança é item básico para salvar vidas”, diz Wilson.

Citroën lança série especial do C3

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(Fotos: Divulgação)

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Em comemoração ao ano da França no Brasil, a Citroën lança uma série especial do C3.  O modelo recebe logotipo exclusivo na tampa traseira, frisos  laterais  na  cor do veículo e ponteira do escapamento cromada.  Por dentro,  há  revestimento  em  couro  nos bancos e painéis laterais, além de CD Player com MP3 (inclui jogo de alto-falantes) e jogo de tapetes acarpetados.

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A promoção, de acordo com a marca, é válida para todas as versões do carro, durante o mês de setembro. O C3 parte de R$ 37.990.

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