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Com Insight, Honda aposta em segmento ainda pequeno, mas crescente

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Alguns especialistas defendem que os híbridos serão os verdadeiros carros do futuro. Nos EUA, eles são o presente. Estão à venda e são vistos nas ruas, embora em minoria. O Honda Insight 2010 é uma das recentes novidades do setor. Lá ele parte de US$ 20 mil - a opção EX, como a avaliada, sai por US$ 23.770. O Insight, assim como o Toyota Prius, só existe em versão híbrida, tecnologia ainda cara. Como comparação, um Civic a gasolina custa US$ 15.500 e sua versão Hybrid, US$ 23.650.

O Insight utiliza uma solução simplificada, chamada de híbrida em paralelo, denominada Integrated Motor Assist (IMA). Seu motor 1.3 a gasolina de 88 cv opera em conjunto com um pequeno propulsor elétrico que rende o equivalente a 13 cv. Se o motorista quiser dirigir no modo econômico, aciona um botão ao lado do painel.

(Fotos: Divulgação)

(Fotos: Divulgação)

Os dois podem trabalhar juntos (gerando até 99 cv) ou independentes. O motor a combustão funciona a maior parte do tempo e desliga quando o freio é acionado ininterruptamente, mantendo-o pressionado - entrando em ação o motor elétrico. Ao aliviar o pedal, sente-se o motor a combustão religar.

As baterias são recarregadas pelo acúmulo de energia nas frenagens. Isso reduz as emissões e gera boa economia de combustível - a Honda informa 17 km/l na cidade e 18,2 km/l na estrada.

Por causa da boa acústica, é difícil notar a transição de motores ou trancos. Suavidade auxiliada pelo câmbio CVT, de relações continuamente variáveis. Não se pode esperar comportamento esportivo, até porque essa não é a vocação do carro, mas seu desempenho não decepciona. É confortável na cidade e eficiente na estrada.

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Outro destaque do Insight é o velocímetro tridimensional, que muda de cor conforme a variação de consumo. Do verde ao azul, orienta o motorista sobre a forma mais econômica de guiar. Existe até uma função que analisa o rendimento das últimas viagens e exibe flores e folhas em formato de gráfico quanto maior a economia - interessante, mas um pouco confuso.

De 5,8 milhões de carros vendidos nos EUA até julho, os híbridos somam 162 mil, ou 2,8% do mercado. O líder é o Toyota Prius, com quase 75 mil unidades vendidas no período. A Honda emplacou 9.800 Insights de abril (quando foi lançado) a julho.

Mantenha a cabine limpa

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Na limpeza do interior do veículo, é preciso mais do que deixar em ordem as partes aparentes. Checar a necessidade de trocar filtros do ar-condicionado e fazer a higienização do componente estão entre as recomendações para manter o ar na cabine puro. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Fábio Racy, nesta época do ano o sistema requer mais atenção.

?Como no inverno o ar-condicionado é utilizado com menos frequência, há tendência de acúmulo de fungos e bactérias em seus dutos.? Ele ressalta que isso pode causar complicações respiratórias aos ocupantes do veículo nesta época do ano, já que com as altas da temperatura o sistema volta a ser utilizado frequentemente.

VÍDEO: Veja dicas para preservar o ar-condicionado do carro

A higienização de toda a cabine é recomendável apenas para carros com bancos manchados ou que tragam odores desagradáveis no interior. Os preços variam de R$ 180 a R$ 450. No caso do serviço só para o ar-condicionado, partem de R$ 90.

Na Fast Clean (5181-0886 ), na zona sul, a higienização completa, com remoção de bancos e lavagem das capas, limpeza de teto e console, custa R$ 180 para um Fiat Palio e R$ 280 num Toyota Corolla, por exemplo. O procedimento leva de um a dois dias. Os produtos têm ação fungicida e bactericida e eliminam odores.

Na rede Dry Wash (2954 -8688), a higienização sai por R$ 240 nos veículos de passeio e R$ 275 para utilitários. O serviço no ar-condicionado fica entre R$ 90 e R$ 98. Na Auto Mecânica Scopino (3955-2086), na Casa Verde, zona norte, a higienização é com sistema de ozônio. Custa R$ 50.

Segundo Marcos Maciel, da SR Ar Condicionado (2591-3036), na zona norte, o sistema de ozônio é mais eficiente que a aplicação de produtos químicos. Ele cobra R$ 140 pelo serviço, incluindo a troca de filtros. ?Se desmontar, fica em R$ 450?.

FAÇA VOCÊ MESMO - Quem gosta de limpar o próprio carro deve ter atenção com os produtos usados. ?Não são recomendados os desengordurantes e os inflamáveis?, afirma Eduardo Fernandes, chefe de oficina do Centro de Experimentação Viária (Cesvi). ?Além do risco de incêndio, eles penetram no plástico e dão a impressão de que a mancha saiu. No entanto, logo se percebe que não e aí fica mais difícil removê-la depois.?

O especialista afirma que para limpar os bancos, o mais indicado é um aspirador de pó. No teto, nos vidros e nos plásticos, um pano úmido resolve.

LRX deve estrear em 2011 como linha Range Rover

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 O LRX será o próximo Land Rover e tem lançamento previsto para 2011. Será menor que Discovery, Range Rover Sport e Range Rover Vogue e trará versão com propulsor híbrido, algo inédito para a fabricante de utilitários-esportivos. ?Modelos menores, mais econômicos e principalmente menos poluentes são demanda em todo o mundo?, diz o diretor mundial da companhia inglesa, Phil Popham.

(Foto: Divulgação)

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Mas o carro não perderá a sofisticação e as capacidades off-road, já que será lançado como produto Range Rover, linha mais requintada da marca inglesa. Terá versões a gasolina e a diesel, além da híbrida.

O LRX conceitual, de duas portas, esteve aqui no Salão do Automóvel de 2008. A versão final deve ter ao menos uma opção com esse tipo de carroceria, algo inexistente na atual gama da fabricante, mas que já foi comum em carros da marca no passado.

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Por aqui, em dezembro começam a ser vendidos os atualizados Discovery 4, Range Rover Sport e Range Rover Vogue. Todos receberam importantes alterações mecânicas, tecnológicas e no interior, mas pouco mudaram por fora.

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E 350 Coupé já está nas revendas

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A versão de duas portas do Classe E já pode ser encontrada nas revendas da Mercedes-Benz por R$ 285 mil - R$ 14 mil a menos que o quatro-portas equivalente. Por ora, a única configuração oferecida é a E 350 Coupé Plus, com motor V6 3.5 de 272 cv e câmbio automático de sete marchas 7G-Tronic.

Com desenho mais esportivo e cabine para apenas quatro ocupantes, o modelo é o sucessor do CLK na linha da marca alemã. Seu comprimento é de 4,70 metros, 21 cm menor que o do sedã. Já o peso de 1.645 quilos é 15 kg superior ao do três-volumes com o mesmo conjunto mecânico.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

No mercado nacional, o concorrente direto do E 350 Coupé é outro alemão, o Audi A5. Ele é equipado com propulsor V6 3.2 de 269 cv e transmissão automática Multitronic, continuamente variável, de relações infinitas. Seu preço inicial é de R$ 254,5 mil.

 

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Anfavea discorda com critérios usados para ranking de carros mais poluentes

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São Paulo - Em resposta à divulgação do ranking dos veículos mais poluidores do Brasil, realizada nesta semana pelo Ministério do Meio Ambiente, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) relativizou os critérios utilizados no levantamento do governo, por meio de nota distribuída à imprensa na tarde desta quinta-feira (17).

O ranking divulgado mostra uma participação importante dos veículos movidos a álcool, inclusive os chamados “flex“, entre os maiores poluidores. Na lista de 15 modelos, oito podem ser movidos a álcool.

Em defesa dos modelos flex, que representam hoje quase 90% das vendas de veículos novos, a Anfavea afirma que a realização dos testes de emissão dentro da linha de produção pode distorcer os resultados.

“O veículo ainda não foi amaciado, o que gera alta dispersão dos resultados; a média de emissão, em consequência, é mais alta, quando comparada ao veículo homologado e em campo”, diz nota da entidade.

A Anfavea também discorda da avaliação feita nas “famílias” de veículos. Segundo a entidade, usar o nível de emissão de um veículo mais pesado da mesma família e atribuir tais valores aos demais membros também distorce os resultados.

A entidade, no entanto, fez questão de salientar que apoia, “conceitualmente”, a divulgação de dados relativos a emissões de veículos, “como forma de dar à sociedade transparência de informações dentro de uma visão de sustentabilidade”.

A Anfavea informou ainda que, “em favor da transparência dos níveis de emissão”, passará a disponibilizar em seu site na internet, a partir da próxima semana, os dados de homologação de emissões - “representativos da realidade de utilização regular” - dos veículos em comercialização.

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