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Mitsubishi Pajero TR4 2010 muda visual e motor

Categorias: LANÇAMENTOS, Mitsubishi, TESTES E AVALIAÇÕES
Modelo tem dois anos de garantia (Fotos: Divulgação)

As linhas da carroceria estão mais arredondadas (Fotos: Divulgação)

Reestilizado e com novo motor 2.0 flex 16V (agora mais potente), Mitsubishi Pajero TR4 chega em outubro para enfrentar outros utilitários-esportivos, como Kia Sportage, Hyundai  Tucson e Ford Ecosport. Além das alterações visuais, com linhas mais arredondadas na carroceria, que podem ser notadas no para-choque, para-lama, capô e faróis , os preços também são outros:  partem de R$ 65.550 (nova configuração GLS, mecânica), cerca de mil reais mais barata que a versão básica anterior, e chegam a R$ 71.990 ? modelo automático -, R$ 2.500 mais em conta.

O jipinho japonês está com propulsor mais forte, ganhou sete cv a mais que a versão anterior. Com álcool, o carro gera até 140 cv, já com gasolina são 135 cv. De acordo com a montadora, o propulsor também é 5% mais econômico do que o antigo modelo. A marca diz que o veículo chega a fazer até 11 km/l (cidade/estrada).

TRANSMISSÃO  - A Mitsubishi oferece o SUV em duas opções de câmbio: manual, de cinco velocidades (GLS e MT), e automático, de quatro (AT).  Na transmissão mecânica as duas versões se diferenciam por freio ABS, air bag para passageiro e freios a disco nas quatro rodas  ? itens encontrados em modelos MT.

Modelo tem dois anos de garantia

Entre as novidades estão: a saída de ar lateral e as rodas de liga leve de 17´´

ON E OFF ROAD - O ZAP teve a oportunidade de testar o modelo automático, que deve ser responsável por 40% da vendas, segundo a marca.  No percurso de mais de 20 Km, na região de Itu (interior de São Paulo), deu para sentir que o 4×4 é valente em trilhas. Não há tempo ruim na hora de encarar a lama e os obstáculos de trilha.

Conforme o tipo de terreno, o condutor pode escolher o tipo de tração (4×2, 4×4 contínuo, 4×4 com bloqueio de diferencial e 4×4 reduzida) por meio de uma alavanca de câmbio.

Raio de giro é de 5,2 metros e o ângulo de entrada e saída: 35 graus

Raio de giro é de 5,2 metros e o ângulo de entrada e saída: 35 graus

Para enfrentar pistas secas, como estrada, o modelo não tem o mesmo desempenho.  Pisando fundo no acelerador, o TR4 é preguiçoso na resposta. As mudanças de marcha também demoram para acontecer. Há momentos, para se ter idéia, que o carro só muda de marcha depois dos 5 mil giros.

No SUV, apesar de haver lugar para cinco passageiros, quatro vão com conforto (a pessoa que vai no meio do banco de trás não tem encosto de cabeça). O espaço para as pernas é razoável. Para pessoas altas, haverá uma certa dificiculdade para encontrar uma posição mais cômoda.

Outro ponto negativo são as portas traseiras, que não abrem muito e dificultam o acesso. Já a porta do bagageiro pode se tornar incoveniente em alguns estacionamentos, pois abertura é feita para lado direito e não para cima. Se o motorista estiver em uma vaga apertada, precisará manobrar o modelo para descarregar o porta-malas.

Porta-malas tem um bom tamanho

Modelo fabricado em Goiás tem porta-malas de um bom tamanho

Para um jipe, a suspensão e a estabilidade são dois quesitos que o TR4 sabe trabalhar bem. A posição de dirigir, assim como a ergonomia são pontos altos do modelo. Há ajustes de altura do banco do motorista e do volante que trazem mais comodidade ao condutor. O utilitário também tem um bom porta-malas. São 500 litros (50 a mais que o Ecosport); com o banco traseiro rebatido a capacidade aumenta para 1.455 l.

O acabamento interno não chama muita atenção. O design do painel não é tão moderno e a finalização, apesar de não haver rebarbas, é toda de plástico. O revestimento escuro dos bancos traz um ar mais sério, além de ser bom na hora da limpeza.

Por dentro, a montadora redesenhou o painel e mudou também os revestimentos dos bancos

Por dentro, a montadora redesenhou o painel e mudou também os revestimentos dos bancos

MERCADO ? O TR4, modelo de entrada da marca, é responsável por 25 % das vendas da Mitsubishi no Brasil. A fabricante espera vender mil unidades por mês. Além do SUV, a marca deve lançar até o dia 15 de outubro mais dois carros. Ainda não há outras informações. Para o último trimestre de 2010, a montadora adianta que haverá um novo projeto.

 

*jornalista viajou a convite da montadora

 

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Ford Figo aposta no baixo custo

Categorias: LANÇAMENTOS, TODAS AS NOTÍCIAS
Ford Figo foi apresentado hoje na Índia

Ford Figo foi apresentado hoje na Índia

O compacto Figo é a nova aposta da Ford no mercado indiano, cuja missão é concorrer no segmento de baixo custo. Na Índia, o segmento de compactos baratos corresponde a 70% do Mercado. A novidade será produzida naquele país, mas os detalhes do modelo não foram apresentados, incluindo a informação principal: o preço.

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Para a empresa, o produto será o carro-chefe na Índia, respondendo pelo aumento do volume de vendas totais. A Ford também fez investimentos na ordem de US$ 500 milhões na planta de Chennai para torná-la um pólo exportador.

Interior não foi apresentado, apenas uma ilustração

Interior não foi apresentado, apenas uma ilustração

O Figo é baseado na carroceria do Fiesta, já familiar no país, assim como é para os brasileiros. O Figo é uma espécie de reestilização feita no “nosso” Fiesta. Gostou da novidade? O que acha de tê-lo rodando no Brasil?

Clássicos brasileiros bons de mercado

Categorias: Antigos e carros de coleção, ESPECIAIS, TODAS AS NOTÍCIAS

Os carros desta página já podem ser considerados clássicos, elegíveis para se tornar objetos de coleção, mas muitos deles ainda trabalham duro Brasil afora. Coincidência ou não, todos aparecem na lista de mais buscados do ZAP, portal de classificados dos jornais Estadão e O Globo.

A lista só não contempla o Opala nas 50 primeiras posições, mas o carrão é famoso aqui no ZAP. Apenas em agosto registramos quase 195 mil buscas pelo Chevrolet. Sua boa fama também pode ser comprovada pela tabela de usados mais negociados da Fenabrave (Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Volkswagen Brasília (esq.) e Toyota Bandeirante (dir.)

Volkswagen Brasília (esq.) e Toyota Bandeirante (dir.)

Volkswagen Brasília
Projeto da Volkswagen do Brasil, em 1973, tinha a missão de aliar a robustez do Fusca a mais conforto e espaço interno. A chegada do Gol provocou a morte deste Volks.

Toyota Bandeirante
Sobreviveu ao piso de chão nacional por mais de 40 anos. Rude e durável, ainda tem alto valor de revenda. Chegou importado, mas passou a ser produzido aqui a partir de 1962.

Volkswagen Kombi (esq.) e Volkswagen Fusca (dir.)

Volkswagen Kombi (esq.) e Volkswagen Fusca (dir.)

Volkswagen Kombi
Idealizado na década de 40, só chegou ao Brasil em 1957. Atualmente, 90 unidades são fabricadas diariamente na planta da Volks em São Bernardo do Campo (SP). É o veículo mais longevo em produção.

Volkswagen Fusca
O que dizer de um carro que tem até dia comemorativo (20 de janeiro)? Em 58 anos de fabricação, teve 21.529.464 unidades produzidas no mundo. No Brasil, chegou em 1959 e nos deixou em 1986. Retornou sete anos depois a pedido do presidente Itamar Franco, mas ficou apenas três anos na linha de montagem.

Chevrolet Monza (esq.) e Chevrolet Kadett (dir.)

Chevrolet Monza (esq.) e Chevrolet Kadett (dir.)

Chevrolet Monza
Uma das estrelas dos anos 80, foi lançado nas versões hatch e sedã, mas apenas o três-volumes viu a década seguinte. O último Monza deixou a linha de montagem em 1996, com produção total de 857.810 carros.

Chevrolet Kadett
Há 20 anos chegava ao mercado, prometendo ser referência em esportividade e conforto. A versão GSi tornou-se objeto de desejo de jovens, principalmente o conversível.

Volkswagen Passat (esq.) e Fiat Uno (dir.)

Volkswagen Passat (esq.) e Fiat Uno (dir.)

Volkswagen Passat
É um dos nomes mais importantes da marca. Sua primeira geração, produzida entre 1973 e 1988, é a família que ficou conhecida por aqui. Nos anos 80 teve uma versão exportada para o Iraque.

Fiat Uno
Primeiro carro mundial da marca, chegou para substituir o 147. Foi convertido a ?carro popular? nos anos 90 para concorrer numa categoria criada pelo governo, cuja incidência de impostos era menor.

Volkswagen Santana (esq.) e Volkswagen Gol (dir.)

Volkswagen Santana (esq.) e Volkswagen Gol (dir.)

Volkswagen Santana
Há 25 anos, o carro de luxo da Volks chegava ao mercado. Inaugurou a época da injeção eletrônica e freios ABS entre os sedãs. Foi produzido até 2006, sem substituto à altura.

Volkswagen Gol
É o maior sucesso da indústria brasileira, com mais de cinco milhões de unidades vendidas. Há 23 anos é o líder do ranking de vendas de novos. É o mais buscado no ZAP e o mais negociado, segundo a Fenabrave.

Pinturas especiais transformam carangas

Categorias: Dimension Customs, Pintura, TODAS AS NOTÍCIAS

Fala Galera!

Aqui na Dimension Customs trabalhamos muito com tintas especiais, pois são utilizadas para dar um toque diferenciado nas carangas. Entre os aficionados, é um recurso importante para personalizar veículos, pois tem muita força visual.

Entre as tintas mais utilizadas estão a camaleão, cromada, candy, flake e marmorizada. Mais adiante vou descrever cada uma. Elas variam em custo, tipo de pigmento, tempo de trabalho, técnicas de aplicação e materiais empregados, como alumínio em pó. O visual e acabamento variam muito, por isso resolvi explicar a diferença entre as tintas personalizadas.

Tanque de combustível com pintura candy. Acabamento deixa a superfície com aspecto caramelizado

Tanque de combustível com pintura candy. Acabamento deixa a superfície com aspecto caramelizado

Nos vídeos, assista como é feita a aplicação dos materiais e descubra quais tipos de pintura mais combinam com seu estilo. Você poderá até mesmo reconhecer essas tintas especiais em carros, assim poderá comprar com mais consciência.

Muitas das pessoas que nos procuram passaram por outros lugares com pouca experiência, que acabaram detonando seus carros. Ou vêm com dúvidas de como comprar um veículo que tenha sofrido transformações na pintura.

Saiba um pouquinho mais de cada tinta especial:

Camaleão: faz referência ao animal, pois essa tinta muda de cor conforme o ambiente em que o veículo está. A variação de tonalidade também ocorre de acordo com a direção da luz solar. Dependendo do ângulo de visão em que você admira o carro, a cor da superfície pode variar numa grande quantidade de tonalidades.

Cromada: é a mais futurista das tintas. Deixa a superfície com o aspecto muito semelhante ao acabamento cromado. Pode ser aplicada no carro todo e até nas rodas. Outra vantagem é que é mais barata e mais ecológica que o processo de cromação.

Candy: a mais doce das tintas recebeu este nome, pois deixa a lataria parecendo um doce caramelizado. Trata-se de um verniz translúcido muito parecido com uma groselha. Ela proporciona um efeito de profundidade quando pintada sobre outra tinta.

Flake: é um glitter especialmente produzido para ser aplicado em carro. Deixa pontos que brilham, refletindo a luz que incide sobre o veículo.

Marmorizada: como o nome já diz, essa tinta tem como característica a semelhança com a pedra mármore, conhecida por todos nós. É muito mais bonita ao vivo do que por fotos.

Se sua intenção for aplicar uma dessas tintas em seu carro, você tem duas opções: a primeira e mais recomendada é procurar um profissional especializado para realizar o trabalho. A segunda opção, se você é profissional da área, é seguir o passo a passo de como aplicar cada uma das tintas.

Acabamento flake (esq.) deixa pontos reluzentes. Camaleão (dir.) muda de cor conforme incidência e intensidade de luz

Acabamento flake (esq.) deixa pontos reluzentes. Camaleão (dir.) muda de cor conforme incidência e intensidade de luz

Não se aventure com gente pouco qualificada. Os profissionais da Dimension passam por intensos treinamentos para aprimorar técnicas de pintura, estudar a química das tintas e a melhor forma de conseguir o máximo de qualidade em cada acabamento que o cliente quer.

Além disso, trabalhar com esses materiais também requer atenção quanto ao descarte de usados e solventes. É fundamental que o profissional se preocupe com o ambiente. Essa responsabilidade também é sua. Procure oficinas responsáveis. Lembre-se: o barato pode sair caro.

Valeu e até a próxima!

Juliano Barbosa é especialista em customização automotiva e um dos líderes da Dimension Customs.




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