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Gasolina é a melhor opção na hora de abastecer o veículo

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Atualmente, para abastecer o veículo, a gasolina é a opção mais vantajosa para o consumidor de quase todo o Brasil. O álcool só vale a pena em três Estados do país. Esse é o resultado de uma pesquisa feita pela empresa Ticket Car, após o etanol ter sofrido alta de 4,25%.

Mesmo com as constantes altas, o etanol ainda é vantajoso no Mato Grosso, Pernambuco e Goiás sendo que, o melhor preço é encontrado no primeiro Estado. A diferença sobre a gasolina chega a 38,2%. Já a Paraíba lidera a lista dos Estados onde o derivado do petróleo é mais barato. A vantagem chega a 27,6% sobre o etanol. Os demais combustíveis, GNV, diesel e biodiesel permaneceram estáveis.

Com as variações, o preço médio do álcool está cotado a R$ 2,011; gasolina R$ 2,718; biodiesel R$ 2,106 e diesel R$ 2,093. O m³ do GNV tem valor médio de R$ 1,725.

Vendas de veículos crescem 8,04% em janeiro

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São Paulo - A indústria automobilística vendeu 213.335 veículos em janeiro, com 20 dias úteis, o que traduz um acréscimo de 8,04% sobre as vendas de igual mês de 2009 (197.454 unidades e também 20 dias úteis), segundo fontes. Trata-se do segundo melhor janeiro da história do setor, perdendo apenas para o de 2008, quando foram vendidos 214.992 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.

Na comparação com dezembro, quando 293.066 veículos foram comercializados, vê-se uma baixa de 27,20%. É importante notar, entretanto, que o mês de dezembro é tradicionalmente o mais forte para o comércio destes artigos, enquanto janeiro é sempre o mais fraco.

Nesta terça-feira, 2, a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulga os dados oficiais da indústria referentes a janeiro. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apresenta seu levantamento no próximo dia 4, quinta-feira.

Sentra é ótimo, mas o público não sabe disso

Categorias: Nissan, TESTES E AVALIAÇÕES, TODAS AS NOTÍCIAS

Rio - A cada dez Toyota Corolla vendidos no Brasil, apenas um Nissan Sentra é emplacado. Ambos são projetos de marcas japonesas, pensados principalmente para o mercado das Américas - e é mais fácil enumerar semelhanças do que diferenças entre os dois. Então, o que falta ao Nissan? Passamos uma semana com o carro na tentativa de encontrar uma resposta.

Recebemos a versão SL (topo da linha) em um dia abafado. Abrimos a porta com a chave dentro do bolso - há um sensor de aproximação embutido - e damos partida apenas girando uma borboleta no contato. O sistema é exclusivo do Sentra SL, e faz as chaves de Civic e Corolla parecerem coisa de museu.

Em desempenho e acabamento, o Sentra empata com o Civic e o Corolla. Só falta carisma (Foto: Fernando Quevedo)

Em desempenho e acabamento, o Sentra empata com o Civic e o Corolla. Só falta carisma (Fotos: Fernando Quevedo)

O calor acentuava o cheiro de couro e plástico da cabine, que logo estava agradável graças ao bom ar-condicionado e ao poderoso sistema de som Rockford Fosgate, que traz um novo monitor colorido no centro do painel. Outras novidades da versão 2010 são a grade modificada e os retrovisores rebatíveis - antes, os espelhos com carcaças fixas eram um terror em vagas apertadas.

DESDE QUE SE CONVERTEU, SENTRA PASSOU A EXAGERAR NA BEBIDA -Foi só apontar o nariz do Sentra na rua para relembrarmos as qualidades do carro. O câmbio CVT assume as rédeas com suavidade inigualável. O motor 2.0 16v, que há pouco se converteu em flex, sobe o giro em silêncio.

Mas a boa impressão foi abalada pelo consumo alto em todas as condições. Enquanto a versão a gasolina fez média de 13,6km/l na estrada (em nosso teste de julho de 2007), o modelo atual registrou 11,9km/l com o mesmo combustível - ambas as medições foram feitas no trajeto de ida e volta do Rio a Itaipava.

Afora essa decepção, o comportamento do Sentra é muito bom. A suspensão é firme (mais ao estilo do Civic e menos do Corolla), porém confortável. E há pequenos pecados. O ajuste do banco, por alavancas, é ruim: falta o acerto fino da roldana para regular o encosto. Já o volante só pode ser ajustado em altura. A visão pelo retrovisor interno é ruim, e um sensor de ré seria bem-vindo (a traseira alta atrapalha nas manobras).

O interior tem bancos de couro e monitor digital para rádio no painel

O interior tem bancos de couro e monitor digital para rádio no painel

Os preços são atraentes. Um Sentra SL (R$ 71.990), topo de linha, custa menos do que um Corolla XEi automático (R$ 73.470) e ainda traz teto solar. A versão mais em conta do Nissan custa R$ 53.990, enquanto o rival Toyota, que fechou 2009 na liderança dos sedãs médios, parte de R$ 60.980 (XLi) e o Honda Civic, de R$ 65.745.

Mesmo nas versões básicas, os três concorrentes trazem de série ABS, airbag duplo e os confortos mais desejados: direção com assistência elétrica, ar-condicionado e som com leitor de MP3.

UM AMIGO PERGUNTA E ECONTRAMOS A RESPOSTA- Mas continuávamos sem resposta para a questão das vendas. Afinal, no México, onde é produzido, o Sentra é um sucesso. Explicações óbvias como o desconhecimento da marca e sua associação com utilitários 4×4 não colam mais.

Foi aí que, durante o teste, recebemos o pedido de ajuda de um amigo, o engenheiro Anderson Brasil, interessado em trocar um Civic 2005 por um carro mais novo. Estava na clássica indecisão entre os sedãs de Honda e Toyota. Falamos dos prós e contras dos modelos e perguntamos se ele já havia pensado no Sentra. O Nissan não despertou o menor interesse… Foi tratado como inferior, apesar de ser parelho com os rivais em dimensões, equipamentos e conforto.

Bingo! Para o grande público, falta a percepção de que o Sentra é um carro de bom nível - mesma situação que atravanca as vendas do Ford Focus e do Renault Mégane. O Nissan empata em qualidades como desempenho e acabamento, mas perde em carisma e status. Para virar esse jogo, só um bom trabalho de imagem.

Toyota anuncia solução para pedal acelerador alvo de megarecall

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Detroit- A Toyota Motor anunciou nesta segunda-feira um reparo para cerca de 2,4 milhões de unidades de seus oito modelos de veículos mais vendidos envolvidos em um recall de segurança e suspensão de vendas e produção.

Uma barra de aço de reforço será instalada por concessionárias da Toyota nos Estados Unidos no fim desta semana. A instalação satisfatória do componente pode fazer a montadora a retomar as vendas dos modelos, incluindo o popular Camry, por volta da terceira semana de fevereiro, disseram fontes na sexta-feira.

As vendas dos modelos foram suspensas em 26 de janeiro e a produção dos mesmos carros nas unidades canadenses e norte-americanas foram interrompidas nesta segunda-feira. Segundo a Toyota, a suspensão durará pelo menos esta semana.

A montadora informou que testou a solução para os veículos alvo do recall. “Nada é mais importante para nós do que a segurança e confiabilidade dos veículos que nossos consumidores dirigem”, disse Jim Lentz, presidente-executivo da Toyota nos Estados Unidos.

“Lamentamos profundamente o receio de que nossos recalls causaram para nosso clientes, estamos fazendo tudo que podemos - o mais rápido possível - para arrumar tudo.” Ele se referiu aos dois grandes recalls que atingiram a maior montadora de veículos do mundo.Um envolve aceleradores potencialmente defeituosos e o outro a possibilidade de que tapetes de assoalho poderiam se prender sob o pedal do acelerador, causando em alguns casos velocidades não desejadas pelo motorista.

Os pedais defeituosos foram produzidos pela fornecedora CTS Corp. Por causa de ambos os recalls, a Toyota convocou 5,4 milhões de veículos nos Estados Unidos e outros 1,8 milhão na Europa e 75 mil na China.

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Toyota suspende vendas de oito modelos nos EUA

Montadora anuncia recall do Peugeot 307 devido a problema nos faróis

Categorias: TODAS AS NOTÍCIAS, recall

A Peugeot Citroën anunciou nesta segunda-feira o recall do Peugeot 307, anos 2008 e 2009, cujos chassis estão entre 8G040306 e 8G077624 e entre 9G001610 e 9G036908, respectivamente. A ação envolverá 13.739 veículos.

Peugeot 307 (Foto: Divulgação)

Peugeot 307 (Foto: Divulgação)

O motivo é uma falha na identificação do comando para acender os faróis. De acordo com o comunicado da montadora, uma pane neste sistema pode desligar a iluminação, prejudicando as condições de visibilidade do motorista e causando acidentes.

Os proprietários destes veículos devem entrar em contato com a rede de concessionárias autorizadas da marca para verificar se o carro realmente necessita do recall. Caso a resposta seja afirmativa, devem agendar atualização eletrônica do programa de gestão da iluminação externa do veículo. Iniciado o procedimento, não leva mais de uma hora, segundo a montadora.

Nesta segunda-feira, a Peugeot Citroën também anunciou o recall de 97 mil Peugeot 107 e Citroën C1 na Europa, devido a um possível problema no pedal de acelerador, o mesmo caso dos modelos da Toyota no centro de um grande “recall”. Estas unidades foram produzidas em cooperação com a Toyota, em uma fábrica compartilhada.

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