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Range Rover Evoque parte de R$ 164.900

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A Land Rover anunciou nessa sexta-feira o preço do seu mais recente lançamento, o Evoque. O modelo, que terá oito versões de acabamento, parte de R$ 164.900 e pode chegar a R$ 231.900. Nas lojas a partir da próxima semana, a novidade ainda terá seus preços modificados por conta da alta do IPI para carros importados. Seus novos custos ainda não foram divulgados, mas devem ser mudados em dezembro, quando começa a valer a nova regra de imposto.

Evoque parte de R$ 164.900 (Fotos: Divulgação)

Evoque parte de R$ 164.900 (Fotos: Divulgação)

Baseado no conceito LRX, o Range Rover Evoque deve representar cerca de 40% das vendas da marca. De acordo com a empresa, a expectativa é vender 4.800 unidades em um ano.

Modelo tem sete opções de acabamento

Modelo tem sete opções de acabamento

Todas as configurações trazem sob o capô o motor 2.0, a gasolina, de 240 cv, 4×4. Elas se diferenciam pelos itens de série. A mais em conta traz ar-condicionado digital, sensor de chuva, rodas 18″, faróis de neblina, bancos com revestimento em couro e ajuste elétrico com memória, bluetooth, tela de LCD de 8 polegadas e retrovisores com aquecimento. A opção intermediária, a Prestige, tem ainda faróis de xenônio, rodas de 19″, GPS e Park Assist. Já o Dynamic ganha roda de 20″ e sistema de TV.

Evoque é recheado de tecnologia

Evoque é recheado de tecnologia

As versões chamadas de Tech oferecem um pacote de opcionais, entre os equipamentos estão câmera 360 graus e duas telas de LCD para os passageiros do banco traseiro.

Veja quais são e quanto custa cada configuração:

Pure (4 portas) - R$ 164.900 
Pure (2 portas) - R$ 167.900
Prestige (4 portas) - R$ 182.900
Prestige Tech (4 portas)  - R$ 231.900
Dynamic (2 portas) - R$ 187.900
Dynamic (4 portas) - R$ 184.900
Dynamic Tech (4 portas) - R$ 231.900
Dynamic Tech (2 portas) - R$ 236.900

Testamos o Hyundai Veloster. Saiba como ele se comporta

Categorias: Hyundai, TESTES E AVALIAÇÕES, TODAS AS NOTÍCIAS
Principal destaque do cupê esportivo é o design marcante (Fotos: Thalita Real/ZAP Carros)

Principal destaque do cupê esportivo é o design marcante (Fotos: Thalita Real/ZAP Carros)

 
É fato que a propaganda do Hyundai Veloster desperta a curiosidade dos consumidores brasileiros ao divulgar que é o único modelo de três portas à venda no mercado. No entanto, além desse diferencial, o cupê esportivo tem um apelo visual inusitado, sedutor. Ele atrai olhares e até causa torcicolos por onde quer que passe.
 
De qualquer ângulo, notam-se suas linhas autênticas e bem definidas que se harmonizam com os grandes e chamativos faróis e lanternas. O projeto futurista também agrada internamente, com destaque para o painel de estilo criativo, jovial e cheio de tecnologia; em cada canto há um detalhe de desenho inovador, como nas portas que trazem uma peça vazada para integrar o apoia braços.
De qualquer ângulo o modelo chama atenção

De qualquer ângulo o modelo chama atenção

Apesar da arquitetura fascinante, a unidade que o ZAP Carros avaliou foi a de entrada na linha, que apresentava falhas simples, mas imperdoáveis para um carro dessa faixa de preço. Há saliências ignoradas na etapa de finalização, que tornam-se aparentes em alguns pontos do habitáculo, como o descolamento do couro no console central e rebarbas em parte do plástico utilizado no painel. O modelo testado foi cedido pelo analista de sistemas, Alexandre Gava, que ficou decepcionado com os defeitos do acabamento logo no primeiro dia que retirou o carro da concessionária.
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No dia que saiu da concessionária, o modelo testado já apresentava rebarbas em alguns cantos do console central

No Brasil, a marca (representada pelo grupo Caoa) oferece três tipos de configuração para o Veloster: a de entrada (R$ 75.700) - com rodas de 17″ e sem teto solar -, a intermediária (R$ 80.900) - que como diferencial traz o teto solar -, e a topo de linha (R$ 82.900) oferece os mesmo itens, porém com rodas de 18″. Todas as opções são equipadas com motor 1.6 l, de 140 cv, e câmbio automático de 6 velocidades.
Versões de entrada e intermediária trazem rodas de liga leve de 17"

Versões de entrada e intermediária trazem rodas de liga leve de 17"

É fácil se acomodar atrás do volante desse cupê esportivo. Encontrar a posição correta para dirigir é tranquilo com os ajustes de altura e profundidade do volante, além da regulagem elétrica do banco do motorista (neste caso só longitudinalmente, pois o acerto do encosto é de modo manual, por meio de uma alavanca - o que não combina com o restante da tecnologia).
Com controles acessíveis, no console e no volante, a ergonomia dá ainda mais conforto e ajuda no prazer de dirigir. Já na versão de entrada a lista de itens de série traz bancos revestidos em couro, ar-condicionado digital, computador de bordo com tela de LCD e rádio integrado, bluetooth, travas e vidros elétricos, sensor  e câmera de estacionamento, faróis de neblina, air bags, desembaçador traseiro, freios ABS com EBD, entre outros equipamentos.
Seus principais rivais são: Kia Cerato Koup (R$ 79.900) e Volvo C30 (R$ 79.900), ambos de motor 2.0 e com 156 cv e 145 cv, respectivamente

Seus principais rivais são: Kia Cerato Koup (R$ 79.900) e Volvo C30 (R$ 79.900), ambos de motor 2.0 e com 156 cv e 145 cv, respectivamente

O cupê carrega até no nome a responsabilidade de ser veloz, porém não é algo que surpreenda quem realmente goste de velocidade. Seu trem de força de 1.6 l, a gasolina, é competente: entrega 140 cv a 6.300 rpm e é capaz de gerar torque de 15,7 kgfm a 4.850 rpm. Números suficientes para dar boa agilidade ao modelo (1.700 kg), que é impulsionado sem preguiça. Mérito também de seu câmbio automático de 6 marchas, bem escalonado e que não dá trancos.
A esportividade fica por conta do visual

A esportividade fica por conta do visual

O isolamento acústico é eficiente, porém o esperado ranger do propulsor não invade a cabine para que possa empolgar mais ainda o condutor.  Quando provocado pelo pedal da direita, ele arrisca um som mais ousado vindo debaixo do capô. A ausência de hastes atrás do volante, para a troca de marchas de modo manual, faz falta na lista de equipamentos, ainda mais num modelo esportivo. Para comandá-lo, é possível realizar as trocas na própria alavanca de transmissão.
Peça vazada na porta é mais um detalhe do design que o carro oferece

Peça vazada na porta é mais um detalhe do design que o carro oferece

Homologado para levar até quatro passageiros, sua quarta porta pode fazer falta em certas ocasiões, por exemplo, quando um dos ocupantes do banco traseiro precisa sair para que outro também possa deixar o veículo. Isso pode incomodar um pouco no começo, mas é questão de costume. Até pelo motivo do modelo não ter proposta familiar.
Hyundai não oferece opcionais para nenhuma versão do Veloster

Hyundai não oferece opcionais para nenhuma versão do Veloster

Outro problema para quem viaja atrás é a falta de espaço entre a cabeça e o teto. Não há como fazer mágica: em um carro com 1,39 m de altura (como referência um Fiat Uno tem 1,48 m), as pessoas de maior estatura são prejudicadas. Ali, encostar a cabeça no teto também é “item de série”.
A visibilidade traseira não é tão boa. A faixa que ocupa parte do vidro de trás atrapalha um pouco

A visibilidade traseira não é tão boa. A faixa que ocupa parte do vidro de trás atrapalha um pouco

Tanto é que, para fechar o bagageiro, pede-se atenção (por meio de um adesivo) para não causar acidentes, pois a tampa do porta-malas (que invade o teto) fica muito rente à cabeça. Por outro lado, há conforto para as pernas para todos a bordo. O cupê não economiza espaço em seus 2,65 metros de entre eixos, 4,22 m de comprimento e 1,79 m de largura.
A capacidade do porta-mala é para 440 litros

A capacidade do porta-mala é para 440 litros

Assim como uma bela e atrativa embalagem exposta numa prateleira, o Hyundai Veloster entrega muito mais esportividade pelo visual, do que pelo próprio conteúdo.  É preciso ter os “pés no chão” para não se decepcionar. Para fazer jus à fama, o cupê poderia ganhar um propulsor turbo, o que lhe cairia muito bem.
ESCLARECIMENTO - Após a publicação da reportagem sobre a avaliação do Hyundai Veloster, feita com exclusividade pelo ZAP Carros, alguns leitores questionaram os números divulgados, como motor e potência. A dúvida levantada é em relação a versão vendida aqui no País.
De acordo com dados divulgados pelo grupo Caoa, representante da marca no Brasil, o cupê esportivo é comercializado em três opções de acabamento - a de entrada (R$ 75.700) - com rodas de 17″ e sem teto solar -, a intermediária (R$ 80.900) - que como diferencial traz o teto solar -, e a topo de linha (R$ 82.900) oferece os mesmo itens, porém com rodas de 18″. Todas trazem a mesma motorização (1.6 l DOHC, a gasolina, de 140 cv).

No entanto, para alguns consumidores o propulsor teria 128cv (já que em outros países, o Veloster é vendido com essa potência). Com o intuito de esclarecer o ocorrido, o ZAP Carros procurou a assessoria de imprensa da montadora, que divulgou a seguinte nota: “Informamos que as versões são as descritas no site oficial da empresa no Brasil. O Veloster é vendido na configuração com motor 1.6 DOHC e transmissão Shiftronic de seis velocidades. Os dados de potência são referentes aos testes realizados e certificados no Brasil na qual o veículo é abastecido com gasolina nacional que contém um percentual de álcool, podendo haver oscilação no número quando comparado aos testes feito fora do País”.

 
 

Recheado de equipamentos, JAC J6 leva até 7 pessoas

Categorias: JAC, TESTES E AVALIAÇÕES, TODAS AS NOTÍCIAS

Por enquanto os modelos da JAC ainda vão continuar custando o mesmo preço anunciado pelo Faustão nas propagandas. Porém, em dezembro, assim que o aumento do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) começar a valer, a marca chinesa não terá como escapar. Mas, vamos deixar um pouco de lado essa “briga” entre governo e montadoras para falar sobre o desempenho do último lançamento da marca chinesa no Brasil, o modelo J6 (R$ 59.800), mas especificamente a versão Diamond - que leva até 7 passageiros - e foi testada pelo ZAP Carros.

JAC J6 tem duas versões. Elas se diferenciam apenas pela quantidade de assentos. Uma tem lugar para 5 e a outra para 7 pessoas (Foto: Divulgação)

JAC J6 tem duas versões. Elas se diferenciam apenas pela quantidade de assentos. Uma tem lugar para 5 e a outra para 7 pessoas (Fotos: Divulgação)

A minivan tem grande destaque pelo visual atraente e moderno, mérito do estúdio Pinifarina - o mesmo que já desenvolveu projetos para a Ferrari, por exemplo. O design do painel  e de todo o habitáculo agrada aos olhos; pena que não entrega o mesmo na sensação de toque. Os materiais (como os usados nos botões do rádio do volante) parecem frágeis; por outro lado o couro utilizado nos bancos (item opcional) não pode ser desmerecido, pois é de boa qualidade. A amplitude do painel e a ótima visibilidade do parabrisa somados à boa posição de dirigir conquistam o condutor.

Um dos pontos mais importantes de um carro nessa categoria é espaço interno. E, neste item, ele surpreende, podemos justificar por meio de seus próprios números, veja só: 4,55 metros de comprimento (contra 4,42 m do Nissan Grand Livina); 1,77 m de largura (Chevrolet Zafira tem 1,74 m) e 1,66 m de altura (a mesma do Citroën Xsara Picasso). Quando todos os bancos estão rebatidos, o porta-malas tem capacidade para 2.200 litros (231 l a mais do que o bagageiro do rival de marca francesa; menor que o do Fiat Doblò de 2.915 l).

Em alguns pontos o material utilizado passa a sensação de fragilidade

Em alguns pontos o material utilizado passa a sensação de fragilidade

O conforto para os passageiros, principalmente para as pernas é bom; a terceira fileira deve ser ocupada por crianças, pois a área é pequena - ou até mesmo pela sogra, o que não é uma má ideia. Brincadeiras à parte, a ergonomia poderia ser melhor. Para acessar os últimos assentos é preciso rebater os bancos da segunda fileira, apesar de haver um adesivo com instrução (localizado na parte de trás da poltrona do meio), não é fácil encontrar a alavanca que é responsável pela ação. A dica é procurar bem abaixo do banco; não confunda com uma haste de metal. Também encontramos a mesma dificuldade para afastar os assentos da terceira fileira e, assim, ampliar o porta-malas. O pior é que ali não há nem informação, é preciso fuçar tudo para descobrir.  E, já que descobrimos o “segredo”, vamos revelar: “basta” puxar, ao mesmo tempo, as duas cordas que ficam nas laterais sob cada banco.

Rebaixar os bancos exige paciência do motorista

Rebaixar os bancos exige paciência do motorista

Agora vamos às apresentações da parte mecânica do chinês. Motor 2.0 16V, que é capaz de gerar 136 cv a 5.500 rpm, com torque de 18,7 kgfm a 4.000 rpm, e transmissão manual de cinco velocidades (aliás, só tem essa opção. Falta um câmbio automático num carro familiar como este).  Desafiado, o motor não deixa a desejar, desenvolve bem sua força e potência; privilegia torque em baixa - comum em modelo familiar. Em conjunto, o câmbio não fica para trás e revela seus engates precisos. No entanto, o pecado são as marchas  que têm relações curtas e exigem trocas a todo momento para que o propulsor ganhe fôlego e consiga trabalhar.

O isolamento acústico do trem de força é fraco, precisa ser revisto, pois o barulho invade a cabine e incomoda todos os ocupantes. Mas, a direção é o que mais desagrada quando posta a prova, principalmente, em curvas ela é muito leve, o que transmite insegurança. Já a suspensão compensa outras imperfeições, a calibração feita no chinês pode ser admirada. 

Modelo oferece boa relação custo benefício

Modelo oferece boa relação custo benefício

Outro trunfo da minivan é ser recheada de equipamentos de série, como ar-condicionado digital, rádio (com CD player e entrada USB), direção hidráulica, porta-objetos, air bag duplo, freios ABS com EBD, sensor de estacionamento traseiro, retrovisores e vidros elétricos. Fora dessa lista estão os bancos de couro, que podem ser adquiridos por mais R$ 1.800. O modelo não oferece computador de bordo - o que faz falta -, há apenas odômetro  A e B.

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A suspensão é bem acertada e absorve os impactos do solo

No geral, a versão Diamond oferece bom custo benefício, mas pode melhorar em alguns pontos e ganhar mais destaque. O JAC J6 ainda é um diamante a ser lapidado.

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Espaçoso Nissan Versa chega recheado por R$ 35.490

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Dando continuidade ao plano de conquistar 5% do mercado brasileiro até 2014, a Nissan traz para o Brasil o Versa, sedã compacto que chega com preço inicial de R$ 35.490. Fabricado na planta de Aguascalientes, no México, o modelo desembarca nas concessionárias em três versões de acabamento (S, SV e SL) a partir da segunda quinzena de novembro. De acordo com Ana Serra, gerente de marketing e produto, o objetivo “é comercializar cerca de 2.000 unidades por mês”.

Nissan Versa (Fotos: Divulgação)

Nissan Versa (Fotos: Divulgação)

Montado sobre a Plataforma V (mesma do compacto March), o Versa é equipado com motor 1.6 16V Flexfuel de 111 cv de potência a 5.600 rpm e torque de 15,1 kgfm a 4.000 rpm. A transmissão é manual de cinco velocidades e a Nissan não pensa, por ora, em oferecer uma opção automática. Em termos de desempenho, o sedã acelera de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos (etanol) e atinge a velocidade máxima de 189 km/h.

Para seduzir o consumidor brasileiro, no entanto, o Versa tem outros atributos. O primeiro, e que mais chama a atenção, é o espaço interno. Com 4,45 m de comprimento (2,60 m de distância entre os eixos), 1,51 m de altura e 1,69 m de largura, o Nissan leva com conforto cinco ocupantes. Destaque para o espaço generoso para as pernas dos passageiros do banco traseiro. Ponto negativo para o porta-malas de 460 litros - não que seja pequeno -, mas deixa a desejar se comparado com os principais concorrentes, como o Fiat Siena 1.4 que tem capacidade para 500 litros e o Volkswagen Voyage 1.6 com disposição para 470 litros.

Parte interna do Nissan Versa

Painel do Nissan Versa

Analisando por fora, o Versa tem porte de categoria superior. A dianteira traz ampla grade frontal com detalhes cromados e conjunto óptico avantajado, inspirado, de acordo com a Nissan, nos olhos de tigre. A lateral tem linha de cintura alta e vincos marcantes. A traseira, porém, tem linhas pouco harmônicas, a começar pelo conjunto óptico que invade parte das laterais.

A outra cartada do Nissan está no custo-benefício. A partir da opção de entrada, o Versa oferece airbag duplo, direção com assistência elétrica progressiva, trava elétrica e ajustes de altura do banco do motorista e da coluna de direção - além dos três anos de garantia, sem limite de quilometragem. O ar-condicionado é opcional e custa R$ 2.500. A versão intermediária SV entrega a mais vidros elétricos nas quatro portas, ar-condicionado, retrovisores com ajuste elétrico e rádio CD player com MP3, entrada auxiliar a conexão para iPod por R$ 39.990. Já a topo de linha SL (R$ 42.990) tem detalhes de acabamento cromado, rodas de liga leve de 15 polegadas, faróis de neblina e freios com ABS (antitravamento) e EBD (distribuição eletrônica de frenagem). Falta, no entanto, um sensor de estacionamento traseiro.

Sedã compacto da Nissan

Parte traseira do Nissan Versa

Rodando pelas ruas de Campos do Jordão (SP) por cerca de uma hora de avaliação, o Versa foi bem. O motor, um pouco barulhento em rotações mais elevadas, perde um pouco o ‘fôlego’ nas ladeiras mais íngremes. O câmbio tem engates fáceis e a suspensão absorve bem as imperfeições do asfalto.

*jornalista viajou a convite da Nissan.

Harley-Davidson anuncia recall de mais de 300 mil motos

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A Harley-Davidson anunciou nesta segunda-feira o recall de cerca de 309 mil motos nos Estados Unidos e outros países, incluindo o Brasil, por causa de um problema na chave de luz do freio traseiro. A fabricante convocou o recall de motos dos modelos Touring e Trike (2009-2012) justificando que a chave de luz pode explodir se exposta à alta temperatura causada pelo sistema de exaustão.

Marca faz recall por risco de explosão (Foto: Divulgação)

Marca faz recall por risco de explosão (Foto: Divulgação)

Os modelos Touring, comercializados no Brasil, como linha 2011, são Road King Classic e Ultra Classic Electra Glide. Como linha 2012, são Road King Classic, Street Glide e Electra GLide Ultra Classic. Os modelos Trike não são vendidos no país.

A temperatura excessiva pode fazer a chave não acionar a luz do freio ou ser acionada quando não for necessário. Também pode haver o vazamento de fluídos pela chave, afirmou a Harley-Davidson.  O recall envolve 250 mil unidades nos Estados Unidos e 50 mil em outros países, e deve custar até US$ 12 milhões à companhia no quarto trimestre.




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