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VW Polo BlueMotion, um carro na medida certa

Categorias: TESTES E AVALIAÇÕES, TODAS AS NOTÍCIAS, Volkswagen

Se o Greenpeace tivesse que escolher um carro ecológico, o Volkswagen Polo BlueMotion teria grandes chances de ser nomeado. Pré-requisitos não faltam, a começar pela redução de combustível e de emissão de gases poluentes - uma economia de 15%, em relação ao Polo 1.6 “normal”, no qual se baseia. Outro fator que pesa a favor são os materiais utilizados na produção do modelo, 95% são itens recicláveis (como fibras de PET usadas na confecção dos carpetes e restos de tecidos usados no isolamento acústico), de acordo com a marca.

Modelo ganhou o prêmio "Carro Verde do Ano" - da Revista Autoesporte (Fotos: Divulgação)

Modelo ganhou o prêmio "Carro Verde do Ano" - da Revista Autoesporte (Fotos: Divulgação)

O hatch também passou por um “regiminho” e perdeu 24 kg. Mais leve, ele consome menos e chega a fazer 16,5 km/l na cidade (quando abastecido com gasolina), dados divulgados pela VW. A parte mecânica não ficou de fora desse ajuste e o câmbio passou a ter marchas alongadas, assim o motor - que teve o mapeamento ajustado - trabalha em rotações mais baixas e, como consequência, o tanque de combustível não seca rapidamente.

O melhor é que, além de ser ecologicamente correto, o modelo surpreende em desempenho.  Ele é tão bem acertado, que aquele velho ditado “se melhorar, estraga”, combina bastante com seu perfil. Inclusive, não é ele que tinha que se basear no Polo e, sim, o “irmão” que deveria tomar como exemplo suas qualidades.

A suspensão é 15 mm mais baixa do que a versão convencional, o que ajuda na hora de economizar combustível

A suspensão é 15 mm mais baixa do que a versão convencional, o que ajuda na hora de economizar combustível

Equipado com motor 1.6 Total Flex, ele gera até 104 cv a 5.250 rpm, o Polo BlueMotion entrega ótima dirigibilidade. O “eco propulsor” não só entrega 15,6 kgfm a 2.500 rpm na teoria, como se mostra eficaz na prática. A transmissão manual de cinco velocidades tem encaixes certeiros e as trocas são realizadas de forma competente, aproveitando o máximo do que o motor pode oferecer para cada relação. A direção eletro-hidráulica não só reduz a potência consumida pelo motor, como oferece mais leveza e segurança.

Há um detalhe importante nessa versão. Na hora de ligar o carro, muitas vezes é preciso esperar cerca de dez segundos para que ele possa funcionar, por conta da adoção do sistema de partida a frio E-Flex, que dispensa o uso do “tanquinho” de gasolina na partida a frio.

 

Polo BlueMotion tem pneus ?verdes? que oferecem menor resistência ao rolamento

Polo BlueMotion tem pneus ?verdes? que oferecem menor resistência ao rolamento

A suspensão é regulada ao ponto de não oferecer nenhum incômodo aos passageiros, mesmo em locais esburacados a peça amortece as imperfeições do asfalto. Por falar em conforto, o modelo não sofreu nenhuma alteração no quesito tamanho, que continua com os mesmos 3,89 m de comprimento, 1,65 m largura, 1,48 m de altura e 2,46 m de entre-eixos.

A ausência de um marcador de economia de combustível (econômetro) pode ser notada nesta versão de perfil ecológico. Este equipamento poderia fazer parte do modelo. O Fiat 500, por exemplo, tem um sistema chamado Eco Drive, que registra quanto se economiza ao rodar. Fica aí uma sugestão.

No entanto, o visual do BlueMotion é diferenciado com um jeitão mais “clean”; seus destaques são os faróis escurecidos e o logotipo com o nome da versão estampado na tampa do porta-malas. A cabine ganha um tom cinza-azulado nos bancos, por exemplo. Na compra do hatch, o “eco motorista” leva para casa ar-condicionado, freios ABS, Bluetooth, air bag, sensor de estacionamento, banco do motorista com regulagem de altura, rádio e rodas de liga leve.

Infelizmente, assim como aqueles que querem emagrecer e têm que pagar mais caro para ter alimentos saudáveis, o “motorista ecológico” que optar pelo Polo BlueMotion terá que  desembolsar  R$ 48.700 (R$ 4.310 a mais do que a versão na qual se baseia. Diferença que traz sistema E-FLEX, rodas de liga leve de 14″, console com porta-copos e acabamento especial dos bancos) o que torna BlueMotion bem mais caro. Agora vai da consciência ambiental de cada um…se vale comprar o “carro verde” e deixar a conta “no vermelho”.

 

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Dodge Journey 2012 recebe motor mais potente

Categorias: Chrysler, LANÇAMENTOS, TESTES E AVALIAÇÕES, TODAS AS NOTÍCIAS

Após o lançamento do Fiat Freemont, que ficou muito parecido com o SUV da Dodge no qual se baseia, a Chrysler - que representa a marca no Brasil - lançou na sexta-feira (25) o modelo 2012. Quem esperava por uma grande modificação no visual, pode não ficar totalmente satisfeito. No entanto, o Journey aposenta seu motor 2.7 l V6 de 185 cv para ganhar um trem de força mais potente, o Pentastar  de 3.6 litros V6 de 280 cv, de câmbio automático de seis marchas.

Propulsor é o mesmo que equipa a Grand Cherokee (Fotos: Divulgação)

Propulsor é o mesmo que equipa a Grand Cherokee (Fotos: Divulgação)

 Lançado no País em 2008, o modelo familiar era oferecido em três versões (SE, SXT e RT); agora a montadora só comercializará duas, a SXT e a RT. As configurações partem de R$ 97.500 e de R$ 107.900, respectivamente, e miram consumidores de outros utilitários, como Chevrolet Captiva e até mesmo o Fiat Freemont - o que pode gerar uma briga em família, apesar da Chrysler e da Fiat afirmarem que não, pois para o grupo quem opta pelo Journey paga mais de R$ 15 mil para ter o prestígio, o status e a tecnologia que a marca americana traz como diferencial. Na hora de assinar o cheque, o consumidor deve colocar essas vantagens no papel e pensar se, para ele, vale ou não fazer negócio.

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A suspensão também foi recalibrada e se adaptou bem ao solo brasileiro

O Dodge Journey 2012 passou por reestilização  e recebeu  novos parachoques; na frente, nota-se a entrada de ar e faróis de neblina , além do logo da fabricante na grade frontal. Já atrás, o duplo escapamento e as lanternas de LED são o diferencial.  No interior, algo soa bem familiar, no instante em que se entra, percebe-se que o painel é o mesmo do SUV da Fiat. Espaço interno e conforto continuam a ser oferecidos a bordo, assim como ótima ergonomia e visibilidade.

Ambas as configurações trazem sete assentos

Ambas as configurações trazem sete assentos

O novo Journey dispensa o uso de chaves, para dar a partida ou desligar o motor o motorista precisa apertar um botão (localizado no painel), o sistema (herdado do Challenger) funciona pela presença da chave, que basta estar por perto.  Entre outros aparatos tecnológicos, ele traz um recurso multimídia, que funciona por meio de uma tela touch screen, com Bluetooth e entrada USB. Além disso, os passageiros podem ficar bem tranquilos em relação à segurança. Graças aos diversos equipamentos, como assistente de frenagem, controle de estabilidade, controle de tração, controle anti-rolagem da carroceria, assistente de segurança em subidas e seis air bags.

Botão do volume do rádio não é bem localizado. Fica ao lado do comando do ar-condicionado, longe do restante do sistema de áudio

Botão do volume do rádio não é bem localizado. Fica ao lado do comando do ar-condicionado, longe do restante do sistema de áudio

NA PRÁTICA -  O ZAP Carros avaliou a novidade, que sob o capô traz um motor que adora ser provocado. Como todo V6, ele é silencioso e seduz o motorista o tempo todo para pisar no pedal da direita e, dessa maneira, provar do que o 3.6 l de 280 cv é capaz. O crossover, que só pode ser abastecido com gasolina, tem um bom desempenho na estrada, conforme o esperado. São 34,9 Kgfm a 4.350 rpm. Porém, seus 1.981 kg, deixam claro que seu peso incomoda em algumas situações, como a de retomadas. Nada que desanime o condutor, pois este está consciente que o Journey não é um esportivo e, sim, um veículo familiar com um toque de diversão. Em comparação com seu sósia da marca italiana, ele é bem mais rápido - faz de 0 a 100 km/h em 8 segundos contra os 12,9 s do Freemont  - tudo justificado pelo seu motor potente.

Com a expectativa de vender 2.500 unidades por ano (a Fiat planeja 1.500 modelos Freemont por mês), a marca se preocupa com alguns itens que fazem falta, mas que por ora não serão oferecidos por problema com os fornecedores de peça. “No fim do projeto era para ter GPS, mas o fornecedor que era do Japão (país prejudicado com catástrofes este ano) não pode mandar. Mais para frente o Journey terá uma tela de 8″ no painel”, afirma Luis Tambor,  Diretor de Vendas e Marketing da Chrysler.

Um dos itens de acabamento que diferencia as versões é o teto solar. Item vem no modelo topo de linha

Um dos itens de acabamento que diferencia as versões é o teto solar, que vem no modelo topo de linha

Com a promessa desse equipamento, a câmera de ré, o navegador e o sensor de estacionamento devem fazer parte do modelo em 2012. Porém, não foram só esses itens que tiveram a ausência esquecida. Durante o percurso, um freio de mão eletrônico fez falta e, aliás, poderia substituir o “freio de pé” sem dúvida alguma. A sugestão combina com o restante da ideia de oferecer comodidade, por meio de tecnologia.

Faltam também hastes atrás do volante para troca de marcha de modo manual, principalmente com um motor seis cilindros, de pegada mais esportiva. Apesar da transmissão automática oferecer as trocas na própria alavanca, isso não satisfaz o motorista que gosta de algo mais audaz.

 

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Nova geração do Honda Civic ganha mais equipamentos

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Nova geração do Civic muda pouco. (à esquerda o novo Civic e à direita a antiga geração) Fotos: Divulgação

Nova geração do Civic muda pouco. (à esquerda o novo Civic e à direita a antiga geração) Fotos: Divulgação

Por conta de catástrofes que ocorreram este ano no Japão e na Tailândia (locais onde a Honda tem fábrica), a nova geração do Honda Civic é lançada com atraso de dois meses no Brasil e só começa a ser vendida na segunda quinzena de janeiro. O preço do principal rival do Toyota Corolla (R$ 63.570) foi definido em R$ 69.700 - versão mais barata - um aumento de R$ 3.040 em relação a geração anterior.

A montadora japonesa diminuiu a quantidade de versões de quatro para três (LXS, LXL e EXS) - a opção LXL SE foi extinta nesta geração. Como novidade em relação ao antigo Civic, a configuração mais em conta sai de fábrica com câmera de ré, sistema Econ (um “econômetro” - mede o consumo de combustível, e muda a cor de mostradores no painel conforme o tipo de condução), computador de bordo e entrada USB.

Seu tamanho foi modificado. Ganhou em comprimento, perdeu em entre-eixos

Seu tamanho foi modificado. Ganhou em comprimento, perdeu em entre-eixos

A LXL acrescenta luzes de seta integradas ao retrovisor, banco de couro e hastes de troca de marcha no volante. Já a EXS traz ainda teto solar, GPS e comandos no volante multifuncional para atender e fazer ligações. As opções de entrada e intermediária oferecem câmbio manual e automático (ambos de 5 marchas), já a topo de linha só é comercializada com transmissão automática.

No visual, o novo Civic não teve uma alteração de tanto impacto. Os detalhes são notados, sim, mas quando se presta mais atenção. Caso contrário, a nona geração pode até ser confundida com a antiga por alguém distraído. A parte mais chamativa é a traseira, não só pelas novas lanternas, como também pelos refletores mais ao centro da tampa do porta-malas. Na frente, a grade recebeu frisos horizontais e novos faróis.

Porta-malas está maior, são 109 litros a mais

Porta-malas está maior, são 109 litros a mais

Na cabine, o Civic recebeu um acabamento diferente que pode ser notado pelo painel - agora levemente inclinado para o motorista, assim como no Fiat Bravo. O motorista conta também com o sistema i MID (uma central que funciona por meio de uma tela de LCD de 5″ e que exibe diversas informações do computador de bordo, áudio, imagem da câmera de ré e sistema de navegação).

De acordo com a Honda, 95% dos componentes foram mudados nesta nova geração e muitos desses itens só serão oferecidos no mercado brasileiro, como os refletores próximos às lanternas na tampa do porta-malas. Ainda segundo a marca, o propulsor 1.8 incorporou melhorias e ficou mais elástico, apesar de os números de potência (140 cv com álcool) e torque (17,7 kgfm) serem os mesmos de antes.

Modelo tem mais itens tecnológicos, como sistema i MID, volante multifuncional e GPS

Modelo tem mais itens tecnológicos, como sistema i MID, volante multifuncional e GPS

O sedã da marca japonesa ganhou 16 mm de comprimento, mas perdeu 3 mm de entre-eixos. O porta-malas recebeu mais 109 litros de capacidade, está com 449 l. Essa alteração foi possível por uma modificação feita no estepe, que deixa de ser igual aos pneus do carro para ser apenas emergencial (T 135/80 D15), ocupando menos espaço no bagageiro e sobrando para as malas.

Outras duas alterações foram no tanque de combustível, que passa a ter capacidade para 57 litros (antes eram 50 l), e na coluna A, que foi modificada próximo ao canto da janela para dar mais visibilidade - isso, aliás, melhorou bastante e pode ser notado em algumas manobras.

O conforto e o espaço são os mesmos de antes

O conforto e o espaço são os mesmos de antes

BREVE IMPRESSÃO: A marca, que não divulga dados de consumo ou desempenho, trabalhou também para reduzir o ruído de rodagem, o que foi notado durante a rápida avaliação feita em uma pista de testes. O interior do modelo agrada e o acabamento é bem feito e não apresenta qualquer rebarba.

A (pequena) alteração em algumas medidas do carro também não é notada pelos ocupantes. Porém, o conforto a bordo continua a ser um dos pontos fortes. A dirigibilidade agrada, mas na rápida avaliação não foi possível sentir diferença na parte mecânica, que demonstrou a mesma competência de antes.

O Civic mudou de forma conservadora para quem quer brigar pela liderança, aliás terá que dobrar o número de vendas. De acordo com a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuidores de Veículos Automotores), de janeiro a outubro deste ano, a Toyota vendeu 41.714 unidades do Corolla, já a Honda conseguiu comercializar 20.982 modelos. E agora? Será que o Novo Civic sobe no ranking?

Confira o preço de todas as versões:

Honda Civic LXS MT Flex: R$ 69.700

Honda Civic LXL MT Flex: R$ 72.700

Honda Civic LXS AT Flex: R$ 72.900

Honda Civic LXL AT Flex: R$ 75.900

Honda Civic EXS AT Flex: R$ 85.900

Concorra a um curso de mecânica

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Participe do concurso cultural do ZAP Carros e concorra a um curso de mecânica básica.

Curso de mecânica

Curso de mecânica básica (Foto: Divulgação)

Para concorrer é preciso curtir a Fan Page do ZAP Carros e responder a seguinte pergunta “Como um curso de mecânica básica pode te ajudar no dia a dia?”

Leia o regulamento e saiba como participar:

1. O concurso cultural “Aprenda mecânica com ZAP Carros e Chevy” é uma promoção cultural promovida pelo ZAP Carros e Chevy, aberta à participação de qualquer pessoa residente no território nacional, que tenha a partir de 18 (dezoito) anos de idade (ou, se menor, devidamente autorizado ou representado por seus representantes legais na forma da lei), no período compreendido entre os dias 23 (vinte e três) a 30 (trinta) de novembro de 2011.

2. A participação neste concurso cultural sujeita todos os participantes às regras e condições estabelecidas neste regulamento. Dessa forma, caso deseje participar, o candidato adere a todas as disposições contidas neste regulamento, declarando que leu, compreendeu, tem total ciência e aceita todos os seus itens sem restrição.

3. Trata-se de um concurso de caráter exclusivamente cultural e gratuito, não estando sujeita a qualquer espécie de sorte ou pagamento, conforme o artigo 3º, inciso II, da Lei nº 5.768/71, e artigo 30 do Decreto nº 70.951/72, sem ser vinculada à aquisição ou ao uso de qualquer bem, direito ou serviço.

4. Para participar, basta mandar um e-mail para PROMOCAO@ZAP.COM.BR (escreva “Aprenda mecânica com ZAP Carros e Chevy” no assunto) respondendo à pergunta: “Como um curso de mecânica básica pode te ajudar no dia a dia?”

5. Os participantes deverão encaminhar os seus dados pessoais completos: nome, endereço e telefone.

6. O número de inscrições é ilimitado: cada participante poderá enviar quantas respostas desejar, com frases diferentes.

7. Estarão automaticamente desclassificados os participantes que enviarem os dados pessoais incompletos ou incorretos ou frases que fujam ao tema.

8. A comissão julgadora, formada por membros do ZAP, escolherá as 20 melhores frases. Os parâmetros que a comissão julgadora utilizará para escolher a melhor frase serão a originalidade, a criatividade e a aderência ao tema. As informações referentes à avaliação e julgamento de cada frase são, contudo, confidenciais.

9. O resultado do concurso será divulgado no site do ZAP Carros na primeira semana de dezembro de 2011.

10. Os ganhadores serão contatados por e-mail ou telefone até dia 05 (cinco) de dezembro de 2011 e receberão o seguinte prêmio: um curso de mecânica básica de 01 (um) dia, na data 08 (oito) de dezembro de 2011, das 19 (dezenove) horas às 23 (vinte e três) horas, oferecido pela Chevy Auto Center.

11. O prêmio é individual, intransferível, não passível de troca e não poderá ser convertido em dinheiro.

12. O endereço do curso será enviado para o e-mail após a finalização do concurso. O ganhador, no momento da entrega do prêmio, deverá apresentar documento de identificação original com foto e assinar um termo de recebimento e quitação do prêmio, assim dando quitação geral e ampla do direito de reclamar o prêmio. Na eventualidade de o ganhador (a) não ser localizado em até 30 (trinta) dias contados da data da divulgação do resultado, (b) recusar-se a receber o prêmio, (c) recusar-se a assinar o termo de recebimento e quitação do prêmio, ou (d) não apresentar documento de identificação original com foto, então o ganhador perderá o direito ao seu prêmio.

13. Os participantes deste concurso, ou seus responsáveis se menores de 18 anos, transferem à empresa promotora, sem nenhum ônus e em caráter definitivo, plena e totalmente, todos os direitos autorais sobre a frase participante, bem como autorizam desde já a utilização das frases enviadas para qualquer fim, especialmente na divulgação do resultado deste concurso. No mesmo momento, os ganhadores, ou responsáveis, autorizam ZAP Carros a publicar no site seus nomes e imagens.

14. Os participantes deste concurso declaram que são únicos e exclusivos titulares dos direitos autorais das frases enviadas, assim como declaram que são originais e não violam quaisquer direitos de terceiros ou direitos conexos, eximindo o ZAP de qualquer responsabilidade relativamente a tais fatos, aspectos, direitos e/ou situações.

15. O presente regulamento poderá ser alterado e/ou o concurso suspenso ou cancelado, sem aviso prévio, por motivo de força maior ou por qualquer outro motivo que esteja fora do controle da empresa promotora e que comprometa a realização do concurso de forma a impedir ou modificar substancialmente a sua condução como originalmente planejado.

16. Quaisquer dúvidas, divergências ou situações não previstas neste regulamento serão julgadas e decididas de forma soberana e irrecorrível pela comissão julgadora do concurso, não cabendo, em qualquer etapa deste concurso, recursos ou impugnações por partes dos participantes.

17. Fica eleito o foro da cidade de São Paulo para dirimir eventuais questionamentos do presente concurso.

Ford New Fiesta Sedan tem forte personalidade

Categorias: Ford, TESTES E AVALIAÇÕES, TODAS AS NOTÍCIAS

Visual atraente ele tem, assim como espaço e tecnologia a bordo, ótimo desempenho e conforto também não ficam de fora da lista de elogios. Porém, a falta de opção de uma versão mais em conta, sem tantos itens, deveria ser repensada. O Ford New Fiesta Sedan parte de R$ 50.950 e de fábrica vem recheado de equipamentos, como freios ABS, sistema TCS (controle de tração), HLA (assistente de partida de rampa), ESC (controle eletrônico de estabilidade) e sistema multimídia Sync, além de ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, ajuste de altura e profundidade do volante, direção elétrica, rádio, computador de bordo, vidros e travas elétricos.
 
Vamos “esquecer” um pouco esse valor e saber o que o rival do VW Polo Sedan 1.6 (R$ 47.770) e do Honda City 1.5 (R$ 53.620) entrega ao consumidor. O ZAP Carros avaliou a configuração SE 1.6 Flex e constatou que o modelo agrada em muitos quesitos.

(Fotos: Divulgação)
De imediato encontra-se uma posição confortável para dirigir e a ergonomia também agrada (Fotos: Divulgação)

 
A embalagem, muito bem desenhada, cativa motoristas e pedestres com sua intensa personalidade; o interessante é que, mesmo quem foque a compra no rótulo, não se decepciona com o desempenho. Com motor 1.6 16V, bicombustível, de  115 cv (quando abastecido com álcool), ele é capaz de gerar 16,22 kgfm a 4.250 rpm. Resumindo, o sedã de 1.537 kg, parece ignorar seu peso e ao enfrentar trechos urbanos e rodoviários, mostra agilidade sem timidez. Em subidas, por exemplo, o modelo não hesita e encara facilmente o desafio, mesmo carregado.
 
O câmbio manual de cinco velocidades passa credibilidade ao se apresentar. Os encaixes são certeiros e cada marcha (desde a primeira) é bem aproveitada pelo trem de força, não implorando ao motorista que realize a troca precocemente. O que o torna ainda mais agradável.

Sedã tem boa visibilidade

Sedã tem boa visibilidade

 
A suspensão foi trabalhada de maneira a não transferir os incômodos do asfalto aos ocupantes do veículo. Além de não sofrer com trancos, os passageiros viajam com conforto (inclusive há três encostos de cabeça). No entanto, o espaço para as pernas no banco traseiro poderia ser um pouco maior. A área não é pequena; nem grande. Digamos que está na medida (que pode ser traduzida em 4,41 metros de comprimento, 2,48 m de entre-eixos, 1,69 m de largura e 1,44 m de altura). Como comparação a antiga geração, que continua a ser vendida, tem 4,22 m de comprimento, 1,48 m de altura e 1,90 m de largura; o entre-eixos não mudou.            

Linhas internas do design marcam presença na cabine. Modelo oferece conforto aos ocupantes

Linhas internas do design marcam presença na cabine. Modelo oferece conforto aos ocupantes

 
Por ser um carro familiar, seu bagageiro de 440 litros e os porta-objetos espalhados pela cabine são bem-vindos.  A estabilidade impressiona e, quando testada em curvas, a carroceria não rola. O isolamento acústico é reforçado de maneira que não causa importunos.

Modelo entrega ótima dirigibilidade
Modelo entrega ótima dirigibilidade

A carroceria cheia de linhas bem marcadas e os faróis alongados são os principais destaques do design externo. Por dentro, o desenho é criativo e se harmoniza com o lado de fora. As peças que se sobressaem do quadro de instrumentos chamam atenção. Seguindo essa linha, alguns cantos (como nas portas) poderiam ser substituídos por tecido, em vez de plástico. O visual ganharia um ar mais sofisticado, o que condiz com todo o restante.

Por esse valor, a Ford poderia acrescentar comandos do som no volante e faróis com acendimento automático. O modelo ainda não está disponível com câmbio automático; este é um projeto que deve sair do papel no ano que vem. 

 

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