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Veja se vale consertar amassados na roda

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Por questão de segurança, consertar rodas com amassados só é recomendável se o problema não for na parte interna. Quando o dano for externo ou nas bordas, pode haver solução, com preços a partir de R$ 30. “Dá para passar a roda na máquina de acionamento hidráulico”, diz o coordenador técnico da Della Via (4334-6400), no ABC, Josué Alencar. O equipamento recupera o amassado por meio de jatos de ar. Para as de aço, o serviço custa entre R$ 30 e R$ 40. Se forem de liga leve, o reparo vai de R$ 50 a R$ 70.

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Só vale consertar se o defeito não for interno (Fotos: Jornal do Carro)

Só vale consertar se o defeito não for interno (Fotos: Jornal do Carro)

O primeiro sinal de que as rodas estão amassadas na parte interna é a vibração no volante e a queda de pressão no pneu. Nesses casos, o conserto é descartado e a solução é e troca. “E que seja o mais rápido possível para não prejudicar a suspensão”, diz o conselheiro da Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade, Francisco Satkunas.

Na Central Rodas e Pneus (3672-8399), na zona oeste, uma roda de liga leve de 13″ parte de R$ 750. As de 18″ saem a R$ 2.200. As de aço custam R$ 150, seja qual for o aro. Na concessionária Fiat Destaque (2571-8770), na zona leste, uma roda de liga leve de 14″ para o Mille Way custa R$ 480. As de aço partem de R$ 245.

Rodas com calotas são as mais comuns

Rodas com calotas são as mais comuns

As rodas de aço com calotas de plástico são mais comuns em automóveis, mas os modelos de liga leve estão ganhando espaço no País. Além de ser mais caras, em caso de danos o prejuízo será maior. “Se riscarem, não há nada a fazer além de trocá-las”, diz Satkunas. “Nas de aço, basta trocar a calota.”

Segundo o professor de engenharia da FEI, Ricardo Bock, as rodas, apesar do esforço mecânico que sofrem, devem ter durabilidade maior que a do carro.

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IPI de motos importadas sobe a 35%

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O governo elevou a 35% o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para motos importadas. O decreto foi publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial da União (DOU), confirmando a informação divulgada pela da Agência Estado na última sexta-feira. O objetivo da medida é proteger as empresas instaladas na Zona Franca de Manaus da concorrência dos importados.

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O aumento das importações está afetando a concorrência das empresas no Brasil e o governo acredita que a medida é necessária. O governo também está estudando outros setores que poderão ser beneficiados com novas desonerações tributárias. A equipe econômica busca espaço fiscal para as novas medidas.


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COMPARATIVO: JAC J5 desafia Toyota Corolla e Fiat Linea

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Quando lançou o sedã médio J5 no Brasil, a JAC deixou claro quais seriam seus principais alvos: Linea e Corolla, líder de vendas do segmento. Neste comparativo, ficou claro que não basta ter bom preço (R$ 49.990) para superar produtos consagrados. O novato perdeu para o Toyota e, por pouco, também para o Fiat.

Apesar de estar um tanto ultrapassado em um segmento que vem passando por grande renovação, o Corolla, cuja geração atual chegou em 2007, parte de R$ 62.800 e é “certinho” em todos os quesitos de avaliação. Tem ótima dirigibilidade e rodar confortável sem passar insegurança. Seu acabamento é defasado, mas correto para a categoria, e os custos tanto do seguro quanto de peças são razoáveis.

JAC J5 encara Toyota Corolla e Fiat Linea (Fotos: Sérgio Castro/AE)

JAC J5 encara Toyota Corolla e Fiat Linea (Fotos: Sérgio Castro/AE)

O Linea soma cerca de 3,5 mil emplacamentos no acumulado do ano, ante as 20.500 vendas do Corolla. A partir de R$ 52.990, o Fiat tem rodar superior ao do JAC, além de uma lista de série tão ampla quanto a do chinês. Os R$ 3 mil a mais compensam.

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Toyota tem interior certinho, mas muito bem acabado

Toyota tem interior certinho, mas muito bem acabado

No quesito desempenho, o Corolla foi o melhor dos três. Na versão XLi 1.8, o câmbio automático, escolhido por ser o preferido entre os clientes do segmento, eleva o preço a R$ 65.590. O motor, flexível de até 144 cv, corresponde às expectativas. O sedã vai bem nas acelerações e retomadas de velocidade, inclusive em subidas. Mas nada que empolgue - até porque a caixa tem apenas quatro marchas.

Toyota Corolla

Toyota Corolla

Ainda assim, ele é mais esperto que o Linea, com seu 1.8 flexível de 132 cv. O J5 não tem versão automática e no Fiat só há opções automatizadas.

O Toyota é infinitamente superior ao JAC. O maior defeito do chinês, aliás, é o desempenho. Seu motor 1.5 a gasolina gera meros 125 cv e não dá conta do recado. É pouca cavalaria para um sedã com 4,59 metros de comprimento que pesa 1.315 quilos.

Baseado no Punto, Linea é compacto de entre-eixos esticado

Baseado no Punto, Linea é compacto de entre-eixos esticado

Fiat Linea

Fiat Linea

As dimensões são o ponto forte do J5. Dos três, o JAC tem o entre-eixos mais longo, o que lhe garante espaço interno semelhante ao do Honda Civic. Nesse quesito, ele é pouco superior ao Corolla e muito melhor que o Linea. Outro destaque é seu belo painel de instrumentos.

J5 tem quadro de instrumentos bonito, mas revestimento interno deixa a desejar

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JAC J5

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Chevrolet Sonic traz motor Ecotec 1.6 e parte de R$ 46.200

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Chevrolet Sonic vem nas configurações sedã e hatch (Fotos: Divulgação)

Chevrolet Sonic vem nas configurações sedã e hatch (Fotos: Divulgação)

Após lançar o Cruze Sport6 em abril deste ano, a GM permanece determinada a conquistar o público jovem e apresenta agora o Chevrolet Sonic. O carro flex, que foi desenvolvido na Coréia do Sul (assim como o Cobalt), já circula em mais de dez países no mundo e chega ao Brasil nas versões hatch e sedã. Com novo motor Ecotec 1.6 l, o modelo chega nas configurações LT e LTZ. A opção de entrada parte de R$ 46.200 e a topo de linha, sem os opcionais, sai por R$ 56.100.

Versão LTZ traz opções de câmbio automático e banco de couro

Versão LTZ traz opções de câmbio automático e banco de couro

Muito parecidos internamente, o hatch e o sedã são como dois irmãos. Embora tenham sido lançado aqui simultaneamente e com características muito similares, o primeiro traz mais jovialidade e um ar mais esportivo, enquanto o segundo é aquele primogênito que quer parecer descolado e usa gírias para impressionar. A gíria aqui, no caso, seria utilizar o mesmo e ótimo motor de 16 válvulas do caçula, mas seu design não deixa esconder que ele é o mais conservador deles. Mas tudo bem, sem brigas! Certamente há plateia para os dois. A expectativa da GM é vender, ao todo, 1.200 unidades por mês, sendo cerca de 60% voltadas para o hatch e 40% para o sedã.

Chegada do Sonic no Brasil veio para brigar com Honda City e Fit, Ford New Fiesta e Fiat Punto

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Mesmo que o sedã pareça mais sério, o desenho dos dois são estilosos. O do carro maior, por exemplo, traz as linhas da lateral mais alongadas. O hatch, no entanto, exibe traços mais baixos na parte dianteira que podem trazer um toque de dinamismo, parecendo que o veículo está em movimento mesmo quando ele está parado. Isso dá a ele mais esportividade, um toque de menino que não para no lugar.

Embora haja versão 1.4 turbo lá fora, GM não planeja trazer este tipo de motor ao Brasil por enquanto

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O farol das duas configurações foi inspirado em motocicletas, com canhões de luz sem lentes, deixando o Sonic imponente. O painel de instrumentos recebeu a mesma inspiração, porém não combina muito com o resto do interior do carro. Parece que ele se sente deslocado dentro do compacto, não consegue se enturmar. Há uma mistura de analógico com digital que não agrada muito. A saída de ar lembra uma turbina de avião e também destoa um pouco do visual.

Faróis foram inspirados em motocicletas e canhões de luz não trazem lentes

Faróis foram inspirados em motocicletas e canhões de luz não trazem lentes

O interior do carro é bonito e o revestimento do banco e dos painéis são agradáveis ao toque. A posição de dirigir é excelente; há ajuste de altura do banco e de regulagem do volante. O entre-eixos de 2,52 metros proporciona bom espaço interno. As duas versões têm 2 m de largura e 1,51 m de altura, porém o sedã é 39 centímetros mais comprido que o hatch, medindo 4,39 m.

Câmbio automático traz opção de mudança no modo sequencial

Câmbio automático traz opção de mudança no modo sequencial

Há diversos porta-objetos na parte dianteira. Quem senta atrás não tem muita opção, a não ser os dois porta-copos que precisa disputar com quem está no assento da frente. Parece que a fabricante economizou em alguns materiais e esqueceu que, se o sedã é um carro para uma família jovem, como a própria GM classifica, pode haver briga entre os filhos, já que há compartimento para guardar objetos somente atrás do banco do passageiro. O motorista também é mais privilegiado, pois somente ele tem descanso para braço. Mas isso são detalhes se comparados a seu excelente desempenho.

Painel central lembra o Cruze, enquanto o de instrumentos foi inspirado em motocicletas

Painel central lembra o Cruze, enquanto o de instrumentos foi inspirado em motocicletas

Se o design agrada os olhos, o desempenho impressiona muito mais. É muito prazeroso dirigir o Sonic, especialmente a configuração manual, a qual o motorista pode sentir mais o carro. O novo motor Ecotec 1.6 l equipa o compacto e é dual CVVT, ou seja, duplo comando de válvulas continuamente variáveis. Quando abastecido com álcool, a potência chega a 120 cv a 6.000 rpm e o propulsor gera torque máximo de 16,3 kgfm a 4.000 rpm. Segundo a Chevrolet, 90% desta força já está disponível a partir de 2.200 rotações. O giro se mantém baixo mesmo em alta velocidade.

Hatch traz puxadores das portas traseiras na coluna C

Maçanetas ficam na parte superior da porta, ao lado do vidro

A suspensão é bem ajustada e o carro é bastante estável em curvas. A direção hidráulica é firme e deixa o motorista confortável para fazer manobras facilmente. As trocas de marchas são feitas de maneira absolutamente tranquilas, sem nenhum tranco, tanto na versão automática (seis velocidades) quanto na com câmbio manual (cinco marchas).

Porta-malas do sedã tem capacidade de 477 litro, enquanto o do hatch comporta 265 l

Porta-malas do sedã tem capacidade de 477 litros, enquanto o do hatch comporta 265 l

O Sonic traz dois porta-luvas, sendo um deles com tomada USB integrada. De série, a versão LT - que é a mais básica - é equipada com ar-condicionado, air bags dianteiros, computador de bordo, direção hidráulica, ABS com EBD (sistema eletrônico de distribuição de frenagem), vidros e travas elétricas, rodas de liga leve e desembaçador de vidro traseiro. A topo de linha, LTZ, traz tudo isso adicionado a sensor de estacionamento, faróis de neblina dianteiros, volante com controle de rádio, entre outros.

Confira a tabela de preços de todas as versões:

- Sonic LT hatch: R$ 46.200
- Sonic LT sedã: R$ 49.100
- Sonic LTZ hatch: R$ 48.700
- Sonic LTZ hatch automático: R$ 53.60
- Sonic LTZ sedã: R$ 51.500
- Sonic LTZ sedã automático: R$ 56.100

*Viagem feita a convite da fabricante

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Venda de carros reage nos feirões

Categorias: Redução de IPI, TODAS AS NOTÍCIAS, mercado

O mercado de veículos reagiu no fim de semana, o primeiro após o pacote de incentivos ao setor automotivo anunciado pelo governo dia 21. Montadoras que realizaram feirões calculam aumento de até 150% nos negócios em relação aos finais de semana anteriores, apesar do descontentamento de muitos consumidores. Eles reclamaram da desvalorização do preço do usado e da exigência, ainda alta, do porcentual de entrada para o financiamento, em média de 50% do valor do bem a ser adquirido.

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Feirões no fim de semana ainda com desconto do IPI (Foto: Ernesto Rodrigues/ Arquivo AE)

Feirões no fim de semana ainda com desconto do IPI (Foto: Ernesto Rodrigues/ Arquivo AE)

Fiat e General Motors reportaram vendas de cerca de 2 mil veículos cada uma no sábado e no domingo, em São Paulo. Nos finais de semana anteriores, as vendas estavam na faixa de 800 unidades.

O gerente de varejo da Ford, Ivan Nakano, disse que as vendas da marca em todo o País “mais que dobraram neste primeiro final de semana, quando comparadas à média observada nos finais de semana anteriores”. Segundo ele, além da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), “a Ford contou com descontos adicionais, crédito facilitado e taxas atrativas, o que contribuiu para o bom desempenho”.

A Volkswagen registrou aumento de 30% nas vendas na Grande São Paulo, em comparação com o último feirão realizado nos dias 14 e 15 de abril.

MEDIDA - O governo zerou o IPI dos automóveis com motor 1.0 e reduziu à metade o imposto para modelos de maior potência. As montadoras se comprometeram em reduzir a tabela de preços em mais 2,5%. Na soma, as empresas informaram que houve queda de 7% a 10% do preço final dos automóveis. Já os bancos se comprometeram em reduzir o valor da entrada, os juros e a alongaram prazos de pagamento, o que não foi verificado em muitas lojas.

VENDAS PRELIMINARES - A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) só deve divulgar um balanço do impacto das medidas nas vendas de veículos no anúncio mensal da indústria automotiva, previsto para a próxima semana.

Números preliminares com base em dados do Denatran mostram que foram licenciados em todo o País, até sexta-feira, 240,4 mil veículos, dos quais 229,7 mil são automóveis e comerciais leves. O número, que ainda não inclui os resultados do fim de semana, representa aumento de 2,5% em relação a igual período de abril, que teve um dia útil a mais. Na comparação com maio do ano passado, com registros de 265,4 mil veículos até o dia 27, houve queda de 9,4%.

Para o consultor da Carcon Automotive, Julian Semple, as vendas de carros novos deverão crescer 10% ante abril. Segundo ele, até ontem a média diária de emplacamentos estava ainda 2% acima da média diária de abril. “Mesmo que o governo não tivesse tomado nenhuma medida, as vendas de veículos em maio seriam superiores às de abril. A queda no mês passado tem muito do total de dias úteis, que foram 20 contra 22 em maio”, disse Semple.

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