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Instalação de GPS integrado começa em R$ 1.900

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Navegadores GPS originais de fábrica estão cada vez mais comuns em carros nacionais, argentinos e mexicanos - já eram habituais em importados sofisticados. Nos modelos que não têm, há possibilidade de instalar o recurso integrado ao painel no mercado de reposição. Porém, a maioria vem atrelada a uma central multimídia, e os preços pesquisados pela reportagem partem de R$ 1.900.

GPS integrado ao GPS pode ser instalado em lojas de reposição (Foto: Jornal do Carro)

GPS integrado ao painel pode ser instalado no mercado de reposição (Foto: Jornal do Carro)

Na hora da instalação, o principal risco é danificar a parte elétrica do veículo, o que pode causar perda da garantia original de fábrica, além de prejuízo. “Trata-se de um processo invasivo, pois é preciso abrir quase todo o painel. A fiação do carro pode não ser preparada para receber todo o aparato”, diz o analista do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi) André Horta.

Para aumentar a segurança ao volante, a recomendação é usar sempre o comando de voz para a navegação. “Prefira os mapas narrados para não ter de desviar os olhos”, diz o o conselheiro da Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade (SAE) Francisco Satkunas.

“Com um GPS intregrado, não é necessário carregar a bateria constantemente. E a ausência do aparelho no vidro deixa de ser chamariz para furtos”, afirma o gerente comercial da Navbras Acessórios Automotivos, Vinícius Hamer.

Consultadas, Volkswagen, Honda e Peugeot, que trazem o conjunto de série em alguns de seus veículos, informaram que não há a possibilidade de instalá-lo nas concessionárias.

Já no mercado de reposição, a JSR (3872-3340), na zona oeste oferece, centrais a partir de R$ 1.900. Também na zona oeste, a Leandrini (3138-3838) tem preços de R$ 2.600 a R$ 7.500.

A vantagem da central multimídia é que, além do sistema de navegação, ela agrega reprodutores de som e vídeo com entradas para diversos tipos de mídia. Em algumas, há até TV digital e sensor de ré.

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Veja como levar seus pets com segurança no carro

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Bichos de estimação fazem parte da família e, com o início das férias escolares, não ficam de fora dos passeios. Mas é preciso tomar cuidados ao transportá-los no veículo. Muita gente leva os mascotes soltos ou no colo, algumas vezes até com o focinho para fora da janela.

Animais soltos podem se empolgar ou se assustar, atrapalhando o motorista e até saltando para fora do carro. Em freadas bruscas, há o risco de eles serem arremessados, machucando-se e ferindo os passageiros.

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O Código Nacional de Trânsito proíbe o motorista de levar animais à sua esquerda, no colo ou em partes externas do carro, como teto e caçamba. E viajar com a cabeça para fora pode causar problemas de saúde. “O vento na cara predispõe o bicho a otites, conjuntivites e infecções respiratórias”, alerta o médico veterinário Marcio Waldman.

No mercado há acessórios apropriados para levar os animais com segurança. Os mais conhecidos são as caixas de contenção, que devem ser acomodadas no banco traseiro.

Embora pareçam jaulas, os bichos se acostumam e não sentem desconforto - a maioria até dorme. Mas é importante escolher um modelo adequado. “Deve haver espaço para o ‘pet’ poder ficar de pé e girar 360 graus”, explica Elaine Ramos, da loja Espaço Pet. “Se for menor, limita os movimentos e se torna incômoda. Se for muito grande, não protege o animal em freadas.”

Conforme o porte do bicho e o tamanho do veículo, existem opções mais adequadas (veja abaixo). O professor Rodney Nascimento, por exemplo, leva suas Schnauzers, Layla e Lyla, em cintas próprias para cães.

Rodney Nascimento leva suas Schnauzers, Layla e Lyla, em cintas próprias para cães (Fotos: Werther Santana e Márcio Fernandes)

Rodney Nascimento leva suas Schnauzers, Layla e Lyla, em cintas próprias para cães (Fotos: Werther Santana e Márcio Fernandes)

NA ESTRADA

Viagens exigem outras providências. Se os bichos estiverem com o estômago cheio, ficarão mais propensos a enjoos. “Jejum de duas a três horas antes da partida resolve em 80% dos casos”, explica Waldman, que também recomenda restringir o consumo de água. “Durante a viagem, o cão deve beber pouco. Ele pode lamber gelo para se hidratar”, sugere o veterinário.

Fabrício Ternes coloca o cão na caixa de contenção

Fabrício Ternes coloca o cão na caixa de contenção

O representante comercial Fabrício Ternes costuma viajar de São Paulo a Florianópolis com seu cão da raça Beagle, Eugênio. Ele dá algumas gotas de Dramin ao mascote. Para Waldman, esse tipo de solução deve ser prescrita por um médico. “Não recomendo a automedicação. O animal pode ter até problema cardiorrespiratório”.

É importante fazer paradas a cada duas horas, para que o “pet” possa sair do carro e se recuperar do desgaste da viagem.

CONFIRA AS OPÇÕES

Caixa de contenção - Como ocupa muito espaço, não é adequada para animais grandes. Deve ter trava de segurança, alça para transporte e grades internas para separar o bicho do assoalho, evitando que ele se molhe ao urinar.

Bolsa de tecido - Cabe em espaços menores. Tem dupla função: basta abrir o zíper e dobrar a aba para dentro que ela vira uma casinha. Por ser difícil de limpar, é pouco indicada para levar os que enjoam. Ideal para gatos.

Cadeirinha - Espécie de cercadinho de lona, prende-se a um suporte parecido com os das cadeiras de bebês, instalado no banco traseiro. Boa para cães de pequeno e médio portes, que pesem até 12 quilos.

Cinta - Guia que prende o bicho pelo peito, com uma fivela acoplada ao cinto de segurança do carro. Além de ocupar pouco espaço, o pet não fica confinado. Barata, pode ser usada até por cães de grande porte.

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Colocar aparelho de DVD no carro pode custar menos de R$ 400

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Para enfrentar horas de estrada, distrair as crianças ou tornar o dia a dia no trânsito menos estressante, muitos motoristas têm incrementado seus carros com toca-DVDs. Entre os fatores para essa “popularização” estão os preços, que partem de menos de R$ 400.

Aparelho de DVDs para carros partem de R$ 400 (Foto: André Lessa/ AE)

Aparelho de DVDs para carros partem de R$ 400 (Foto: André Lessa/ AE)

Nessa faixa há opções de marcas como H-Buster, Pósitron e Pioneer. Sua utilização, que chegou a ser proibida no País, foi regulamentada pelo Conselho Nacional de Trânsito em meados de 2007 .

Os mais baratos têm telas de 3″ e 3,5″, embutidas na frente do aparelho. São mais procurados por consumidores que estão comprando o primeiro tocador de DVD para o carro, já que a diferença de valores em relação aos equipamentos que apenas reproduzem CD e MP3 é pequena.

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Em painéis do tipo “double din” (que comportam aparelhos cuja frente tem o dobro da altura dos convencionais), há espaço para monitores de 5,7″ a 6,2″ e recursos como Bluetooth e entradas para GPS e TV digital.

Modelos mais modernos, como o AVH-8480BT, da Pioneer, podem ser conectados ao iPhone. É possível utilizar os comandos na tela do tocador para acionar as funções do celular.

Nos carros com espaço padrão no painel dá para instalar modelos com tela retrátil. Nesse caso o monitor, de 7″, se recolhe para dentro do aparelho após o uso. A tela maior e os sistemas mais sofisticados acabam encarecendo a conta: o preço gira em torno dos R$ 1.700.

Vários aparelhos têm saídas para monitores adicionais. São úteis para entreter quem viaja no banco traseiro, especialmente crianças. A fiação elétrica acompanha o chicote original do carro e segue pela coluna esquerda ou pelo console central até os bancos e as telas são embutidas nos encostos de cabeça dianteiros. Há opções idênticas às originais do veículo, mas com monitores acoplados.

Um recurso chamado de Dual Zone, presente em modelos sofisticados, permite reproduzir dois conteúdos distintos, de forma independente. Assim, motorista e passageiro da frente podem ouvir música, enquanto os passageiros de trás assistem a um filme, com fones de ouvido.

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Motoristas trocam GPS por internet e guias de papel

Motoristas trocam GPS por internet e guias de papel

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Os navegadores GPS se popularizaram, mas ainda estão longe de ser unanimidade - pelo menos os aparelhos veiculares. Para encontrar o caminho até um destino que não conhecem, muitos motoristas preferem checar os mapas no computador antes de sair de casa ou pelo telefone celular. E há quem continue recorrendo aos guias de papel.

Rafael Pereira estranhou o modo de visualização do GPS (Fotos: Sérgio Castro/ AE)

Rafael Pereira estranhou o modo de visualização do GPS (Fotos: Sérgio Castro/ AE)

Uma explicação para isso é que problemas de adaptação são comuns e acabam levando alguns usuários a desistir do aparelho. O coordenador de marketing Rafael Pereira estranhou o modo de visualização do GPS, que, segundo ele, lembra o cockpit de um carro de corrida.

Ele estuda o mapa pelo celular antes de sair e só volta a consultar o telefone em caso de contratempo. “Não gosto da sensação de ser guiado às cegas. Prefiro conhecer o percurso de antemão.”

Para a maquiadora Carolina Franco, as instruções do GPS do carro são um incômodo. “É muito chato ouvir aquilo falando com você o tempo todo”. Para traçar a rota, ela consulta mapas na internet, examina fotos de satélite do percurso e anota pontos que possam servir de referência, como lojas grandes.

Uma falha que depõe contra alguns GPS são as propostas de trajetos absurdos. A psicóloga Sílvia Ferrari foi surpreendida por uma sugestão desse tipo enquanto dirigia pela Marginal Tietê a caminho da zona leste. “O GPS me mandou pegar a Via Dutra, seguir por vários quilômetros, entrar em um retorno e voltar para a Marginal. Ainda bem que não fiz isso”, conta.

Segundo Melissa, o GPS para ela funciona na cabeça

Segundo Melissa, o GPS para ela funciona na cabeça

Para que o sistema fique em dia com as frequentes alterações feitas na cidade, como mudanças no sentido das vias, é preciso atualizar os mapas do aparelho, orientação que Sílvia não segue. “Não sei fazer e tenho preguiça de aprender”, reconhece.

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O gerente de vendas Emiliano Rocha viveu um pesadelo no Rio de Janeiro. “Meu amigo ensinou um caminho, mas segui o GPS, que indicou outro mais rápido, e caí em um bairro barra-pesada. Só notei o perigo quando surgiram 20 caras armados”. Rocha escapou ileso e depois soube que uma família fora metralhada ao fazer o mesmo percurso alguns dias antes. “Depois desse susto, quando o GPS me manda sair da rua principal, não obedeço mais. A menos que esteja com alguém que conheça bem o local.”

ANALÓGICOS  AVENTUREIROS - Na contramão dos avanços tecnológicos, o bom e velho guia de papel resiste. Andrea Calmon, da On Line Editora, que produz os tradicionais “Mapograf” e “Cartoplam”, diz que a disseminação dos navegadores GPS não afetou as vendas dos livrinhos.

Entre os consumidores fiéis estão os taxistas. “No GPS, você tem de digitar o nome da rua aos poucos e filtrar os resultados, o que leva tempo. No guia, basta ir ao índice”, afirma Andrea.

Alguns preferem confiar no senso de localização. “Meu GPS é na cabeça”, diz a jornalista Melissa Rossi. Ela conta que bastam uma olhada rápida no Google Maps e poucas anotações. “Quando acerto o caminho, é muito gostoso.”

Melissa diz que o navegador transformaria seu prazer ao dirigir em algo mecânico. “Gosto de experimentar caminhos, ter liberdade”. Se algo der errado, ela afirma que pede ajuda sem hesitar. “Mulher tem esse lado positivo de parar e perguntar. Os homens, não”, compara.

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Envelopamento colorido e com textura é novidade no mercado

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Para dar uma renovada na aparência do carro, o envelopamento - aplicação de película de vinil sobre a carroceria -há tempos vem conquistando adeptos. Depois da onda dos foscos - preto, a partir de 2010, e branco, mais recentemente -, entram em cena os revestimentos coloridos e as texturas diferenciadas.

Envelopamento colorido entra na moda (Fotos: Preto Fosco/ Divulgação)

Envelopamento colorido entra na moda (Fotos: Preto Fosco/ Divulgação)

Com isso, é possível ter na garagem um veículo de cores que não são oferecidas pela montadora. “Nosso campeão de pedidos é o branco brilhante, para modelos como Veloster, Cadenza, Optima, Sonata e Elantra”, conta o gerente da Foscomania (3079-0348), empresa especializada em envelopamento na zona sul, Leandro Del Grande.

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Alguns aproveitam a chance para experimentar um tom mais ousado, já que na hora da revenda basta retirar a película. Laranja, roxo e verde-limão estão entre as opções disponíveis nas lojas consultadas.

“A matéria-prima evoluiu bastante e atualmente é possível esconder melhor a cor original”, afirma o proprietário da Preto Fosco (3751-4865), que tem oito endereços, Paulo Surya Bento. “Antes o resultado não ficava tão bom”, avalia.

Outra possibilidade interessante é brincar com diferentes tipos de textura. Há películas que imitam fibra de carbono, madeira e até couro, por exemplo.

Outra opção de envelopamento de carro é a textura em couro

Outra opção de envelopamento de carro é a textura em couro

Em alguns casos, o material é usado apenas em certas partes do carro, como capô, portas e para-lamas. No teto, por exemplo, faz sucesso o chamado “Black Piano”, que simula uma janela de vidro espelhado.

Se o cliente quiser ir mais longe na customização, há empresas que criam projetos personalizados. Além de uma nova cor, o carro pode ganhar faixas e desenhos exclusivos, inspirados em tatuagens e grafites de rua.

A durabilidade do produto varia conforme a qualidade do material e a intensidade de uso do veículo. A exposição constante ao sol altera a pigmentação.

E se a brincadeira  enjoar, basta retirar a película. Essa é a maior vantagem do envelopamento. A remoção deve ser feita em oficina especializada e custa entre R$ 450 e R$ 650.

LEGISLAÇÃO - De acordo com Código de Trânsito Brasileiro, se o proprietário mudar a cor de mais de 50% da carroceria do veículo, terá de atualizar os dados do documento no Detran. Caso contrário, fica sujeito a multa de R$ 182,26, perda de cinco pontos na carteira de habilitação e apreensão do carro até a regularização.

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