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Toyota muda Hilux e SW4 para encarar novas Chevrolet S10 e Ford Ranger

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Toyota apresenta novas Hilux e SW4 (Fotos: Divulgação)
Toyota apresenta novas Hilux e SW4 (Fotos: Divulgação)

A Toyota divulgou nesta terça-feira (1) mudanças para as linhas Hilux e SW4, que enfrentarão a forte concorrência das novas Chevrolet S10 e Ford Ranger a partir do ano que vem. O esperado motor flex já está pronto, mas só será lançado no primeiro trimestre de 2012 nos dois modelos, que trazem alterações visuais principalmente na dianteira, além de rodas com novos desenhos. A Hilux flex chegará para preencher a lacuna deixada pela picape a gasolina, descontinuada em setembro de 2010, e brigar com a S10 Flex. A SW4 também contará com o bloco 2.7 VVTI (com comando variável de válvulas) capaz de desenvolver 163 cv a 5.000 rpm (com etanol). 

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Assim como a Hilux, a SW4 traz novidades na dianteira

 

Nas versões a diesel, a principal mudança é a chegada da Hilux na opção SRV automática TOP, que traz equipamentos como tela touchscreen, controle de estabilidade e tração, antes não disponíveis na linha. Já a SW4 2012 também passará a ter uma versão com 5 lugares (o modelo 2011 só tinha configuração para sete passageiros).

Confira os preços das linhas Hilux e SW4 2012:

Picape
Hilux 4×4 C/D SRV A/T TOP: R$ 141.920
Hilux 4×4 C/D SRV A/T: R$ 134.410
Hilux 4×4 C/D SRV M/T: R$ 127.260
Hilux 4×4 C/D SR M/T: R$ 111.800
Hilux 4×4 C/D Standard Power Pack: R$ 100.720
Hilux 4×4 C/D Standard: R$ 93.260
Hilux 4×4 C/S Standard: R$ 85.690
Hilux 4×4 Chassi/Cabine: R$ 80.160

SW4
SW4 SRV A/T Diesel 7 Lugares: R$ 174.900
SW4 SRV A/T Diesel 7 Lugares: R$ 170.400
SW4 SRV A/T Gasolina V6: R$ 157.000

 

HILUX E SW4 FICAM COM ‘CARA DE SEDÃ’  E MAIS EQUIPADAS - A Hilux ainda lidera tranquilamente o segmento das picapes médias a diesel no mercado brasileiro, mas a Toyota sabe que manter esse posto ficará mais difícil a partir do ano que vem, quando chegam as novas gerações das concorrentes Chevrolet S10 e Ford Ranger (a última vem ainda no primeiro semestre).

 Sem uma nova geração de sua picape, a marca japonesa tratou de trazer para o Brasil as mudanças no visual e na lista de equipamentos promovidas no exterior. A maior alteração é perceptível logo de cara: tanto na Hilux quanto na SW4, versão “fechada” do modelo, a dianteira traz grade, faróis e para-choque redesenhados.

O visual ficou menos “parrudo” que o da versão anterior, o que, guardadas as proporções, até aproxima os utilitários dos carros de passeio da Toyota - e isso pode ser bom, já que grande parte dos compradores desses modelos circulam mais na cidade que em estradas de terra. Hilux parte de R$ 80.160

Na traseira, as novas lanternas tratam de avisar seu vizinho que a Hilux ou a SW4 na garagem acabaram de chegar da concessionária. O visual, antes discreto, ficou mais chamativo, mas não chega a ser extravagante.

LISTA DE EQUIPAMENTOS MAIS RECHEADA - Embora a Hilux tenha versões com cabine simples voltadas ao trabalho, é bem provável que você lembre-se dela muito mais pelos modelos mais caros com cabine dupla, que agora estão mais equipados.
Principal rival será a Chevrolet S10
A Hilux SRV, que custa R$ 127.260 na versão manual e R$ 141.920 na automática, passa a contar com Bluetooth, sistema de áudio com tela touchscreen de 6,1″ e câmera de ré e ajuste elétrico do banco do motorista. Os itens somam-se aos que já estavam presentes na picape, como ar-condicionado digital, bancos de couro, comandos do rádio e computador de bordo no volante, controlador de velocidade de cruzeiro (”piloto automático”) e freios ABS. O motor diesel é o 3.0 16V capaz de desenvolver 163 cv de potência a 3.400 rpm e 35 kgfm de torque entre 1.400 rpm e 3.200 rpm. 
Quem quer ainda mais luxo para jogar na lama pode optar pela nova versão TOP, disponível por R$ 141.920 apenas com câmbio automático. Além dos itens da SRV, ela traz controles de estabilidade e tração, freios ABS com distribuição eletrônica da frenagem e assistência à frenagem de emergência, dispositivo que coloca mais força no pedal quando identifica uma emergência - a Hilux SRV traz ABS sem essas evoluções. A TOP ainda vem com novas rodas de 17″.  
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Em breve, toda a linha ganhará motor flex

Na linha 2012, a Toyota optou por deixar de fabricar modelos a diesel com tração 4×2 - agora todas são 4×4. Com isso, a Hilux mais barata, a 4×4 Chassi/Cabine, parte de R$ 80.160. Esta opção conta com propulsor 2.5 (também diesel) de 102 cv a 3.600 rpm e 26,5 kgfm entre 1.600 rpm e 2.400 rpm.
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Para a SW4, a principal novidade é a oferta de uma versão diesel com 5 lugares, à venda por R$ 170.400. Ela é a “irmã do meio” entre a SW4 diesel de 7 lugares (R$ 174.900) e a opção com motor V6 a gasolina de 238 cv de potência a 5.200 rpm e 38,3 kgfm de torque a 3.800 rpm (R$ 157.000). 
A lista de equipamentos da versão 2012 traz as mesmas novidades da Hilux TOP mais airbags laterais e de cortina e acendimento automático dos faróis, agora de xenônio. 
 

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AO VOLANTE - Mecanicamente, nada mudou na Hilux e na SW4. Referência entre as “picapes de passeio” desde 2004, quando foi lançada, a Hilux só perde para a Nissan Frontier no quesito conforto. Apoiada sobre chassi e suspensão traseira com feixe de molas, ela transmite aos ocupantes o balanço comum de carros com essa configuração, mas não chega a incomodar e oferece espaço de sedã médio para quem vai atrás.

Já a nova tela touchscreen das versões SRV e SRV TOP não deixou boa impressão. Com acabamento simples demais, assim como o do relógio acima dela, a tela de 6,1″ não tem um dispositivo anti-reflexão eficiente e tornava quase impossível enxergá-la com o sol batendo no painel. Algumas vezes era preciso fazer sombra com uma das mãos e mudar a estação do rádio com a outra.
Quando a câmera de ré era acionada, a visão melhorava um pouco, mas mesmo assim ainda estava distante do ideal para um carro de quase R$ 150.000.

CAMRY NO PRIMEIRO TRISMESTRE - Outra novidade anunciada pela Toyota durante o lançamento das novas Hilux e SW4 foi a chegada da nova geração do sedã Camry, também prevista para o primeiro trimestre do ano que vem. Equipado com motor 3.5 V6 de 268 cv, ele chegará para competir com Honda Accord e Volkswagen Passat.

 

*jornalista viajou a convite da montadora.

Conheça os truques dos vendedores de carros para você fechar o melhor negócio

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Vender carros é uma arte. E comprar bem, também. Na “disputa” entre vendedores e compradores, na maioria das vezes o jogo de cintura dos primeiros leva a melhor diante do lado racional de quem está querendo trocar ou comprar.

Conheça os truques usados pelos vendedores de carro para vender bem seu carro (Foto: André Lessa/ AE)

Conheça os truques usados pelos vendedores de carro para vender bem seu veículo (Foto: André Lessa/ AE)

Para entender a dinâmica de quem trabalha nas concessionárias, nos “disfarçamos” de vendedor em três autorizadas de marcas com perfis distintos: Audi, Fiat e Citroën. Nosso objetivo era entender como funciona “o outro lado” e identificar os macetes de quem vende para ajudar você a fechar o melhor negócio. Veja as dicas abaixo:

1 - QUEM MANDA É VOCÊ - Não sinta vergonha de dizer não. Você não tem obrigação de comprar. Quem sofre pressão para vender é o funcionário da loja. Dois rapazes, que nada sabiam sobre a reportagem, foram à Fiat Concorde procurar uma perua Palio Adventure usada. Não levaram o carro disponível no estoque porque acharam o preço alto. Eduardo Azevedo, esse, sim, vendedor de verdade, bem que tentou, pesquisou em outras revendas e negociou taxas de juros melhores. Mas não adiantou. E pode ter certeza: se você sair sem fechar negócio, receberá uma ligação da autorizada com uma oferta melhor. Allan Cavallari Alvisi, da Citroën Montmartre, que o diga. Lá, os vendedores passam, em média, duas horas por dia ligando para clientes “fujões”.

2 - COMPRE À VISTA - Os juros dos planos a prazo são bem maiores que a rentabilidade de investimentos. Os economistas recomendam a compra à vista, quando for possível. O casal Neide e Ivan queria comprar um usado, mas viu o anúncio de um Fiat Palio Economy zero-km por R$ 23.990 e decidiu garantir o seu. “Deixei R$ 1 mil de sinal só para reservar. Quando voltar de lua de mel, quito o que falta”, disse ela. Neide, de 70 anos, e Ivan, de 66, casaram-se no dia seguinte. A organizadora de eventos Syllan Guimarães pechinchou para chegar a um valor que conseguisse pagar à vista. Deu certo: seu Citroën C3 XTR saiu com mais de R$ 5 mil de desconto.

3 - VÁ NO FIM DO MÊS - O impulso é o maior inimigo do comprador. Não se deixe levar por promessas de ofertas relâmpago ou frases do tipo “essa é a última unidade no estoque”. Na maioria das vezes, isso é papo de quem está correndo atrás de bater a meta estabelecida pela autorizada. Por isso, quanto mais próximo o mês estiver do fim, mais maleável o vendedor ficará. Se a negociação não for a que você quer, não pense duas vezes: volte à concessionária no fim do mês seguinte.

4 - APROVEITE OS SERVIÇOS EXTRAS - Um bom atendimento sempre conta pontos a favor na hora de o cliente escolher. A frase acima é um mandamento dentro das concessionárias. Por isso, algumas oferecem diferenciais que você pode aproveitar. Marque dia, hora e se não puder ir fazer o test-drive, peça ao vendedor para levar o carro até você, no trabalho ou em casa. Isso é de graça. Um cliente interessado em um A3 Sportback na Audi Caraigá, que não quis se identificar, tentou negociar com a concessionária o socorro mecânico 24 horas durante um ano, com direito a carro reserva, que lhe havia sido oferecido por uma autorizada Land Rover. A vendedora disse: “Se o senhor fechar conosco, vejo o que consigo fazer”. O rapaz ficou de pensar.

5 - SEU USADO VALE MUITO - Por mais velho, deteriorado e rodado que o seu veículo esteja, não se esqueça: pesquisas com cotações de usados são uma boa referência. O vendedor que pegar seu carro na troca vai revendê-lo depois - e lucrar. Para fazer isso ele fará propostas muito baixas para você. Portanto, o melhor negócio é tentar vender o veículo para outro “particular”. Dá trabalho, é verdade. Mas só assim será possível ter um valor próximo ao da tabela. E mais: dando dinheiro (e não outro carro) de entrada no novo modelo, seu poder de barganha será maior. Se não tiver paciência ou tempo, uma saída é pesquisar na concorrência: veja o quanto outras autorizadas pagam e mostre isso ao lojista com o qual você está negociando.

 

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Antes de comprar o carro, alugar o modelo é uma boa opção para conhecê-lo melhor

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O administrador de empresas João Carlos Gomes e Rita, sua esposa, aguardavam a loja chamá-los para pegar o novo carro, uma Toyota Fielder, quando decidiram viajar em uma Zafira alugada. A boa impressão do casal, seus filhos e sobrinhos sobre o Chevrolet fez com que eles mudassem de ideia.

“Logo que voltamos, cancelei o pedido da perua e comprei uma minivan zero-km, igual à alugada, mas com câmbio automático.” Gomes diz que usar o carro na estrada foi determinante na escolha. “Constatar que ela tem bom espaço para passageiros e bagagem fez a diferença.” Rita, que usa a minivan no dia a dia, ficou satisfeita. “Como levo e busco meus filhos e sobrinhos na escola, preciso de um carro confortável para todos e ao mesmo tempo prático.”

Iza Corrêa, professora de gestão de concessionárias automotivas da ESPM, diz que alugar um veículo para um teste-drive prolongado é incomum, mas aconselhável. “É uma boa oportunidade para testar o carro nas condições em que ele será utilizado, sem as limitações das lojas, e avaliar o consumo de combustível, por exemplo.”

O perfil de quem mais loca veículos no País é de pessoas entre 25 e 45 anos, com nível superior completo e cartão de crédito, segundo a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla). “Não dá para mensurar quem aluga o carro só para conhecer. Mesmo os que utilizam um modelo a trabalho e gostam dele são potenciais compradores”, afirma Paulo Gaba Junior, presidente da entidade.

É o caso do gerente Sérgio Afonso Silva, que usou uma Chevrolet Meriva alugada para trabalhar e acabou comprando o carro. “Sempre tive sedãs, mas constatei que a minivan oferece um bom custo benefício”, explica.

(Foto: André Lessa/AE)

(Foto: André Lessa/AE)

Já o administrador de empresas Carlos Batista fez o caminho oposto. Após rodar um mês com um Chevrolet Prisma, enquanto seu Ford EcoSport estava no conserto, ele agora busca o três-volumes perfeito. “Percebi que não preciso gastar tanto para ter conforto. Um sedãzinho é ideal para a minha rotina. Mas como não gostei do acabamento do Prisma, vou ‘namorar outras’ opções antes de escolher.”

FAÇA AS CONTAS - Entre as opções para locação há desde “populares” com motor 1.0 até sedãs luxuosos. As diárias variam, em média, de R$ 75 a R$ 300, incluindo seguro e até entrega em domicílio.

Olivier Girard, consultor especializado no setor automotivo, alerta para o cálculo dos custos com a locação. “É preciso fazer as contas e ficar atento ao valor da franquia do seguro, que deve ser paga em caso de acidente.”

CHEQUE ANTES DE COMPRAR:

- Confira se o motor e o câmbio atendem às suas expectativas
- Rode em estrada e no trânsito
- Mesmo se alugou para viajar, não dispense voltas em horários de pico
- Leve a família e as malas
- Verifique se passageiros e bagagens ficam bem acomodados
CONHEÇA NOVOS SEGMENTOS:
- Um sedã, por exemplo, pode ser bom como uma minivan e vice-versa
- Fique de olho no consumo
- Um modelo com motor ‘menor’ pode atendê-lo e gastar menos

‘VISTA O CARRO

- Avalie itens como posição de dirigir, ajustes dos bancos e volante

OPÇÕES - Além de hatches, sedãs, peruas, minivans e utilitários, as locadoras oferecem opções de sonho. A Road Service, por exemplo, tem uma frota de oito modelos Harley-Davidson, versões Heritage Classic e Custom, Fat Boy e Deluxe. As diárias vão de R$ 380 (até 300 km) a R$ 480 sem limite de quilometragem.

A Hertz fez uma parceria com a Fiat para oferecer, a locação do compacto 500 por R$380 a diária. “Os clientes gostam de testar não apenas o motor, mas a visibilidade e o status que esses carros conferem”, diz o
diretor da empresa, Helio Netto.

 

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Parte 3: Veja quais os carros automáticos que custam até R$ 100 mil

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CHEVROLET VECTRA GT E GTX (a partir de R$ 61.700)

Versão hatch do Vectra, a gama GT/GT-X tem no seu visual ? praticamente o mesmo do europeu Opel Astra ? o maior apelo. A linha 2010 ganhou as mesmas novidades na grade frontal e no painel de instrumentos da configuração três-volumes, bem como o propulsor 12 cv mais potente. Apesar de não entregar mais esportividade na prática, seu visual é mais agradável que o do sedã. Com espaço interno ainda menor do que o sedã, por ter o entre-eixos do Astra (2,61 metros, ante 2,70 m), o Vectra GT/GT-X automático sofre do mesmo mal da transmissão de quatro marchas longas, que não consegue explorar o melhor desempenho do motor 2.0 de até 140 cv. Sua capacidade no porta-malas deixa a desejar: é de 345 litros.

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CHRYSLER PT CRUISER (a partir de R$ 62 mil)

Tem a mesma receita do Volkswagen New Beetle, ou seja, tenta conquistar seus clientes pelo estilo moderninho retrô, não pelo desempenho. Por isso, não espere grandes emoções geradas pelo motor 2.4 a gasolina. O câmbio automático de quatro marchas, entretanto, cumpre bem seu papel.

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KIA MAGENTIS (a partir de R$ 62.500)

O sedã tem bom desenho e espaço interno adequado. Seu câmbio automático tem só quatro marchas, mas permite trocas manuais. Como outros importados, não tem motor flexível. Traz conjunto elétrico, ar-condicionado digital, air bag duplo, rodas de liga leve e freios ABS.

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PEUGEOT 307 (a partir de R$ 62.990)

O Peugeot 307 foi o primeiro modelo do Grupo PSA a ganhar tecnologia flexível no motor 2.0. Tem duas versões com caixa automática (na de topo, Feline, sai por R$ 68.500). Na Presence, vem de série com ar-condicionado, computador de bordo, trio elétrico, som com leitor de MP3 e air bag duplo.

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PEUGEOT 307 SEDAN (a partir de R$ 62.990)

Assim como o ?irmão? hatch, o 307 Sedan tem duas opções de acabamento com o câmbio automático: Presence e Feline. Na de entrada, a lista de equipamentos de série é equivalente à do hatch, com air bag duplo, rádio que lê arquivos MP3 e computador de bordo, entre outros itens. Seu motor é o 2.0 flexível de até 151 cv com álcool. O problema do 307 Sedan é seu desenho, que nunca caiu no gosto do consumidor brasileiro. A resposta está no mercado. Segundo a Fenabrave, federação que reúne as associações de revendedores, o 307Sedan ocupa a 10ª posição no segmento de sedãs médios, com 2.286 unidades vendidas de janeiro a junho deste ano. É menos do que vendeu o Renault Mégane, outro que não vai bem.

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CITROËN C4 PALLAS (a partir de R$ 63.310)

Além de exibir estilo bem harmonioso, o C4 Pallas tem como trunfos o espaço interno e o tamanho do porta-malas. Cinco pessoas viajam com relativo conforto na cabine por causa do entre-eixos de 2,71 metros. Seu grande porta-malas tem 580 litros de capacidade. O motor flexível desenvolvido pela PSA Peugeot Citroën entrega até 151 cv. O câmbio automático de quatro marchas com possibilidade de trocas manuais sequenciais não deixa a desejar ? apesar de alguma demora nas mudanças. Sua lista de equipamentos de série é boa, especialmente na versão Exclusive. Mas o Pallas cobra caro pelo conforto, principalmente quando o assunto é consumo. Não espere conseguir rodar mais do que 10 km/l na estrada.

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TOYOTA COROLLA (a partir de R$ 63.320)

O Toyota está na sua décima geração no mundo (no País é a terceira, produzida em Indaiatuba, no interior do Estado). É o segundo sedã médio mais vendido no Brasil, perdendo por pouco para o líder Honda Civic (28,3 mil unidades contra 24,4 mil no primeiro semestre). Na comparação com o seu maior rival, caracteriza-se pela sobriedade não só do desenho, mas também no comportamento geral. A suspensão e a direção (com assistência elétrica) são mais macias . O formato sinuoso do canal onde corre a alavanca do câmbio possibilita trocas manuais sequenciais. Na versão de entrada, XLi, há air bag duplo, toca-CDs e MP3, ar-condicionado, computador de bordo, trio elétrico e volante com ajustes de altura e distância, entre outros.

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RENAULT MÉGANE SEDAN 2.0 (a partir de R$ 63.690)

O Mégane é um sedã bem construído, bom de guiar, confortável e de relação custo-benefício favorável. O câmbio automático só está disponível associado ao motor 2.0, que roda apenas com gasolina ? seus rivais são na maioria flexíveis. Por isso o Mégane está no nono lugar no segmento.renault-megane-aut

CITROËN XSARA PICASSO 2.0 (a partir de R$ 63.820)

A Xsara Picasso automática tem como chamariz sua lista de série, focando bem na questão da segurança. Seus problemas não estão no câmbio, mas na questão da revenda ? a minivan é apontada como ?mico? entre os usados ? e no fato de o não ter previsão de ganhar motor flexível ? ela só roda com gasolina.

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CHEVROLET ZAFIRA (a partir de R$ 66.647)

Veterana no segmento de minivans , a Zafira, que é montada sobre a mesma plataforma do Astra, conquistou muitos clientes pelo simples fato de levar sete pessoas. Seu motor agora tem 140 cv, mas a combinação do câmbio de quatro marchas e peso elevado refletem em alto consumo de combustível.

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RENAULT MÉGANE GRAND TOUR 2.0 (a partir de R$ 68.550)

Depois que a Toyota decidiu parar de fabricar a Fielder ? versão perua do Corolla ? a Renault passou a ?nadar de braçada? no segmento de peruas médias. É que as rivais Peugeot 307 SW e a Volkswagen Jetta Variant são mais caras (R$ 73.990 e R$ 83.990, respectivamente). Joga contra a Grand Tour o fato de seu motor 2.0 rodar apenas com gasolina ? nisso ela se iguala às outras duas, que trazem motor 2.0 (Peugeot) e 2.5 (VW). A Grand Tour é bem acabada e agradável de dirigir. Os bancos são confortáveis e a suspensão é o ponto alto, bem acertada.

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HONDA CIVIC (a partir de R$ 69.340)

Desenho ousado, acabamento interno e bom desempenho fazem do modelo o líder de venda entre os sedãs médios, com vantagem de quase 4 mil unidades para o segundo colocado, o Toyota Corolla. Tem motor flexível com bom desempenho e um câmbio automático eficiente. Embora não permita trocas manuais nas versões mais simples, a transmissão ?entende? a hora de passar para a marcha adiante quando o motorista dá pequenas tiradas de pé do acelerador. Comparado com os concorrentes, o Honda tem porta-malas pequeno.

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MITSUBISHI PAJERO TR4 FLEX (a partir de R$ 69.490)

Foi o primeiro modelo 4×4 com motor flexível e ainda não tem concorrente de seu porte. Espaço interno e conforto são razoáveis. O câmbio automático só tem quatro marchas, mas é eficiente, como o motor. É um utilitário esportivo de verdade. Além da tração integral, tem reduzida.

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PEUGEOT 307 SW (a partir de R$ 72.220)

O maior destaque da perua Peugeot é seu belo teto, quase todo de vidro. Fabricada na França, enquanto as variantes hatch e sedã vêm da Argentina, chega aqui com preço mais elevado do que a rival Renault Grand Tour. O motor 2.0 só a gasolina é outro motivo de restrição nas vendas.

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RENAULT GRAND SCÉNIC 2.0 (a partir de R$ 73.300)

Importada da França, onde é produzida, a Grand Scénic 2.0 estreou no País vencendo o comparativo contra a Citroën Grand C4 Picasso, sua concorrente direta. O fator decisivo foi o conforto de rodagem. A Renault também oferece mais rapidez ao acelerador. Seu preço é outro atrativo, cerca de R$ 15 mil menor.

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KIA CARENS (a partir de R$ 73.500)

Sete lugares, bom espaço interno e acabamento compatível com o preço são os pontos fortes da minivan. As acelerações propiciadas pelo motor são meio contidas, mas a transmissão automática (de quatro marchas) permite trocas sequenciais na alavanca. A posição de dirigir agrada a quem gosta de carros mais altos e o interior tem proposta voltada à família. Quando fora de uso, a terceira fila de bancos abre bom espaço para bagagem. O modelo, porém, padece do mesmo mal de outros importados: não tem versão flexível, somente a gasolina. Na lista de itens de série há som com controles no volante, entradas USB e auxiliar, rodas de ligaleve, freios com sistema antitravamento (ABS) e sensores traseiros de estacionamento.

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KIA SPORTAGE (a partir de R$ 73.500 (2.0)/ R$ 79.900 (2.7))

Embora não seja um sucesso de vendas como o Hyundai Tucson, o sul-coreano Sportage utiliza a mesma plataforma e portanto tem pegada e espaço interno muito parecidos com os do ?primo boa-pinta?. Vem com os principais equipamentos desde a versão básica, como rodas de liga leve, vidros, travas e retrovisores com acionamento elétrico. O câmbio automático tem só quatro marchas, mas permite trocas sequenciais. Tem opções com tração 4×2 ou 4×4. Os motores de quatro e seis cilindros só utilizam gasolina e não fazem do carro um tigre em desempenho. O Kia tem detalhes que agradam pela praticidade, como o vidro traseiro basculante, que evita a necessidade de abrir toda a tampa. A Kia prepara uma nova versão para 2010.

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HYUNDAI TUCSON (a partir de R$ 73.900 (2.0)/ R$ 85 mil (2.7))

Carroceria alta, bons itens de série e preço atraente garantem boas vendas ao carro. O fato de agradar às mulheres também. O Hyundai Tucson é o segundo modelo mais vendido entre os utilitários-esportivos. Ele só não é páreo para as versões de entrada do Ford EcoSport, que são mais simples e têm a vantagem da produção local (o Hyundai vem da Coreia do Sul). O Tucson com motor quatro-cilindros só é oferecido com tração dianteira e, quando automático, tem câmbio de quatro marchas com opção de trocas manuais e sequenciais. A lista de itens de inclui ar-condicionado, travamento das portas por controle na chave, vidros e retrovisores com comando elétrico. O seis-cilindros vem sempre com câmbio automático e 4×4.

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HYUNDAI AZERA (a partir de R$ 75.900)

Espaçoso e equipado com vários itens de conforto, o Azera bate até o Ford Fusion V6 no quesito custo-benefício. O câmbio automático tem cinco marchas e funciona como deve, sem trancos. Tem desenho limpo, motor muito potente e vários itens de segurança, como os dez air bags e faróis de xenônio.

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VOLKSWAGEN JETTA (a partir de R$ 78.990)

Derivado do Golf V (que não existe por aqui), esse sedã mexicano oferece comportamento esportivo, graças ao câmbio que permite trocas manuais, à força do motor e ao acerto firme das suspensões. Vêm de série quatro air bags, controle de estabilidade e ar-condicionado com duas zonas de temperatura.

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SSANGYONG ACTYON/A. SPORTS (a partir de R$ 79.900/ R$ 89.360 (Sp.))

Com seu desenho bem controverso na dianteira e no teto, o utilitário coreano tem motor 2.3 a gasolina. Na versão Actyon Sports, trata-se de uma picape de cabine dupla, com linhas não menos incomuns. Nela, o propulsor é um 2.0 diesel, com turbo. Em ambas, o motorista escolhe a tração: 4×2, 4×4 ou 4×4 reduzida.

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CITROËN C4 PICASSO (a partir de R$ 81.800)

Opção R$ 7.790 mais em conta da Grand C4 Picasso, a minivan tem capacidade para cinco pessoas e visual muito bem resolvido. Apesar de ser menos equipada que a irmã maior, sua lista de equipamentos de série ainda é farta. Exatamente o mesmo carro que a Grand C4 Picasso até o final da segunda fileira de assentos, o modelo tem 4,47 metros de comprimento, ante 4,59 m da irmã. Mas ao contrário da versão maior, a C4 Picasso deve se tornar nacional em breve, virar flexível e tomar o lugar que é ocupado hoje pela Xsara Picasso.

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PEUGEOT 407 (a partir de R$ 82.900)

O modelo é o mais refinado da linha Peugeot à venda no País. A versão atual, renovada, foi mostrada no Salão do Automóvel de São Paulo em 2008. Sua relação custo-benefício é o maior atrativo. É equipado com o kit Bluetooth para celular, ar-condicionado com saída para os bancos traseiros, computador de bordo, controlador de velocidade, sensor de acendimento automático dos faróis, toca-CDs com leitor de MP3 e comando de som no volante. O motor é o 2.0 16V de 143 cv, apenas a gasolina.

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VOLKSWAGEN JETTA VARIANT (a partir de R$ 83.990)

Assim como na versão sedã, a Jetta Variant exibe uma personalidade mais esportiva, apesar de ter vocação familiar, pelo tipo de carroceria. Tanto que os pneus são 225/45, com rodas de 17 polegadas. Um dos destaques entre os itens de série é o sistema de som com toca-CDs e MP3 e dez alto-falantes.

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FORD FUSION (a partir de R$ 84.900 (2.3)/ R$ 99.900 (3.0))

Recém-reestilizado, o sedã mexicano da Ford ganhou uma opção 3.0 V6, que se somou à já existente, de quatro cilindros. Esta teve o motor aumentado de 2,3 para 2,5 litros, com acréscimo de 10 cv. Em ambas, a caixa é de seis marchas, mas só o 3.0 tem comando sequencial ? além da tração integral.

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SUBARU FORESTER 2.0 (a partir de R$ 85 mil)

Típico crossover, mistura características de perua e utilitário-esportivo. A tração é permanente nas quatro rodas, oferecendo bom rendimento tanto no asfalto como fora dele. O motor, de quatro cilindros contrapostos, é uma variação do que é utilizado no hatch Impreza. A marca tem poucas revendas.

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SUZUKI GRAND VITARA (a partir de R$ 86.590)

O utilitário-esportivo médio marcou a volta da Suzuki ao mercado brasileiro, no final do ano passado. Com 1.600 kg, o Grand Vitara é um pouco pesado para o motor 2.0 16V a gasolina, de 140 cv. Nas duas últimas marchas, suas retomadas de velocidade são lentas em uso rodoviário. No fora de estrada, ele reforça a tradição da marca, apresentando um bom desempenho, especialmente com o seletor de tração na posição 4×4 reduzida. No modo normal, a força é distribuída o tempo todo nas quatro rodas. As suspensões oferecem bom nível de conforto em qualquer terreno. Entre os equipamentos de série há air bag duplo, ar- condicionado digital, freios ABS, trio elétrico e volante com comandos de som e ajuste de altura.

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CHEVROLET CAPTIVA (a partir de R$ 86.990)

O utilitário foi o primeiro modelo que a Chevrolet decidiu importar do México para aproveitar a isenção do imposto de importação. Mais do que isso, o Captiva foi o precursor da nova tendência de estilo da marca por aqui. Lançado em setembro do ano passado, foi também o modelo V6 mais em conta à venda no mercado nacional. Depois do sucesso dessa versão, que traz o mesmo conjunto mecânico do Omega, a marca trouxe a configuração Ecotec, com tabela cerca de R$ 10 mil mais em conta, menos equipada e mais contida no consumo de combustível. Este, por sinal, é o maior pecado do modelo seis-cilindros.É claro que na versão Ecotec o desempenho não empolga tanto, mas seu pacote de itens de série é bem completo.

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HONDA CR-V 4X2 (a partir de R$ 88.410)

Em regra, os produtos da Honda são redondinhos, bem acertados e assim é também seu utilitário-esportivo CR-V, que no início do ano passado ficou mais em conta porque passou a vir do México, não mais do Japão, e ganhou opção com tração 4×2. O resultado veio logo: o modelo fechou o primeiro semestre deste ano como o terceiro utilitário-esportivo mais vendido no País, atrás apenas do Ford EcoSport e do Hyundai Tucson. O câmbio automático dessa versão de entrada tem cinco marchas. Não permite trocas manuais, mas, como no Honda Civic, é eficiente. Tem muito espaço interno, no porta-malas e já vem com vidros, travas e retrovisores com comando elétrico, banco ajustável em altura e ar-condicionado. honda-cr-v-aut

CITROËN GRAND C4 PICASSO (a partir de R$ 88.590)

Ela é apontada pela própria Citroën como uma alternativa para os clientes que precisam levar sete pessoas num veículo, mas exigem mais conforto e requinte do que modelos como Chevrolet Zafira Elite e Nissan Grand Livina SL.Tem como principal concorrente a francesa Renault Grand Scénic. Seu motor de 2 litros e potência de 143 cv não faz feio, mas bebe apenas gasolina e não deve se tornar flexível. grand-c4-picasso-aut

NISSAN X-TRAIL SE (a partir de R$ 89.790)

Relançado no País no final do ano passado, o X-Trail traz, na versão de entrada SE, itens como ar-condicionado, freios ABS, air bags e computador de bordo. O X-Trail é feito sobre a base do Sentra e herdou o motor 2.0 a gasolina de 138 cv (142 cv no Sentra) e o câmbio CVT, de relações infinitamente variáveis. Em movimento, destaca-se pelo silência a bordo. A tração é dianteira, mas há botão para acionar o eixo traseiro.

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KIA OPIRUS (a partir de R$ 89.900)

Luxuoso e muito potente, o modelo rivaliza com outros sedãs de motor V6 como Ford Fusion e o também sul-coreano Hyundai Azera. O câmbio automático tem cinco marchas que possibilitam trocas manuais e sequenciais. Entre os equipamentos se destacam o ar-condicionado com saídas e controles independes para o banco traseiro, computador de bordo, para-sóis com espelho iluminado e ajustes elétricos para os bancos dianteiros e traseiros. Entrega muito por aquilo que custa, mas não tem versão flexível e nunca foi um expoente em vendas, possivelmente pelo desenho dianteiro muito diferente. Até o Mercedes-Benz Classe E, que resgatou os faróis circulares nos anos 90 e foi a inspiração do Kia, já não os usa mais.

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PEUGEOT 407 SW (a partir de R$ 91.800)

O modelo é o mais refinado da linha Peugeot à venda no País. A versão atual, renovada, foi mostrada no Salão do Automóvel de São Paulo em 2008. Sua relação custo-benefício é o maior atrativo. É equipado com o kit Bluetooth para celular, ar-condicionado com saída para os bancos traseiros, computador de bordo, controlador de velocidade, sensor de acendimento automático dos faróis, toca-CDs com leitor de MP3 e comando de som no volante. O motor é o 2.0 16V de 143 cv, apenas a gasolina.

peugeot-407-sw-aut HONDA ACCORD 2.0 (a partir de R$ 93.370)

É um carro eficiente, muito espaçoso e estável, mas custa caro pelo que oferece porque vem do Japão, não do México como alguns concorrentes. O câmbio automático é bem eficiente e entende a vontade do motorista, passando para as marchas adiante com pequenas aliviadas no acelerador. De série, traz pouco mais do que ar-condicionado, direção assistida, vidros, travas e espelhos retrovisores com acionamento elétrico. Os bancos não têm ajustes elétricos e não há revestimento de couro nem teto solar. Como itens de segurança, traz air bags para motorista e passageiro e freios com sistema antitravamento (ABS). O desempenho fica um pouco abaixo de concorrentes como o novo Ford Fusion 2.5.

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MITSUBISHI L200 OUTDOOR HPE (a partir de R$ 93.990)

Relação custo-benefício é com ela mesma. Poucas picapes de cabine dupla no Brasil têm opção automática e, dessas, a L200 Outdoor é a única com preço sugerido abaixo dos R$ 100 mil. Outras vantagens estão na tração 4×4 com reduzida e na economia propiciada pelo motor a diesel.

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KIA SORENTO 3.8 (a partir de R$ 94.900)

Este utilitário esportivo tem tração 4×4, grande espaço interno e bom porta-malas. A transmissão automática tem cinco marchas com opção de trocas manuais. Vem de série com interior de couro, conjunto elétrico, ar-condicionado e ajuste de altura no volante e no banco do motorista.

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BMW 118l (a partir de R$ 95 mil)

É a porta de entrada para a BMW. Menos equipada e potente que a versão 120 (que tem 156 cv), é também R$ 23 mil mais em conta e traz o mesmo belo visual. Graças à redução do IPI, é o único BMW abaixo dos R$ 100 mil e, de quebra, dá direito ao eficiente câmbio de seis marchas.

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SSANGYONG KYRON 2.0 (a partir de R$ 95 mil)

A grade dianteira até se parece com a de um Mercedes-Benz, talvez como um lembrete de que a marca alemã é a fornecedora da tecnologia do motor e do câmbio (de gerações anteriores), como nos outros modelos da SsangYong. A traseira exibe linhas meio estranhas, mas, no geral, o Kyron agrada visualmente. Ao contrário de suas suspensões, que passam uma sensação de insegurança, fazendo o jipão balançar demais, não apenas em curvas como em acelerações e frenagens mais fortes. O maior vilão é o eixo traseiro rígido. A caixa de câmbio conta com opção de trocas sequenciais. A lista de itens de série inclui, entre outros: ar-condicionado, alarme, air bag duplo, bancos de couro, faróis de neblina, freios ABS, toca-CD e rodas de liga leve aro 18?.

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MERCEDES-BENZ B170 (a partir de R$ 96.900)

Maior e mais maduro que o Classe A, o modelo tem espaço interno surpreendente. A estabilidade é outro destaque. É um tanto pesado (1.300 kg) para seu motor 1.7 de 116 cavalos, mas a transmissão do tipo CVT, continuamente variável, simula a existência de sete marchas e permite explorar melhor sua potência e torque. Há bastante plástico no interior, mas os bancos são de couro. Todos os materiais são de boa qualidade e sem falhas de montagem. O carro passa impressão de solidez, bem diferente de vários modelos nacionais. Vem com controlador automático de velocidade, air bags frontais e laterais para os passageiros da frente, volante multifuncional e aviso de perda de pressão dos pneus.

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HYUNDAI SANTA FE (5 LUGARES) (a partir de R$ 98.400)

Tem tração 4×4, motor V6 semelhante ao do ?irmão menor? Tucson e transmissão automática de quatro marchas, que permite trocas manuais sequenciais. Preço e desenho atraentes, somados ao bom espaço para bagagem e ocupantes, resultam em boas vendas: ele foi o sexto utilitário-esportivo mais vendido no primeiro semestre, segundo a Fenabrave. O modelo ficou à frente, por exemplo, do Toyota Hilux SW4 e da Chevrolet Blazer. Bem equipado, o carro traz vários porta-objetos, ar-condicionado com comando digital e duas zonas distintas de temperatura, compartimento para resfriar bebidas, vidros, travas e retrovisores com acionamento elétrico, banco traseiro bipartido e controlador automático de velocidade.

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Parte 1: Veja quais os carros automáticos que custam até R$ 100 mil

Parte 2: Veja quais os carros automáticos que custam até R$ 100 mil

Parte 2: Veja quais os carros automáticos que custam até R$ 100 mil

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CHEVROLET ASTRA 2.0 (a partir de R$ 50.090)

Mesmo com as linhas internas e externas já bem defasadas, sua boa relação custo-benefício o torna uma opção interessante. Outro ponto alto é a dirigibilidade ? e o Astra anda mais que o Vectra GT, por exemplo. Sua transmissão de quatro marchas, porém, rouba um pouco da diversão a bordo.

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NISSAN LIVINA 1.8 (a partir de R$ 50.690)

Monovolume é o primeiro Nissan fabricado no Brasil e o que estreou a tecnologia flexível na marca. Caixa automática está disponível na versão mais sofisticada e apenas com motor 1.8 16V flexível de até 126 cv ? que lhe dá bom desempenho, auxiliado pelo câmbio, cujas trocas pouco se sentem.

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PEUGEOT 207 SW XS (a partir de R$ 50.700)

Seu maior destaque é a exclusividade: trata-se da única perua pequena nacional a oferecer câmbio automático. Nenhuma das rivais tem o recurso. Mas, assim como os ?irmãos? hatch e sedã, a perua 207 sofre com a falta de espaço interno. Seu porta-malas, por exemplo, tem apenas 313 litros de capacidade ? é menor que o do 207 Passion, que tem 420 l. O banco traseiro acomoda mal passageiros mais altos. E a ergonomia é falha, sendo difícil o motorista encontrar boa posição de dirigir. Firme, a perua 207 encara curvas com desenvoltura e mostra bom comportamento. A lista de itens de série é bem recheada, com ABS, ar digital, banco traseiro rebatível (1/3 e 2/3) e computador de bordo, entre outros.

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FIAT STILO 1.8 (a partir de R$ 52.560)

Foi o segundo modelo brasileiro a oferecer transmissão automatizada. Mesmo funcionando de forma mais suave que o sistema Easytronic, da Meriva, a caixa Dualogic dá trancos nas mudanças de marcha. Um diferencial do câmbio Fiat é oferecer hastes atrás do volante para efetuar manualmente as trocas de marcha. Além de dar ares de esportividade ao modelo, esse recurso garante conforto ao motorista, que não precisa tirar as mãos do volante para cambiar. Um ponto negativo é o elevado consumo de combustível. É verdade que o motor 1.8 de até 114 cv (que equipa também a gama Palio, prestes a receber versões Dualogic) não é dos mais econômicos, mas a versão com caixa automatizada ?bebe? mais que a manual.

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VOLKSWAGEN GOLF 2.0 (a partir de R$ 53.990)

Entre os hatches médios, só o Golf conta com seis marchas na sua transmissão automática. Além disso, a caixa é Tiptronic, ou seja, permite trocas manuais, por meio da alavanca. Mas nem tudo é perfeito, pois mesmo no modo sequencial o câmbio continua mudando de marchas no limite de giros e reduzindo sozinho quando se aciona o botão do kick-down, afundando o pé no acelerador. Isso tira muito do controle do motorista. Ao menos a transmissão consegue aproveitar bem o limitado rendimento do ultrapassado motor 2.0 (o mesmo do Bora e do New Beetle), uma evolução do que equipava o Santana. Além da versão de entrada, há o Golf GT 2.0, com detalhes visuais esportivos, custando R$ 64.400.

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HONDA FIT (a partir de R$ 55.625)

O carro agrada com qualquer motorização, seja 1.4 ou 1.5. As versões automáticas têm cinco velocidades e também convencem. Não há trancos nas passagens de marcha. Todas as versões de motor e câmbio são flexíveis. O acabamento e o bom espaço interno também falam alto no Fit.

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NISSAN TIIDA (a partir de R$56.290)

Hatch feito no México agrada pela dirigibilidade, tem bom acerto de suspensão e a direção com assistência elétrica. Seu conjunto de motor e câmbio é o utilizado no monovolume Livina. Tem duas versões: S e SL, mais recheada. No mercado, ocupa o oitavo lugar no segmento.

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FIAT LINEA 1.9 (a partir de R$ 56.800)

Grande aposta da Fiat para voltar ao segmento de sedãs médios, o Linea é, na verdade, um compacto crescido e com bom porta-malas. Por usar o câmbio Dualogic igual ao do Stilo, traz os mesmos defeitos. Com a agravante de que seu motor 1.9 gasta ainda mais, sem entregar o desempenho esperado.

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SMART FORTWO (a partir de R$ 57.900)

Criado para uso urbano, tem 1 metro a menos que um Fiat Mille e só leva dois. Atrás cabem as compras da quinzena ou a bagagem do casal para o fim de semana. O câmbio é do tipo automatizado: não tem pedal de embreagem e pode ser usado em modo manual ou automático. Funciona bem, mas o motorista leva algumas horas para se adaptar a ele. Segundo a fabricante, faz 15 km/l de gasolina na cidade e até 24 km/l na estrada (não há versão flexível). O ruído de rodagem é alto. O som de cada emenda no asfalto ecoa dentro da cabine.

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VOLKSWAGEN BORA (a partir de R$ 57.990)

Em março, o sedã mexicano derivado da quarta geração do Golf ganhou tecnologia flexível no seu motor. A transmissão de seis marchas ? com opção de comando sequencial Tiptronic ? e o propulsor são os mesmos que equipam o também oriundo do país norte-americano New Beetle e o paranaense Golf. O Bora tem no custo-benefício seu maior argumento, pois oferece um bom pacote de equipamentos por valor competitivo. Entre os itens de série há ar-condicionado digital, air bag duplo, rodas de liga leve 16?, toca-CDs e MP3.

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HYUNDAI i30 (a partir de R$ 58 mil)

Como outros carros da marca, o novo hatch à venda no Brasil tem bom acabamento e atraente relação custo-benefício. O motor 2.0 é potente, mas a transmissão final é longa, o que torna as reações meio lentas. O fato de ter só quatro marchas não ajuda. Este é outro importado que só roda com gasolina.

hyundai-i30aut FORD ECOSPORT (a partir de R$ 58.100)

O irmão maior do Fiesta é a opção mais em conta para quem busca um utilitário-esportivo compacto sem o pedal da embreagem. Com apenas quatro marchas e sem comando sequencial, o câmbio tira um pouco do desempenho e ainda aumenta o consumo significativamente.

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VOLKSWAGEN NEW BEETLE (a partir de R$ 59.190)

O ?Fusca Novo? pode ser uma boa opção para quem busca se destacar da maioria. Mecanicamente e na plataforma, o carro é igual ao sedã Bora. Ambos são feitos em Puebla, no México. Sua praticidade é inversamente proporcional à personalidade das linhas. Porta-malas e espaço interno são limitados.

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NISSAN SENTRA (a partir de R$ 59.110)

Feito no México, o Sentra se destaca pela mecânica eficiente, bom desempenho e suspensão bem acertada. Seu câmbio é CVT, de relações continuamente variáveis. Na prática, não há marchas ? e, por isso, não ocorrem trancos nas trocas. Além disso, seu nível de equipamentos condiz com o preço e o espaço interno é também adequado. Seu motor é o quatro-cilindros de 2 litros e 142 cv. O problema é que o Nissan só roda com gasolina e briga num segmento em que a maioria dos concorrentes é flexível. Aversão capaz de roda com álcool deve chegar ao mercado ainda este ano. O acabamento é honesto, sem muita inovação. Para o volante falta ajuste de distância, que melhoraria a posição de dirigir. O espaço no banco traseiro é na medida.

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CHEVROLET VECTRA 2.0 (a partir de R$ 59.292)

Sua linha 2010 traz como principais novidades grafismos no painel de instrumentos e grade frontal reestilizados. Seu conhecido motor ganhou 12 cv ? agora gera até 140 cv ?, que deixaram o sedã mais esperto no dia a dia. Mas essa forcinha extra do motor (que traz o mesmo bloco utilizado no Monza) é percebida apenas nas versões com câmbio manual. O modelo com transmissão automática de quatro marchas (a mesma de Astra, Vectra GT/GT-X e Zafira) faz o propulsor trabalhar em rotações mais elevadas e piora o consumo de combustível, que já não é lá essas coisas. Por outro lado, seu espaço interno é bom, acomoda bem cinco pessoas e a melhor posição de dirigir é encontrada facilmente.

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NISSAN GRAND LIVINA (a partir de R$ 59.940)

A minivan do Livina chega mirando a Chevrolet Zafira, até então sem rival direta no mercado. A opção com câmbio automático é a mais sofisticada e tem duas versões. A SL, de topo (tabela de R$ 66.390), traz até chave com controle remoto. No comparativo com a Zafira, a Grand Livina venceu por ser mais barata, equipada, ágil e moderna. Mas não espere desempenho de empolgar: com a caixa automática é apenas razoável. E o espaço interno é menor do que parece. Os ombros dos passageiros na fileira central ficam muito próximos. Ao menos o acesso aos bancos extras é fácil. Para chegar à terceira fileira basta fazer um movimento: puxar uma alça, que reclina o encosto da segunda e faz seu banco deslizar.

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SUBARU IMPREZA (a partir de R$ 60mil (1.5)/ R$ 75 mil (2.0))

O hatch médio japonês oferece uma combinação única, com motores boxer e tração integral permanente, dois itens tradicionais nos carros da marca. A opção de entrada, 1.5, oferece desempenho limitado, mas é mais barata do que alguns concorrentes nacionais. Por sua vez, o 2.0 promete mais emoção, com 160 cv. Itens de segurança como freios ABS e air bag duplo são de série. A garantia é de cinco anos sem limite de quilometragem.

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FORD FOCUS (a partir de R$ 60.160)

Com a chegada da nova geração no ano passado, o médio da Ford se recuperou no mercado. Seu pacote de equipamentos de série é bom e inclui, entre outros itens, ar-condicionado, air bag duplo, alarme, computador de bordo, direção eletro-hidráulica, freios ABS, rodas de liga leve aro 16?, toca-CDs e MP3 e travas e vidros elétricos já na versão GLX ? há ainda a Ghia, por R$ 70.425. Suas suspensões mesclam firmeza e conforto como poucas.

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CITROËN C4 2.0 (a partir de R$ 61.200)

Motor, câmbio e plataforma são os mesmos do Peugeot 307, mas o hatch Citroën é mais bem acertado que o ?primo?. Isso porque sua transmissão automática não dá tantos trancos nem se perde em subidas quanto a do 307. E, como seu visual (que segue o da linha Pallas) sugere, o hatch feito na Argentina esbanja tecnologia. Mas, tal qual a versão três-volumes, o C4 tem sede. Seu motor flexível, principalmente o 2.0 de até 151 cv, abusa da vontade de consumir álcool. As versões com propulsor de 1,6 litro e potência de até 113 cv oferecem melhor relação custo-benefício. Além de o motor menor ser um pouco mais econômico, sua tabela é, em média, R$ 3 mil mais em conta. O porta-malas tem capacidade para 320 litros. O do Pallas, 580 l.

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FORD FOCUS SEDAN (a partir de R$ 61.595)

Com preços muito próximos ao do hatch, o Focus Sedan é uma boa escolha desde que não se faça questão de ter um motor flexível (assim como no dois-volumes). O médio da Ford vai passar a rodar com álcool até o final do ano. O câmbio tem opção de comando sequencial. Na versão de topo, Ghia, que custa R$ 71.860, o equipamento de série inclui itens exclusivos dentro de sua categoria, como a regulagem de assistência para a direção eletro-hidráulica (são três modos) e partida com botão, com sensor de presença da chave (que nem tem onde ser colocada, basta ela estar dentro do carro). Outro recurso interessante é o comando de voz, que funciona não só para o eficiente sistema multimídia, mas para o ar-condicionado.

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Parte 1: Veja quais os carros automáticos que custam até R$ 100 mil

Parte 3: Veja quais os carros automáticos que custam até R$ 100 mil




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