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Exposição de carros comemora Dia dos Pais

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Em comemoração ao Dia dos Pais, o Mooca Plaza Shopping fará uma exposição de carros antigos durante todo o mês de agosto. Entre os modelos da mostra estão: o Ford T (veículo mais antigo do evento), A-Tudor (fabricado de 1928 a 1931), Mercury 1946 (com motor V8) e o Thunderbird de 1972. Os visitantes também concorrem  a três experiências com acompanhante para pilotar um carro de corrida no autódromo de Interlagos, além de um Hyundai Elantra.

Ford T é um dos modelos que estará na exposição

Ford T é um dos modelos que estará na exposição

O endereço da exposição é Rua Capitão Pacheco Chaves, 313 - Piso L1. O horário é de segunda a domingo das 10h às 22h. A entrada é gratuita.

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Dia Nacional do VW Fusca é comemorado nesta sexta-feira

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Nesta sexta-feira (20) comemora-se o Dia Nacional do Fusca. Há 62 anos, chegavam as primeiras unidades do modelo no Brasil. Porém, em 1959 o Volkswagen Sedan - este era seu nome oficial - começou a ser fabricado no País.

Fusca Última Edición, série comemorativa que marcou o encerramento da produção em 2003, no México (Foto: Divulgação)

Fusca Última Edición, série comemorativa que marcou o encerramento da produção em 2003, no México (Foto: Divulgação)

Conhecido também como Fuca, no Rio Grande do Sul, e Fuqui, no Paraná, o Fusca foi o carro mais vendido no Brasil por 24 anos consecutivos, marca que foi superada apenas em 2011, pelo Volkswagen: o Gol, que chegou ao 25º ano de liderança em vendas no mercado nacional. De acordo com a fabricante, foram produzidas mais de 3 milhões de unidades do Fusca, no Brasil.

Em 1986, o modelo parou de ser produzido, mas em 1993, sete anos após sua paralisação, ele volta ao mercado - a pedido do então presidente da República, Itamar Franco. Três anos depois, ele é aposentado de vez.

A imagem do Fusca foi revivida pela Volkswagen em 1998, com o lançamento do New Beetle. Com linhas inspiradas pela versão original e construído sobre uma plataforma moderna, o New Beetle atingiu mais de 1 milhão de unidades vendidas até 2010, de acordo com a fabricante.

O Fusca continua entre os carros mais negociados no mercado. De acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores), foram 14.349 unidades negociadas no mês passado, o que dá a 11ª posição no ranking ao queridinho da montadora alemã.

COMEMORAÇÃO - Para marcar a data, haverá comemorações em diversos lugares do País. Em Curitiba (PR), por exemplo, terá um evento no domingo (22), às 9h, na PUC Campus Prado Velho. Os ingressos custam R$ 5,00. Em São Bernardo do Campo (SP) também haverá um encontro, no domingo (22), às 9h, no shopping metrópole (Praça Samuel Sabatini, 200). A entrada será 2 kg de alimentos por veículo.

Você tem um Fusca? Mande a foto do modelo para conteudo@zap.com.br. As melhores serão publicadas nesta sexta-feira na nossa página no facebook.

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VW Logus com cara de novo

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Volkswagen Logus 1993 (Fotos: Sérigo Castro/ AE)

Volkswagen Logus 1993 (Fotos: Sérigo Castro/ AE)

 
Ele ainda não é um modelo que se possa chamar de antigo, já que tem “apenas” 16 anos. No entanto, por seu “tempo de estrada”, o Volkswagen Logus de Luiz Soares da Silva impressiona pelo ótimo estado de conservação. “Ele é o meu xodó”, destaca o eletricista aposentado de 60 anos.
Volkswagen Logus 1993

Volkswagen Logus 1993

O casamento do proprietário com o sedã médio fabricado no País entre 1993 e 1997 - o último fruto da Autolatina, antiga parceria entre VW e Ford - ocorreu em junho de 94. “Foi o meu primeiro e único carro zero-km e, apesar de ser básico (versão CL), trazia um forte motor 1.8 AP”, lembra.

Volkswagen Logus 1993 tem motor AP de 1,8 litro

Volkswagen Logus 1993 tem motor AP de 1,8 litro

 

Os propulsores AP (sigla para alta potência) atraem até hoje muitos motoristas e preparadores de veículos por unirem potência e robustez. “Não costumo rodar em alta velocidade, mas quando preciso do auxílio do motor é só pisar fundo no acelerador que ele responde fácil.”

Extremamente vaidoso, Silva diz evitar ao máximo a necessidade de tirar o seu Logus da garagem. “Nesta semana mesmo ele só saiu de casa para fazer as fotos para a reportagem. O Logus é usado só para passeios e para levar a minha mulher no supermercado. Quero preservar o seu estado e a baixa quilometragem”, justifica.

Hodômetro marca pouco mais de 54 mil quilômetros rodados

Hodômetro marca pouco mais de 54 mil quilômetros rodados

No hodômetro constam pouco mais de 54 mil km rodados. “Era para ele estar com bem menos, algo próximo de 30 mil, mas como o meu filho o utiliza de vez em quando o marcador subiu mais do que deveria”, brinca.

Luiz Soares da Silva posa ao lado do xodó

Luiz Soares da Silva posa ao lado do xodó

Para conservar o modelo impecável, Luiz lava o carro a cada 15 dias. “E passo um paninho sempre que vejo uma sujeira na lataria. Quando preciso sair em dia de chuva não penso duas vezes: vou de ônibus.” Segundo ele, o Logus vai ganhar em breve novos calçados. “Trocar os pneus é a única coisa que precisa ser feita no carro. Ele, aliás, ainda traz dois pneus originais”, destaca. Sem planos de se desfazer do sedã, Silva sonha em ver seu xodó completar 30 anos. “O presente será uma placa preta.”

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Clássicos brasileiros bons de mercado

Opala completa 40 anos e ganha festa de aniversário

Clássicos brasileiros bons de mercado

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Os carros desta página já podem ser considerados clássicos, elegíveis para se tornar objetos de coleção, mas muitos deles ainda trabalham duro Brasil afora. Coincidência ou não, todos aparecem na lista de mais buscados do ZAP, portal de classificados dos jornais Estadão e O Globo.

A lista só não contempla o Opala nas 50 primeiras posições, mas o carrão é famoso aqui no ZAP. Apenas em agosto registramos quase 195 mil buscas pelo Chevrolet. Sua boa fama também pode ser comprovada pela tabela de usados mais negociados da Fenabrave (Federação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Volkswagen Brasília (esq.) e Toyota Bandeirante (dir.)

Volkswagen Brasília (esq.) e Toyota Bandeirante (dir.)

Volkswagen Brasília
Projeto da Volkswagen do Brasil, em 1973, tinha a missão de aliar a robustez do Fusca a mais conforto e espaço interno. A chegada do Gol provocou a morte deste Volks.

Toyota Bandeirante
Sobreviveu ao piso de chão nacional por mais de 40 anos. Rude e durável, ainda tem alto valor de revenda. Chegou importado, mas passou a ser produzido aqui a partir de 1962.

Volkswagen Kombi (esq.) e Volkswagen Fusca (dir.)

Volkswagen Kombi (esq.) e Volkswagen Fusca (dir.)

Volkswagen Kombi
Idealizado na década de 40, só chegou ao Brasil em 1957. Atualmente, 90 unidades são fabricadas diariamente na planta da Volks em São Bernardo do Campo (SP). É o veículo mais longevo em produção.

Volkswagen Fusca
O que dizer de um carro que tem até dia comemorativo (20 de janeiro)? Em 58 anos de fabricação, teve 21.529.464 unidades produzidas no mundo. No Brasil, chegou em 1959 e nos deixou em 1986. Retornou sete anos depois a pedido do presidente Itamar Franco, mas ficou apenas três anos na linha de montagem.

Chevrolet Monza (esq.) e Chevrolet Kadett (dir.)

Chevrolet Monza (esq.) e Chevrolet Kadett (dir.)

Chevrolet Monza
Uma das estrelas dos anos 80, foi lançado nas versões hatch e sedã, mas apenas o três-volumes viu a década seguinte. O último Monza deixou a linha de montagem em 1996, com produção total de 857.810 carros.

Chevrolet Kadett
Há 20 anos chegava ao mercado, prometendo ser referência em esportividade e conforto. A versão GSi tornou-se objeto de desejo de jovens, principalmente o conversível.

Volkswagen Passat (esq.) e Fiat Uno (dir.)

Volkswagen Passat (esq.) e Fiat Uno (dir.)

Volkswagen Passat
É um dos nomes mais importantes da marca. Sua primeira geração, produzida entre 1973 e 1988, é a família que ficou conhecida por aqui. Nos anos 80 teve uma versão exportada para o Iraque.

Fiat Uno
Primeiro carro mundial da marca, chegou para substituir o 147. Foi convertido a ?carro popular? nos anos 90 para concorrer numa categoria criada pelo governo, cuja incidência de impostos era menor.

Volkswagen Santana (esq.) e Volkswagen Gol (dir.)

Volkswagen Santana (esq.) e Volkswagen Gol (dir.)

Volkswagen Santana
Há 25 anos, o carro de luxo da Volks chegava ao mercado. Inaugurou a época da injeção eletrônica e freios ABS entre os sedãs. Foi produzido até 2006, sem substituto à altura.

Volkswagen Gol
É o maior sucesso da indústria brasileira, com mais de cinco milhões de unidades vendidas. Há 23 anos é o líder do ranking de vendas de novos. É o mais buscado no ZAP e o mais negociado, segundo a Fenabrave.

Opala completa 40 anos e ganha festa de aniversário

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Fotos: Ulisses CavalcanteEvento reuniu quase 80 Opalas, com direito a desfile no sambódromo

O paulista Fábio Costa é fã de Opalas desde criança e tem uma ligação afetiva com o carro. Foi o primeiro veículo que dirigiu na vida. Suas primeiras experiências atrás do volante se resumiam a tirar da garagem o cupê 1979 de seu pai, quando ainda era garoto, mas foi o suficiente para que ele se apaixonasse pelo veículo. A família teve de vender o Opala, mas o menino nunca mais se esqueceu daquele cupê bege.

No início de 2008, Costa andava pelo sambódromo de São Paulo, onde antigomobilistas de todo o Brasil se reúnem às terças-feiras, e encontrou um Opala Comodoro 1979 idêntico ao que usara para aprender a guiar. Estava impecável. O hodômetro marcava apenas 25.000 quilômetros rodados. Se não fosse pelo ano de fabricação descrito na documentação, ficaria difícil acreditar que o automóvel já completou 28 anos. Costa decidiu levar o Opala para casa e teve de desembolsar dinheiro suficiente para comprar um carro moderno e todo equipado.

Fábio Costa e seu Opala Comodoro 1979 com aparência de carro zero quilômetro

No mesmo ano em que Fábio Costa realizou seu sonho de criança o Chevrolet Opala completou 40 anos de existência. Para celebrar a data, o Clube do Opala de São Paulo e outros proprietários apaixonados pelo carrão levaram seus quase 80 Opalas ao sambódromo paulista. O encontro reuniu carros que representaram praticamente todos os 23 anos e cinco meses em que o Opala foi produzido. Estavam lá o ?pai? do Opala, o alemão Opel Commodore e o Diplomata Collectors de 1992, uma edição comemorativa que marcou o fim de sua produção.

Chevrolet Opala é baseado no Opel Commodore, da divisão européia da GM (Foto: Fábio Gonzalez)

Para Luciano Aguiar, 53 anos, vice-presidente do Clube do Opala de São Paulo, que é o maior do Brasil, o Opala já atingiu status de carro ?colecionável?. Por conta disso, o modelo está valorizado e difícil de ser encontrado em bom estado. ?Está cada vez mais complicado para achar peças, principalmente os itens de acabamento?, diz Aguiar. ?A parte mecânica é mais fácil, pois dá para fazer adaptações.? Aguiar possui um Diplomata 1992 preto, que comprou em 1996, e não pretende se desfazer do sedã. Ele afirma que o modelo mais raro e desejado é a versão SS de 1971, pois foi o primeiro sedã com quatro portas da série esportiva.

Chevrolet Opala Gran Luxo 1972

O Opala foi lançado no Salão do Automóvel de 1968, mas apenas chegou às lojas no ano seguinte. Foi produzido ininterruptamente até 1992, quando foi substituído, sob protestos dos fãs, pelo Chevrolet Omega. Ficou famoso pelo conforto, robustez, confiabilidade e excelente mecânica. Suas três opções de motores tornaram-se famosas no país e hoje são empregadas até em jipes. Os primeiros Opalas foram lançados com duas opções de motor, um 3.8 litros, o famoso ?3800?, e o 2.5, de quatro cilindros. Em 1970 veio o lendário ?4100?, de seis cilindros, que marcou a chegada da série esportiva SS. Este propulsor era usado originalmente no americano Chevrolet Impala e desenvolvia 140 cavalos.

Chevrolet Opala SS 1972
Chevrolet Opala SS 1978

Em 1975 a Chevrolet lançou a versão perua do Opala, a Caravan. Na época, o familiar era um dos automóveis mais caros do mercado e foi por muitos anos o sonho das famílias grandes. Hoje, ainda agrada os opaleiros, mas tem menos procura em relação às versões cupê e sedã. Um modelo da primeira geração, produzida entre 1975 e 1979, em bom estado de conservação, custa cerca de R$ 10.000. As peruas mais novas, equipadas com direção hidráulica, ar-condicionado e vidros elétricos, podem esbarrar nos R$ 20.000.

Chevrolet Opala Comodoro 1981
Chevrolet Caravan Comodoro 1987

O vice-presidente do Clube do Opala recomenda aos interessados em adquirir um Opala a procurar modelos originais. ?Quanto maior a originalidade, maior o valor do veículo. Ganha-se também por conta do valor histórico do carro?, diz. Para quem quer comprar seu primeiro antigo, os clubes de carros podem fornecer informações precisas sobre a fabricação de cada versão, tabelas de cores, acessórios de época, peças de reposição e ofertas de modelos à venda. ?Para se associar ao Clube do Opala, o interessado passa um período apenas como participante e depois de algum tempo sua associação é efetivada?, conta Aguiar. Em São Paulo, os sócios pagam uma taxa anual de R$ 200 para manter o clube e os serviços prestados.

Chevrolet Opala Diplomata SE 1992



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