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Salão Internacional de Veículos Antigos será em novembro

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O Salão Internacional de Veículos Antigos de São Paulo (SIVA), que ocorrerá entre os dias 22 e 25 de novembro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, já está com ingressos à venda. As entradas custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

Os interessados podem comprar pelo site: http://www.ingressorapido.com.br/SalaodeAntigos/.

Mais informações pelo site: http://www.salaodeantigos.com.br/.

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Salão começa em novembro, em São Paulo (Foto: Divulgação)

Salão começa em novembro, em São Paulo (Foto: Divulgação)

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Romi-Isetta comemora 55 anos nesta segunda-feira

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No próximo dia 5 será comemorado os 55 anos do lançamento, em São Paulo, do primeiro Romi Isetta. Para marcar a data, a Fundação Romi S.A fará o 3º Encontro Nacional de Romi-Isettas, em Santa Bárbara d’Oeste, neste sábado (3), a partir das 9h. De acordo com a empresa, 55 modelos de colecionadores participarão do evento, que será gratuito.

Romi Isetta completa 55 anos (Foto: Divulgação)

Romi Isetta completa 55 anos (Foto: Divulgação)

A fundação fica na av. Monte Castelo, 1095 - Santa Bárbara d’Oeste - SP, onde será o ponto de encontro dos interessados em participar.

HISTÓRIA - Em 5 de setembro de 1956, era oficialmente lançado o Romi-Isetta, com uma caravana composta pelos primeiros 16 carros de passeio produzidos no Brasil, que seguiram pelas principais ruas de São Paulo. Foram produzidos cerca de 3 mil unidades no País.

A experiência de dirigir um Benz 1886, primeiro automóvel da história

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Rio - Com a mão direita, o mecânico Ely da Silva dá um forte puxão para girar o enorme volante do motor. Uma tentativa, duas e, na terceira, o que se ouve é o som de um passado remoto despertando 125 anos depois. É uma batida ritmada e metálica, lembrando uma máquina de costura: “tchaf-tchaf-tchaf-tchaf…”. Quase dá para contar suas rotações. Eixos e engrenagens giram expostos aos olhos dos presentes, que se sentem num livro de Júlio Verne. Mesmo estacionado, o carro treme como se fosse um ser vivo.

Benz Patent-Motorwagen (Fotos: Marlos Ney Vida)

Benz Patent-Motorwagen (Fotos: Marlos Ney Vida)

Daqui também trememos, com a chance de assumir os controles de um Benz Patent-Motorwagen, primeiro modelo de automóvel da História. Criado na Alemanha, por Karl Benz, o “veículo com motor a gás” foi patenteado em 29 de janeiro de 1886 e deu sua primeira volta pelas ruas de Mannheim seis meses depois.

Passados exatos 125 anos, vivemos uma educativa experiência de dirigir a máquina pioneira. Foi no estacionamento do Boulevard Shopping, em Belo Horizonte, onde está sendo realizada, até 21 de agosto, a exposição Clássicos sobre Rodas.

Motor do primeiro modelo

Motor do primeiro modelo

O carro que dirigimos pertence ao colecionador Leo Gouvêa e é praticamente zero-quilômetro. Explica-se: por duas vezes (primeiro em 1980 e depois em 2002), a Benz fabricou pequenas séries do Patent-Motorwagen seguindo estritamente os projetos iniciais do carro de 1886.

Não são réplicas, mas clones perfeitos, com números de série e feitos pelo mesmo fabricante do original. Os carros foram distribuídos a concessionárias Mercedes e alguns chegaram a colecionadores, pelo preço aproximado de US$ 60 mil.

De perto, o primeiro dos automóveis é muito elegante com suas três rodas raiadas. Pesa apenas 265 quilos e é muito mais leve do que as monstruosas carruagens que eram adaptadas com motores a vapor no século XIX.

O motor de quatro tempos tem apenas um enorme cilindro, na horizontal. O volante do motor é gigantesco e também vai deitado. Não há cárter: a lubrificação é feita por meio de pequenos recipientes de óleo, que pingam (quatro gotas por minuto) sobre o virabrequim e o mecanismo das válvulas. Também não existe radiador: a água para refrigeração fica dentro de um grande cilindro de cobre, se evaporando aos poucos.

Na época não havia postos de gasolina e Karl Benz comprava na farmácia algum combustível que, misturado a ar, gerasse boa explosão - podia ser éter ou benzina. Não havia acelerador: por uma espécie de válvula montada perto do banco, o motorista acertava a mistura e uma faixa constante de rotação.

Importante notar que esse velho Benz já trazia, de forma elementar, todos os princípios dos motores de quatro tempos usados nos carros de hoje. De cima do motor sai uma correia de couro que gira um eixo no meio do chassi. Desse eixo saem duas correntes (como as de moto) para as rodas.

Não há marchas, nem pedais de freio ou acelerador. Apenas uma alavanca do lado esquerdo do motorista: empurrada para a frente, ela estica a correia de couro e faz o motor tracionar o eixo - e o Patent-Motorwagen ganha velocidade. Puxada para trás, ela deixa o carro em ponto morto e freia. Ré não há, mas o Benz pode ser empurrado facilmente.

Vamos andar! “Tchaf-tchaf-tchaf…” e o Benz ganha velocidade com esforço. Tomado o embalo, vai muito bem - sua velocidade de cruzeiro é pouco maior que a de um maratonista… Só não exija do motor de 0,9 cv encarar uma subida. Por menos íngreme que seja a ladeira, o carro terá que ser empurrado.

Uma barra ligada a uma engrenagem vira a única roda da frente. A direção é levíssima, já que os pneus são fininhos e de borracha maciça. Molas macias no eixo traseiro e sob o banco ajudam no conforto. A uns 14km/h, a brisa já refresca o motorista.

A maior surpresa é que dirigir o Benz de 1886 é muito mais simples do que conduzir um carro moderno. Foram 20 minutos de retas e “curvas radicais”. Ao fim, um grande sorriso nos lábios e a dúvida: será que, no futuro, os veículos serão tão simples e inteligentes?

FICHA TÉCNICA

ORIGEM: Alemanha

MOTOR: quatro tempos, um cilindro horizontal, refrigerado a água, 954cm³, potência máxima de 0,9cv (a 400rpm)

TRANSMISSÃO: primária por correia e secundária por corrente. Tração traseira. Uma marcha à frente (sem ré)

SUSPENSÃO: dianteira, não existente. Traseira por molas elípticas

FREIOS: por correia de couro ligada ao eixo de transmissão

PNEUS: de borracha maciça

DIMENSÕES: comprimento: 2,70m; largura: 1,40m; altura: 1,45m; entre-eixos: 1,45m

PESO: 265 quilos

VELOCIDADE MÁXIMA: 16km/h

Modelos com placas pretas não precisam fazer inspeção

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Os veículos com placas pretas e alguns outros antigos sem esse diferencial estão liberados pelo legislação paulistana do processo anual de inspeção veicular ambiental. A concessão está registrada na Portaria 129/2010 da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente.

(Foto: Agência Estado)

(Foto: Agência Estado)

De acordo com a norma, além dos modelos de coleção (com placas pretas), ficam isentos da inspeção ambiental os veículos equipados com motor dois tempos (como os DKW), os movidos apenas por gás metano, os híbridos (que combinam propulsor a combustão interna e elétrico), os concebidos unicamente para aplicações militares ou agrícolas e os de competição.

Também contam com o benefício tratores, máquinas de terraplenagem e pavimentação e outras de aplicação ou de concepção especial sem procedimentos específicos para obtenção de Licença para Uso da Configuração de Veículo ou Motor (LCVM).

Para os demais modelos, a inspeção ambiental anual nos postos da Controlar, empresa responsável pelo serviço na capital, é obrigatória.

O limite de emissão de gases permitido varia de acordo com o automóvel e ano de fabricação. O índice permitido de monóxido de carbono (CO), por exemplo, é de 6% para carros produzidos até 1979.

Para os modelos fabricados de 2006 em diante, a emissão do gás não pode superar 0,3%, segundo as normas.

Fusca é eleito um dos melhores carros para namorar

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Fusca Última Edición, série comemorativa que marcou o encerramento da produção em 2003, no México

Fusca Última Edición, série comemorativa que marcou o encerramento da produção em 2003, no México

Nesta quinta-feira (20) é comemorado o Dia Nacional do Fusca e histórias sobre o carrinho, que fez e ainda faz sucesso, não faltam para contar. Dá para imaginar que ele foi eleito um dos dez melhores veículos para se transar?

Pois é, uma pesquisa feita pelo site britânico Autoquake, especializado em venda de veículos pela internet, apontou que o Volkswagen Fusca é o segundo melhor carro para ser usado como motel. Diante dos concorrentes da pesquisa que são famosos por luxo, espaço e conforto, até que, para um modelo antigo e fora de linha, ele ficou bem colocado.

Confira o ranking:

1º - Mercedes-Benz Classe E SW
2º - Volkswagen Fusca
3º - Ferrari 458 Italia
4º - MINI Cooper
5º - Volvo V70
6º - Volkswagen Golf GTI
7º - Alfa Romeo Spider
8º - Rolls-Royce Ghost
9º - Aston Martin Vanquish
10º - Land Rover

Perua Mercedes Classe E

Perua Mercedes Classe E

PESQUISA - O Autoquake também entrevistou algumas pessoas para saber se já haviam praticado a atividade dentro de um carro e o que achavam disso. De acordo com o site, 54% dos entrevistados admitiram gostar de transformar seu carro em motel, mesmo sob o risco de terem sua intimidade descoberta.

Apesar de não informar o número de entrevistados, o Autoquake divulgou que quatro entre 10 pessoas afirmaram que a experiência de transar dentro de um carro foi maravilhosa, mesma opinião de 39% dos entrevistados com mais de 55 anos.

O resultado também aponta que os 46% restantes afirmaram jamais terem praticado o ato em um veículo. Desses, metade acha a atitude condenável, enquanto que para outros 23% a ideia é bastante sugestiva.

A surpresa ficou por conta dos pertencentes à meia-idade, uma vez que a grande maioria se mostrou receptiva ao assunto. Somente 11% daqueles com mais de 55 anos foram contra o ato. Já entre os jovens na faixa-etária de 18 a 24 anos, apenas 13% gostaram realmente da experiência.

COMENTE: E na sua opinião, qual o melhor carro para namorar?




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