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Conheça os cuidados para fazer o seguro de seu carro

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Todo ano o seu corretor entra em contato para renovar o seguro de seu veículo, porém a decisão não pode ser precipitada. Na maioria dos casos, o valor a ser desembolsado (apólice) em função dos dados veículo, como perfil do condutor e valor da franquia, deve ser avaliado com muito critério, pois nem sempre o menor valor será a melhor opção.

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(Foto: Divulgação)

De acordo com o colunista, nem sempre o menor valor é o melhor seguro (Foto: Divulgação)

A primeira dica é consultar seu prestador de serviços em funilaria e pintura e perguntar com quais companhias ele trabalha, muitas vezes você descobre que não pode usar sua oficina, pois ela não faz parte das empresas conveniadas.

A próxima dica é falar com parentes e amigos que já bateram o carro e verificar o grau de satisfação com os serviços prestados pela companhia de seguro.  Veja se todos os itens listados pelo reparador foram aprovados  pelo inspetor da companhia,  algumas empresas não assumem todos os reparos  necessários e tentam empurrar parte da conta para o assegurado,  pergunte se o orçamento foi aprovado rapidamente.

A dica número três, em caso de sinistro, é confirmar com seu corretor se você tem direito a utilização de carro reserva.

A quarta dica é analisar os valores de cobertura nos veículos de terceiros, você pode ter o azar de bater em um desses carros de luxo que rodam pela cidade.

Nunca é demais alertar para que você conduza seu veículo dentro das normas do Código Nacional de Trânsito, pois aquele ?lanchinho? que o motoqueiro da companhia de seguro traz, pode se transformar em um relatório, negativando sua cobertura, caso você tenha cometido alguma infração de trânsito, como por exemplo, avançar um farol vermelho, trafegar na contra mão ou mesmo dirigir alcoolizado.

Boa viagem!

Tire suas dúvidas através do e-mail chevyautocenter@yahoo.com.br


*É engenheiro mecânico e colunista do ZAP Carros

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SulAmérica Assistência oferece proteção para quem não possui seguro

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A SulAmérica Seguros e Previdência lançou neste ano o SulAmérica Assistência, produto que reúne um conjunto de serviços 24 horas voltados para quem não possui seguro para seu automóvel, mas quer contar com suporte de uma grande companhia no momento de um imprevisto. O produto é oferecido em pacotes a partir de R$ 14,90 mensais e marca a entrada da seguradora em um novo ramo de atuação.

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O mercado de Assistência 24 horas não é novo para a SulAmérica. A companhia foi a primeira seguradora a oferecer esse tipo de serviço no Brasil, em 1989, e há mais de vinte anos presta atendimento aos clientes de seus produtos, com índice de satisfação de cerca de 95% e diversos reconhecimentos do mercado. Além disso, a seguradora já comercializa o serviço de Assistência 24 Horas isolado para clientes corporativos, atendendo a uma frota de 167 mil veículos, principalmente de locadoras de veículos e empresas de logística.

O SulAmérica Assistência transformou um dos grandes diferenciais da companhia em um produto independente, que alia a qualidade da SulAmérica a um ticket baixo e acessível a uma grande parcela da população que não tem seguro para seu automóvel, mas quer contar com uma proteção contra aborrecimentos.

Voltado para veículos passeio e pick-ups, com até 20 anos de utilização, o novo produto disponibiliza reboque, auxílio mecânico, auxílio pane seca, chaveiro, troca de pneus e táxi emergencial. O produto é comercializado em dois planos: anual, com o valor de R$ 14,90 mensais e que permite duas utilizações de cada serviço, e semestral, pago em até seis vezes de R$ 18,90 e que possibilita um acionamento de cada serviço.

Os pacotes podem ser adquiridos por meio dos corretores de seguros e também diretamente, pelo site www.sulamericaassistencia.com.br. O pagamento poderá ser feito por débito autorizado em conta corrente ou cartão de crédito, e após 72 horas da efetivação do pagamento o cliente já está protegido.

Seguro de carro é até 50% mais caro dependendo da região

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SÃO PAULO - Os moradores da zona leste e do ABC pagam até 50% mais na hora de contratar o seguro do carro. O motivo é o maior número de ocorrências registradas nessas regiões, como roubos e batidas. Quanto maior o risco, mais caro o seguro.

- O preço varia de acordo com a criminalidade na região. Pesam os roubos de carro, números de batidas e incêndios de automóveis. Tudo entra no preço final - detalha o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguro do Estado de São Paulo (Sincor-SP), Leôncio Arruda. Ele explica que essas são as regiões onde mais ocorrem essas situações.

Na outra ponta, os bairros dos Jardins, Moema e Campos Elíseos são os mais tranqüilos.
- Quem mora neles tem um seguro mais barato - garante o presidente do sindicato.

Levantamento realizado pela Indiana Seguros, entre julho de 2005 e junho de 2006, mostra que a cada cem veículos segurados na Zona Leste pela empresa, 4,5 foram roubados. Na região central, local menos visado pelos ladrões, esse número cai para 2.

Uma simulação feita pela empresa, em 2007, mostrou que o seguro para um Fox 1.0 zero-quilômetro fica em R$ 2.247 na Zona Leste. Já o segurado do Jardins, com o mesmo perfil, paga R$ 1.432 - uma diferença de 57%.

Por isso, os corretores de seguro olham o CEP na hora de definir o preço. Às vezes quem mora em uma mesma avenida pode pagar mais dependendo da altura. Além disso, fatores relacionados ao perfil do cliente também pesam no preço, como idade e se tem filhos que dirigem o veículo. Quanto mais jovem e mais pessoas usando, mais irá custar o seguro.

O preço do seguro varia também de acordo com o modelo, segundo o presidente da Federação Nacional de Corretores de Seguros (Fenacor), Sérgio Petzhold. Corresponde, em média, entre 3% e 3,5% do valor do veículo.

Preço deve cair em seis meses
Até o começo do ano que vem o preço do seguro de carro deve cair entre 10% e 20%, avalia o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguro do Estado de São Paulo (Sincor-SP), Leôncio Arruda. O motivo é a rigidez da lei seca, que fez com que o índice de batidas violentas caísse cerca de 50%.
Já o presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenaseg), Jayme Garfinkel, estabelece prazo menor, de três meses.
- Se caírem as vítimas de acidentes e baixarem os sinistros por colisões tudo vai diminuir e impactar positivamente no preço - avalia sem falar em percentuais.

Seguro de carro pode cair até 20% com ”lei seca”, diz especialista

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Para formar o preço do seguro do carro, as seguradoras usam um percentual para batidas em torno de 20% do valor total. É com esta margem que as empresas irão reduzir o valor das apólices devido ao impacto da ?lei seca? para motoristas, que já diminuiu em cerca de 50% o índice de batidas violentas.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), Leoncio de Arruda, as seguradoras serão obrigas a repassar ao consumidor uma redução entre 10% e 20% do preço das apólices por causa da concorrência acirrada no setor.

“Existem 45 seguradoras que trabalham com seguro de automóveis no Brasil. Só 30% da frota tem seguro. É uma concorrência muito grande?, observa. ?A empresa que não reduzir os preços não vai vender?, ressalta.

Segundo Arruda, a redução atingirá a faixa estária em que o seguro caro: a dos jovens de até 30 anos. ?Quem ocasionava esses acidentes eram os jovens até 30 anos e esses jovens normalmente são de poder aquisitivo um pouco melhor?, observa.

Daqui seis meses
O corretor Ragime Torii, da CRJ Corretora de Seguros, em Santo André (Grande São Paulo), alerta que a queda nos valores só irá acontecer daqui, pelo menos, seis meses. ?É quando será feita a reavaliação estatística dessa ocorrência, que apontará se diminuiu o índice de sinistro?, explica Torii.

Segundo o corretor, o consumidor não deve comemorar ainda, já que se houver alguma mudança na lei, o cenário será outro. ?Há muita pressão sobre essa ?lei seca?, é muito cedo para falar em queda no valor das apólices?, ressalta.

Ragime Torii explica que o fator que mais conta na avaliação da apólice é o roubo. ?Um seguro que cobre somente roubo e incêndio custa 60% do valor do seguro total.?

Margem de lucro reduzida
A ?bondade? das empresas de seguro em reduzir os preços é explicada pelo novo cenário que enfrentam. Apesar de o número de apólices ter aumentado com o boom nas vendas de carro novos, a lucratividade do negócio caiu.

O presidente da Sincor-SP afirma que a época de aumento de preços de seguro acabou. ?O preço das apólices reduziu no ano passado. A margem de lucro do negócio caiu a ponto de a maioria das empresas registrarem prejuízo. Entretanto, o volume permitiu o lucro financeiro?, explica.

Seguro de carro velho pode ficar mais barato

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Boa notícia para quem tem um carro com mais de seis anos de uso e não conta com seguro contra roubo ou colisão por causa do alto custo deste serviço. As seguradoras estudam a possibilidade de lançar um seguro popular para os carros mais velhinhos, com seis até 15 anos de uso, que poderá ser cerca de 30% mais barato que as apólices oferecidas atualmente pelas seguradoras no mercado.

Segundo Neival Rodrigues Freitas, diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), “a idéia é usar peças usadas certificadas, com garantia de procedência, no reparo dos veículos segurados, e contar com oficinas referenciadas para controlar a qualidade e os preços das peças e serviços”, explica.

Freitas afirma que há no Brasil cerca de 18 milhões de veículos entre seis e 15 anos de uso e dentro desta frota apenas um milhão estão segurados.

- O maior peso de uma apólice de seguro desses carros é o do reparo nos casos de colisão. Nos autos novos e seminovos, o custo maior está nos roubos e furtos”, esclarece o diretor da Fenseg.

A justificativa é que no carro mais velho o valor da peça de reposição em relação ao preço de mercado do próprio veículo é bem mais alto que para os carros seminovos.

- Um componente chega a custar até 20% de seu valor, inviabilizando o reparo - diz Freitas.

Para exemplificar, a porta de um automóvel novo custa em torno de R$ 2 mil, o que representa 6% de um carro do valor de R$ 30 mil. Se o conserto for de um carro velho, avaliado em R$ 8 mil, o preço da porta será equivalente a 25% do valor total desse veículo.

Desmanches legais
A aprovação do seguro popular, na opinião de Freitas, vai estimular a criação de desmanches legais.

- Com a demanda crescente de peças de reposição com certificação que viria com a criação do seguro popular, os desmanches irregulares deixariam de ter tanta procura - diz o diretor da Fenseg.




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