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Volkswagen mostra novo Gol Rallye e lança inédita versão Track

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A Volkswagen revelou nesta quinta-feira (16)  duas novidades aventureiras para a sua linha, o Gol Rallye (que está na quarta edição) e a inédita versão Track (uma opção de visual off-road mais barata). A primeira configuração, já conhecida no mercado (desde 2004) vem equipada com motor 1.6 flex de 104 cv. O modelo pode ter câmbio manual (R$ 45.850) ou automatizado (R$ 48.580). A versão de entrada traz trem de força 1.0 flex de até 76 cv e começa em R$ 33.060.

Volks lança versão inédita e mais barata do Gol Rallye (Fotos: Divulgação)

Volks lança o Gol Track,versão inédita e mais barata da linha aventureira do hatch (Fotos: Divulgação)

Os modelos se diferenciam do Gol convencional pela suspensão elevada, detalhes nos acabamentos interno e da carroceria. As medidas, como comprimento e porta-malas, não foram alteradas. Na opção de propulsor 1.6, a suspensão está 28 mm mais alta, já somando os novos pneus 195/50 de 16″. A cabine oferece um clima mais esportivo com o revestimento todo preto do teto e das colunas. Ele também acompanha bancos com tecidos exclusivos e a nova arquitetura eletrônica do modelos 2014 da marca.

Gol Rallye está na quarta edição. A primeira foi em 2004 com a geração 3

Gol Rallye está na quarta edição. A primeira foi em 2004 com a geração 3

Por fora, os adesivos nas laterais marcam o nome do modelo aventureiro, o parachoque é da mesma cor da carroceria e os destaques são os grandes faróis de neblina. O Gol Rallye sai de fábrica com sensor de estacionamento traseiro, ar-condicionado, freios ABS, air bag duplo, desembaçador traseiro, direção hidráulica, pedais de alumínio, coluna de direção com ajustes de altura e de profundidade, vidros, travas e retrovisores elétricos.

Interior tem revestimento preto no teto e nas colunas

Interior tem revestimento preto no teto e nas colunas. Modelo também acompanha pedaleiras em alumínio

Entre os opcionais também estão o pacote I-Trend (volante multifuncional, rádio CD-player MP3 com entrada USB e bluetooth), por R$ 1.155, e bancos de couro, por R$ 620.

Com adesivos pela carroceria, a versão aventureira se diferencia da opção convencional

Com adesivos pela carroceria, a versão aventureira se diferencia da opção convencional

Na versão Track a suspensão tem 23 mm a mais do que a do modelo original (os pneus de uso misto são 175/70 de 14″). A faixa lateral acompanha o nome da configuração; na parte traseira as lanternas são escurecidas e a região da placa é recoberta com adesivo preto. Nesta configuração o modelo não acompanha ar-condicionado (R$ 2.480), sensor de estacionamento (R$ 515) e pacote I- Trend (R$ 1.326).

Gol Track é a versão aventureira mais barata do hatch

Gol Track é a versão aventureira mais barata do hatch

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Por R$ 52.777, Lifan X60 quer brigar com Chery Tiggo

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Lifan X60 é o primeiro SUV global da marca. No Brasil, modelo custa R$ 52.77 (Fotos: Divulgação)

Lifan X60 é o primeiro SUV global da marca. No Brasil, modelo custa R$ 52.77 (Fotos: Divulgação)

Uma briga entre chineses. O utilitário esportivo Chery Tiggo, que deverá chegar ao Brasil reestilizado ainda este ano, acaba de ganhar um concorrente. O Lifan X60, montado no Uruguai pela marca chinesa, começa a ser vendido no Brasil na próxima semana, por R$ 52.777.

SUV chinês é equipado com itens de série como bancos de couro, sistema GPS, sensor de estacionamento e câmera de ré (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

SUV chinês é equipado com itens de série como bancos de couro, sistema GPS, sensor de estacionamento e câmera de ré (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

“O modelo é feito noUruguai com peças regionais como rodas, pneus, escapamento e bateria. A carroceria, no entanto, já chega montada, soldada e pintada da China”, afirma o engenheiro de produto da Lifan Jean Paul Ricard.

O SUV da Lifan foi lançado na Europa e Ásia no começo do ano passado. O modelo, que é o primeiro utilitário esportivo global da marca chinesa, tem motor 1.8 16V de 128 cv, a gasolina, com torque de 16,8 kgfm a 4.200 rpm.

X60 tem 4,32 metros de comprimento, 1,69 m de altura, 1,79 m de largura, 2,60 m de distância entre-eixos e pesa 1.330 kg (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

X60 tem 4,32 metros de comprimento, 1,69 m de altura, 1,79 m de largura, 2,60 m de distância entre-eixos e pesa 1.330 kg (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

O propulsor do X60 é menor do que o do concorrente Tiggo. O SUV da Chery é equipado com trem de força 2.0, de 135 cv e desenvolve força de 18,2 kgfm entre 4.300 e 4.500 giros.

Para enfrentar o utilitário rival que tem motor mais potente e é mais barato (o Tiggo custa R$ 47.990), o X60 investiu em equipamentos. Além dos 5 anos de garantia, o modelo da Lifan oferece itens de série como bancos de couro, sistema GPS, sensor de estacionamento e câmera de ré. O concorrente sai de fábrica sem tais benefícios.

Traseira

SUV chinês tem luz de neblina e desembaçador elétrico do vidro traseiro (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

Além dos itens que o diferenciam do rival, o X60 é equipado com sistema de freios ABS e EBD (Distribuição Eletrônica de Frenagem), air bags, ar-condicionado, conjunto elétrico de vidros, travas e retrovisores, sistema multimídia com tela de 7 polegadas, DVD, entrada USB, Bluetooth, direção hidráulica e chave tipo canivete.

Por enquanto, o X60 é vendido em versão única, sem opcionais e somente com câmbio manual de cinco marchas. A fabricante promete incrementar a linha do SUV com transmissão automática até o final do ano.

A Lifan planeja vender 400 unidades do X60 por mês no País. A marca confirma que não vai mais importar os modelos 320 e 620 para o Brasil.

Modelo está disponível em cinco cores: preta, prata, vermelha, branca e verde

Modelo está disponível em cinco cores: preta, prata, vermelha, branca e verde

NA PISTA - A Lifan propôs test-drive com o X60 em um trecho pouco ousado de cerca de 30 km, o qual, na maior parte do trajeto, não apresenta irregularidades no solo. O percurso também não tem muitas curvas, por exemplo, para que a rolagem da carroceria pudesse ser avaliada.

Em trechos curtos de pequenos desníveis do piso, foi possível observar que a suspensão poderia ser mais bem ajustada, pois os passageiros e motorista sentem o impacto do solo. O carro chacoalha muito e o motorista não sente tanta segurança para pisar no acelerador acima dos 80 km/h. A impressão que se tem é que o veículo fica um pouco “solto” na pista. O SUV se mostra levemente instável mesmo no asfalto em boas condições.

X60 tem direção hidráulica e controles de som no volante

Bancos são revestidos em couro ecológico na cor bege

Sua direção hidráulica ajuda muito na hora de fazer manobras e o câmbio manual é bom, mas nada excepcional - o engate poderia ser mais macio. Em ultrapassagens, o modelo seria melhor se apresentasse resposta um pouco mais rapidamente.

A estratégia da Lifan para conquistar os consumidores com o X60 foi caprichar em equipamentos e no acabamento. A chinesa investiu em revestimento de boa qualidade, com toque agradável e sem rebarbas. O visual do interior é harmonioso e as funções são intuitivas. Há compartimentos úteis, tal como os porta-copos perto do câmbio e também no descansa-braço traseiro.

O espaço interno também é um fator que agrada. Os passageiros ficam com as pernas confortáveis e o motorista encontra facilmente uma posição para dirigir. A capacidade do porta-malas, no entanto, é de 405 litros - menor do que o compartimento do Tiggo, que  tem 520 l.

Bancos são revestidos em couro ecológico na cor bege

X60 tem direção hidráulica e controles de som no volante

Todos os equipamentos estão à mão e o controle de sistema de som no volante auxilia o condutor a não desviar a atenção do trânsito. A coluna de direção oferece ajuste de altura, mas não de profundidade.

Ponto alto para a visibilidade, que é favorecida pelo grande retrovisor elétrico externo. A câmera de ré e sensor de estacionamento também viram amigos do motorista na hora de movimentar o carro. O isolamento acústico, no entanto, deixa a desejar. É possível ouvir ruídos dos pneus e motores de dentro do veículo.

* Viagem feita a convite da Lifan

Fiat Palio e Grand Siena ganham câmbio Dualogic Plus

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Agora o câmbio Dualogic Plus também fará parte do Fiat Palio (nas versões Essence e Sporting) e do Grand Siena (configuração Essence). A transmissão automatizada (atualizada) parte de R$ 2.333 para os dois modelos.

Câmbio Dualogic Plus é expandido para outros modelos da Fiat (Fotos: Divulgação)

Câmbio Dualogic Plus é expandido para outros modelos da Fiat (Fotos: Divulgação)

No sedã, o câmbio faz parte de um pacote que inclui rodas exclusivas de liga leve de 16 polegadas. Já no hatch, o equipamento não faz parte de um kit.

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Chevrolet Classic chega à linha 2014

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O Chevrolet Classic 2014 tem como novidades os freios ABS, air bags, além de alterações no visual. O sedã recebeu novas cores para a carroceria (Azul Macau e Cinza Mond)  e no interior ganhou configurações na versão LS, que conta com acionamento elétrico dos vidros das portas dianteiras, com sistema tipo um toque para subida e descida automáticas, e dispositivo antiesmagamento.

Motorização continua a mesma (Fotos: Divulgação)
Motorização continua a mesma - 1.0 Flexpower VHCE
(Fotos: Divulgação)

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Com novas opções de motores, Toyota RAV4 parte de R$ 96.900

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Rav4 é oferecido com tração 4x2 e 4x4. Os modelos com tração nas quatro rodas podem ser identificados pelo friso cromado na grade dianteira (Fotos: Divulgação)

Rav4 é oferecido nas opções 4x2 e 4x4. Os modelos com tração nas quatro rodas podem ser identificados pelo friso cromado na grade dianteira (Fotos: Divulgação)

A retirada do estepe da tampa do porta-malas não foi a única mudança que a quarta geração do Toyota RAV4 recebeu. O utilitário esportivo que estreou no Brasil em 1999 chegará às lojas em junho deixando o motor 2.4 para trás. O modelo passa a oferecer duas novas opções de propulsores: 2.0 e 2.5.

São três versões disponíveis que o novo RAV4 oferece. Tanto a opção de entrada (R$ 96.900) quanto a intermediária (R$ 109.900) são equipadas com motor 2.0 Dual VVTi (Comando variável na admissão e no escape), mas o primeiro tem tração 4×2, enquanto o segundo é 4×4. A configuração mais cara (R$ 119.900) traz sob o capô um trem de força 2.5 DVTi e também tem tração nas quatros rodas.

SUV passa a oferecer opções de motores 2.0 e 2.5. O modelo anterior era equipado com propulsor 2.4

SUV passa a oferecer opções de motores 2.0 e 2.5. O modelo anterior era equipado com propulsor 2.4

O motor 2.0 que equipa as versões iniciais do RAV4 tem potência de 145 cv, enquanto o propulsor 2.5 tem 179 cv. O primeiro desenvolve torque de 19,1 kgfm a 3.600 rpm, já o segundo pode gerar força de até 23,8 kgfm aos 4.100 giros.

Para brigar com os concorrentes Honda CR-VHyundai ix35Mitsubishi ASX, a Toyota tem a intenção de tornar as vendas mais agressivas. A meta da marca é de dobrar o volume mensal vendido em 2012 e comercializar 800 unidades do RAV4 por mês.

Novo RAV4 não tem mais o estepe na tampa do porta-malas

Novo RAV4 não tem mais o estepe na tampa do porta-malas

As versões equipadas com motor 2.0 têm câmbio CVT com modo sequencial de sete marchas. Já a transmissão da configuração mais cara é automática com modo sequencial de seis marchas com inteligência artificial.

As medidas do RAV4 diminuíram, embora a distância entre os eixos tenha permanecido a mesma (2,66 metros). O SUV tem 4,62 m de comprimento, 1,81 m de largura e 1,72 m de altura.

Todas as configurações são equipadas com ar-condicionado, banco do motorista com ajuste de altura, volante com regulagem de altura e profundidade, computador de bordo, desembaçador do vidro traseiro, conjunto elétrico de travas, vidros e retrovisores, rodas de liga leve, air bags, faróis de neblina e freios ABS nas quatro rodas. Os que apreciam teto solar, poderão adquirir o equipamento somente na versão com motor 2.5.

Rádio e painel de instrumentos da versão de entrada poderiam ter visual mais moderno

Rádio e painel de instrumentos da versão de entrada poderiam ter visual mais moderno

IMPRESSÕES AO DIRIGIR - Em um trecho de cerca de 100 km, o ZAP Carros rodou com a versão de entrada (2.0, com tração 4×2), a qual a marca espera que seja responsável por cerca de 60% das vendas do modelo (a expectativa é de que a opção intermediária represente 30% e a topo de linha 10% do mix).

Embora o percurso não tenha apresentado muitos trechos irregulares, nos poucos desníveis do solo a suspensão pareceu bem ajustada. O SUV enfrenta curvas sem apresentar rolagem na carroceria.

O motor 2.0 é esperto e obedece bem o motorista em aceleradas e retomadas. O propulsor desenvolve bem sem precisar usar uma rotação muito alta. Aos 120 km/h, o conta giros marcou 3.000 rpm. O câmbio CVT colabora com o conjunto mecânico e oferece trocas macias e sem trancos. A direção é eletroassistida progressiva, o que facilita muito as manobras.

Passageiros encontram excelente espaço para as pernas. Revestimento do banco em couro, só para as versões mais caras

Passageiros encontram excelente espaço para as pernas. Revestimento do banco em couro, só para as versões mais caras

O acabamento é bem trabalhado. No painel de instrumentos falta um atrativo, no entanto. Ele é um pouco sem graça, o que não combina com um carro tão interessante quanto o RAV4. Ele merecia mais. Por fora ele é tão imponente… algumas linhas internas mais ousadas só teriam à acrescentar.

O espaço para os passageiros, sim, merece elogios. Mesmo com os assentos dianteiros posicionados na última posição para trás, quem senta no banco traseiro não passa aperto. Os que se acomodam na frente também não, pois há espaço de sobra para que o motorista e a pessoa que senta ao seu lado ficarem com as pernas confortáveis.

O motorista encontra boa posição ao dirigir, mas, quando o condutor coloca o banco mais para cima, a regulagem da coluna de direção não segue proporcionalmente. Ela sobe, mas não o suficiente para quem gosta de dirigir “nas alturas”.

Porta-malas é menor do que o do CR-V, com espaço de 476 litros

Porta-malas é espaçoso, mas é menor do que o do CR-V. O compartimento tem espaço de 476 litros

O espaço do porta-malas, de 476 litros, é muito bom, mas está longe de comportar tanto quanto o rival CR-V, que tem volume de 589 l.

A tampa do porta-malas melhorou muito sem o estepe preso a ela. Agora o compartimento tem abertura vertical; a geração passada ainda abria para o lado, o que dificultava a ação em estacionamentos de vagas pequenas. Além da visibilidade ter aumentado e diminuir o risco de roubo do equipamento, o proprietário vai encontrar muito mais praticidade ao abri-la.

Mesmo que a versão testada seja a mais barata da gama, ainda assim estamos falando de um carro que custa quase R$ 100 mil. Portanto, sente-se a ausência de itens como câmera de ré, assento do motorista com aquecimento e ajuste elétrico, bancos de couro e controle de velocidade de cruzeiro. Tais equipamentos estão presentes somente na opção intermediária e topo de linha.

* Viagem feita a convite da Toyota

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