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BMW Série 3 oferece nova motorização e câmbio de oito marchas

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BMW Série 3 está disponível em três versões de acabamento:Esportiva, Luxo e Moderna (Fotos: Divulgação)

BMW Série 3 está disponível em três versões de acabamento: Esportiva, Luxo e Moderna (Fotos: Divulgação)

O campeão de vendas da história da BMW chega a sua sexta geração. Com mais de 12 milhões de unidades vendidas no mundo inteiro desde sua estreia, em 1975, o Série 3 inaugura agora novo câmbio de oito marchas, como opcional para a sua gama. Além dos motores turbo a diesel e gasolina de seis cilindros (3.0 para a versão 335i), o sedã começa a oferecer propulsor 2.0 l de quatro cilindros, também a gasolina, na versão 328i. O carro de entrada parte de R$ 171.400 e sua configuração topo de linha, a 335i Sport Line, tem preço inicial de R$ 294.950.

Sedã alemão vem com disco de freio nas quatro rodas

Sedã alemão vem com disco de freio nas quatro rodas

O novo Série 3 está mais esportivo que os anteriores, mas não esportivo como futebol na areia, como o skatista de boné para trás. Sua esportividade é mais do tipo esgrima, que é uma atividade ágil, mas ainda bastante elegante. O lutador, assim como o motorista, mantém a postura ao praticar golpes certeiros, tal qual é a direção elétrica do sedã alemão.

Quinta geração do Serie 3, à esquerda, e novo modelo, à direita (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

Quinta geração do Série 3, à esquerda, e novo modelo, à direita (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

As grades dianteiras estão ficando cada vez maiores. A carroceria do sedã de luxo da BMW cresceu desde a sua última geração, lançada em 1998, e suas linhas dinâmicas dão mais esportividade ao carro. Seu comprimento aumentou 9,3 centímetros, medindo agora 4,62 metros, e ele ficou 0,8 cm mais alto, passando a alcançar 1,42 m de altura. O entre-eixo também aumentou 0,5 cm e está com 2,81 m, o que ajudou bastante no espaço interno do carro. Os passageiros de trás ficam tão confortáveis quanto quem senta nos bancos da frente, mesmo que o Série 3 tenha perdido 0,6 cm de largura em relação ao antecessor.

Câmbio pode ser manual de seis marchas ou automático de oito

Câmbio pode ser manual de seis marchas ou automático de oito

IMPRESSÕES AO DIRIGIR - Nós testamos a versão de entrada da linha, o 328i, e seu desempenho foi mais do que satisfatório. O sedã premium impressionou pela sua vontade de deslanchar. O câmbio exerce bem sua função e troca as marchas silenciosamente, sem trancos. Em alta velocidade, o giro do motor se mantém em baixa rotação. De acordo com a marca, o veículo entrega torque de 35,69 kgfm entre 1.250 e 4.800 rpm e sua potência é de 248 cv a 5.000 rpm.

De fábrica, Série 3 vem com função auto/start, que desliga o motor sozinho enquanto o carro está parado

De fábrica, Série 3 vem com função auto/start, que desliga o motor sozinho enquanto o carro está parado

No pequeno trecho destinado ao test drive durante o lançamento, em Itupeva (SP), foi possível sentir que o sedã se comporta realmente como um esportista. Sem precisar de muito aquecimento, porém, já que ele alcança os 100 km/h em apenas 6,1 segundos, o modelo com câmbio manual é mais rápido ainda e faz a aceleração em 5,9 s, de acordo com a BMW. O acelerador é tão macio e obediente que é como se convidasse o motorista a acelerar.

Porta-mala tem capacidade de 480 l. A versão 335i pode ser aberta sem as mãos, basta que a chave esteja próxima do carro e passar o pé por debaixo do compartimento para acionar o sensor que abre a tampa sozinha

Porta-mala tem capacidade de 480 l. Versão 335i pode ser aberta sem as mãos, basta que a chave esteja próxima do carro e que a pessoa passe o pé por debaixo do compartimento para acionar o sensor que abre a tampa

Apesar do acabamento impecável da linha do Série 3 - todas as configurações trazem o carro revestido em couro - a regulagem de volante do modelo testado é manual e o banco não tem a opção de ajustar a posição na região da lombar. O GPS é opcional nesta versão de entrada, o que decepciona um pouco para um sedã premium. Fora isso, ele é bastante recheado, com freios ABS, controles de tração e frenagem em curvas, oito air bags, entre muitos outros equipamentos. A lista de opcionais traz atrativos como acesso à internet, faróis adaptáveis que interagem de acordo com a luz, sensor de distância de estacionamento e head up display, que mostra no painel as informações de condução do veículo, como consumo, por exemplo.

Novo Série 3 à frente das gerações anteriores

Novo Série 3 à frente das gerações anteriores

A BMW promete a chegada do 320i para agosto deste ano, com preço abaixo de R$ 130.000. O Série 3 - e aqui incluímos todas as configurações da família - deve ser responsável por 35% das vendas da marca no País. A marca alemã lista como seus principais concorrentes o Mercedes-Benz C-250 (R$ 196.560) e o Audi A4 (R$ 139.900).

* Viagem feita a convite da marca

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BMW i3 é visto em fase de teste na Europa

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A BMW está em fase final de desenvolvimento do i3, seu primeiro modelo completamente elétrico. Ele e o híbrido i8 serão os primeiros frutos da sub marca focada em modelos ecologicamente corretos criada pela montadora alemã, a “i”.

Elétrico foi fotografado na Europa (Fotos e projeção: Carparazzi/Divulgação)

Elétrico foi fotografado na Europa (Fotos e projeção: Carparazzi/Divulgação)

A agência Carparazzi flagrou o i3 em testes de inverno no norte da Europa. Pela foto, dá para perceber que as linhas do modelo são próximas às da projeção da versão definitiva que a agência preparou em junho.

Tanto o i3 quanto o i8 foram apresentados em forma conceitual em setembro, durante o Salão de Frankfurt (Alemanha). No mês que vem, esses protótipos estarão na mostra automotiva de Detroit (EUA), mas com algumas modificações em relação aos mostrados no evento alemão.

i30 foi desenvolvido a partir do Mini E

i30 foi desenvolvido a partir do Mini E

i3 virá com tração nas quatro rodas

Modelo virá com tração nas quatro rodas

A chegada do i3 ao mercado europeu deverá acontecer em 2014. Seu preço é estimado em 40 mil euros, que equivalem a R$ 93 mil, segundo fontes ligadas à marca. Ele era chamado Megacity e foi desenvolvido a partir do Mini E.

O motor elétrico do hatch fica sobre o eixo traseiro - a tração também é nas rodas de trás. No conceito que estará em Detroit, a potência é equivalente a 170 cv e o torque, de 25,5 mkgf. É o suficiente para que ele acelere de 0 a 100 km/h em “menos de oito segundos”, conforme a fabricante.

Sexta geração do BMW Serie 5 já está no Brasil

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Novo BMW Serie 5

Novo BMW Serie 5

O sedã Serie 5 da BMW chega ao Brasil em sua sexta geração com um pacote de novidades nunca visto no modelo. Recheado de tecnologia, o três-volumes da Bavária ultrapassa os conterrâneos Audi A6 e Mercedes-Benz Classe E em requinte, mas maltrata o bolso dos interessados, sendo o mais caro dos três.

O carro prova que, em pouco tempo, o motorista terá cada vez menos trabalho para dirigir. Há câmeras espalhadas nas laterais e traseira, ajudando em manobras e avisando o condutor sobre a aproximação de outros veículos. Nem estacionar será problema.

Primeira geração do BMW Serie 5 foi lançada em 1972. A quinta, em 2003

Primeira geração do BMW Serie 5 foi lançada em 1972. A quinta, em 2003

O sistema automático Auto Parking estaciona sozinho o Serie 5, retirando do motorista a tarefa de fazer a baliza. Bem, quase. O equipamento reconhece uma vaga, calcula o tamanho do espaço, monitora obstáculos e faz a baliza. Ao condutor sobra apenas o trabalho de engatar a seta, acelerar e frear ao término da manobra.

É o primeiro modelo da montadora a receber este recurso, mas não o primeiro a desembarcar no Brasil. O estreante foi o Volkswagen Tiguan.

Também se destaca o Connected Drive, tecnologia que freia e acelera o carrão, sem exigir de quem está atrás do volante a missão de pisar no acelerador. É uma espécie de controle de velocidade de cruzeiro com funções inteligentes. Ao programar uma velocidade desejada, o Serie 5 se mantém na marca escolhida, mas o carro freia sem intervenção do piloto quando um obstáculo se aproxima da dianteira.

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Caso o carro à frente acelere ou saia do caminho, o sistema volta a acelerar progressivamente. Mesmo frenagens de emergência são possíveis sem que o motorista encoste no pedal de freio, levando o veículo a uma parada total.

Com a tecnologia BMW EfficientDynamics, o novo BMW Série 5 é capaz de recuperar parte da energia desperdiçada em frenagens para recarregar a bateria, economizando combustível, já que nesta condição o alternador não utiliza a energia gerada pelo motor.

As respostas ao acelerador são instigantes. Em um rápido circuito rodoviário, o ZAP Carros experimentou o Serie 5 550i, versão topo de linha, equipada com propulsor 4.5 V8. Com torque de 61,1 kgfm entre 1.750 rpm e 4.500 giros, é fácil esquecer que se trata de um automóvel com 1.905 quilos. Em curvas, as quase duas toneladas parecem não dar trabalho à suspensão ativa.

Com tanta potência e auxílio eletrônico para manobrar, nem o peso, nem o tamanho (4,89 metros de comprimento) incomodam a direção. Aliás, a caixa com assistência elétrica deixa o Serie 5 mais macio que um compacto dotado de direção hidráulica.

Se o motorista se diverte com o pouco trabalho que lhe resta, dominar o volante e cuidar do trânsito, os passageiros também aproveitam. Três telas de cristal líquido, uma na dianteira e duas atrás de cada assento (catálogo topo de linha), permitem que três programações diferentes sejam selecionadas. Ou seja, é possível, por exemplo, ouvir rádio, ver televisão e assistir DVDs ao mesmo tempo.

Por enquanto, duas versões serão disponibilizadas para os brasileiros, a 535i e a 550i. A primeira tem motor 3.0, de seis cilindros, capaz de gerar 310 cavalos. O mais caro tem um propulsor 4.5 V8. Ambos utilizam a mesma transmissão sequencial com oito marchas.

Veja os preços oficiais do novo Serie 5 2010/2011
535i - R$ 288.000
550i - R$ 395.000

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BMW X1 faz sua estreia por R$ 174.900

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BMW X1 2010

BMW X1 2010 (Fotos: Miguel Costa Jr.)

O utilitário esportivo compacto X1 começa a ser vendido oficialmente na semana que vem em toda a rede da BMW. A primeira versão a desembarcar no Brasil é a xDrive 28i, equipada com o motor 3.0 de seis cilindros em linha e 258 cavalos. O câmbio de seis marchas é sequencial e pode ser controlado por borboletas atrás do volante. A tração integral funciona sem ação do motorista, e distribui o torque nas rodas de acordo com as condições de rodagem. Segundo a empresa, o objetivo é tornar a dirigibilidade do veículo próxima a de um sedã.

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Na prática, o X1 garante respostas vigorosas ao acelerador e nível de estabilidade surpreendente. A carroceria rola pouco nas curvas, como um esportivo. O controle de tração corrige as falhas do motorista, atuando nos freios e na tanto na aceleração, dosando a potência do propulsor.

Em junho é a vez da configuração sDrive chegar ao Brasil. A BMW dá esse nome aos modelos com tração apenas no eixo traseiro. Será o primeiro modelo da linha X a vir com essa opção. A rigor, a família X, composta pelos utilitários X3, X5 e X6, têm tração integral.

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Ao vivo, a novidade parece ainda mais compacta (tem 4,45 m de comprimento), distanciando ainda mais o modelo dos utilitários esportivos tradicionais. Por isso a BMW chama o X1 de  um SAV (Sports Activity Vehicle). A ideia é remeter a um automóvel com jeitão de SUV e perua, mas compacto como um hatch e gostoso de dirigir como um sedã.

A lista de equipamentos inclui 8 airbags com sensores que identificam o peso do ocupante do assento, graduando a atuação, teto solar panorâmico e faróis de xenônio direcionais (alteram o facho de luz de acordo com o movimento do volante). As luzes de freio aumentam a luminosidade conforme a frenagem. Em um acionamento brusco, por exemplo, a luz se acende com mais intensidade, com ativação automática dos piscas.

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Uma das principais características do X1 não é visível. A transmissão sequencial de seis velocidades pode pular marchas quando não é necessário reduzir uma a uma. Em outras palavras, é possível ir da sexta diretamente para a segunda, por exemplo, sem a necessidade de reduzir as outras. Essa medida reduz os tempos de trocas e deixa o veículo mais ágil.

O X1 chega para enfrentar o Volkswagen Tiguan (leia avaliação) e Toyota RAV4, dois dos poucos adversários diretos à venda no país. A principal vantagem do conterrâneo é o preço. Na tabela, o Tiguan custa R$ 124.900. O RAV4 parte de R$ 107.000. Fora do país, a briga é mais acirrada, com Nissan Rogue e Ford Kuga entre os rivais.

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BMW 135 é parque de diversões

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Se o hatch BMW 130 duas-portas que o Jornal do Carro avaliou em março do ano passado já dá muita emoção a quem está ao volante, o 135 é de causar falta de ar. Configuração cupê do Série 1, o modelo é 41 cv mais potente que o irmão - tem 40 kg extras também - e é um verdadeiro parque de diversões. O ingresso, no entanto, é bem salgado: R$ 226 mil.

(Fotos: André Lessa/ AE)

(Fotos: André Lessa/ AE)

O motor 3.0 tem seis cilindros em linha e 306 cv. Com o mesmo bloco do 335, ele justifica cada centavo pago pelo 135. Basta pisar fundo no acelerador. O biturbo despeja nada menos que 40,8 mkgf nas rodas traseiras já às 1.300 rpm.

Como resultado, o carro dá um coice nas arrancadas e, se o motorista continuar com o pé embaixo, as rodas chegam a girar em falso mesmo em terceira marcha. Tudo com um ronco para lá de empolgante, que invade a cabine. É quase um desaforo às boas maneiras.

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Para entender como é a ferocidade desse cupê, sua relação peso-potência é de 4,8 kg/cv, melhor que a de um Porsche Boxster (5,2 kg/cv), por exemplo. Comparando o 135 com um carro do ?mundo real?, o VW Gol 1.0 tem 12,3 kg/cv.

Toda essa potência é administrada pelo eficiente câmbio automático de seis marchas, que conta com aletas atrás do volante para trocas manuais.

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A posição de dirigir é impecável graças aos ajustes do volante (manual) e bancos (elétricos), que podem até estreitar as abas laterais com o objetivo de segurar o corpo do motorista em curvas mais fortes. O resultado é que o condutor se encaixa bem e a sensação é de estar num cockpit.

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Típico 2+2, este alemão oferece praticamente o mesmo espaço traseiro encontrado no hatch 130. Mas no 135 há um porta-objetos no centro do banco. No porta-malas está outra virtude deste cupê: o compartimento tem bons 370 litros, apenas 10 a menos que o de um Fiat Stilo, por exemplo.

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O ponto negativo fica com os pneus (18?) de perfil muito baixo para as nossas ruas. Nos do pacote ?M?, que equipa os 135 trazidos ao País, as medidas são 215/40 (frente) e 245/35 (atrás) e sofrem ao passar até sobre uma simples tampa de bueiro.




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