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Luxuoso Chrysler 300C chega ao Brasil completo e em única versão por R$ 179.900

Categorias: Chrysler, LANÇAMENTOS, TESTES E AVALIAÇÕES
Chrysler 300C traz motor Pentarstar v6 3.6 l (Fotos: Divulgação)

Chrysler 300C traz motor Pentarstar v6 3.6 l (Fotos: Divulgação)

Ao desfilar com o Chrysler 300C por uma avenida é possível despertar olhares curiosos de pessoas imaginando quem seria o personagem influente que estaria sendo guiado por seu motorista no interior do grande sedã. Se estivessem nos Estados Unidos alguns anos antes das últimas eleições presidenciais e se deparassem com um desses, poderiam acertar, já que o próprio presidente americano Barak Obama já possuiu um modelo desse. O carro é fabricado no Canadá, país vizinho do político, e chega ao Brasil por R$ 179.900, em versão única e sem opcionais. O luxuoso veículo foi renovado após ficar afastado do mercado brasileiro em 2011.

Nova grade apresenta sete lâminas cromadas

Nova grade apresenta sete lâminas cromadas

O modelo guarda as mesmas curvas de sua última versão, lançada em 2005, porém seus traços ficaram mais modernos - mas ainda sem fugir da linha clássica que identifica um 300C à distância. As lanternas traseiras em LED são agora partidas ao meio e os faróis dianteiros ficaram menores, combinando o visual deles com a grade cromada da frente do sedã, que também foi modificada.

Expectativa da montadora é de vender 1.000 unidades no Brasil em 2012

Expectativa da montadora é de vender 1.000 unidades no Brasil em 2012

Para colocar o sedã de luxo de volta ao mercado, a montadora americana fez pesquisas com consumidores conterrâneos para planejar como seria sua nova versão, tomando como referência o carros da Lexus, Mercedes-Benz Classe E e o BMW Série 5. A decisão foi de presentear o novo 300C com motor Pentastar V6 3.6 l, que é o mesmo que já equipa o Jeep Grand Cherokee, Wrangler, Dodge Journey e Chrysler Town & Country. O câmbio automático de oito velocidades funciona perfeitamente, sem que o motorista sinta tranco algum nas trocas de marcha.

Lanternas traseiras em LED são bipartidas

Lanternas traseiras em LED são bipartidas

O novo propulsor é forte, trazendo 37 cavalos a mais do que a versão anterior. Seus 286 cv a 6.350 rpm são capazes de gerar 34,67 kgfm a 4.650 rpm. Para alcançar toda esta potência é preciso ir com calma, já que o 300C não responde tão rápido ao pé no acelerador. O motorista precisa pisar fundo e esperar poucos segundos para que ele dê uma arrancada mais agressiva. Mas não tem problema, afinal a proposta dele não é ser um carro superesportivo. Ele quer mesmo é dar conforto e entregar sua força elegantemente, sem pressa.

A nova suspensão traseira é macia, mas parece que ainda falta um ajuste nela para que o sedã chacoalhe um pouco menos em trechos sinuosos. Os vidros laterais dianteiros são laminados, o que, segundo a Chrysler, reduz o ruído em até 20%.

Motorista encontra boa posição de dirigir, com tudo à mão

Motorista encontra boa posição de dirigir, com tudo à mão

O consumo do 300 C ainda não foi oficialmente testado no Brasil pela montadora, mas ela afirma que, nos Estados Unidos, a mesma versão faz 7,2 km/l em trecho urbano e 14,9 km/l na estrada.

Porta-malas tem capacidade de 462 litros

Porta-malas tem capacidade de 462 litros

O sedã de 5 metros de comprimento e quase 2 m de largura ostenta luxo de forma que às vezes pode parecer um pouco exagerada. Seu acabamento de couro não combina muito com a superfície que imita madeira em algumas partes do painel e detalhes cromados. A sensação é de que a marca quis colocar tudo o que existe de glamour em um carro só, o que o torna um pouco extravagante. A tela LCD é enorme, com 8,4″. O teto solar também é grande e ilumina bem o interior do carro. Pela faixa de preço, o 300C poderia ter algumas peças mais bem encaixadas, como foi o caso da unidade avaliada, que trazia o porta-luvas com a tampa um pouco solta.

Rodas têm acabamento cromado e freios são a disco com ABS nas quatro rodas

Rodas têm acabamento cromado e freios são a disco com ABS nas quatro rodas

Os passageiros ficam à vontade no banco de trás, com 99 centímetros de espaço para as pernas. O entre-eixo de 3 m permite que a parte interna do carro seja bem confortável. O porta-malas do sedã premium também é espaçoso, com 463 litros de capacidade.

Teto solar é panorâmico duplo, servindo quem está nos bancos dianteiros e traseiros

Teto solar é panorâmico duplo, servindo quem está nos bancos dianteiros e traseiros

Embora o carro seja pesado, com 1.814 quilos, a direção com sistema eletro-hidráulico não encontra dificuldades para manobrar este tamanho todo. O único porém é que, por se tratar de um carro deste porte, ele não traga câmera de ré. O dual zone automático, bancos traseiros e volante aquecidos, coluna de direção com regulagem elétrica de altura e profundidade, entrada USB e outros itens presentes em carros de luxo. O único problema de seu pacote de série do 300 C é que seu GPS não fala português.

Faróis têm refletores bixenônio adaptativos e LED de segurança diurna

Faróis têm refletores bixenônio adaptativos e LED de segurança diurna

A expectativa da marca é de vender 1.000 unidades deste modelo este ano e 1.200 em 2013. A Chrysler vendeu 700 itens do 300C em 2010, último ano da comercialização do carro no Brasil.

* Viagem feita a convite da marca.

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Dodge Journey 2012 recebe motor mais potente

Dodge Journey 2012 recebe motor mais potente

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Após o lançamento do Fiat Freemont, que ficou muito parecido com o SUV da Dodge no qual se baseia, a Chrysler - que representa a marca no Brasil - lançou na sexta-feira (25) o modelo 2012. Quem esperava por uma grande modificação no visual, pode não ficar totalmente satisfeito. No entanto, o Journey aposenta seu motor 2.7 l V6 de 185 cv para ganhar um trem de força mais potente, o Pentastar  de 3.6 litros V6 de 280 cv, de câmbio automático de seis marchas.

Propulsor é o mesmo que equipa a Grand Cherokee (Fotos: Divulgação)

Propulsor é o mesmo que equipa a Grand Cherokee (Fotos: Divulgação)

 Lançado no País em 2008, o modelo familiar era oferecido em três versões (SE, SXT e RT); agora a montadora só comercializará duas, a SXT e a RT. As configurações partem de R$ 97.500 e de R$ 107.900, respectivamente, e miram consumidores de outros utilitários, como Chevrolet Captiva e até mesmo o Fiat Freemont - o que pode gerar uma briga em família, apesar da Chrysler e da Fiat afirmarem que não, pois para o grupo quem opta pelo Journey paga mais de R$ 15 mil para ter o prestígio, o status e a tecnologia que a marca americana traz como diferencial. Na hora de assinar o cheque, o consumidor deve colocar essas vantagens no papel e pensar se, para ele, vale ou não fazer negócio.

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A suspensão também foi recalibrada e se adaptou bem ao solo brasileiro

O Dodge Journey 2012 passou por reestilização  e recebeu  novos parachoques; na frente, nota-se a entrada de ar e faróis de neblina , além do logo da fabricante na grade frontal. Já atrás, o duplo escapamento e as lanternas de LED são o diferencial.  No interior, algo soa bem familiar, no instante em que se entra, percebe-se que o painel é o mesmo do SUV da Fiat. Espaço interno e conforto continuam a ser oferecidos a bordo, assim como ótima ergonomia e visibilidade.

Ambas as configurações trazem sete assentos

Ambas as configurações trazem sete assentos

O novo Journey dispensa o uso de chaves, para dar a partida ou desligar o motor o motorista precisa apertar um botão (localizado no painel), o sistema (herdado do Challenger) funciona pela presença da chave, que basta estar por perto.  Entre outros aparatos tecnológicos, ele traz um recurso multimídia, que funciona por meio de uma tela touch screen, com Bluetooth e entrada USB. Além disso, os passageiros podem ficar bem tranquilos em relação à segurança. Graças aos diversos equipamentos, como assistente de frenagem, controle de estabilidade, controle de tração, controle anti-rolagem da carroceria, assistente de segurança em subidas e seis air bags.

Botão do volume do rádio não é bem localizado. Fica ao lado do comando do ar-condicionado, longe do restante do sistema de áudio

Botão do volume do rádio não é bem localizado. Fica ao lado do comando do ar-condicionado, longe do restante do sistema de áudio

NA PRÁTICA -  O ZAP Carros avaliou a novidade, que sob o capô traz um motor que adora ser provocado. Como todo V6, ele é silencioso e seduz o motorista o tempo todo para pisar no pedal da direita e, dessa maneira, provar do que o 3.6 l de 280 cv é capaz. O crossover, que só pode ser abastecido com gasolina, tem um bom desempenho na estrada, conforme o esperado. São 34,9 Kgfm a 4.350 rpm. Porém, seus 1.981 kg, deixam claro que seu peso incomoda em algumas situações, como a de retomadas. Nada que desanime o condutor, pois este está consciente que o Journey não é um esportivo e, sim, um veículo familiar com um toque de diversão. Em comparação com seu sósia da marca italiana, ele é bem mais rápido - faz de 0 a 100 km/h em 8 segundos contra os 12,9 s do Freemont  - tudo justificado pelo seu motor potente.

Com a expectativa de vender 2.500 unidades por ano (a Fiat planeja 1.500 modelos Freemont por mês), a marca se preocupa com alguns itens que fazem falta, mas que por ora não serão oferecidos por problema com os fornecedores de peça. “No fim do projeto era para ter GPS, mas o fornecedor que era do Japão (país prejudicado com catástrofes este ano) não pode mandar. Mais para frente o Journey terá uma tela de 8″ no painel”, afirma Luis Tambor,  Diretor de Vendas e Marketing da Chrysler.

Um dos itens de acabamento que diferencia as versões é o teto solar. Item vem no modelo topo de linha

Um dos itens de acabamento que diferencia as versões é o teto solar, que vem no modelo topo de linha

Com a promessa desse equipamento, a câmera de ré, o navegador e o sensor de estacionamento devem fazer parte do modelo em 2012. Porém, não foram só esses itens que tiveram a ausência esquecida. Durante o percurso, um freio de mão eletrônico fez falta e, aliás, poderia substituir o “freio de pé” sem dúvida alguma. A sugestão combina com o restante da ideia de oferecer comodidade, por meio de tecnologia.

Faltam também hastes atrás do volante para troca de marcha de modo manual, principalmente com um motor seis cilindros, de pegada mais esportiva. Apesar da transmissão automática oferecer as trocas na própria alavanca, isso não satisfaz o motorista que gosta de algo mais audaz.

 

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Com muita tecnologia, nova Chrysler Town & Country prima pelo conforto

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(Fotos: Divulgação)

Minivan oferece bastante conforto e tecnologia (Fotos: Divulgação)

Descendente da famosa Dodge Caravan, a nova minivan Chrysler Town & Country estreou no mercado nacional, apenas na versão Limited, no início do segundo semestre com o objetivo de conquistar famílias de alto poder aquisitivo e que privilegiam conforto e tecnologia. Aliás, estes dois itens estão por todo o canto e agradam do motorista ao sétimo passageiro. O preço de R$ 173.900 (proporcional ao seu tamanho) foi divulgado em agosto; para quem já achava salgado, vai piorar. Por conta da nova regra de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados, o veículo ainda não teve sua nova tabela definida.

O design não chama tanta atenção; o foco é seu tamanho

O design não chama tanta atenção; o foco é seu tamanho

O espaçoso e novo modelo leva sete pessoas, sem preocupação, em suas largas e confortáveis poltronas de couro (com ajuste elétrico e aquecimento dos bancos das duas primeiras fileiras). A área interna do “quase micro-ônibus” é tão generosa que é possível transitar pelos bancos sem dificuldade ou receio de ganhar um “roxo” nas pernas ou um “galo” na cabeça. A prova dessa afirmação está nos números:  3,07 metros de distância entre-eixos, 5,15 m de comprimento,  2,24 m de largura e 1,72 m de altura. O porta-malas segue a mesma linha, com seus 4.100 litros de capacidade máxima (quando os bancos são rebatidos).

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Freios competentes, mas que assuntam os distraídos por conta do peso do carro

É tanta opção de rebaixar banco, aumentar capacidade do bagageiro, mudar posição do console central que parece que estamos num grande carro de Lego (brinquedo feito de peças que se encaixam e que permitem diversas combinações). Ao contrário do que muitos possam imaginar, a terceira fileira de assentos não é destinada apenas para crianças, uma vez que o acesso não é tão complicado e o espaço agradável. Só para subir na minivan que é necessário um pouco de atenção, já que é mais alta que os carros convencionais.

A Town & Country  parece uma extensão da casa, com tanto entretenimento e conforto que oferece. Duas telas de LCD (escamoteáveis), uma voltada para a segunda fila e a outra para a terceira, oferecem sistema de DVD player (até fone e controle remoto estão por lá e completam o conjunto). Há também outros mimos, integrantes da extensa lista de equipamentos de série, como aquecedor para volante, persianas protetoras contra o sol. Mas, mesmo diante de tanto “frufru”, o GPS integrado ao painel (disponível em outros países) faz falta e deveria ser oferecido também por aqui. Outro senão é o “freio de pé”, que ser substituído pelo freio de mão eletrônico - imprescindível.

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Sistema de som de boa qualidade; há também telas de LCD para entretenimento dos passageiros

A minivan não nega o jeitão americano, pelo enorme tamanho que tem.  O que pode ser uma qualidade quando citamos o quesito conforto, no entanto é na hora de enfrentar a rotina diária de cidades, como São Paulo, que essa qualidade se transforma num “defeito”. Encontrar vagas para a Town & Country nas ruas e em estacionamentos é um grande desafio. Manobrá-la em ruas estreitas não é nada fácil; há câmera de ré e sensor de estacionamento que até amenizam o sofrimento do motorista. Ocupar uma fina faixa de trânsito e não ser insultado por um motoqueiro que pede mais espaço para passar entre os carros, é algo praticamente impossível por aqui.

Depois de ter sido colocado à prova pelo ZAP Carros, verificamos que a minivan implora por espaço, como um animal que prima por sua liberdade. Sendo assim, chega-se a conclusão de que o mais recente lançamento da Chrysler só fica à vontade em seu “habitat natural”: as rodovias ou locais totalmente sem trânsito, nos quais se pode trafegar com mais tranquilidade do que na “selva” das metrópoles brasileiras.

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Quantidade enorme de comandos no painel

São nesses espaços que o trem de força 3.6 V6 Pentastar (o mesmo do Grand Cherokee) desperta e traz mais diversão para quem está atrás do volante. A transmissão (posicionada no painel, ao lado direito da direção) é automática de seis velocidades e trabalha bem com o novo propulsor, mesmo para um carro de 2.744 kg de peso. Seus 283 cv de potência (acréscimo de 86 cv em relação à versão anterior) são revelados a 6.400 rpm e os 36 kgfm de torque a 4.400 rpm, ambos satisfazem o prazer de dirigir, que fica ainda melhor sem nenhum incômodo no habitáculo graças ao isolamento acústico de qualidade.

Mesmo recalibrada, suspensão é modelenga; privilegia o conforto

Mesmo recalibrada, suspensão é molenga; privilegia o conforto

As linhas da carroceria não são belas ou tão pouco chamativas, são simples, suaves e retas. No conjunto, são harmoniosas e conservadoras. O modelo só não passa despercebido pelo seu tamanho. Porém, não é o design exterior seu principal chamariz aos clientes. O destaque, como dito, é o espaço aliado ao conforto e a tecnologia. Já no interior, o desenho, as cores, enfim… de um modo geral o visual é sério e elegante. Sem exageros ou pecados. Na medida para um veículo familiar, que tem que agradar a todos os integrantes.




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