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História da Citroën

Categorias: Citroën, História da Citroën

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A marca francesa está presente no Brasil desde 1991 com a importação independente de veículos como o XM, Xantia e Xsara.

XM (Fotos: Divulgação)

XM (Fotos: Divulgação)

Em agosto de 2000 foi inaugurado no Rio de Janeiro o complexo industrial de Porto Real. O primeiro veículo a inaugurar a linha de montagem foi o Xsara Picasso.

Produção do Xsara Picasso

Produção do Xsara Picasso

Três anos depois o C3 também passou a ser fabricado no Brasil. Atualmente a fábrica também produz motores e veículos Flex para exportação para o Mercosul e Europa.

C3

C3

Em dezembro de 2007 o Grupo PSA anunciou um investimento de R$110 milhões para produção de uma nova família de veículos. Este é o início de um projeto de U$500 milhões a serem investidos na América Latina e divididos com a unidade Argentina do grupo.

Fábrica em Porto Real

Fábrica em Porto Real

Atualmente, no Brasil, a marca vende os seguintes modelos: C3, C3 XTR, C4, C4 VTR, C4 Pallas, Xsara Picasso, C4 Picasso, Grand C4 Picasso, C5 e Jumper.

Xsara Picasso

Xsara Picasso

CITROËN NO MUNDO - Em 1900, André Citroën é graduado pelo mais famoso colégio de engenharia da França, a Escola Politécnica de Paris. Dois anos mais tarde, com apenas 22 anos, durante uma viagem à Polônia, André Citroën descobre o processo de corte de engrenagens em forma de chevron com um funcionamento mais suave. Usando o aço como matéria prima e investindo todo o seu dinheiro, André inicia a história de uma das maiores empresas do setor automobilístico do mundo. Em 1906, a Mors, uma fábrica de carros sediada em Paris, famosa por bater recordes de velocidade no início do século, convida André Citroën para o cargo de diretor geral da empresa para recuperá-la. Ele reorganiza as oficinas e define novos modelos, dessa maneira consegue duplicar a produção anual da Mors.

Andre Citroën

Andre Citroën

Com o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, André Citroën é convocado para o regime de artilharia e mandado para a linha de frente. A falta de munição, forçava o exército francês a economizar balas. Percebendo isso André enxergou a possibilidade de usar o que havia aprendido e acreditava ser possível produzir 10 mil cápsulas de munição por dia. Após três anos uma fábrica de cápsulas foi montada superando sua meta inicial e atingindo o volume de 50.000 peças por dia.

Com a guerra chegando ao fim, uma nova oportunidade surgiu: transformar a fábrica de munições em uma fábrica de carros. Decidido a produzir um modelo simples e com forte apelo popular, Citroën revolucionou o mercado ao apresentar o Type A 10CV.

Type A

Type A

Depois vieram 5CV, B10 All Steel (todo de aço), B12, B14, C4 e C6. Em 1934 é a vez do Traction Avant. Um ano depois André Citroën morre e Pierre Michelin e Pierre Boulanger compram a empresa.

Traction Avant

Traction Avant

Em 1955, o modelo DS é apresentado. Já em 1970 chegam outras novidades baseadas no 2 CV, como o Dyane, Méhari e Ami 8. Ainda no mesmo ano, a Citroën revelou o coupé SM.

DS

DS

2 CV

2 CV

Em 1980 começa a produção do BX. Nos anos 90 surgem o XM e o BX e em 2001 é lançado o C5.

BX

BX

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C3

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Xantia

Xsara

Xsara Picasso

Citroën C4 1.6 oferece ousadia e bom custo-benefício

Categorias: Citroën, TESTES E AVALIAÇÕES, TODAS AS NOTÍCIAS
Citroën C4 hatch parte de R$ 54.400

Citroën C4 hatch parte de R$ 54.400

O C4 hatch faz parte de um seleto grupo de carros que dão algum prazer ao dirigir. É gostoso de guiar, ágil no trânsito, firme nas curvas e ainda faz bonito dentro da garagem do condomínio. Por R$ 54.400 e dono de uma longa lista de equipamentos de série, tem qualidades para se destacar em relação a concorrência. Cuidado com o preço sugerido nos anúncios da montadora, pois os R$ 53.600 das propagandas não incluem os R$ 800 cobrados pela pintura metálica, vendida como opcional, mas não há alternativas sem custo extra. Outro opcional são as rodas de liga leve, por mais R$ 1.000.

Deixando de lado a pegadinha no preço, o C4 oferece freios ABS a disco nas quatro rodas, air bags dianteiros, vidros elétricos, toca-discos com MP3, ar-condicionado e computador de bordo. Os passageiros do banco de trás contam também com saídas de ar dotadas de ajuste de velocidade independente.

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O painel é o mesmo do C4 Pallas. Simples, mas funcional e elegante. Os relógios oferecem boa leitura, mas o quadro de instrumentos central às vezes é difícil de enxergar durante o dia, quando o sol bate no painel. A linha C4 é a mais extensa da Citroën. Os outros integrantes da família incluem o esportivo VTR, o sedã Pallas e as minivans Picasso e Grand Picasso. O volante com centro fixo é marca registrada dos modelos da marca. A concentração de botões no comando central facilita a utilização, pois dispensa o motorista de soltar o volante, mas exige alguma prática para dar conta de tantos detalhes.

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MECÂNICA - Outro destaque do hatch é o conjunto mecânico. Seu motor 1.6 16V desenvolve 113 cavalos quando abastecido com álcool. Trabalha macio, mesmo em altas rotações, e tem força (torque) compatível com o tamanho do carro: 14,5 kgfm a 4.000 rpm. O câmbio também agrada, com engates precisos e curtos. A suspensão é primorosa, principalmente nas curvas. Consegue ser firme e precisa, sem ser desconfortável. No entanto sofre com o asfalto ruim e divide sua dor com os passageiros, gerando ruído dentro da cabine. O mau estado das vias brasileiras gera outro inconveniente para o C4. A parte inferior do para-choque dianteiro bate com facilidade em desníveis. Você terá de se acostumar com as ?queixadas? que o carro dá mesmo em valetas suaves. De qualquer forma, o problema não é do carro, é das ruas inadequadas.

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VERSÕES ? Situado na faixa dos R$ 55 mil aos R$ 70 mil, o GLX 1.6 16V manual é a opção mais em conta. Já o 2.0 Exclusive automático é o mais caro e dispõe de 151 cavalos sob o capô. Ambas as motorizações são flexíveis, mas o motor menor não pode ser acompanhado de câmbio automático.

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MERCADO - Este francês fabricado na Argentina é inimigo do Ford Focus, Chevrolet Vectra GT, Volkswagen Golf, Nissan Tiida, Fiat Stilo, Honda Fit, Hyundai i30, Nissan Livina e Peugeot 307. Um novo concorrente acaba de chegar, o Kia Soul, que deve dar trabalho se a importadora da marca coreana der conta de abastecer as lojas e caprichar na publicidade. A chegada do Focus bicombustível também irá incomodar a partir do final do ano, mas o C4 é uma boa opção de compra na faixa dos R$ 55 mil, se você quer um carro moderno, elegante e recheado de equipamentos.

Saídas de ar com regulagem para o banco de trás. Quadro de instrumentos está no centro do painel

Saídas de ar com regulagem para o banco de trás. Quadro de instrumentos está no centro do painel

MEDIDAS ? O C4 tem 4,26 metros de comprimento, 1,77 m de largura e entreeixos de 2,6 m, o que garante bom espaço para os ocupantes, sensação realçada por conta dos para-brisas dianteiro e traseiro próximos das extremidades do veículo. O porta-malas, no entanto, não acompanha o conforto da cabine, com 320 litros de volume para bagagens. O tanque de combustível comporta 60 litros.

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Fiat Linea x Citroën C4 Pallas

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Fiat Linea e Citroën C4 Pallas travam duelo de estilo

Fiat Linea e Citroën C4 Pallas travam duelo de estilo (Fotos: Ulisses Cavalcante)

Treze. É a quantidade de bipes disparados toda vez que o motorista realiza uma “manobra não consentida” no sedã da Fiat. Para o Linea Dualogic, o termo significa que quem está ao volante tentou engatar uma marcha não adequada à situação. E, se você está aprendendo a usar o câmbio automatizado, acredite, vai ouvir esses silvos dezenas de vezes.

Sedãs são elegantes, mas Pallas tem porte maior

Sedãs são elegantes, mas Pallas tem porte maior

Este pequeno aborrecimento vem acompanhado de outro, também relacionado com a transmissão. Mas falaremos do câmbio adiante. Por enquanto, vamos conhecer o adversário. O Citroën C4 Pallas utiliza câmbio automático convencional, de quatro marchas, com opção de trocas manuais. Sua grande novidade é a recente adoção do motor 2.0 bicombustível.  Leva vantagem sobre o Linea por conta do torque maior, 21,6 kgfm a 4.000 rpm, contra 18,6 kgfm a 4.500 rpm. Mas fique atento ao consumo de combustível. Durante a avaliação do ZAP, a melhor média de gasto rodando com álcool foi de 5,5 km/l no trânsito carregado. Em São Paulo, considerando o álcool a R$ 1,37 e a gasolina a R$ 2,40, o custo por quilômetro rodado é praticamente o mesmo. Vale a pena ficar no combustível vegetal por conta das emissões menores, mas o alívio no bolso foi quase nulo à bordo do Citroën.

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APARÊNCIA - As fotografias mostram que os sedãs travaram um embate de estilo. O visual é destaque nos dois. Neste quesito, eles empatam em modernidade. O francês é mais imponente. No entanto, é preciso levar em conta que se trata de um carro ligeiramente maior. O Pallas tem 4,77 metros de comprimento, contra 4,56 m do Linea. Na largura, são 1,77 m e 1,73 m, na mesma ordem.

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Pusemos lado a lado o Linea Absolute (R$ 64.850) e C4 Pallas Exclusive (R$ 67.370). Nesta configuração, R$ 2.520 separam os dois. Vale lembrar que o Fiat Linea ainda pode vir na versão T-Jet, equipada com motor 1.4 Turbo. Neste caso, seu preço sobe para R$ 73.857. Mas, se você está pensando em custo-benefício, a opção intermediária dotada de propulsor 1.9 é a mais adequada. Desde dezembro do ano passado, o C4 ficou R$ 7.600 mais barato por conta da redução do IPI e descontos forçados pela crise financeira. O preço do Linea caiu R$ 3.800 no mesmo período.

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EQUIPAMENTOS - A lista de equipamentos de ambos é extensa. O Linea vem com direção hidráulica convencional. O Pallas dispõe de assistência elétrica ? ainda mais macia. Outra vantagem do francês é o volante com o centro fixo, que, além do visual bacana, concentra grande quantidade de funções, como o controle do som e controlador de velocidade. Ambos têm ar-condicionado digital. E mais uma vez o Citroën sai na frente: oferece ajustes de temperatura independentes para motorista e passageiro.

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Em comum aos modelos também estão o volante com regulagem de altura e profundidade, sensor de estacionamento, faróis automáticos, rodas de liga aro 16, air bag duplo, freios ABS, computador de bordo e iluminação no bagageiro.

O Linea oferece sistema de som mais completo, com entradas auxiliares, conexão Bluetooth e viva-voz para telefone. Só o Pallas vem com porta-luvas refrigerado.
Se você se interessar por opcionais, na minha opinião, esqueça o Blue & Me NAV da Fiat, que sai por R$ 1.087. O opcional é ruim de usar, pois a inserção de endereços é lenta e trabalhosa. E não há display que permite a visualização de mapas. Prefira usar o dinheiro para comprar um aparelho GPS comum.

Interior do Linea não é tão espaçoso quanto o modelo francês

Interior do Linea não é tão espaçoso quanto o modelo francês

MECÂNICA - O Fiat Linea é o primeiro sedã nacional a vir equipado com o câmbio automatizado. A Fiat inaugurou o equipamento com o Stilo, seguida pelo Chevrolet Meriva. A tecnologia ainda é recente e restrita. Mas deve se popularizar cada vez mais com a chegada de novos concorrentes. Ainda em 2009 a Volks lançará o Polo e Fox com o equipamento. A Fiat também terá o Punto automatizado.

Centro do volante do C4 Pallas é fixo. Conforto é o destaque do interior

Centro do volante do C4 Pallas é fixo. Conforto é o destaque do interior

Trata-se de uma caixa de câmbio comum, mas acoplada a um sistema que automatiza seu funcionamento, como uma transmissão automática. Se preferir, o motorista pode se encarregar de efetuar as mudanças, no modo manual, como um câmbio mecânico. A diferença é que basta um toque para frente ou para trás e as marchas são trocadas, sem que seja necessário usar a embreagem.

No Fiat Linea, nota-se que as passagens de marcha não são suaves em modo automático, diferentemente da caixa automática comum do C4 Pallas, cujas mudanças são quase imperceptíveis. O mesmo ocorre nas primeiras trocas manuais até o motorista pegar o jeito. Uma vez acostumado ao seu funcionamento, consegui evitar as oscilações na carroceria durante as mudanças de marcha.

Câmbio Dualogic (esq.) do Linea é novidade, mas a transmissão convencional do Pallas (dir.) é mais suave

Câmbio Dualogic (esq.) do Linea é novidade, mas a transmissão convencional do Pallas (dir.) é mais suave

Só não consegui me livrar da chateação de explicar aos manobristas como essa caixa de marchas funciona. Aqui no edifício do ZAP, em que o estacionamento utiliza os serviços destes profissionais, precisei orientar todos os funcionários. Como eles geralmente vão embora antes de mim, ora esqueciam de engatar o neutro, ora deixavam de acionar o freio de mão. Em uma semana rodando com o Linea, não houve um dia em que a alavanca foi deixada em ponto morto, acompanhada do freio acionado.

Quadro de instrumentos do Linea tem visual retrô

Quadro de instrumentos do Linea tem visual retrô

MERCADO - A redução do IPI fez bem aos dois sedãs. O carro agrada no trânsito, é confortável para viagens e está recheado de equipamentos. No entanto, por R$ 69.340 leva-se um Honda Civic para casa. Os R$ 4.490 que o separam é pouco para convencer os fãs do modelo japonês a trocá-lo pelo carro da marca italiana. O Pallas tem mais argumentos além do preço, como o porte imponente e jeitão de carro mais caro do que realmente é. Mas os dois são fortes candidatos frente aos R$ 70.504 por um Toyota Corolla XEi equipado com bancos de couro. Principalmente se você conseguir um desconto bom, se ameaçar os vendedores com uma visita às lojas dos japoneses.

Assista ao vídeo explicando o funcionamento do câmbio automatizado Dualogic

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Citroën C3 X-TR mantém o estilo e fica mais macio

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Mudanças no novo C3 foram tímidas com destaque para a grade do radiador e pára-choque da mesma cor no veículo na parte superior

Mudanças no novo C3 foram tímidas com destaque para a grade do radiador e pára-choque da mesma cor no veículo na parte superior

O novo C3 mudou pouco. Na rua, são poucas as pessoas que percebem a novidade. Aqueles que notam alguma diferença demoram a entender as mudanças. O ZAP colocou o modelo antigo ao lado do hatch renovado para que você veja melhor as alterações. Avaliamos a versão X-TR, a que mais recebeu inovações no visual.

Mesmo com visual aventureiro o X-TR permanece sem nenhuma vocação para o fora-de-estrada

Mesmo com visual aventureiro o X-TR permanece sem nenhuma vocação para o fora-de-estrada

A própria Citroën se encarregou da tarefa de manter o C3 X-TR longe da terra. Não se engane, apenas o visual é aventureiro, pois o carrinho não tem nenhuma habilidade lameira. Ao contrário, ele é baixo e o pára-choque raspa com facilidade, mas vamos falar disso mais adiante.

Primeiro vejamos as melhorias: A parte superior dos novos pára-choques está pintada na mesma cor da carroceria, enquanto a porção central ganhou o formato de um discreto quebra-mato. Mais uma vez: só o visual é robusto, pois a peça é feita de plástico ? a resistência é idêntica à de um componente comum. A grade do radiador também mudou, com destaque para o chevron (logotipo da marca), e recebeu um contorno cromado.

C3 renovado (dir.) ganhou pára-choque  com quebra-mato estilizado no centro e o logotipo ficou maior. Comparação com modelo anterior (esq.) evidencia mudanças

C3 renovado (dir.) ganhou pára-choque com quebra-mato estilizado no centro e o logotipo ficou maior. Comparação com modelo anterior (esq.) evidencia mudanças

Na cabine as mudanças são ainda mais sutis. Os bancos têm novos revestimentos e a manopla do câmbio ganhou acabamento de aço escovado. O X-TR 1.6 16V ficou mais completo, pois agora vem de série com ar-condicionado digital, faróis com acendimento automático e sensor crepuscular, que aciona automaticamente os limpadores do pára-brisa.

O novo C3 X-TR chega sem alterações no preço sugerido, a partir de R$ 44.290, com motor 1.4 bicombustível (82 cavalos), e R$ 48.980 na versão 1.6 16V (113 cv). Parte das mudanças promovidas não se pode ver. De acordo com a Citroën, a suspensão recebeu ajustes na regulagem das molas e na pressão dos amortecedores. A providência deixou o carro mais seguro em manobras bruscas e confortável ao passar por pisos irregulares.

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Para avaliar a alteração, convidamos uma proprietária do C3 X-TR ?antigo? para conhecer a novidade. ?A mudança na suspensão não é tão perceptível, mas dá para sentir que o carro está um pouco mais suave?, diz a arquiteta Luana de Araujo Rauter Vaz. ?Tive a sensação de sofrer menos com impactos quando o carro passa por uma lombada ou obstáculo na pista.?

As medidas do carro foram mantidas. São 3,85 m de comprimento, 1,66 m de largura e 1,51 m de altura. Rodando por São Paulo, foram frequentes as vezes em que a parte inferior do pára-choque dianteiro esbarrou em valetas, lombadas e desníveis na pista.

A manopla do câmbio ganhou acabamento de aço escovado e os assentos trazem novo revestimento

A manopla do câmbio ganhou acabamento de aço escovado e os assentos trazem novo revestimento

No interior, achei que os comandos têm difícil acesso, como a alavanca de regulagem do banco, que não é prática. Para um carro de quase R$ 50.000, senti falta de travamento automático das portas. Outro ponto negativo do X-TR é o sistema de som, igual ao do modelo anterior, com disqueteira para cinco discos e tecnologia Bluetooth, mas sem auxiliar para tocadores de MP3 e entrada USB.

Como pontos altos, o C3 X-TR tem o sistema de airbags duplos, computador de bordo, volante com assistência elétrica dotado de regulagem de altura e profundidade, boa visibilidade, porta-malas com capacidade para 305 litros e alerta sonoro de velocidade.

Novo C3 mantém o conforto e traz na versão X-TR a marca estampada no encosto de cabeça

Novo C3 mantém o conforto e traz na versão X-TR a marca estampada no encosto de cabeça

A grande mudança na nova linha ainda está por vir. Em outubro o novo Citroën C3 receberá câmbio automático nas versões 1.6 16V Flex. O conjunto será a mesma transmissão seqüencial de quatro marchas com opção de trocas manuais adotada no Peugeot 207.

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