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Ford apresenta o primeiro New Fiesta brasileiro

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Após desfilar pelas ruas sem disfarce, o Ford New Fiesta produzido no Brasil é apresentado oficialmente nesta segunda-feira (25). O ZAP Carros já havia flagrado o modelo enquanto era testado em fevereiro , mas, nesta manhã, a fábrica da marca em São Bernardo abriu as portas aos jornalistas especializados e convidados para marcar a produção da primeira unidade do compacto aqui.

Ford New Fiesta deve chegar às concessionárias em maio (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

Ford New Fiesta deve chegar às concessionárias em maio (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

O New Fiesta é o primeiro hatch global da marca a ser produzido no País e, para a sua produção, a montadora investiu R$ 800 milhões. A Ford ainda não divulgou os preços do modelo, mas afirma que ele veio para brigar com o Chevrolet Onix e Hyundai HB20. O compacto utiliza a mesma plataforma do EcoSport e deve chegar às concessionárias brasileiras a partir de maio.

Versão Titanium será equipada com transmissão PowerShift, ou seja, câmbio automático sequencial de seis velocidades e dupla embreagem (Foto: Divulgação)

Versão Titanium será equipada com transmissão PowerShift, ou seja, câmbio automático sequencial de seis velocidades e dupla embreagem (Foto: Divulgação)

A configuração apresentada à imprensa é a topo de linha, ou seja, a versão Titanium. Ela é equipada com motor flex 1.6 Sigma TiVCT com duplo comando de válvulas, fabricado em Taubaté, em São Paulo. A transmissão desta opção é automática de dupla embreagem. Este modelo conta com a tecnologia multimídia SYNC, que tem display em LCD, sistema de som, entrada USB e conexão com o celular.

A versão que será a mais cara da linha New Fiesta irá oferecer sete airbags (inclusive um para o joelho do motorista), controle de tração, assistente de partida em rampa, direção hidráulica e suspensão calibrada para rodagem no Brasil. A marca afirma que o hatch recebeu a classificação A, que é a nota máxima, nos testes de economia e eficiência energética do INMETRO/CONPET.

New Fiesta é o segundo carro global produzido pela Ford no Brasil. O primeiro foi o Ecosport, que começou a ser fabricado aqui no ano passado

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Por R$ 92.990, Ford Fusion ganha motor flex 2.5 como modelo de entrada

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Após a chegada do Ford Fusion com propulsor Ecoboost no final do ano passado, a marca apresenta agora o modelo com motor flex 2.5, que chega ao mercado brasileiro por R$ 92.990 como carro de entrada da linha.

Ford Fusion com motor flex 2.5 custa R$ 92.990 e traz somente teto solar como opcional, por R$ 4 mil (Fotos: Divulgação)

Ford Fusion com motor flex 2.5 custa R$ 92.990 (Fotos: Divulgação)

A marca está apostando neste tipo de motor no Brasil. O propulsor flex que equipa o Fusion é uma variação do trem de força da Ranger. Ele foi desenvolvido exclusivamente para o mercado brasileiro e tem bloco e cabeçote de alumínio, o que contribui na redução de peso, de acordo com a Ford. O Duratec de 4 cilíndros conta também com comando variável de abertura de válvulas de admissão (iVCT) e recebeu a adição de uma bobina de ignição por cilindro.

Ao todo são 4,87 m de comprimento, 1,91 m de largura, 2,85 m de entre-eixos e 1,48 m de altura, em um veículo que pesa 1.572 kg

Ao todo são 4,87 m de comprimento, 1,91 m de largura, 2,85 m de entre-eixos e 1,48 m de altura, em um veículo que pesa 1.572 kg

Apesar do trem de força ser 2.5, enquanto a versão Titanium é 2.0, o Fusion Flex perde 65 cv, oferecendo potência nesta configuração de 175 cv, quando abastecido com etanol, a 6.000 rpm. O torque de 24,16 kgfm a 4.500 rpm é maior do que seu rival Hyundai Sonata 2.4, (R$ 105 mil, disponível apenas a gasolina), que tem força de 23,3 kgfm a 4.000 rpm.

Assim como a versão Titanium, a opção Flex é equipada com câmbio automático de seis marchas, mas a configuração bicombustível não oferece paddle shift. De acordo com Eduardo Barreto, gerente de Engenharia da montadora, a direção elétrica também foi recalibrada para possibilitar uma melhor resposta.

O Ford Fusion oferece garantia de 3 anos

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Quem adquire um sedã premium faz questão da presença de equipamentos de segurança e conforto, e nisso o Fusion se garante. Mesmo sendo o modelo de entrada da linha, ele é bastante completo. Seu único opcional continua sendo o teto solar, que custa R$ 4 mil. O modelo já sai de fábrica com bancos, volante e manopla do câmbio em couro, sistema de navegação com comando de voz, ar condicionado individual para passageiro e motorista, bancos dianteiros aquecidos, ajuste de altura e profundidade da coluna de direção e assento, oito air bags (frontais, laterais, cortina e joelhos), piloto automático e computador de bordo, entre outros.

Motor flex 2.5 foi produzido com bloco e cabeçote de alumínio e quatro válvulas por cilindro

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Na pista - Dirigir o Fusion Flex é uma atividade prazerosa, devido ao seu conforto interno e desempenho bastante eficiente. O ZAP Carros avaliou o modelo com novo motor em um percurso de aproximadamente 100 km. Na estrada, o sedã se comportou muito bem em arrancadas e ultrapassagens. Durante trechos de subida, o sedã da Ford exibiu seu torque com muita garra, sem demonstrar o menor cansaço. Aos 100 km/h foi possível observar que o ponteiro não passava dos 2.000 giros.

Fusion tem direção elétrica, freios ABS, assistente de partida em rampa, câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro e faróis com acendimento automático

Fusion tem direção elétrica, freios ABS, assistente de partida em rampa, câmera de ré, sensor de estacionamento traseiro e faróis com acendimento automático

A nova suspensão traseira - a Ford afirma que ela seja 15% mais rígida que a versão anterior - garante conforto aos passageiros. Os pneus foram otimizados para melhorar a estabilidade. Enquanto as rodas da versão Titanium são de 18″, as do Flex são 17″.

O modelo não recebeu alterações no visual em relação à versão Titanium apresentada em outubro. Apesar de seus 4,87 metros de comprimento, o sedã oferece boa visibilidade ao motorista. Encontrar uma boa posição de dirigir também é muito fácil no Fusion, devido ao seu ajuste de 10 posições e três memórias. Tanto o motorista quanto quem pega carona no sedã encontra a oportunidade de se acomodar confortavelmente; são 1.125 milímetros de espaço para as pernas na parte dianteira e 973 mm para as pernas de quem senta atrás. O enorme porta-malas tem capacidade de 514 litros.

Sedã é completo e oferece somente teto solar como opcional, por R$ 4 mil

Sedã é completo e oferece somente teto solar como opcional, por R$ 4 mil

A ausência de paddle shift na coluna de direção desta versão faz falta, mas quem desejar trocar as marchas manualmente pode fazê-la através do botão na alavanca do câmbio, quando estiver dirigindo em modo S (esportivo). A transmissão automática que o Fusion oferece é bastante suave e as trocas são praticamente imperceptíveis.

Para completar a linha, entre maio e junho a Ford irá trazer ao Brasil o Fusion Hybrid, com motor elétrico 2.0.

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Novo Ford EcoSport ganha versões automatizada e com tração integral

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A Ford apresentou nesta segunda-feira (3) duas novas versões do EcoSport, a automatizada (PowerShift) e a 4×4 (4WD). O modelo, que é feito em Camaçari (BA) e começou a ser revelado em janeiro deste ano, é o primeiro de fabricação nacional com sistema de dupla embreagem. A opção que dispensa o pedal da embreagem custa R$ 63.390 (na configuração SE) e R$ 70.890 (na Titanium). Já a com tração integral parte de R$ 66.090  e está disponível apenas com acabamento da versão FreeStyle.

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Novo EcoSport automático chega em janeiro (Fotos: Divulgação)

Novo EcoSport automático já está nas lojas (Fotos: Divulgação)

As duas novidades são equipadas com motor 2.0 Duratec Flex. A potência, quando abastecido com etanol,  é de até 147 cv na 4WD e de até 146 cv na PowerShift. O torque (com o mesmo combustível) é de 19 kgfm a 4.250 rpm, em ambos.

O modelo 4×4 só é oferecido com câmbio manual de seis velocidades e pesa cerca de 100 kg a mais do que a versão 4×2. A PowerShift traz o sistema de transmissão automatizada de seis marchas, com dupla embreagem, o que permite trocas de modo mais rápido, sem trancos.

Versão 4WD só está disponível em uma opção de acabamento

Versão 4WD só está disponível em uma opção de acabamento, que chega às lojas em janeiro

O EcoSport Powershift SE inclui entre seus equipamentos assistente de partida em rampa, controle de estabilidade e tração, assistência de frenagem de emergência, faróis de neblina e rack de teto. Como os demais modelos da linha, traz também air bag duplo, freios ABS, SYNC Media System com Bluetooth e comandos de voz, ar-condicionado, direção elétrica, vidros, travas e espelhos elétricos e volante com regulagem de profundidade e altura.

Modelo de câmbio automatizado tem dupla embreagem

Modelo de câmbio automatizado tem dupla embreagem

O modelo PowerShift Titanium oferece como itens adicionais: grade cromada, rodas de liga leve aro 16, ar-condicionado digital, sistema de acesso inteligente e partida sem chave, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, sensor de estacionamento e retrovisor eletrocrômico. Dispõe ainda da opção de air bags laterais e de cortina e bancos de couro, por R$3.700.

De acordo com a Ford, o modelo PowerShift é capaz de fazer até 11,8 km/l na estrada, com gasolina. Já a versão 4x4 pode marcar até 10,9 km/l, nas mesmas condições

De acordo com a Ford, o modelo PowerShift é capaz de fazer até 11,8 km/l na estrada, com gasolina. Já a versão 4x4 pode marcar até 10,9 km/l, nas mesmas condições

VOLTA NO SUV - O utilitário de câmbio automatizado apresenta boa dirigibilidade e firmeza no que faz. A direção com assistência elétrica facilita as manobras, pois quando está em baixa velocidade o volante é macio e não exige esforço do motorista; quando o veículo atinge alta velocidade (acima dos 100 km, por exemplo) ele fica mais rígido, aumentando a sensação de segurança. O melhor é o sistema de dupla embreagem que realiza trocas com mais rapidez e de maneira suave, agilizando o desempenho do Eco na pista.

No entanto, o peso (1.691 kg) dificulta o modelo na hora de ganhar velocidade. Em certos momentos, o motor 2.0 parece não ter fôlego para impulsionar o SUV, principalmente quando o ar-condicionado está ligado e há uma subida pela frente. Mas com paciência, ele vai!

A suspensão é equilibrada e se sai bem em qualquer situação. Na versão 4×4, por exemplo, mesmo nos trechos mais esburacados, não é preciso tirar o saco de enjoo do bolso. Nas curvas, a carroceria não rola e os pneus 205/65 R15 agarram o asfalto. No trecho off-road, na unidade testada, foi possível ouvir ruídos da roda esquerda da frente. Sem uma avaliação técnica, não foi possível descobrir realmente o que era, porém o barulho era alto e incomodava.

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“Para entender o novo Fusion é preciso desligar tudo que se sabe sobre o antigo modelo”, afirma o vice-presidente da Ford no Brasil, Rogelio Golfarb, durante a apresentação da segunda geração do sedã de luxo da marca. O modelo, que estará no Salão de São Paulo, é outro veículo. A plataforma (agora global) e o motor são novos, assim como todo o restante, conforme também enfatiza o gerente de Marketing da fabricante nos Estados Unidos, Antônio Baltar, “não há nenhuma peça do Fusion anterior”.

A novidade recebe quatro versões (destas, três são motores diferentes). São elas: SE Duratec 2.5 16V flex, Titaninum Ecoboost 2.0 turbo FWD, Titanium Ecoboost 2.0 turbo AWD e Titanium 2.0 Hybrid - todas equipadas com câmbio automático de seis velocidades. Por ora, a marca oferecerá pré-venda (lote de 400 unidades até dezembro) apenas da configuração Titanium com propulsor Ecoboost 4×4, por R$ 112.990. O restante da linha será lançado em março (motor bicombustível e 2.0 turbo FWD) e abril (opção híbrida). A antiga geração oferecia dois tipos de trem de força: o 2.5 16V e 3.0 V6 24V.

Com novo motor Ecoboost, o modelo tem melhor desempenho do que o V6 antecessor

Com novo motor Ecoboost, o modelo tem melhor desempenho do que o V6 antecessor (Fotos: Divulgação)

O visual ficou mais jovem e robusto, com um toque de esportividade - características marcantes pelos vincos no capô, spoiler traseiro,duplo escapamento traseiro, lanternas de LED, entre outras linhas do design. Por dentro, o luxo permanece, com um layout mais tecnológico - controles do sistema de rádio, navegador e ar-condicionado são sensíveis ao toque. O espaço interno continua a impressionar e os números mostram que ele melhorou ainda mais. Em relação ao seu antecessor, ele ficou 3 cm mais alto, 3 cm mais comprido e 13 cm mais largo no entre-eixos. O conforto é garantido pelo ajuste elétrico dos bancos dianteiros, com aquecimento e acabamento em couro. O porta-malas foi prejudicado e perdeu 60 litros de capacidade.

Versão Ecoboost 4x4 será a primeira a chegar no País

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O novo Fusion não agrada apenas no olhar, ele tem conteúdo e muita potência. Além de recheado de itens de série, ele surpreende pelas inteligentes tecnologias a bordo. São diversas, mas podemos citar, por exemplo, o sistema de chave que o motorista pode limitar a velocidade , o volume do som e o alerta da falta do cinto de segurança, quando emprestar o carro para outro condutor. Há também piloto automático com alerta de colisão, como em carros da Audi, ele mantém a distância segura do carro da frente. Sistema de monitoramento de pontos cegos, auxiliar de manutenção de faixa de rolamento (alerta quando muda de faixa, sem seta), sensores de estacionamento, Park Assist (carro estaciona em vagas paralelas sozinho), controles de estabilidade e de tração e abertura das portas com código são outros equipamentos que fazem parte da realidade do sedã.

Segunda geração é recheada de tecnologia

Segunda geração é recheada de tecnologia

O novo trem de força (Ecoboost) é uma receita que deu certo e merece aplausos. O 2.0 com turbo compressor, injeção direta e duplo comando de válvulas variável é capaz de render até 240 cv (3 cv a menos do que o antigo Fusion V6) a 5.500 rpm e gerar 34,69 kgfm (4 kgfm a mais do que seu antecessor) de torque a 3 mil giros. Ou seja, com um motor menor, ele tem um ótimo desempenho e é mais econômico. Segundo a fabricante, são 15% a menos de emissões, 20% menos gastão com combustível e uma melhora de 15% no desempenho, em relação ao motor convencional.

BREVE AVALIAÇÃO - A segunda geração promete fazer sucesso no nosso mercado. Pelo preço e recheio que oferece, ele faz bonito perto dos rivais VW Passat, Toyota Camry e Hyundai Azera. Infelizmente, não conseguimos aproveitar todo seu desempenho, pois a área do teste estava cercada de radares que não permitiam conhecer a fundo o novo Ecoboost. Porém, foi possível notar que o silêncio na cabine foi aprimorado, o rodar é macio e as arrancadas são rápidas.

De acordo com a montadora, ele faz de 8,1 km/l na cidade e 10,9 na estrada. A ergonomia agrada, assim como o conforto e espaço traseiro. O motorista sente o carro na mão o tempo todo. É possível, inclusive optar pela condução manual por meio de borboletas atrás do volante. Pelas ruas que passamos não houve sufoco com a suspensão, que só mostrou bons comentários dos passageiros. Nas pequenas oportunidades de arrancadas, ele desperta seu 2.0 turbo feroz e ansioso para mostrar trabalho. Ele tem “sede” de asfalto.

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Ford Ecosport tem a mesma plataforma do New Fiesta e duas opções de motores: 1.6 e 2.0 (Fotos: Divulgação)

Ford EcoSport tem a mesma plataforma do New Fiesta e duas opções de motores: 1.6 e 2.0 (Fotos: Divulgação)

Quem já ocupou o primeiro lugar não se acostuma fácil com o segundo degrau do pódio. Foi o que aconteceu com o Ford EcoSport, que fechou 2011 liderando a primeira posição entre os SUVs mais vendidos do Brasil e teve que assistir seu rival Renault Duster (lançado em outubro do ano passado) ganhar mercado, conquistando o título de mais comercializado da categoria no primeiro semestre de 2012, segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores). A montadora americana deixou clara a sua preocupação e, desde o início do ano, organizou diversos eventos para mostrar um pouco do carro, muito antes de ele ser lançado oficialmente, como uma maneira de tentar convencer o consumidor de que valeria a pena esperar pela novidade. E eis que acaba a mistério. A marca apresentou neste final de semana (04 e 05) a segunda geração do jipinho e anunciou o começo das vendas para setembro.

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A plataforma é a mesma do New Fiesta, assim como o motor Sigma 1.6 Flex, que agora também está disponível na versão de entrada do SUV, que parte de R$ 53.490. A outra opção de propulsor é o Duratec 2.0, que também pode ser abastecido com álcool ou gasolina e tem preço inicial de R$ 62.490.

SUV manteve o estepe na tampa do porta-malas

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São quatro versões de acabamento: S, SE, Freestyle e Titanium, todas com câmbio manual de cinco marchas. A montadora promete apresentar em outubro, no Salão Internacional de São Paulo, na capital paulista, o modelo com transmissão automática. Já a chegada do SUV 4×4 está prevista somente para o final do ano.

A competição com o Duster, em termos de preço, deixa o SUV da Renault em vantagem, já que a versão de entrada do modelo francês custa R$ 48.170 (R$ 5.320 a menos do que o EcoSport). Porém, em relação à potência, os dois carros conversam de igual para igual: 115 cavalos na configuração 1.6. Já com o motor 2.0, o EcoSport ganha por 5 cv a mais em relação ao concorrente e traz 147 cv. Com esta motorização, o jipinho desenvolve torque de 19,68 kgfm, enquanto o 1.6 gera 15,90 kgfm.

Retrovisor está preso na porta do carro

Retrovisor está preso na porta do carro

Se o EcoSport perde para o Duster em preço, ele ganha em estilo e segurança. O carro de entrada da Ford traz air bag duplo e freios ABS, além dos itens que o rival também traz, como ar condicionado, trava e vidros dianteiros elétricos. A marca não divulga qual é sua expectativa de venda para o modelo, mas estima que a Freestyle deverá ser a mais vendida. Esta configuração vem, além dos equipamentos citados acima, com rodas de liga leve de 16 polegadas, faróis de neblina, sensor de estacionamento, assistente de partida em rampa e controle eletrônico de estabilidade e tração, por R$ 59.990. Para acrescentar banco de couro e air bags laterais e de cortina nesta configuração o consumidor terá que pagar R$ 3.700 a mais.

Segundo a fabricante, preço das revisões ficará 7,5% mais barata do que a geração anterior

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Dirigindo o EcoSport - A reportagem do ZAP Carros pôde avaliar tanto o modelo 1.6 quanto o 2.0, nas versões Freestyle e Titanium, respectivamente, e ambas agradaram. Apesar da caixa de transmissão estar um pouco dura na unidade 2.0 que foi testada, o motor respondeu bem aos comandos do motorista, assim como na configuração 1.6.

Sim, a versão 2.0 oferece melhores retomadas, mas o 1.6 também respondeu muito bem ao acelerador. A configuração com menor motor, de acordo com a Ford, gera 80% do torque a 2.200 rpm, ou seja, ele entrega muita força em baixas rotações. Além disso, ele é mais econômico, o que justifica a escolha pelo modelo 1.6. A montadora divulgou somente o consumo do EcoSport 1.6, que em trecho urbano é de 7,0 km/l (abastecido a álcool) e 12,4 km/l (a gasolina). Já na estrada, a promessa é de que ele faça 8,4 km/l (álcool) e 12,2 km/l (gasolina).

O interior do SUV faz par com o design exterior. As linhas do painel são bem marcadas, mas a montadora ainda tem muito o que melhorar em relação ao acabamento. Foi possível encontrar rebarbas nos dois carros testados e o teto de ambas se mostrou bastante frágil ao toque. O compartimento para guardar óculos também passou a impressão de que estava mal encaixado, o que também pôde ser verificado em outros detalhes de finalização da porta. No entanto, o material utilizado no painel é de boa qualidade e o ar-condicionado, apesar de um pouco barulhento, funciona muito bem.

Maçaneta do porta-malas está integrada na lanterna traseira

Maçaneta do porta-malas está integrada na lanterna traseira direita

Quanto à direção, só há elogios. O motorista encontra uma posição adequada facilmente com a ajuda do ajuste manual de altura do banco e volante. A direção elétrica, presente em todas as versões do EcoSport, é uma grande vantagem em relação ao Duster. A manobra fica muito mais fácil e ela oferece muito mais prazer ao dirigir.

Versão topo de linha, a Titanium, tem sistema key less, que permite acesso ao carro e partida sem chave

Versão topo de linha, a Titanium, tem sistema key less, que permite acesso ao carro e partida sem chave

As versões testadas trazem controle eletrônico de estabilidade e de tração, o que aumenta a sensação de segurança em curvas e em alta velocidade. Nenhuma das configurações apresentou rolagem na carroceria em todo o trecho percorrido (cerca de 200 km).

O novo EcoSport é um pouco maior do que a geração anterior em altura (1,69 metros) e entre-eixos (2,52 m), o que confere mais conforto aos passageiros. O comprimento (4,24 m) e a largura (2,05 m) não receberam grandes alterações. Os assentos permitem que todos fiquem à vontade dentro do carro, tanto quem senta na frente quanto atrás. Todos os equipamentos necessários ao motorista estão à mão e o computador de bordo é bastante intuitivo.

Porta-malas do Ecosport tem capacidade de 362 litros, enquanto o de seu rival Renault Duster tem 475 l

Porta-malas do EcoSport tem capacidade de 362 litros, enquanto o de seu rival Renault Duster tem 475 l

Confira a lista de preços do novo Ecosport:

- Ford EcoSport 1.6 S - R$ 53.490
- Ford EcoSport 1.6 SE - R$ 56.490
- Ford EcoSport 1.6 Freestyle - R$ 59.990
- Ford EcoSport 2.0 Freestyle - R$ 62.490
- Ford EcoSport 2.0 Titanium - R$ 70.190

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