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Novo Hyundai Tucson é apresentado na Coreia

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Hyundai Tucson

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O novo Tucson já foi apresentado aos coreanos. Naquele país, seu nome será Tucson ix.

Na Europa e Ásia terá duas opções de motor, diesel (186 cv) ou gasolina (168 cv), e transmissão automática de seis velocidades. A versão a gasolina só terá configuração 4×2 com tração dianteira. Na Coreia, o Tucson renovado será vendido por cerca de R$ 30.000.

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Hyundai i30 faz sua estreia no Brasil

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Hyundai i30. Este é o mais novo jogador da marca sul coreana que entra em campo para disputar o mercado de hatches médios no Brasil. O modelo, com motor 2.0 16V, a gasolina, de 145 cv a 6.000 rpm, terá cinco versões e seus preços sugeridos partem de R$ 54 mil (na mais simples, com câmbio manual de cinco marchas) e chegam a R$ 72 mil (na topo de linha, com transmissão automática de quatro velocidades). No entanto, a marca informa que a única configuração nas vitrines é a GLS com câmbio automático, tabelada em R$ 69.900. As demais devem chegar aqui até o fim do ano.

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Bem equipado, o carro quer driblar seus adversários e partir para o ataque com estimativa de venda de 2 mil unidades por mês. Seus principais concorrentes são: Chevrolet Vectra GT, Citroën C4, Peugeot 307, Ford Focus, Fiat Stilo e Nissan Tiida. Sendo assim, o jogo será duro, já que a novidade não é bicombustível e todos os rivais serão ainda este ano - o Ford está prestes a ganhar o propulsor 2.0 flexível do EcoSport.

Com design alemão e fabricação coreana, o hatch tem visual esportivo, mas o desempenho nem tanto. Quem ainda não andou no modelo, mas já conhece o Tucson, pode ter uma noção do que a novidade proporciona. Apesar do i30 trazer 2 cv a mais, ambos têm o mesmo propulsor. O torque no hatch é de 19,4 mkgf a 4.500 rpm, segundo a Hyundai.

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MATA-MATA - São 4,23 metros de comprimento (5 cm a menos que o Vectra GT), 1,77 m de largura (1 cm a mais que o C4), 1,48 de altura (1 cm mais baixo que o Focus) e entreeixos de 2,65 m (5 cm a mais que o Stilo). O bagageiro leva 360 litros (60 litros a menos que o 307). Medidas que garantem conforto suficiente para cinco pessoas.

A versão que já está nas lojas traz de série  itens como duplo airbag, ar-condicionado digital, direção elétrica, rodas de 17?, controle eletrônico de estabilidade (ESP), freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e teto solar, além da garantia de cinco anos. Com os mesmos equipamentos, o i30 manual sai por R$ 63 mil.

A configuração top, que será importada somente com câmbio automático, acrescenta bancos de couro e outros quatro airbags. Já a básica automática custará R$ 58 mil.

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VOLTINHA - Durante um test-drive mais do que rápido na pista de teste da Pirelli, em Sumaré (SP), no modelo que está à venda, foi possível notar que, apesar de o desempenho não ser ruim, as respostas do acelerador são lentas. Isso acontece porque o câmbio automático tem apenas quatro marchas de relações longas.

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O consumidor que gosta de organização e optar pelo hatch encontrará vários porta-objetos e os passageiros do banco de trás contam com três apoios de cabeça. O veículo também oferece ampla visibilidade ao motorista. A posição de dirigir é confortável graças aos ajustes (manuais) nos bancos e na direção. O acabamento é bom, não apresenta rebarbas, e a iluminação do painel e do console é em azul, semelhante a dos modelos Volkswagen. Num cardápio variado de cores, todas as versões só oferecem as tonalidades preta e prata.

Vale lembrar que o i30 deixará de ser filho único até o fim do ano. Vem aí a perua i30 CW (Cross-Wagon) que promete conciliar a mecânica do hatch médio com espaço extra no porta-malas.

(Reportagem: Thalita Real)

Hyundai i30 vem com armas para brigar

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Quando começar a chegar às lojas da Hyundai, agora no mês de maio, o sul-coreano i30 será uma boa alternativa no mercado de hatches médios, que vive fase de ebulição.

(Fotos: Divulgação)

(Fotos: Divulgação)

Por R$ 54 mil, ele entregará um conteúdo bem competitivo, com motor 2.0 16V, câmbio manual de cinco marchas, boa oferta de equipamentos de série e cinco anos de garantia. A versão avaliada pelo JC, com transmissão automática de quatro marchas, sairá por R$ 58 mil.

Além disso, o desenho chama a atenção, com belas dobras na carroceria, como no capô, nas laterais e na tampa traseira, que é ladeada por grandes lanternas trapezoidais.

O maior pecado do i30 é não ser bicombustível, ao contrário dos principais rivais no País: Citroën C4 2.0 (R$ 56.300), Fiat Stilo 1.8 (R$ 50.895) e VW Golf 2.0 (56.140). Outro concorrente que atualmente só bebe gasolina é o novo Focus 2.0 (R$ 55.015), mas o modelo da Ford deve virar flexível no próximo semestre.

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De todo o modo, o propulsor do Hyundai - já conhecido no Tucson - é bem competente. Com 143 cv de potência e torque de 19 mkgf, ele tem fôlego e faz o carro andar bem. Isso encobre quase totalmente as limitações de o câmbio ter apenas quatro marchas e de não haver trocas sequenciais. E, de acordo com as médias registradas no computador de bordo, o consumo de combustível é bem razoável.

Independente nas quatro rodas, com braços múltiplos atrás, a suspensão proporciona um bom equilíbrio entre conforto e esportividade. Mas o rodar em pisos irregulares pode ser um pouco chacoalhante, devido ao pneus de perfil baixo (225/45), montados em belas rodas de 17″ com acabamento polido.

Outro ponto alto do i30 é a amplitude interna. Atrás, o espaço é ótimo para pernas e ombros. O modelo pode acomodar três pessoas no banco traseiro com relativo conforto.

Entre os itens de série, há air bag duplo, ar-condicionado, controle de estabilidade, direção elétrica, freios a disco nas quatro rodas com ABS, toca-CDs e trio elétrico. De opcional, só o teto solar, por mais R$ 4 mil.

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Hyundai Tucson x Honda CR-V

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Honda CR-V e Hyundai Tucson, ambos na versão 4x2, foram feitos para ficar no asfalto

Honda CR-V e Hyundai Tucson, ambos na versão 4x2, foram feitos para ficar no asfalto (Fotos: Ulisses Cavalcante)

O Hyundai Tucson é o utilitário urbano mais vendido de seu segmento, cujo preço se encontra na faixa dos R$ 90.000. Entre janeiro e julho deste ano, 11.997 pessoas levaram um para casa. O preço pode parecer elevado, pois parte de R$ 86.500 na versão GL automática, mas este coreano tem feito sucesso justamente pelo bom custo-benefício. Além disso, a alta procura pelo carrão tem favorecido a revenda.

Apesar do tamanho, visibilidade traseira é boa nos dois modelos

Apesar do tamanho, visibilidade traseira é boa nos dois modelos

Todo esse dinheiro, no entanto, não é suficiente para que o modelo venha equipado de fábrica com freios ABS. Para contar com o recurso, é preciso migrar para a versão GLS, que também traz ar-condicionado com regulagem digital, controle de cruzeiro e pintura nos retrovisores externos. O valor, no entanto, salta para R$ 94.990. Por este preço ele encontra um rival forte, o Honda CR-V LX, que sai por R$ 94.500. Feito no México, o crossover da marca japonesa ainda não conseguiu desbancar o adversário, mas tem armas para deixar com inveja os donos de Tucson. Vamos ver quais são.

Visual do Honda CR-V melhorou muito na terceira geração

Visual do Honda CR-V melhorou muito na terceira geração

O primeiro trunfo está debaixo do capô. O motor 2.0 16V gera 150 cavalos a 6.200 rpm e torque de 19,4 kgfm a 4.200 rpm. Esses números superam o coreano, que tem 142 cv e 18,8 kgfm, mas, na prática, faz diferença? Não. Ambos oferecem ótimas respostas ao acelerador. O Tucson, inclusive, demonstra mais disposição em baixa rotação, o que facilita sair na frente dos outros carros no trânsito pesado. Em compensação, gera mais ruído dentro da cabine. Já o motor do japonês funciona de forma mais suave e silenciosa. Isso nos leva à transmissão. O Hyundai tem o bem-vindo câmbio seqüencial, que permite trocas manuais, mas tem quatro marchas. Já o Honda dispõe apenas de bloqueio de marcha, mas oferece cinco velocidades. E é por isso que ele apresenta mais suavidade de funcionamento para os ocupantes ? e que se traduz em conforto.

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Falando em conforto, o interior do Honda CR-V impressiona mais que o adversário. Os dois são completos, oferecem alto nível de acabamento, mas o Tucson tem poucos mimos para um carro de mais de R$ 90 mil. O modelo japonês, ao contrário, é mais sofisticado por usar plásticos com acabamento prateado, detalhes cromados e texturas diferenciadas. Os assentos do CR-V vem com espumas densas e oferecem melhor suporte ao corpo.

Honda CR-V tem painel sofisticado, com botões acessíveis - mais moderno que o rival

Honda CR-V tem painel sofisticado, com botões acessíveis - mais moderno que o rival

O mesmo vale para a suspensão do Honda, bem mais firme que a do Tucson ? cujo ajuste lembra o estilo macio dos carros americanos. Enquanto o comportamento dinâmico do Honda se assemelha ao de  um carro de passeio, o Tucson requer mais cautela nas curvas por conta do curso longo dos amortecedores. Em compensação, o coreano agrada mais em piso acidentado. Na cidade, a suspensão macia também traz vantagens para os ocupantes. A tração dos dois é apenas nas rodas dianteiras, mas as versões mais sofisticadas têm opção 4×4.

Painel do Tucson tem aparência simples, mas utiliza materiais de boa qualidade

Painel do Tucson tem aparência simples, mas utiliza materiais de boa qualidade

O Honda CR-V é 19,5 cm mais comprido que o Tucson, mas cinco centímetros mais baixo. Esse porte é uma das razões para a maior disparidade entre os dois, o tamanho do porta-malas. De acordo com as empresas, o CR-V comporta 1.011 litros de volume e o Tucson, 644 l. Em compensação, o coreano permite a abertura independente do vidro traseiro. No japonês só é possível abrir a tampa toda para ter acesso ao compartimento de carga.

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O design do Tucson é bastante cativante, mas já é possível esperar mudanças para breve, pois o utilitário foi lançado na metade de 2005. Por conta de seu sucesso no país, a Hyundai também estuda a possibilidade de produzi-lo no país, o que deve reduzir ligeiramente o preço do veículo (e aumentando ainda mais sua competitividade). O CR-V leva vantagem pelo melhor pacote e desenho moderno. A tabela de vendas dos dois, no entanto, revela que o consumidor destes carros também pensa muito em preço menor e facilidade de revenda. Nisto o Tucson continua na frente.

Sistema de abertura do vidro traseiro do Tucson facilita o acesso ao compartimento de carga

Sistema de abertura do vidro traseiro do Tucson facilita o acesso ao compartimento de carga

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