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Avaliação: JAC J2 agrada pela eficiência do motor

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Jac J2 tem o mesmo motor 1.4 que equipa o J3 (Fotos: Olivia Caires/ZAP Carros)

Jac J2 é equipado com o mesmo do J3, o 1.4 VVT 16V, de 108 cv (Fotos: Olivia Caires/ZAP Carros)

Lançado no final do ano passado (leia matéria aqui), o JAC J2 tem dois atrativos que agradam os motoristas que moram na cidade grande: seu tamanho é perfeito para encontrar vagas facilmente e ele se comporta bem no trânsito. É aquele modelo bom para ir ao trabalhar todo dia, sem muita pretensão e tampouco necessidade de carregar muita bagagem no porta-malas. O “urbaninho” é o carro de entrada da marca chinesa e custa R$ 31.990.

Compacto tem o mesmo motor que o J3, o 1.4 VVT 16V, de 108 cv (Fotos: Olivia Caires/ZAP Carros)

Modelo é oferecido com câmbio manual de cinco marchas

Ao entrar no J2, a sensação é de que ele é um carro frágil e este sentimento é reforçado ao se deparar com o excesso de plástico presente no interior do carro. No entanto, ele esconde sob o capô um motor potente para acelerar o seu peso leve (915 quilos, ele não chega a ter 1 tonelada). O propulsor é o mesmo que equipa o J3, ou seja, o 1.4 VVT 16V, de 108 cv. O torque de 14,07 kgfm está disponível aos 4.500 giros e é mais forte quando comparado ao concorrente Fiat Uno, que parte de R$ 28.090, nesta mesma motorização. O modelo rival tem força de até 12,5 kgfm a 3.500 rpm.

J2 tem rodas em liga de alumínio 14"

Modelo mede 3,53 metros de comprimento, 1,64 m de largura e tem 1,47 m de altura

Enquanto a direção do J2 se mostra bastante confortável nas ruas da cidade, na estrada não é bem assim, já que ele não demonstra muita estabilidade em alta velocidade. A partir dos 100 km/h, ele começa a “balançar” um pouco, o que não oferece tanta confiança aos passageiros. O motorista sente o vento enfrentar o compacto e não fica tão à vontade para acelerar muito mais. Mas, se for ousado e mantiver essa velocidade, perceberá que a rotação não chegará aos 3.000 rpm.

Compacto é equipado com sensor de estacionamento traseiro

Compacto é equipado com sensor de estacionamento traseiro

Oar-condicionado se destaca por resfriar rapidamente o ambiente. O jato frio que sai do climatizador é bastante potente e não é preciso colocá-lo na temperatura máxima em dias mais quentes, pois ele já dá conta do recado nas primeiras posições.

A suspensão do hatch poderia ser mais firme. Em pisos irregulares os passageiros não são poupados e sentem o impacto de buracos. O câmbio manual de cinco marchas é macio e as trocas são realizadas de maneira suave, sem problema de encaixe.

Porta-malas tem capacidade para somente 121 litros

Porta-malas tem capacidade para somente 121 litros

Como o J2 é compacto, não dá para exigir tanto de seu espaço interno. Seu entre-eixos mede 2,39 metros, portanto não há muita área livre entre as pernas do passageiro do assento traseiro e o encosto do banco do motorista (caso um dos dois tenha mais do que 1,70 m sofrerá com a falta de espaço). A visibilidade que o hatch oferece é muito boa, assim como a posição de dirigir.

Apesar de completo, J2 oferece um buraco no lugar do porta-luvas

Apesar de bem equipado, J2 oferece um buraco no lugar do porta-luvas

A unidade avaliada não apresentou rebarbas, mas, para compensar o excesso de plástico frágil no acabamento, o J2 sai da fábrica bem equipado. Ele oferece itens de série como conjunto de vidros, travas e retrovisores elétricos, desembaçador, faróis de neblina, air bag, freios ABS, direção elétrica, sensor de estacionamento traseiro, rádio, alarme e ar-condicionado. O volante oferece regulagem de altura, porém a posição é muito pouco alterada, na prática nem parece que tem esta opção.

A posição em que o comando de abertura dos vidros está localizado incomoda o motorista. Os botões ficam abaixo do rádio, na parte central do painel, e não identificam qual das quatro janelas cada um está associado. Portanto, é muito fácil confundir o condutor na hora de abrir ou fechar as janelas.

Abertura da porta tem desenho diferenciado. Excesso de plástico incomoda
Abertura da porta tem desenho diferenciado. Excesso de plástico incomoda

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JAC apresenta a T8, uma van para executivos

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A JAC Motors aproveitou a inauguração de uma concessionária em São Paulo para apresentar sua van destinada ao transporte de executivos, a T8. O modelo deverá chegar ao Brasil em outubro deste ano e custará entre R$ 90 mil e R$ 100 mil, de acordo com Sergio Habib, presidente da montadora chinesa no País.

JAC J8 deverá chegar ao Brasil em outubro com preço entre R$ 90 mil e R$ 100 mil (Fotos: Olivia Caires/ZAP Carros)

JAC J8 deverá chegar ao Brasil em outubro com preço entre R$ 90 mil e R$ 100 mil (Fotos: Olivia Caires/ZAP Carros)

A T8 virá em uma única versão de acabamento e será equipada com câmbio manual de seis marchas. O motor 2.0 de 16 V, tem injeção eletrônica de combustível e turbo compressor com intercooler, capaz de gerar até 175 cavalos. De acordo com a marca, ele desenvolve torque de 25,8 kgfm aos 4.000 giros. Embora a van ainda possa sofrer alguns ajustes antes de desembarcar aqui, a marca garante que o trem de força permanecerá este.

De acordo com Habib, este tipo de van será ideal para o transporte de executivos, já que ela é grande e, ao mesmo tempo, oferece conforto. O veículo tem 5,10 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,97 m de altura e 3,08 m de entre-eixos. A montadora ainda não decidiu se trará ao País o modelo com sete ou oito lugares. O interessante da opção equipada com menos assentos é que os bancos da coluna do meio são giratórios, oferecendo maior mobilidade aos ocupantes.

Modelo de sete lugares tem segunda fileira de assentos giratórios

Modelo de sete lugares tem segunda fileira de assentos giratórios

Rodando - Testamos o modelo em um trecho curto e pudemos constatar que, apesar do tamanho, ele não é “pesado”. A direção hidráulica facilita as manobras e o câmbio tem ótimos encaixes. Como itens de série, a van traz conjunto elétrico de vidros, travas e retrovisores, desembaçador traseiro, faróis de neblina, alarme, regulagem de altura da direção e banco do motorista e passageiro, air bag duplo, sensor de estacionamento, freios com ABS e EBD, ar-condicionado e rádio.

O acabamento interno da T8 apresentada é claro, mas o presidente da JAC afirma que o modelo brasileiro será oferecido em tonalidade escura. O modelo chinês traz o painel de instrumentos central, o que desvia a atenção do motorista enquanto dirige e precisa verificar a velocidade, por exemplo. “É possível que este item seja alterado para ficar na frente do condutor, mas ainda não podemos garantir que a mudança irá ocorrer”, diz Habib.

Na China, país onde é fabricada a van, a JAC vende 60 mil Refines (nome por qual é conhecida lá) por ano. O mercado brasileiro, por conta da cota de importação, receberá apenas 1.500 modelos da van por ano.

Ágil, JAC J2 parte de R$ 30.990 e traz motor 1.4

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JAC J2 passa a ser o modelo de entrada da marca por R$ 30.990 (Fotos: Divulgação)

JAC J2 passa a ser o modelo de entrada da marca por R$ 30.990 (Fotos: Divulgação)

Depois de desfilar pelas ruas sem disfarces e aparecer oficialmente no Salão do Automóvel de São Paulo, o modelo de entrada da JAC Motors chega às lojas no início de dezembro. O nome dele é J2 e parte de R$ 30.990. A montadora chinesa (conhecida por investir em veículos recheados de equipamentos, seis anos de garantia e preço abaixo dos concorrentes) aposta também em outro chamariz para esta novidade, a motorização.

Apesar de não ser segredo, pois o compacto usará os mesmos câmbio manual de cinco velocidades e trem de força do J3 (o 1.4 16V de 108 cv), ele ficou muito mais ágil e esperto do que o irmão mais velho. Seu tamanho e peso (915 kg) colaboram para o bom desempenho, que é capaz de fazer de 0 a 100 km/h em 9,8 segundos, conforme divulga a montadora.

Modelo recebeu modificações em relação à versão chinesa, como o motor 1.4. Na China o J2 é equipado com o 1.0

Vendido na China com motor 1.0, por aqui ele recebeu bloco 1.4 e novo visual

O J2, oferecido em apenas uma versão, é um “urbaninho” focado para quem não precisa de espaço. Com 3,53 metros de comprimento, ele é menor do que um Ford Ka, que mede 3,83 m. De altura ele traz 1,48 m de altura e 1,64 m de largura. O porta-malas não cabe quase nada, são apenas 100 litros de capacidade (120 l a menos do que o smart fortwo).

Desenho da lanterna ocupa grande área da traseira. Para alguns, o design ficou desproporcional,  mas isso é questão de gosto

Desenho da lanterna ocupa grande área da traseira. Para alguns, o design ficou desproporcional, mas isso é questão de gosto

Vidros, travas e retrovisores elétricos, faróis de neblina, air bag duplo, freios ABS com EBD, sensor de estacionamento traseiro, volante com regulagem de altura, ar-condicionado, rádio e CD player, com leitor de MP3 fazem parte do modelinho.

Ainda há peças frágeis utilizadas no acabamento. O ajuste de altura do volante é limitado

Ainda há peças frágeis utilizadas no acabamento. O ajuste de altura do volante é limitado

Internamente, o pequeno chinês falha por não oferecer alguns itens, como porta-luvas (há um espaço, mas sem tampa) e ajustes de altura do banco do motorista e de profundidade do volante. O espaço interno não aperta os ocupantes, mas a ergonomia é um ponto que pode ser melhorado. Além da ausência das regulagens citadas, o acionamento dos vidros fica no console central, o que não facilita a vida do motorista e é um pouco confuso por não identificar a qual porta corresponde. O item ficaria melhor nas portas, posição tradicional.

Porta-malas é bem pequeno, tem apenas 100 litros

Porta-malas é bem pequeno, tem apenas 100 litros

O volante, por exemplo, até tem ajuste de altura, mas é limitado. Mexe muito pouco e leva o painel o junto a cada tentativa. (Se você abaixa o volante, o painel de instrumentos acompanha a posição). O pedal do acelerador é bem leve e curto. É preciso dosar o pé para domar o caçula, que ainda traz em alguns pontos peças frágeis, como a alavanca interna para a abertura das portas.
Legenda: O porta-malas poderia ter na própria tampa um botão para abertura. O acesso é feito com a chave, o que não facilita

O que mais agrada no J2 é sua agilidade. Resultado do motor 1.4 de 108 cv, disponíveis aos 6 mil rpm, aliado ao seu leve peso. O torque de 14 kgfm aparece aos 4.500 giros, nada mal para o novato. As relações de marchas são longas para poder dar ainda mais gás ao pequenino. O isolamento acústico é bom, mesmo depois dos 120 km/h o ruído do motor não tortura os ocupantes. A suspensão não apresentou desequilíbrio, durante o test drive passou sem problemas pelos trechos propostos (a maior parte rodovia).

A JAC espera vender 8 mil unidades do J2 no ano que vem. Para 2013, a montadora também prepara o lançamento do J3 com motor flex, será o mesmo 1.5 utilizado no J5, mas bicombustível. A estreia está marcada para janeiro.

FÁBRICA - Durante o evento de lançamento do J2, a JAC Motors apresentou em Camaçari (BA) o local onde será a fábrica da marca e, com a presença de diversas autoridades, mostrou a pedra fundamental das futuras instalações. Além disso, como parte das comemorações, a montadora também enterrou um J3 no terreno, com bilhetes e objetos, para ser usado como cápsula do tempo. A ideia é desenterrar o veículo daqui 20 anos e descobrir as modificações que ocorrem no Brasil e no mundo durante este tempo.

Prevista para começar a produção em 2014, a montadora pretende fabricar a nova geração da família J3, que terá um hatch, um sedã e um modelo aventureiro. Foram investidos 600 milhões de dólares, o que deve gerar 3,5 mil empregos diretos. A capacidade de fabricação é de 100 mil carros por ano.

* viagem feita a convite da JAC

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AVALIAÇÃO: JAC J5 é espaçoso e confortável, mas falta potência

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O JAC J5 é o quarto “imigrante” da marca chinesa no Brasil. Ele veio de “mala e cuia” (assim como o J3, J3 Turin e J6), com a intenção de ficar por aqui e aumentar a família (segundo semestre chega o hatch J2 no mercado). O sedã, que foi lançado em abril, mostra que a ginga chinesa vem melhorando a cada vez que desembarca um deles no País.

 Sedã da JAC (disponível em apenas uma versão) enfrenta Fiat Linea e Toyota Corolla. Ambos são mais potentes, com  1.8 de 132 cv e 1.8 de 144 cv, respectivamente

Sedã da JAC (disponível em apenas uma versão) enfrenta Fiat Linea e Toyota Corolla. Ambos são mais potentes, com 1.8 de 132 cv e 1.8 de 144 cv, respectivamente (Fotos: Thalita Real/ ZAP Carros)

Apadrinhado pelo Faustão (apresentador da Rede Globo), ele merece elogios pelo ótimo espaço interno e conforto na cabine. São 4,59 metros de comprimento, 1,47 m de altura, 1,77 m de largura, 2,71 m de distância entre-eixos e 460 litros de capacidade no porta-malas. A comodidade aos ocupantes é lembrada pela saída de ar traseira, mas esquecida pelas ausências do terceiro encosto de cabeça e do cinto de três pontos para o passageiro do meio do banco traseiro.

Modelo tem boa visibilidade e ergonomia

Modelo tem boa visibilidade e ergonomia. Design é de bom gosto e chama atenção

As linhas marcantes da carroceria chegam a ser confundidas nas ruas por modelos de fabricantes de luxo. Bom gosto no design ele realmente tem. Seu principal trunfo é a relação custo-benefício, por R$ 46.990 ele vem completo com air bags, alarme, travas e vidros elétricos, freios ABS com EBD, sensor de estacionamento traseiro, faróis e lanterna de neblina, direção hidráulica, ar-condicionado digital e CD player, leitor de MP3 e entrada USB. Além dos seis anos de garantia oferecidos pela JAC. O único opcional são os bancos de couro por R$ 1.300.

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Abertura do porta-malas é feita só com a chave na tampa ou internamente por meio de alavanca. Falta acionamento por botão na tampa também

Abertura do porta-malas é feita só com a chave na tampa ou internamente por meio de alavanca. Falta acionamento por botão na tampa também

O motor 1.5 a gasolina não é uma “Brastemp” no caso do sedã de 1.315 quilos. O modelo pede por um propulsor mais forte para receber atenção pelo desempenho, que hoje não é o destaque (quem sabe, o motor 2.0 de 136 cv da minivan J6 não é emprestado ao J5 para melhorar a situação). A potência de 125 cv do sedã está disponível aos 6.000 rpm e o torque de 15,5 kgfm a 4 mil giros proporcionam uma condução razoável e ponto; nada além disso. Conforme divulgado pela marca, o modelo atinge de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos. Em alta velocidade, o volante chega a trepidar (de forma sutil) e gera certo incômodo.

Ao abastecer a unidade avaliada, o ponteiro do marcador de combustível só se mexeu depois de 50 Km rodados(Foto: Divulgação)

Ao abastecer a unidade avaliada, o ponteiro do marcador de combustível só se mexeu depois de 50 Km rodados (Foto: Divulgação)

O câmbio manual de cinco marchas oferece engates curtos e suaves, qualidades agradáveis que tornam a condução mais prazerosa. A suspensão já “tropicalizada” passa por terrenos esburacados sem causar irritação nos passageiros. A montadora revela evolução no acabamento do J5, com peças sem rebarbas e material aprazível aos olhos e ao toque. No quesito ergonomia, podemos dar uma nota positiva; com ressalva, por exemplo, à falta de ajuste de profundidade do volante. Há carência também de computador de bordo, motor flex e opção de câmbio automático. Com a nova fábrica da JAC, na Bahia (SA), pode haver chance?!

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JAC J5 chega a preço competitivo para conquistar mercado, por R$ 53.800

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Há um ano a JAC Motors celebrava sua chegada ao Brasil com a inauguração de 50 concessionárias da marca chinesa no País. Ao assoprar a velinha de seu primeiro aniversário aqui, a fabricante apresenta seu novo sedã médio J5, veículo que, segundo o presidente da montadora no Brasil, Sergio Habib, “tem o tamanho do Honda Civic, mas o preço do City“.

JAC J5 chega ao mercado brasileiro por R$ 53.800 (Fotos: Divulgação)

JAC J5 chega ao mercado brasileiro por R$ 53.800 (Fotos: Divulgação)

O J5 reforça o time da JAC com preço bastante atrativo quando comparado aos concorrentes de mesmo tamanho. O sedã já vem praticamente completo por R$ 53.800, trazendo motor 1.5 VVT, 16 V, quatro cilindros, duplo comando de válvulas, a gasolina. O lançamento oferece itens de série que são pouco comuns em carros de entrada deste porte, como air bag duplo, freios ABS com EBD, sensor de estacionamento traseiro, trava automática, alarme, retrovisores e vidros elétricos, freios a disco, desembaçador traseiro, faróis de neblina, volante com regulagem de altura, sistema de som com entrada USB e ar condicionado digital, entre outros. Enquanto isso, o modelo de série do Toyota Corolla 1.8, manual, não sai por menos de R$ 63.570 e o Civic mais barato custa R$ 69.700.

Montadora promete garantia de seis anos

Montadora promete garantia de seis anos

Embora o J5 se vanglorie por ser completo, o sedã não vem com banco de couro, que custa R$ 1.300 adicionais. O computador de bordo é um equipamento que faz falta e a fabricante não oferece nem mesmo como item opcional. Além disso, o proprietário que desejar comprar o carro por esse valor terá que ficar com o pretinho básico. Para adquiri-lo em outra cor, é preciso desembolsar R$ 1.290 extras.

Se compararmos o J5 ao Civic e Corolla, podemos entender a diferença nos preços. O chinês tem até 19 cavalos a menos do que esses concorrentes, trazendo potência de 125 cv a 6.000 rpm. Ele desenvolve 15,4 kgfm a 4.000 rpm de torque, um pouco menos em comparação ao Civic (17,7 kgfm a 5.000 rpm) e ao Corolla (18,6 kgfm a 4.800 rpm). O Honda City, por exemplo, traz 115 cv a 6.000 rpm, que geram 14,8 kgfm a 4.800 rpm de torque, por a partir de R$ 53.620. Ou seja, a comparação é muito mais justa.

Volante é revestido de couro

Volante é revestido de couro

O conforto oferecido pelo J5 é logo percebido ao entrar nele. Bastante espaçoso, ele tem entre-eixos de 2.710 metros e 4.590 m de comprimento. Os passageiros ficam confortáveis mesmo no banco de trás, com três pessoas, pois é um carro de 1.765 m largura. A visibilidade do motorista é ótima e o espaço do porta-malas também, com capacidade de 460 litros.

É um carro com bonito design por fora, o que pode criar uma expectativa antes de entrar nele. O acabamento interno poderia receber uma atenção a mais, já que o material usado no painel é um pouco áspero. A unidade avaliada apresentou o porta-luvas com a tampa desalinhada ao painel, o que causou a impressão de que a peça estava solta. O desenho do banco de trás não agradou muito pelo formato do encosto de cabeça, porém isso é questão de gosto. O volante é revestido com couro e o assento do motorista oferece ótima posição ao dirigir.

Modelo é confortável e atende bem aos comandos do motorista em alta velocidade

Modelo é confortável e atende bem aos comandos do motorista em alta velocidade

O câmbio com transmissão manual de cinco marchas é excelente. A troca de marchas é feita de maneira bastante macia e impressiona pela facilidade em alterá-las. “No final de 2013 vamos oferecer o J5 na versão automática”, garante o presidente da empresa no Brasil, em coletiva de imprensa realizada durante o lançamento, em Praia do Forte, na Bahia.

Cliente paga mais caro para fugir do pretinho básico e adquirir o carro de outra cor

Cliente paga mais caro para fugir do pretinho básico e adquirir o carro de outra cor

O J5 vem com direção hidráulica e, de acordo com a montadora, sua velocidade máxima é de 188 km/h e alcança os 100 km/h em 11,8 segundos. Durante avaliação, o veículo se comportou de maneira admirável, com firmeza nas curvas e correspondendo bem aos comandos de aceleração e frenagem. A JAC afirma ter feito mais de 160 modificações ao trazer o carro ao País e trocar a suspensão traseira foi uma delas. O resultado é um automóvel confiável na estrada e sem que sofra muito em trechos instáveis.

Lanternas do sedã são em LED

Lanternas do sedã são em LED

A expectativa da JAC é de que a venda atinja entre 700 e mil unidades por mês. A montadora pretende lançar em 2014 um hatch compacto e outro sedã, os quais já estão sendo desenvolvidos no Brasil, de acordo com Habib.

* Viagem feita a convite da marca.

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