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Novo Kia Cerato ganha motor flex e parte de R$ 67.400

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All New Cerato é oferecido com câmbio manual e automático, ambos de seis velocidades (Foto: Divulgação)

All New Cerato é oferecido com câmbio manual e automático, ambos de seis velocidades (Foto: Divulgação)

Ao mesmo tempo em que mostra algumas mudanças no visual do Sorento, a Kia apresenta o novo Cerato. A terceira geração do sedã já havia sido exibida no Salão do Automóvel de São Paulo de 2012, mas é nesta semana que o carro começa a ser vendido, agora com motor flex.

Sedã ficou mais longo e largo. Sua nova medida de entre-eixo oferece mais espaço aos passageiros

Sedã ficou mais longo e largo. Sua nova medida de entre-eixo oferece mais espaço aos passageiros

No ano passado, a montadora sul-coreana vendeu 7.704 unidades do sedã no Brasil, número que garantiu ao Cerato a posição de segundo carro mais vendido da marca no País, só perdendo para o Sportage. Agora a fabricante traz o modelo em uma nova versão, chamada All New Cerato. A opção equipada com câmbio manual sai por R$ 67.400, mas deve representar apenas 15% das vendas do sedã, de acordo com a marca. A aposta da Kia é na configuração com transmissão automática, que custa R$ 71.900.

O modelo foi desenvolvido sob a mesma plataforma do Hyundai Elantra. O sedã é equipado com motor Gamma 1.6 flex e oferece 128 cv a 6.000 rpm, quando abastecido com etanol. O torque de 16,5 kgfm aparece aos 5.000 giros, quando o mesmo tipo de combustível é utilizado.

Modelo tem sensor de estacionamento traseiro e dianteiro

Modelo tem sensor de estacionamento traseiro e dianteiro

Com o novo motor, o Cerato melhora na eficiência no consumo de combustível. Dados divulgados pela marca revelam que a versão de câmbio automático faz 9,5 km/l na cidade e 12,4 km/l na estrada, caso o sedã seja abastecido com gasolina.

Não foi só o trem de força que recebeu reforço para enfrentar a versão intermediária de modelos de peso como o Honda Civic, Toyota Corolla, Chevrolet Cruze, Hyundai Elantra e Volkswagen Jetta. As dimensões do sedã aumentaram e agora ele está maior em comprimento (4,56 metros) e largura (1,78 m), em relação à sua segunda geração. A altura (1,46 m) permanece a mesma, mas a distância entre os eixos ficou 5 centímetros maior, agora com 2,70 m, o que confere mais espaço aos ocupantes.

Os freios do sedã são a disco nas quatro rodas, com ABS, e a direção passou a ser elétrica - no modelo anterior, a direção era hidráulica. O Cerato oferece, de série, travas, vidros e retrovisores elétricos, além de air bags, computador de bordo, controle de velocidade, pedaleiras com detalhes cromados, rodas de liga leve, desembaçador do vidro traseiro e sistema de som, entre outros equipamentos. O ar-condicionado é automático e tem saídas de ar para os passageiros que sentam no assento traseiro.

Kia Sorento - O utilitário esportivo sul-coreano ganhou uma reestilização para a linha 2013/14. A principal mudança no visual é o farol neblina, que ganhou posição vertical.

Kia Sorento reestilizado chega às concessionárias em maio

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No trem de força, nada mudou. O utilitário ainda pode trazer sob o capô propulsor Lambda II, V6 3.5 de 278 cv, ou o Theta II 2.4 DOHC, de 174 cv, ambos a gasolina. O Sorento é equipado com transmissão automática de seis velocidades e pode ser 4×2 ou 4×4.

A Kia ainda não revela qual será o preço do Sorento, mas o modelo já deve ser apresentado ao público na segunda quinzena de maio. Para este ano, a fabricante prepara diversas novidades. Em junho, a promessa da marca é trazer novidades no visual do Cadenza. Em agosto é a vez do Cerato ganhar uma versão hatch, com motor 2.0 a gasolina e em setembro deve ser o mês em que a nova Carens é apresentada. O Optima chegará reestilizado em outubro e o Cerato cupê fica para novembro, de acordo com José Luiz Gandini, presidente da montadora no Brasil.

O executivo da Kia confirma que haverá fábrica no Brasil. “Já é uma certeza, mas ainda não sabemos quando e onde será. A minha intenção é de que ela seja no estado de São Paulo, por conta de questões de logística”, afirma Gandini.

SUV tem rodas de liga leve de 18"

SUV tem rodas de liga leve de 18"

IMPRESSÕES AO DIRIGIR - O ZAP Carros avaliou o Cerato por cerca de 90 km e teve a oportunidade de testar os três  modos de condução que o volante oferece: esporte, conforto e normal. Para alterar a configuração, é preciso conduzir o veículo em linha reta. O primeiro modo deve ser utilizado quando o motorista quer ousar mais na velocidade, portanto a direção é mais firme e oferece mais confiança. A segunda é mais leve, perfeita para a cidade. O estilo denominado normal é o intermediário entre elas.

Volante tem regulagem de altura e profundidade, além de oferecer comandos de computador de bordo, sistema de som e controle do modo de direção (normal, conforto ou esporte)

Volante do Cerato tem regulagem de altura e profundidade, além de oferecer comandos de computador de bordo, sistema de som e controle do modo de direção (normal, conforto ou esporte)

A versão testada por nossa reportagem foi a automática, que traz borboletas atrás do volante para trocas manuais de marcha (paddle shift). O câmbio impressiona pelas trocas silenciosas e sem tranco algum. As alterações são feitas de maneira quase imperceptível. O isolamento acústico é outro fator que chama a atenção; o nível de ruído é muito baixo.

A estrutura de fixação da suspensão na carroceria foi otimizada, de acordo com informações da Kia. Ao conduzir, o motorista a sente realmente bem ajustada. Ao passar por trechos de desnível, o carro demonstra firmeza e não balança demais. O sedã absorve o impacto sem punir os passageiros.

O espaço interno é um dos pontos altos do sedã. Os 5 centímetros a mais na distância de entre eixos, em relação ao antecessor, se traduzem em muito conforto na cabine. O porta-malas aumentou e agora tem 421 litros, mas ainda assim é menor do que o Corolla, Civic, Jetta e Cruze.

Porta-malas ganhou capacidade para 6 litros a mais, mas ainda assim é menor do que o dos rivais Corolla, Civic, Jetta e Cruze

Porta-malas ganhou capacidade para 6 litros a mais, mas ainda assim é menor do que o dos rivais Corolla, Civic, Jetta e Cruze

O painel é muito bem posicionado. Ele é levemente voltado para o motorista, o que favorece a atenção do condutor à pista. O sedã oferece ótima visibilidade e também boa ergonomia, já que a pessoa que dirige consegue alcançar todos os botões necessários sem desviar o foco da estrada.

O motorista pode ajustar o banco para frente e para cima, encontrando facilmente uma boa posição para dirigir. No entanto, por este preço, o assento poderia ter recebido controle de regulagem automático. Por custar este valor, o esperado também seria que o banco fosse revestido em couro. Apesar da ausência desses itens, o acabamento recebeu muita atenção nos detalhes. O material utilizado é de toque agradável e a unidade avaliada não apresentou rebarbas.

* Viagem feita à convite da Kia

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Esportivo e confortável, Kia Optima parte de R$ 96.900

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Kia Optima chega com transmissão automática de seis velocidades (Fotos: Divulgação)

Kia Optima chega com transmissão automática de seis velocidades (Fotos: Divulgação)

Com novo conceito de design e conjunto mecânico, a Kia Motors apresenta a terceira geração do sedã Magentis, que passa a se chamar Optima. A montadora resolveu padronizar o nome do carro com os produzidos em outros países, porém não é só a denominação que muda. A marca sul-coreana trouxe o veículo de 16 válvulas renovado, com novo motor 2.4 DOHC e lista de equipamentos bastante atrativa.

Grade entre os faróis trazem a marca de DNA da Kia

Grade entre os faróis trazem a marca de DNA da Kia

Segundo José Luiz Gandini, presidente da Kia no Brasil, o veículo já estava pronto para venda no País desde o ano passado. “Nós estávamos esperando para sentir o mercado depois do aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), diz. Além da alteração no nome, a marca trouxe também mais potência para a nova geração. De 164 cv a 6.200 rpm do Magentis, o sedã evoluiu para 180 cv a 6.000 rpm. O torque também aumentou e o motor do Optima é agora capaz de desenvolver 23,6 kgfm a 4.000 rpm.

Sedã tem spoiler na tampa traseira de todas as versões

Sedã tem spoiler na tampa traseira de todas as versões

O público-alvo do Optima, de acordo com Ary Jorge Ribeiro, diretor de vendas da fabricante, é composto por executivos, empresários e profissionais liberais, por volta de 40 anos de idade e casados, com filhos. “Além disso, este sedã é direcionado para quem gosta de sentir o carro, devido a sua direção esportiva, afirma Ribeiro. Como principais concorrentes, a Kia tem a ousadia de listar a Mercedes-Benz C 180, Volkswagen Passat, Bmw 320i, Ford Fusion e Hyundai Sonata, porém este último é o que traz realidade mais próxima à novidade da montadora sul-coreana.

Porta-malas oferece capacidade de 437 litros e tanque de combustível tem volume de 70 l

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O Optima e o Sonata são equipados com o mesmo tipo de motor, que oferece números de potência e torque bastante aproximados. Embora tenham exatamente a mesma distância entre-eixos (2,79 metros), o sedã da Kia é maior e mais baixo do que o carro da Hyundai, com 4,84 m de comprimento e 1,47 m de altura. A diferença entre essas medidas é, no entanto, de apenas dois centímetros.

Apesar da veia esportiva, Optima traz sistema Econ como alternativa para o motorista que desejar economizar combustível

Apesar da veia esportiva, Optima traz sistema Econ como alternativa para o motorista que desejar economizar combustível

As rodas de liga leve aro 18 e o escapamento com duas saídas dão toque esportivo ao veículo. As linhas da cintura são mais altas do que o habitual e fazem parte de um design muito atraente. Há somente duas versões para este modelo: a de entrada, que parte de R$ 96.900, e a configuração mais completa, por R$ 105.900, que traz teto solar duplo panôramico, acionamento do motor atráves de botão Start/Stop e faróis de xenon.

Optima é vendido nas cores prata brilhante, branco neve e preto ébano

Optima é vendido nas cores prata brilhante, branco neve e preto ébano

A lista de série das duas versões é bem equipada, com revestimentos em couro, ar-condicionado digital dual zone, air bags, controles eletrônicos de tração (TCS) e estabilidade (ESP), freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD (distribuição de força de frenagem), computador de bordo, câmera de ré com visor LCD no retrovisor interno, além de muitos outros itens interessantes. A fabricante promete a chegada de GPS para os próximos meses.

Computador de bordo, piloto automático e sistema de som podem ser controlados no volante

Computador de bordo, piloto automático e sistema de som podem ser controlados no volante

Durante o lançamento do sedã, o ZAP Carros avaliou o Optima em percurso de aproximadamente 200 km, como motorista e passageiro. O interior do veículo é muito confortável, com bastante espaço para esticar as pernas, tanto para quem senta no banco da frente quanto no detrás. O acabamento é caprichado e não apresenta rebarbas. O painel é elegante  e seu material é agradável ao toque. O porta-luvas é espaçoso e útil para quem passa horas no trânsito e quer se refrescar com uma bebida, já que o equipamento é refrigerado.

Proprietário pode optar entre dois tons de bege e preto monocromático para as cores internas do sedã

Proprietário pode optar entre dois tons de bege e preto monocromático para as cores internas do sedã

Embora a Kia afirme ter tomado medidas para minimizar o nível de barulho, o isolamento acústico não é tão silencioso assim. Quando o sedã está em alta velocidade, é possível ouvir a rolagem dos pneus quando se está dentro do carro, além de outros ruídos externos. O carro, no entanto, não sacode mesmo quando o velocímetro atinge os 120 km/h e oferece ótimas arrancadas e retomadas. O câmbio automático de seis velocidades é suave e preciso, não fazendo com que o veículo sofra trancos. A suspensão é bem ajustada e não permite que haja rolamento da carroceria em curvas. A montadora não divulgou dados oficiais a respeito do consumo médio do carro, porém a reportagem verificou que o automóvel fez cerca de 10 quilômetros por litro na estrada, no trecho avaliado.

Motor é Theta II de 2.4 litros DOHC, a gasolina, 4 cilindros em linha, 16 V, com duplo comando de válvulas variável

Motor é Theta II de 2.4 litros DOHC, a gasolina, 4 cilindros em linha, 16 V, com duplo comando de válvulas variável

A Kia planeja ocupar 10% do mercado de sedãs em 2012, com expectativa de venda de 3.200 unidades do Optima para este ano. A estimativa é de que 60% da frota comercializada seja da versão mais em conta, já que não traz teto solar. “Acreditamos que muitos proprietários irão querer blindar o automóvel e este equipamento presente na versão mais cara dificulta a blindagem”, explica Gandini.

* Viagem feita a convite da marca

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Novo Kia Picanto ganha design moderno e motor bicombustível

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Apresentado em 2006 como o compacto da (naquela época) ainda ‘duvidosa’ Kia, o Picanto desembarca no Brasil cinco anos mais tarde em sua segunda geração com design moderno, evoluções internas e agora com motor bicombustível (1.0 12V de até 80 cv de potência - 16 cv a mais que o bloco anterior somente a gasolina - e 10,2 kgfm de torque).

Segunda geração do Kia Picanto (Fotos: Divulgação)

Segunda geração do Kia Picanto (Fotos: Divulgação)

O modelo J.318  parte de R$ 34.900 na versão mais básica com transmissão manual de cinco marchas e já oferece de entrada air bag duplo, faróis de neblina, rádio CD player com MP3 e entrada USB, volante multifuncional e também rodas de liga leve de 14 polegadas. Com essa configuração, mas com transmissão automática (J.368), o preço do compacto é R$ 39.900. Já na opção topo de linha (J.370), que conta com câmbio automático de quatro marchas e que custa R$ 44.900, o hatch vem com seis air bags - lateral e de cortina -, freios com sistema ABS (antitravamento), teto solar e os faróis contam com iluminação em LEDs. Há também a versão mais equipada (J.320), porém com câmbio mecânico por R$ 39.900.

Durante avaliação realizada pelo ZAP Carros em um circuito fechado em Indaiatuba, interior de São Paulo, o primeiro ponto que salta aos olhos no novo Picanto é o visual. Aquele ‘olhar simpático’ da primeira geração deu lugar a uma cara mais ’séria’. Destaque para a dianteira, que traz faróis grandes (invadem boa parte da lateral) e ampla grade do radiador, centralizada entre os faróis de neblina de molduras generosas.

A lateral tem linha de cintura reta e ligeiramente elevada. O que mais chama a atenção são os inúmeros vincos. A traseira - normalmente a parte mais recatada de um hatch - é ousada. As lanternas em forma de ‘bumerangue’ garantem um ar de modernidade.

Interior do Kia Picanto

Interior do Kia Picanto

Por dentro, a evolução é clara. O espaço está um pouco melhor  para os ocupantes mais altos e o porta-malas agora tem capacidade para 292 litros - maior que concorrentes como o Fiat Uno (290 litro). Encontrar a melhor posição ao volante não é difícil, apesar de o hatch não oferecer ajuste de altura da coluna de direção. Os materiais também agradam. As peças plásticas são de qualidade (não apresentam rebarbas) e estão bem encaixadas.

Acelerando - Para avaliar o novo Kia, especialmente a suspensão e possíveis ruídos internos, o ideal seria encarar as ruas esburacadas e o ‘anda e para’ das grandes cidades, e não um circuito com curvas de alta, sequências de ‘S’ e um asfalto impecável. No entanto, mesmo no ‘tapete’ do circuito em Indaiatuba, o Picanto conseguiu mostrar um pouco do que é realmente capaz.

O novo motor mostrou ser esperto nas acelerações e retomadas. Com  torque de 10,2 kgfm disponível a partir de 4.500 rpm, o hatch tem fôlego para realizar ultrapassagens. Um dos motivos por esta ‘esperteza’ é o peso do Picanto - 940 kg na versão manual e 970, na automática. Falando em câmbio, tanto a caixa manual, quanto a automática são agradáveis. A manual tem engates precisos e conversa muito bem com o propulsor. Já a automática (quatro velocidades) é sob medida para o motor de baixa capacidade volumétrica.

Traseira do compacto da montadora sul-coreana

Traseira do compacto da montadora sul-coreana

Os números de desempenho, como velocidade máxima e aceleração de 0 a 100 km/h, não foram divulgadas. No entanto, para quem está preocupado com o dia a dia do Picanto, aí vai uma informação bastante útil. De acordo com a Kia, o consumo no perímetro urbano da versão manual é de 9 km/l, quando abastecido com etanol. Com câmbio automático, esta média salta para 8 km/l.

O Kia Picanto está melhor em comparação à geração anterior. Conseguiu unir de uma maneira harmônica boa lista de equipamentos de série, desempenho e preço competitivo. Se há cinco anos o compacto da Kia não era cogitado na hora de comprar um carro urbano, como Gol, Uno, Clio, Celta ou Ka, agora a história é diferente. O Picanto, é sim, uma opção a ser considerada - e bem considerada.

*viagem feita a convite da Kia.

 

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Soul Flex, o queridinho da Kia

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Kia Soul agora tem opção bicombustível (Fotos: Divulgação)

Kia Soul agora tem opção bicombustível (Fotos: Divulgação)

O Kia Soul é o modelo mais vendido da empresa sul-coreana no Brasil. Com a chegada da opção bicombustível no começo do ano (o Soul é primeiro da marca a oferecer a tecnologia), a expectativa é vender 18 mil unidades (mais que os 16.887 modelos comercializados desde seu lançamento em 2009), segundo o diretor de vendas da fabricante, Ary Jorge Ribeiro.

Para saber como anda a “menina dos olhos” da Kia, o ZAP Carros levou para a rua a versão automática do Soul equipado com motor flexível. Seu preço parte de R$ 65.900 e esta configuração aparece no catálogo da companhia como U.163.

Design chama bastante atenção

Design chama bastante atenção

O concorrente do Ford EcoSport não deixa a desejar no quesito desempenho. Com seu propulsor 1.6 16V de 130 cv (quando abastecido com álcool), anda de forma silenciosa e vai bem em arrancadas e retomadas de velocidade. A posição alta de dirigir transmite confiança (há ajuste de altura do banco do motorista), e favorece a visibilidade. No entanto, falta regulagem de profundidade do volante - item que os outros familiares da Kia também não têm.

Estabilidade é outro destaque, mérito da suspensão firme, distribuição de peso (1.287 kg) bem resolvida e adoção de pneus de 18 polegadas. Para conter alguns abusos do motorista nas curvas, há controle eletrônico de estabilidade como item de série.

Acabamento da cabine é de bom gosto

Acabamento da cabine é de bom gosto e o plástico utilizado é de boa qualidade

A transmissão automática de quatro velocidades agrada e explora com competência o torque do motor, que aumentou de 15,9 kgfm para 16,5 kgfm a 6.300 rpm. A direção elétrica garante outros pontos positivos ao coreano. Ainda este ano estará disponível a opção manual de 6 marchas (mesma do Cerato), lançada recentemente no Salão de Xangai.

Desempenho do modelo agrada

Desempenho do modelo agrada

A tecnologia que equipa o Soul merece comentários. No caso da versão avaliada, por exemplo, há câmera de ré no retrovisor interno, item que ajuda o condutor na hora de estacionar ou fazer manobras. Por outro lado, alguns pontos do modelo precisam ser criticados, como a ausência de tampa do porta-malas (capacidade para 340 litros) e a falta de acionamento automático das travas das portas (feito de forma manual). O hatch traz uma lista de itens de série, desde a versão mais simples, como: controle de rádio no volante, espelhos retrovisores com desembaçadores, computador de bordo e porta-objetos.

O acabamento interno utiliza plásticos de boa qualidade. Não se encontra rebarbas pela cabine. O desenho do painel segue uma linha ousada, assim como o exterior. O espaço interno é ótimo. Os passageiros viajam com bastante conforto entre eles e sem bater as pernas nos bancos da frente. Essa comodidade é garantida pelas medidas de entreeixos (2,55 metros), comprimento (4,10 m), largura (1,78 m) e altura (1,61 m).

De forma geral (desempenho, design e boa relação custo-benefício), o Kia Soul satisfaz o motorista. O modelo 2012 já foi apresentado (no Salão de Xangai) e passou por leves modificações na carroceria. O Soul reestilizado terá sua potência aumentada para 160 cavalos.

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Kia Sportage 2011: evolução acima da média

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Kia Sportage está em sua terceira geração

Kia Sportage está em sua terceira geração

O novo Kia Sportage é um dos seis lançamentos que a empresa colocará no mercado brasileiro até o final de 2011, expandindo o leque de produtos da marca. Por aqui, chegará com motor 2.0 16V e duas opções de transmissão: manual e automática. O ZAP Carros já avaliou a novidade em um trecho urbano entre São Paulo e Campos do Jordão, oportunidade em que foi possível avaliar o bom desempenho do propulsor e da suspensão em trechos de longas subidas.

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Em sua terceira geração, o Sportage nunca esteve em tão boa forma. Apesar das boas vendas em 2009, o modelo anterior (lançado em 2004) não tinha o design entre seus pontos fortes. A partir de 2010, no entanto, passa a ser uma referência de estilo na categoria. O principal adversário é o Hyundai ix35, conterrâneo com o qual divide a plataforma, mas o Chevrolet Captiva, Honda CR-V e Toyota RAV4 também estão em sua mira.

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Na avaliação do ZAP Carros, o propulsor 2.0 mostrou-se adequado ao veículo, mas não arranca suspiros de quem está esperando esportividade. Neste quesito, a boa surpresa vem do ajuste da suspensão e do comportamento da carroceria quando o acelerador sofre abusos. Em curvas o Sportage assemelha-se mais a um hatch do que um utilitário, dada a precisão e agilidade da direção. Com 20,1 kgfm a 4.600 rpm e 166 cv a 6.200 giros, as retomadas de velocidade são aceitáveis, mas o ruído que invade a cabine incomoda um pouco, sobretudo com a transmissão automática.

SUV sul-coreano foi eleito o Utilitário do Ano 2011

SUV sul-coreano foi eleito o Utilitário do Ano 2011

Lado a lado com o Sportage de 2ª geração (esq.), evolução no design mudou da água para o vinho (Foto: Ulisses Cavalcante)

Lado a lado com o Sportage de 2ª geração (esq.), evolução no design é o destaque (Foto: Ulisses Cavalcante)

O avanço tecnológico sob o capô também é notável. O motor é dotado de comando duplo de válvulas com abertura variável e a transmissão automática de seis velocidades tem controle sequencial. No caso da versão 4×4, a tração é integral.

Com a nova plataforma, o Sportage está 90 mm mais longo que o antecessor, com 4,445 metros de comprimento. Também ficou mais largo e mais baixo. Agora são 1,855 m de largura e 1,635 de altura.

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No primeiro catálogo para o mercado brasileiro, estão disponíveis cinco configurações, nas  versões LX e EX. A mais em conta é a LX 4×2 manual, partindo de R$ 83.900. Com câmbio automático, o preço sobe para R$ 87.900. Ambas têm air bags duplos e freios a disco nas quatro rodas com ABS. Por R$ 97.900, o ar-condicionado é digital, os bancos são de couro, as rodas são de 18 polegadas e o assento do motorista tem ajuste elétrico. A opção mais cara é o Sportage EX 4×4 automático, com valor sugerido de R$ 103.400.

Ontem o Kia Sportage foi escolhido como o Utilitário do Ano 2011, prêmio dado pela revista Autoesporte, da Editora Globo.




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