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Mercedes apresenta nova geração do Classe B, que parte de R$ 115.900

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A Mercedes-Benz apresenta, nesta quinta-feira, a nova geração do Classe B. O modelo chega às lojas este mês, com duas opções de configuração: a B 200 turbo (R$ 115.900) e a B 200 turbo esporte (R$ 129.900). Ambas com a mesma motorização 1.6 turbo, a gasolina, de 156 cv e câmbio automatizado de sete velocidades, com dupla embreagem.

Novo Classe B está na segunda geração (Foto: Divulgação)

Novo Classe B está na segunda geração (Fotos: Divulgação)

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A marca confirma a fabricação de outros dois modelos, que serão feitos sob a mesma plataforma da minivan. Será um SUV e um cupê, que chegam ao mercado em até quatro anos. Ainda de acordo com a montadora alemã, a expectativa até o final do ano é vender cerca de 500 unidades. Destas, 90% são da configuração topo de linha.

Alavanca do câmbio agora fica atrás do volante para liberar espaço no console central

Alavanca do câmbio agora fica atrás do volante para liberar espaço no console central

Em relação à versão anterior, o modelo ficou 40 cv mais potente e 3,6 segundos mais rápido, graças ao novo conjunto mecânico, que gera torque de 25 kgfm a 1.250 rpm. Antes o Classe B possuía 15,5 kgfm a 3.500 giros. O visual também foi modificado e ficou mais moderno (na carroceria e na cabine).

A montadora quer vender mais da versão topo de linha

A montadora quer vender mais da versão topo de linha

A segunda geração também cresceu. Agora são 4,35 metros de comprimento e 2,01 m de largura. O antecessor  media 4,27 m e 1,78 m, respectivamente. Apenas na altura que ele encolheu um pouco. Recebeu 1,55 m, contra os 1,60 m.

As duas versões se diferenciam por detalhes no acabamento e itens de série. A de entrada traz sistema start/stop, volante multifuncional com hastes para trocas de marcha de modo manual, rodas de 16 polegadas, sete air bags, sensor de chuva, piloto automático, sistema de som e tela multimídia, ar-condicionado, faróis de neblina, freio de mão eletrônico, controle eletrônico de estabilidade (ESP), distribuição eletrônica de força de frenagem (EBD), entre outros.

Porta-malas ganhou mais espaço. São 588 litros de capacidade, contra 544 do seu antecessor

Porta-malas ganhou mais espaço. São 588 litros de capacidade, contra 544 do seu antecessor

Já a topo acrescenta faróis bi-xenônio com lanternas em LED, ponteira dupla do escapamento cromada, rodas de liga leve com 18 polegadas, bancos em couro e o sistema Active Park Assist - auxiliar de estacionamento que, além de entrar em vagas longitudinais (baliza), possibilita sair da vaga também automaticamente, caso tenha entrado na vaga com o assistente.

PRIMEIRAS IMPRESSÕES: Depois de experimentar a versão mais cara, o ZAP Carros notou que a novidade realmente está melhor. Ganhou mais fôlego e a velocidade aparece de forma mais rápida (em baixa rotação). Com o câmbio de dupla embreagem, as trocas não são sentidas e, em arranques e retomadas, ele é ágil e agrada bastante. A alavanca da transmissão passou para trás do volante, abrindo espaço no console central. A suspensão do modelo testado, que está só nas unidades de pré-série, como revela a marca, se apresentou firme durante todo o percurso.

A posição de dirigir e a ergonomia encantam o motorista, que tem tudo a mão e pode ajustar a altura e profundidade do volante, assim como a do assento, de forma rápida e prática. Porém, o modelo peca por não oferecer GPS, ajuste eletrônico do banco do motorista, mais porta-objetos (como revisteiro, atrás dos bancos da frente) e ar-condicionado digital. Esses itens não estão disponíveis nem como opcionais. A briga do modelo de entrada da Mercedes no mercado é com com o BMW X1.


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O Classe B ficou moderninho e ganhou jeito de hatch. A nova geração da minivan, que chega ao Brasil no próximo trimestre, inaugura a plataforma de tração dianteira da Mercedes-Benz, que deu origem também ao Classe A. Ao guiar esse alemão, a impressão mais marcante é de que não existe outro familiar com dirigibilidade tão boa. Parece um dois-volumes com bônus de espaço. Seu porta-malas, por exemplo, tem 500 litros.

Mercedes-Classe B chega no Brasil ainda este ano (Fotos: Divulgação)

Mercedes-Classe B chega no Brasil ainda este ano (Fotos: Divulgação)

A versão avaliada - B200 com motor 1.6 turbo de 156 cv - mostrou-se bem equilibrada. Deverá ser oferecida no País com preço de R$ 120 mil, o que não deve facilitar suas vendas. A fabricante pretendia posicioná-la em torno de R$ 100 mil, mas a alta do IPI para importados mudou os planos.

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A potência pode até parecer pouca para um Mercedes. Entretanto, o motor dá conta do recado graças ao ótimo torque de 25,2 kgfm a apenas 1.250 rpm. Essa força, aliada ao câmbio automatizado de sete marchas e duas embreagens, ajuda bem nas retomadas de velocidade.

Versão avaliada B200 deve custar aproximadamente R$ 120

Versão avaliada B200 deve custar aproximadamente R$ 120

Com assistência elétrica, a direção é precisa e passa segurança ao motorista tanto nas curvas quanto ao rodar em alta velocidade. Esse é outro destaque do novo modelo, que tem centro de gravidade alto. A suspensão cumpre bem o seu papel. Não se sentem vibrações nem “sacolejos” na cabine.

O interior moderno é resultado do esforço da marca de aproximar-se mais dos jovens. Apesar da forte presença de madeira no ótimo acabamento, o habitáculo está longe de ser sisudo. Chamam a atenção o volante de três raios com detalhes de alumínio e o sistema multimídia com tela de 7″. Mas nem todos os recursos dessa central serão habilitados no Brasil.

Cabine tem design mais jovem

Cabine tem design mais jovem

A Mercedes resolveu um problema de ergonomia da geração anterior. À direita da coluna da direção, a haste da seta agora fica na parte de cima e a do controlador de velocidade, na de baixo. Do lado esquerdo está a alavanca do câmbio. A solução libera espaço no console central, mas acaba criando alguma confusão. Por outro lado, as aletas para trocas de marcha no volante privilegiam a esportividade.

* Viagem feita a convite da Mercedes-Benz

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Os números são de superesportivo: 571 cv de potência, 0 a 100 km/h em 4,4 segundos e velocidade máxima limitada a 300 km/h. Mas estamos falando de um sedã de muito luxo, com 5,12 metros de comprimento e 3 metros de entre-eixos. Ele é o Mercedes-Benz S 63 AMG, à venda no País por US$ 326 mil (cerca de R$ 605 mil), ainda sem acréscimo do novo IPI para importados.

Mercedes-Benz S 63 AMG (Fotos: Sergio Castro/AE)

Mercedes-Benz S 63 AMG (Fotos: Sergio Castro/AE)

Sem alterações no visual, no ano passado o sedã teve o motor V8 6.2 aspirado trocado pelo novo V8 5.5 biturbo, de código M 157. Sua potência é 19 cv maior que a do anterior, passando a 544 cv. E ele é 25% mais econômico, conforme a Mercedes-Benz.

Mas a versão vendida aqui traz vários itens a mais, no chamado ?pacote Brasil?. Inclui um kit extra de desempenho, que eleva a pressão dos turbos de 1 bar para 1,3 bar e lhe dá mais 27 cv (daí os 571 cv) e 10,2 mkgf no torque (são 91,8 mkgf).

Nesse pacote também vêm bancos com aquecimento, resfriador e sistema de massageadores (para todos os quatro lugares; os traseiros também são reclináveis), frigobar (escondido pelo apoio central de braços traseiro), sistema de visão noturna que usa câmera de infravermelho - a imagem é exibida no quadro de instrumentos -, leitor de DVDs com controle remoto também traseiro e volante com insertos de alcântara.

Os bancos traseiros são reclináveis e o apoio de braços esconde um frigobar

Os bancos traseiros são reclináveis e o apoio de braços esconde um frigobar

O S 63 AMG tem câmbio de sete marchas, operado por alavanca na coluna de direção. As trocas podem ser feitas por aletas no volante. São três modos de operação: ?C? (econômico), ?S? (esportivo) e ?M?, na qual as trocas de marchas são manuais.

A alavanca do câmbio fica na coluna de direção

A alavanca do câmbio fica na coluna de direção

O sedã com mais de duas toneladas impressiona tanto pela violência com que acelera quanto com que freia, quando exigido. Ao mesmo tempo, roda com extrema suavidade, graças ao controle eletrônico da suspensão.

É um caso raro de carro em que surge a agradável dúvida: dirigir ou desfrutar do conforto como passageiro? Para qualquer escolha, o prazer é garantido.

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A experiência de dirigir um Benz 1886, primeiro automóvel da história

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Rio - Com a mão direita, o mecânico Ely da Silva dá um forte puxão para girar o enorme volante do motor. Uma tentativa, duas e, na terceira, o que se ouve é o som de um passado remoto despertando 125 anos depois. É uma batida ritmada e metálica, lembrando uma máquina de costura: “tchaf-tchaf-tchaf-tchaf…”. Quase dá para contar suas rotações. Eixos e engrenagens giram expostos aos olhos dos presentes, que se sentem num livro de Júlio Verne. Mesmo estacionado, o carro treme como se fosse um ser vivo.

Benz Patent-Motorwagen (Fotos: Marlos Ney Vida)

Benz Patent-Motorwagen (Fotos: Marlos Ney Vida)

Daqui também trememos, com a chance de assumir os controles de um Benz Patent-Motorwagen, primeiro modelo de automóvel da História. Criado na Alemanha, por Karl Benz, o “veículo com motor a gás” foi patenteado em 29 de janeiro de 1886 e deu sua primeira volta pelas ruas de Mannheim seis meses depois.

Passados exatos 125 anos, vivemos uma educativa experiência de dirigir a máquina pioneira. Foi no estacionamento do Boulevard Shopping, em Belo Horizonte, onde está sendo realizada, até 21 de agosto, a exposição Clássicos sobre Rodas.

Motor do primeiro modelo

Motor do primeiro modelo

O carro que dirigimos pertence ao colecionador Leo Gouvêa e é praticamente zero-quilômetro. Explica-se: por duas vezes (primeiro em 1980 e depois em 2002), a Benz fabricou pequenas séries do Patent-Motorwagen seguindo estritamente os projetos iniciais do carro de 1886.

Não são réplicas, mas clones perfeitos, com números de série e feitos pelo mesmo fabricante do original. Os carros foram distribuídos a concessionárias Mercedes e alguns chegaram a colecionadores, pelo preço aproximado de US$ 60 mil.

De perto, o primeiro dos automóveis é muito elegante com suas três rodas raiadas. Pesa apenas 265 quilos e é muito mais leve do que as monstruosas carruagens que eram adaptadas com motores a vapor no século XIX.

O motor de quatro tempos tem apenas um enorme cilindro, na horizontal. O volante do motor é gigantesco e também vai deitado. Não há cárter: a lubrificação é feita por meio de pequenos recipientes de óleo, que pingam (quatro gotas por minuto) sobre o virabrequim e o mecanismo das válvulas. Também não existe radiador: a água para refrigeração fica dentro de um grande cilindro de cobre, se evaporando aos poucos.

Na época não havia postos de gasolina e Karl Benz comprava na farmácia algum combustível que, misturado a ar, gerasse boa explosão - podia ser éter ou benzina. Não havia acelerador: por uma espécie de válvula montada perto do banco, o motorista acertava a mistura e uma faixa constante de rotação.

Importante notar que esse velho Benz já trazia, de forma elementar, todos os princípios dos motores de quatro tempos usados nos carros de hoje. De cima do motor sai uma correia de couro que gira um eixo no meio do chassi. Desse eixo saem duas correntes (como as de moto) para as rodas.

Não há marchas, nem pedais de freio ou acelerador. Apenas uma alavanca do lado esquerdo do motorista: empurrada para a frente, ela estica a correia de couro e faz o motor tracionar o eixo - e o Patent-Motorwagen ganha velocidade. Puxada para trás, ela deixa o carro em ponto morto e freia. Ré não há, mas o Benz pode ser empurrado facilmente.

Vamos andar! “Tchaf-tchaf-tchaf…” e o Benz ganha velocidade com esforço. Tomado o embalo, vai muito bem - sua velocidade de cruzeiro é pouco maior que a de um maratonista… Só não exija do motor de 0,9 cv encarar uma subida. Por menos íngreme que seja a ladeira, o carro terá que ser empurrado.

Uma barra ligada a uma engrenagem vira a única roda da frente. A direção é levíssima, já que os pneus são fininhos e de borracha maciça. Molas macias no eixo traseiro e sob o banco ajudam no conforto. A uns 14km/h, a brisa já refresca o motorista.

A maior surpresa é que dirigir o Benz de 1886 é muito mais simples do que conduzir um carro moderno. Foram 20 minutos de retas e “curvas radicais”. Ao fim, um grande sorriso nos lábios e a dúvida: será que, no futuro, os veículos serão tão simples e inteligentes?

FICHA TÉCNICA

ORIGEM: Alemanha

MOTOR: quatro tempos, um cilindro horizontal, refrigerado a água, 954cm³, potência máxima de 0,9cv (a 400rpm)

TRANSMISSÃO: primária por correia e secundária por corrente. Tração traseira. Uma marcha à frente (sem ré)

SUSPENSÃO: dianteira, não existente. Traseira por molas elípticas

FREIOS: por correia de couro ligada ao eixo de transmissão

PNEUS: de borracha maciça

DIMENSÕES: comprimento: 2,70m; largura: 1,40m; altura: 1,45m; entre-eixos: 1,45m

PESO: 265 quilos

VELOCIDADE MÁXIMA: 16km/h

Mercedes-Benz Classe C passa por atualização visual

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Mercedes-Benz Classe C 2011 passa por reestilização de estilo

Mercedes-Benz Classe C 2011 passa por reestilização

O Classe C de quarta geração passa por sua primeira reformulação desde que foi lançado, em 2007. A cirurgia atualiza o visual do modelo, mas não atinge o motor, que recebeu injeção direta e turbocompressor no ano passado. Na parte mecânica, a grande novidade é a utilização da transmissão 7G-Tronic, em substituição a caixa de cinco velocidades.

A revisão de estilo apresentada agora quebra um ciclo de sete anos que a Mercedes-Benz adotou nas duas gerações anteriores, de 1993 e 2000. A opção por um facelift em vez de apresentar uma nova geração de seu best-seller indica que o sedã de entrada vai bem nas vendas e não precisa de tantos investimentos por ora. Além disso, a economia de dinheiro permite o investimento em outros segmentos estratégicos para a marca alemã.

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O ZAP Carros avaliou o sedã em um breve percurso no interior de São Paulo, à bordo do C 180 CGI, de 156 cavalos, a versão mais em conta do três-volumes. Seu preço sugerido é de R$ 116.900, mas pode chegar a R$ 191.900 na versão 250 CGI Sport (204 cv). No meio do caminho está o 200 CGI Avantgarde, por R$ 150.900.

Segundo informações divulgadas pela Mercedes-Benz do Brasil, o Classe C representa 50% das vendas da montadora alemã. A título de curiosidade, o Classe S, modelo mais caro da linha, responde por 1% das vendas.

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Por dentro as mudanças no painel foram significativas. Todo o quadro de instrumentos foi reformulado, bem como a disposição dos comandos. Os C 200 e 250 vêm com GPS e tela de cristal líquido embutida no painel, algo que não estava disponível até então.

O Novo Classe C também recebeu o Attention Assist, sistema eletrônico de segurança que monitora o comportamento do condutor, emitindo alertas quando detecta sinais de sonolência ou desatenção. O equipamento faz a leitura de aproximadamente 70 parâmetros do carro, como a falta prolongada de movimentação no volante, para detectar indícios de cansaço. A tecnologia fez sua estreia no sedã Classe E e tende a se espalhar por toda a gama Mercedes.

Motor 1.8 utiliza turbina. Compressor mecânico foi abandonado em 2010

Motor 1.8 utiliza turbina. Compressor mecânico (Kompressor) foi abandonado em 2010

Ao volante, a novidade preserva a sensação de robustez que transmite nas acelerações e manobras. Chama a atenção a precisão da direção e o comportamento da suspensão, dois destaques mecânicos do modelo. Aliás, os amortecedores pressurizados contam com regulagem variável, permitindo seu ajuste de rigidez constante, conforme o tipo de pavimento e estilo de condução do motorista.

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Para o meio do ano a Mercedes-Benz promete mais novidades no Brasil. Em junho chega o roadster SLK totalmente renovado. O ZAP Carros já rodou com o smart 2011, que teve leves mudanças de estilo e uma reformulação no painel. Acompanhe aqui as novidades.




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