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Nissan Frontier ganha série especial 10 anos, que parte de R$ 95.990

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Chega às lojas este mês a versão especial de 10 anos da picape Nissan Frontier. A novidade traz um design diferenciado e mais equipamentos de série. São duas versões de acabamento: a SV Attack (com trações 4×2 e 4×4) e a SL AT (4×4), que custam R$ 95.990, R$ 104.190 e R$ 124.990, respectivamente.
Nissan Frontier ganha versão especial em comemoração aos seus anos de mercado (Foto: Divulgação)

Nissan Frontier ganha versão especial em comemoração aos seus anos de mercado (Foto: Divulgação)

Na dianteira, o modelo recebeu novos design do para-choque, dos faróis de neblina e da grade. As rodas de liga leve também foram repaginadas. Outros detalhes são os frisos na cor da carroceria, as lanternas com máscara negra e a logomarca de “10 anos” na carroceria. Por dentro, painel e equipamentos foram redesenhados e os bancos de couro também ganharam o logo “Frontier”.
A lista de itens de série acrescenta ar-condicionado de duas zonas (na versão topo), direção hidráulica com ajuste de altura e a chave presencial inteligente I-Key (também só na versão mais cara). A SL 4×4 AT tem ainda câmera de ré com visualização no console central (no sistema multimídia, com rádio, MP3, entrada auxiliar) e piloto automático no volante e controle eletrônico de estabilidade. Air bag e freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem (EBD) são equipamentos que saem de fábrica desde a versão de entrada.
A picape ganhou logo da versão comemorativa, que fica na tampa traseira

A picape ganhou logo da versão comemorativa, que fica na tampa traseira

A linha Nissan Frontier é equipada com o motor 2.5 16V turbodiesel. As opções com tração integral são programadas para gerar potência de 190 cv a 3.600 rpm com torque máximo de 45,8 kgfm a 2 mil rpm, enquanto as 4×2 entregam 163 cv a 3.600 rpm a 41,09 kgfm a 2 mil rpm.
Avaliamos a configuração SV Attack 4×4 e, assim como a opção SE Attack 4×4 também já testada por ZAP Carros, o motor 2.5 turbo diesel de 190 cv é seu principal destaque. Robusto e com força (45,8 kgfm) para dar e vender, não há desafio que não seja superado. Em baixa rotação já encontramos o trem de força trabalhando a todo vapor, perto dos 2 mil rpm. Em desempenho, ele pode comemorar.
A versão dos “10 anos”, como já dito acima, traz apenas uma leve plástica no visual e ganho de alguns itens (na opção SV Attack 4×4, por exemplo, os equipamentos mais interessantes não fazem parte de sua realidade, como banco de couro e câmera de ré). O câmbio continua o mesmo de antes, manual de seis marchas e desafiador de paciência, pois os engates são feitos de maneira bruta e grosseira. Para conseguir a ré, é preciso força no muque. Quem sabe para o próximo aniversário, o equipamento receba melhorias, assim como a suspensão que sacode bastante os passageiros e o isolamento acústico que traz com intensidade o barulho do motor a diesel. Por outro lado, o espaço interno e a ergonomia são pontos positivos.
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Avaliação: Nissan Versa SL é um aluno dedicado

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Um dos carros mais elogiados da Nissan é o sedã Versa e ele faz por merecer. O “aluno” é empenhado em todas as matérias, principalmente em geografia e matemática - suas favoritas, como aponta o boletim.  Durante as aulas que ensinam a relação entre homem e ambiente, ele mostra disciplina e oferece um ótimo espaço interno, com 4,45 metros de comprimento, 1,69 m de largura, 1,51 m de altura e 2,60 m de entre-eixos. No generoso porta-malas há capacidade para 460 litros (103 l a menos do que o colega Chevrolet Colbalt,  10 l menor do que o Volkswagen Voyage 1.6).

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Nissan Versa se destaca pelo preço, espaço e desempenho (Fotos: Divulgação)

Nissan Versa se destaca pelo preço, espaço e desempenho (Fotos: Divulgação)

O discípulo do Renault Logan (”parceiro de estudos”) é aplicado e faz todo dever de casa quando o assunto são os números, pois traz um motor 1.6 flex de 111 cv disponíveis a 5.600 rpm. O torque de 15,1 kgfm fica disponível aos 4 mil giros. Na prática, seus 1.069 kg não prejudicam o desempenho do valente propulsor. A posição de dirigir (com ajuste de altura do banco e do volante) agrada e contribui para o condutor aproveitar a agradável dirigibilidade que o carro oferece.

O câmbio de cinco marchas se soma ao bom conjunto mecânico e sabe dividir a relação de trocas para que sejam bem aproveitadas em arranques e retomadas. Ágil, acelera de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos (etanol) e atinge a velocidade máxima de 189 km/h, de acordo com a montadora. O estudante mexicano, nascido em Aguascalientes, se adaptou bem ao Brasil, como mostra ao passar em testes de locais com imperfeições no solo. A suspensão não oferece transtornos aos ocupantes, que viajam sempre com bastante conforto.

Design da parte traseira não é tão atrativo

Design da parte traseira não é tão atrativo

Na hora da disciplina de educação artística, ele sabe que não é o destaque da classe. Seu desenho traseiro não agrada a todos, pois as linhas da lanterna não têm a mesma harmonia do que as dos faróis. Seu porte físico desperta a atenção pelo tamanho, mas o design nem tanto. Internamente, como todo aluno dedicado, ele é organizado. Tudo está em seu devido lugar para trazer boa ergonomia para quem dirigi. O material utilizado para decorar a cabine e o painel é plástico; de boa qualidade. Não há rebarbas que incomodem.

O modelo tem três opções de “uniformes”: S, SV e SL. Testamos a configuração topo de linha (SL), que custa R$ 41.290 (com redução do IPI). As versões só se diferenciam pelos itens de série. Na avaliada, por exemplo, o recheio é farto com ar-condicionado, computador de bordo, direção elétrica, retrovisor externo com regulagem elétrica, travas e vidros elétricos, air bag, alarme, freios ABS com assistência de frenagem (BA), controle eletrônico de estabilidade (ESP), faróis de neblina, rodas de liga leve de 15″, rádio CD player com função MP3 e entrada auxiliar e conexão para iPod.

Cabine

Cabine oferece boa ergonomia

O Versa quer ser o primeiro aluno da classe e se empenha para isso. No entanto, outros sedãs também estão de olho no título, como Chevrolet Cobalt e Renault Logan. A disputa é bem complicada, pois todos oferecem ótima relação custo-benefício. Agora, o motorista é quem vai perder horas estudando para ver qual vale mais a pena levar.

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AVALIAÇÃO: Nissan Frontier Attack não gosta de frescura

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  Modelo ficou 18 cv mais potente e, de acordo com a marca, 26% menos poluente, em comparação à linha anterior (Fotos: Thalita Real/ ZAP Carros)

Modelo ficou 18 cv mais potente e, de acordo com a marca, 26% menos poluente, em comparação à linha anterior (Fotos: Thalita Real/ ZAP Carros)

Picape para macho, mas para macho mesmo é a Nissan Frontier. Produzido em São José dos Pinhais (PR), o modelo tem seu lado machista assumido e faz questão de deixar isso bem claro pela vestimenta simples e pelo andar nada delicado. Apesar da versão Attack SE 4×4, testada pelo ZAP Carros, desconhecer requinte e fugir das aulas de etiqueta (assim acontece nas outras seis configurações), a sua proposta é clara e cumprida, sem qualquer enganação. Ou seja, está aí com seu motor robusto de 2.5 l turbo, de 190 cv a 3.600 rpm (o mais potente, atualmente) para enfrentar qualquer parada, sem frescura.

Acabamento é simples, mas não deixa a desejar. A preocupação do modelo é com desempenho, acabamento refinado não é coisa de ?macho?

Acabamento é simples, mas não deixa a desejar. A preocupação do modelo é com desempenho, refinamento não é coisa de "macho"

Sua força (45,8 kgfm) está disponível em baixa rotação, logo aos 2 mil giros. É só apertar um pouco mais o pedal da direita para a picape de descendência japonesa urrar (movida a diesel, o barulho incomoda, pois o isolamento não é eficaz) e mostrar que gosta de trabalho pesado. Quanto mais serviço, melhor. No entanto, sua transmissão de seis marchas treina a paciência do motorista quando a intenção é engatar a marcha ré, pois o encaixe não é preciso. Na maioria das vezes, são várias as tentativas até o comando estar no local exato. As demais relações não criam intrigas com o propulsor.

Configuração SE Attack tem rodas de liga leve de 16"

Configuração SE Attack tem rodas de liga leve de 16"

Avaliada em R$102.690 (com IPI reduzido), a concorrente da Volkswagen Amarok e Chevrolet S10 é a única do segmento que não traz “fru-fru” e quer agradar pelo que realmente é, sem qualquer preocupação com traquejo social. A versão testada de cor verde é como o Shrek, personagem de desenho infantil, que consegue conquistar a princesa Fiona e todo o reino com seu jeitão ogro, mesmo tendo como rival o príncipe, um candidato cheio de requinte.

Capota marítima é item útil, mas não vem de série

Capota marítima é item útil, mas não vem de série

Por fora, os traços continuam a transmitir força - no quesito design nada mudou, desde a última novidade da linha apresentada em fevereiro. Por dentro, a configuração de cabine dupla oferece ótimo espaço para os ocupantes, definido pelos 5,23 metros de comprimento, 1,78 m de altura, 1,85 m de largura e 3,2 m de entreeixos. A caçamba, que suporta até 1.030 kg, acomoda bem as bagagens, mas para evitar qualquer problema, caso chova, o motorista precisa desembolsar mais R$ 735,25 (sem instalação e frete) pela capota marítima, item opcional.

O banco traseiro é levemente mais alto que os da frente. A sensação é de estar em uma arquibancada

O banco traseiro é levemente mais alto que os da frente. A sensação é de estar em uma arquibancada

A suspensão é rígida, como nas rivais, para poder suportar o peso da carga. Em locais esburacados, os ocupantes sentem certo desconforto. Pelo seu “pequeno” tamanho dá para imaginar como é “fácil” estacionar ou até mesmo manobrar. Para ajudar nessa tarefa, há o sensor de estacionamento traseiro, que acrescenta R$ 999,90 na conta final, pois não vem de fábrica. De série, a configuração SE Attack 4×4 traz: vidros e travas elétricos, abertura interna do tanque de combustível, ar-condicionado, faróis de neblina, alarme, air bag duplo, freios ABS com Distribuição eletrônica de Frenagem (EBD) e rádio com MP3.

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Nissan traz novo motor para a Frontier 2013

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Sem mudanças no visual, a Nissan lança a Frontier 2013 com motor mais potente que o modelo anterior. A picape com propulsor turbodiesel 2.5 16V foi apresentada aos jornalistas nesta sexta-feira, em São Paulo. Comemorando 10 anos de fabricação do veículo no Brasil, a marca japonesa promete mais itens de série, como air bag e freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem para todas as versões. Além disso, houve redução dos níveis de emissões de gases produzidos pelo motor (polui 26% menos quando comparada à linha anterior, de acordo com a marca).

Frontier tem motor turbodiesel 2.5 16V (Fotos: Divulgação)

Frontier traz motor turbodiesel 2.5 16V (Fotos: Divulgação)

A versão testada pelo ZAP Carros foi a LE Attack 4×4, topo de linha. O motor, antes com 172 cv a 6.000 rpm, evoluiu para 190 cv a 3.600 rpm. Segundo a Nissan, esta picape desenvolve agora torque de 45,8 kgfm a 2.000 rpm. No geral, as demais configurações ganharam um aumento de potência de até 32%, enquanto o torque cresceu até 26% (A XE e a SE Attack 4×2 ganham mais 19 cv, em relação ao modelo passado, e passam a ter 163 cv. As 4×4 - XE, SE Attack, LE e LE Attack - deixam de ter 172 cv para oferecer 190 cv).

A diferença de potência no novo propulsor provocou um aumento de R$ 5 mil na opção XE 4×2, que é a de entrada, custando agora R$ 90.990. Já o valor da XE com tração integral é R$ 98.990, mesmo preço da opção seguinte, a SE 4×2. A opção mais cara da linha - LE 4×4 Attack automática - custa R$ 128.990.

Ao contrário das concorrentes Toyota Hilux,  Chevrolet S10 e Volkswagen Amarok, não há previsão para a adaptação da Frontier ao mercado flex.

AVALIAÇÃO - Confortável, a nova Frontier se mostra bastante estável ao utilizar a função 4×4 na estrada de terra. A Nissan oferece a opção de transmissão automática (6 marchas) ou manual (5 marchas) para as versões LE. No entanto, há rumores de que outros tipos de câmbios estão chegando.

Em algumas versões o motorista pode escolher qual opção usar: 4x4, 4x2 ou reduzida

O botão para mudança da tração, batizado como Shift-on-the-fly, já era oferecido na linha anterior e continua a facilitar o acionamento do sistema

Ao dirigir a versão automática em uma rampa, tiveram poucos momentos em que o utilitário esportivo não correspondeu o suficiente à aceleração. Porém, ao trocar a transmissão para o modo manual, a picape ganhou mais força na subida.

É possível sentir a segurança do freio ABS (item de série) ao brecar o veículo em alta velocidade. O ponteiro chega a 120km/h sem que o motorista note barulhos externos quando todos os vidros estão fechados.

O acabamento do painel é bastante simples mesmo na versão mais equipada, no entanto não há segredo em manusear os botões do rádio e ar-condicionado. O tamanho da picape é bem aproveitado, o que a torna bastante espaçosa. A capacidade de carga é para até 1.030 quilos, segundo a marca.

Simples, porém fácil de manusear

Painel simples, porém fácil de manusear

A Nissan disponibiliza diferentes versões da Frontier 2013. Confira os preços:

XE 4×2 transmissão manual - R$ 90.990
XE 4×4 transmissão manual - R$ 98.990
SE 4×2 Attack transmissão manual - R$ 98.990
SE 4×4 Attack transmissão manual - R$106.990
LE 4×4 transmissão manual - R$ 118.990
LE 4×4 transmissão automática - R$ 126.490
LE 4×4 Attack transmissão automática - R$ 128.990

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Nissan March se destaca pelos itens de série

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O pequeno samurai da Nissan, nomeado de March e fabricado no México, estreou há pouco no mercado de hatches compactos e é apenas mais um na briga, como Fiat Uno (R$ 28.480), Volkswagen Gol (R$ 30.380) e Chevrolet Celta (R$ 28.083), que já estão na guerra há algum tempo.  O guerreiro da marca japonesa, que está disponível em cinco versões (1.0, 1.0 S, 1.6 S, 1.6 SV e 1.6 SR), tem como principal arma para esse combate, a lista de itens de série.  Com sua “armadura” mais simples, ele já oferece computador de bordo, air bag duplo e banco do motorista com regulagem de altura. Vantagens diante dos rivais.

(Fotos: Divulgação)

Nissan March tem cinco versões (Fotos: Divulgação)

Para conhecer de perto as artimanhas do “primeiro popular japonês”, como faz questão de divulgar a marca, o ZAP Carros testou o “ninja aprendiz”, a opção mais barata, que parte de R$ 27.790. Como todo samurai, ele segue seu código de conduta. Discreto, não esbanja requinte no acabamento interior, principalmente no material (plástico) utilizado, como podemos notar no painel, por exemplo.  Peca por não ter vaidade, deixando a cabine simples demais. Nem mesmo cinzeiro ele oferece (não sabemos se a ausência desse item é por “esquecimento”, economia ou, pensando de forma otimista, para incentivar a “geração saúde”).

March peca por não oferecer como opcional freios ABS

March peca por não oferecer como opcional freio ABS

No exercício de ergonomia, o hatch da Nissan se sai bem, pois é fácil encontrar a posição de dirigir, principalmente pela regulagem de altura do banco do motorista, além dos comandos acessíveis. No quesito dirigibilidade, o guerreiro de 920 kg agrada pela agilidade em arranques e retomadas. Seu motor  1.0, bicombustível, rende 74 cv a 5.850 rpm e entrega 10 kgfm a 4.380 rpm. O câmbio mecânico de 5 velocidades, de engates certeiros, é dócil de lidar. Porém, a relação de marchas é curta até a segunda troca, exigindo mais do propulsor, depois a situação melhora.

A Nissan oferece três anos de garantia

A Nissan oferece três anos de garantia

A tradição oriental de gostar de silêncio não foi esquecida pelo March, o isolamento acústico agrada de maneira que os ruídos externos não trazem incômodo a bordo.  O guerreiro da Nissan também mostra que não é sedentário, pois ao passar por ruas com o asfalto prejudicado, sua suspensão se empenha e enfrenta o desafio sem muitas dificuldades.

Espaço

Hatch oferece bom espaço para passageiros

O espaço interno é outro destaque, apesar de por fora não parecer, o March realmente surpreende os passageiros, inclusive os que estão no banco de trás. Há espaço para as pernas e os mais altos não sofrem tanto com o teto. O compacto tem 3,78 metros de comprimento (versus 3,89 m do VW Gol), 1,66 m de largura (3 mm a mais do que o Fiat Uno),  1,52 m de altura (Chevrolet Celta tem 1,40 m) e 2,45 m de entre-eixos. O porta-malas tem espaço para 265 litros de bagagem (contra 290l do modelo da marca italiana).

Cabine

O visual interno é bem singelo, poderia ser mais incrementado

Honesto, o pequeno samurai tem boa relação de custo-benefício e deve fazer barulho no mercado. O principal problema deve ser na batalha de tradição, quando muitos consumidores darão preferência às montadoras de longa data no mercado nacional. No entanto, corajoso, como qualquer guerreiro, ele não entregará os pontos facilmente.

Consumo

Consumo urbano 14,2 km/l (gasolina) / 9,5 km/l (etanol); Na estrada faz 21,2 km/l (gasolina) / 13,7 km/l (etanol), de acordo com a montadora

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