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VW Saveiro Cross custa R$ 41.840

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VW Saveiro 2011

VW Saveiro 2011 (Fotos: Ricardo Hirae)

A Saveiro Cross é a versão com roupinha de aventureira que a Volkswagen traz ao mercado brasileiro para concorrer com a Fiat Strada Adventure. Trata-se da terceira configuração da picape baseada na geração atual da linha Gol. As outras duas, a básica e a Trooper (intermediária), foram lançadas em agosto do ano passado.

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Agora, a Volks tem uma arma para enfrentar de igual para igual a rival italiana ? atual líder de mercado. Por R$ 41.840, a novidade chega recheada de equipamentos para arrancar clientes da Fiat. Assim como a montadora instalada em Betim, a Saveiro Cross tem cabine estendida e usa pneus de uso misto ? feitos, teoricamente, para se sair bem tanto no asfalto quanto na terra. O diferencial da Volks está no estepe sob o veículo, não desperdiçando espaço nem na caçamba, nem dentro do carro. Há também tampa traseira com molas à gás, facilitando a abertura da porta de carga, e repetidores do pisca-alerta nos retrovisores. A Fiat, por sua vez, tem a exclusividade do diferencial dianteiro blocante. A Strada parte de R$ 46.820.

O preço anunciado da Saveiro não inclui ar-condicionado, freios ABS, nem airbags, mas os três equipamentos são vendidos como opcionais. Com ar incluso, o valor sugerido sobe para R$ 44.684.

Tampa da caçamba traz adesivo com o nome da versão

Tampa da caçamba traz adesivo com o nome da versão

O ZAP avaliou a Saveiro Cross em um trecho rodoviário entre São Paulo e Campinas. Sem carga na caçamba e com duas pessoas à bordo, destaca-se a precisão do câmbio e as retomadas de velocidade garantidas pelo motor 1.6 bicombustível de 104 cavalos, quando abastecido com álcool. Quando a gasolina é escolhida, a potência cai para 101 cv. Os pneus de uso misto Pirelli Scorpion 205/60R15 não chegam a aumentar o ruído interno, nem a prejudicar a estabilidade do veículo nas curvas. Aliás, a suspensão passa bastante confiança nos contornos fechados.

Painel tem dois tons. Tecido dos bancos é exclusivo da versão

Painel tem dois tons. Tecido dos bancos é exclusivo da versão

A motorização 1.6 é a única disponível, juntamente com o câmbio de cinco marchas. Por ora não haverá a opção automatizada que a Volks chama de I-Motion. Os executivos da marca ainda guardam segredo quanto a possibilidade de equipar a picapinha com essa transmissão.

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Não pense que a Saveiro Cross oferece vantagens no off-road. O único equipamento que dá uma forcinha na terra são os pneus, mas bem pouco. Seu habitat continua sendo o asfalto. Se você pretende encarar estradinhas enlameadas que não tragam muita dificuldade, o ideal é considerar o sistema Locker da Fiat.

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As linhas adotadas na Saveiro seguem a mesma fórmula do novo CrossFox. Há molduras plásticas nos para-choques e nos para-lamas, envolvendo as caixas de roda. A inscrição ?Saveiro Cross? está presente nos quatro lados do veículo. Na frente, as letras estão em baixo relevo sob a grade do radiador. Até dentro do carro, no pomo do câmbio, encontra-se o nome ?Cross? para diferenciar a versão.

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Outras versões
A Saveiro Cross junta-se às versões Saveiro e Saveiro Trooper, ambas disponíveis com cabine simples ou estendida. A mais barata parte de R$ 32.030 e chega a R$ 40.300 (Trooper CE). Incluindo os opcionais, a Trooper com cabine estendida fica mais cara que a Cross.

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VW Amarok chega em abril

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Volkswagen Amarok é a primeira cabine dupla da empresa

Volkswagen Amarok é a primeira cabine dupla da empresa

A Volkswagen faz sua estreia no mundo das picapes com cabine dupla em grande estilo. Depois de cinco anos de desenvolvimento, a Amarok começa a ser vendida no Brasil em abril, mas chega um mês antes em alguns países, como a Argentina, local em que é produzida. O ZAP foi ao país do tango ver de perto a novata e conhecer suas habilidades. O veredicto é um recado para Hilux, Triton e Frontier: preparem-se para o ataque, pois não se trata de um carrinho qualquer.

As três japonesas serão as principais rivais do modelo alemão, inclusive em preço. Embora a Volks não tenha divulgado o valor do carrão, deve ficar na faixa dos R$ 110 mil a R$ 130 mil. Por ora, apenas uma versão de acabamento será oferecida, a Highline, topo de linha. A ideia é mostrar toda a força do produto e, ainda em 2010, apresentar configurações menos equipadas. Por ora, só veremos a Amarok 2.0 diesel com transmissão manual.

Lançamento mundial da VW chega ao país em abril

Lançamento mundial da VW chega ao país em abril

Ao entrar na cabine, a primeira impressão é a de estar a bordo de um veículo de passeio. A posição de dirigir, painel e assentos são muito próximos ao de um carro pequeno, com a vantagem de poder enxergar o mundo de cima. O mesmo vale para a dirigibilidade. A Amarok é estável, transmite confiança nas curvas, freia bem e garante acelerações vigorosas.

Aparentemente, o modelo tem armas para agradar usuários de dois mundos: os picapeiros e aqueles que estão acostumados a automóveis menores. O câmbio é preciso, macio, e a alavanca curta agiliza as trocas de marcha. Não há aquela vibração incômoda característica de veículos dotados de propulsor diesel. Os pneus de uso misto (70%/30%) na medida 255/60R18 revelam dois compromissos distintos, mas ambos percorridos com extrema eficiência.

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No asfalto, não são excessivamente ruidosos, nem moles demais - o que tiraria a precisão da direção. Aliás, os comandos do volante são diretos, ao contrário de picapes tradicionais, como a Chevrolet S10 ou Ford Ranger, que exigem mais voltas para a mesma manobra. Na terra, tracionam com competência em pisos soltos e em aclives pesados. Durante a avaliação, foi possível encarar subidas de 45 graus e descidas com solo arenoso sem dificuldades.

A Amarok tem recursos de sobra para não deixar aventureiros na mão, mas também oferece uma longa lista de equipamentos para não desapontar os que preferem não sair do asfalto. O volante é pequeno, tem regulagem de altura e profundidade, e a direção é extremamente direta. Assim, é fácil manobrar em espaços apertados e fugir de roubadas por conta do torque de 44,37 kgfm a partir dos 1.500 giros. Para enfrentar o trânsito, há ar-condicionado digital, regulagem de altura dos assentos, bancos de couro e uma série de ajustes eletrônicos.

Picape tem grande capacidade de enfrentar terrenos acidentados

Picape tem grande capacidade de enfrentar terrenos acidentados

Quem está acostumado a viajar no banco de trás irá se impressionar com o espaço disponível para as pernas e inclinação dos encostos. Neste quesito, a picape é a melhor da categoria. A Nissan Frontier também é competente neste ponto. Pior para Hilux e L200.

Nos primeiros quilômetros dirigindo a Amarok, olhei com desconfiança o desempenho do pequeno bloco 2.0 do propulsor biturbo de 163 cavalos. Só para comparar, a Toyota utiliza um trem de força 3.0 capaz de gerar números equivalentes. Para minha surpresa, atrás do volante a picape alemã anda tão bem quanto a nipônica. O segredo está nas tecnologias embutidas, como injeção direta de combustível, quatro válvulas por cilindro e uso de duas turbinas. O escalonamento de marchas da transmissão manual de seis velocidades é um dos destaques. Em uso urbano, basta engatar a terceira e esquecer o câmbio. A Amarok se comporta como se fosse um veículo automático.

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No painel, o computador de bordo indica ao condutor a marcha ideal para obter os melhores números de consumo, mostrando o momento certo de efetuar as trocas. A sugestão também ajuda a diminuir a emissão de poluentes e o nível de ruído. Tanto a 5ª quanto a 6ª são overdrives. Quer dizer que não há muito torque disponível, mas potência suficiente para manter a velocidade de cruzeiro nas estradas, mantendo o giro do motor o mais baixo possível. Isso torna as viagens ainda mais confortáveis.

A velocidade máxima é limitada a 181 km/h, no modo 4×2, e é possível engatar a tração nas quatro rodas a até 100 km/h. Para usar a reduzida, a picape precisa estar parada.

Interior é confortável como um sedã. Há diversos componentes herdados de outros modelos da linha, como puxadores das portas e botões

Interior é confortável como um sedã. Há diversos componentes herdados de outros modelos da linha, como puxadores das portas e botões

Entre as tecnologias mais interessantes está o ABS Plus, uma funcionalidade do sistema antitravamento dos freios específico para uso off-road. É comum que freios ABS funcionem pior em pisos soltos, aumentando a distância de frenagem. O sistema altera a programação do software do ABS da Amarok, permitindo curtos travamentos das rodas. O conceito é criar um pequeno acúmulo de solo à frente dos pneus para reduzir o espaço necessário para parar o carro.

O Hill Start Assist mantém os freios acionados em aclives ou declives por três segundos depois de o motorista tirar o pé do pedal, facilitando as saídas, sobretudo na terra. Há também bloqueio eletrônico do diferencial, que funciona automaticamente ou por comando do piloto.

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A Volkswagen já anunciou que ainda este ano, novas versões serão oferecidas. A fábrica planeja trazer um motor bicombustível e também a Amarok cabine simples, com maior capacidade de carga. A cabine dupla estreante pode carregar até 1.047 kg.

* o jornalista viajou a convite da Volkswagen

VW CrossFox 2010, off-road mais discreto

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Modelo 2010 perde o quebra-mato (Fotos: Divulgação)

Modelo 2010 perde o quebra-mato (Fotos: Divulgação)

A Volkswagen apresentou nesta sexta-feira à imprensa especializada o CrossFox 2010. O modelo, versão off-road do Fox, recebe um novo design ? na mesma linha do ?irmão?, que também foi remodelado recentemente e passou a adotar a nova identidade visual global da marca. O preço de entrada do CrossFox é R$ 45.550; completo ele chega aproximadamente a R$ 57 mil (bem salgado).
 

CrossFox também ganha faixas pretas nas laterais

CrossFox também ganha faixas pretas nas laterais, com o nome do carro

 As principais alterações foram estéticas. Na mecânica não há surpresas. O motor é o mesmo 1.6 flex de até 104 cv, assim como o câmbio: manual de cinco marchas. Quem aguardava a configuração automatizada ficará decepcionado, pois não foi dessa vez (pelo menos por enquanto) que o modelo herdou a transmissão ASG presente no Fox, Gol e Polo.

Estrutura do estepe foi alterada. Está presa de outra forma

Estrutura do estepe foi alterada. Está presa de outra forma

 O visual aventureiro permanece, porém está mais discreto. A carroceria ganhou linhas mais retas e suaves. Apesar disso, chamam a atenção os novos detalhes, como apliques prateados na parte inferior dos para-choques e abaixo do estepe, além de faixas pretas nas laterais. Por outro lado, ele perdeu o quebra-mato e os faróis de longo alcance. O suporte do estepe também foi remodelado. Agora o sistema de abertura é diferente (está fixado no para-choque e não mais na coluna C), ficou mais fácil de destravar do que antes, basta acionar o botão localizado na chave ou no console. O rack ganhou nova posição, que acompanha as laterais da carroceria, como ocorre na SpaceFox, que mudará no primeiro trimestre do ano que vem.
  

Assim como no Fox, o acabamento teve mais atenção. Porta-luvas ganhou tampa

Assim como no Fox, o acabamento teve mais atenção. Porta-luvas ganhou tampa

 No interior, as novidades são os revestimentos  dos bancos e o acabamento da cabine, como o porta-luvas, que agora, por exemplo, recebeu uma tampa. As portas também foram repensadas e receberam tecido, em vez de plástico, o que agrada mais.

O CrossFox 2010 traz uma configuração um pouco mais completa (acrescenta três itens) do que a mesma versão anterior, considerada a mais vendida pela marca. Por R$ 49.390, o consumidor agora leva de série direção hidráulica, ar-condicionado, trava, alarme e vidros elétricos, luz de seta nos retrovisores, volante com regulagem de altura e computador de bordo. Já outros equipamentos, como air bag, sensor de estacionamento e teto solar, são opcionais.
 

O teto solar é item opcional, assim como no Fox

O teto solar é item opcional, assim como no Fox

 IMPRESSÕES AO DIRIGIR - O modelo segue o mesmo (bom) desempenho do irmão Fox. Aliás, o que muda (basicamente) é apenas a ?roupa? que vestem. A ergonomia, o conforto e a visibilidade são pontos fortes e que podem ser relembrados. Por ter a posição de dirigir alta, dá ao motorista maior sensação de confiança e segurança. O que atrapalha; pouco, na hora de estacionar, é o estepe. Com o equipamento na parte externa do carro, tira a noção de onde termina o veículo, por isso, o sensor de estacionamento de série seria bem-vindo.

Outro ponto complicado é o preço. São cerca de R$ 10 mil mais caro que a versão mais básica do Fox de mesmo propulsor. O consumidor acaba pagando pela imagem, neste caso, composta por detalhes que muitas vezes não têm utilidade e que não valem tanto a pena, pensando na questão custo-benefício (a não ser para quem gosta, é claro! E gosto não se discute). Seus concorrentes diretos são os também 1.6 Renault Sandero Stepway, com 112 cv e tabelado a R$ 42.750, e Citroën XT-R, que tem 113 cv e preço sugerido de R$ 47.860.

Tanto para a cidade quanto para estrada, ele agrada. De acordo com a marca, o novo CrossFox faz de 0 a 100 km/h em 11 segundos, o que significa que não há do que reclamar em arrancadas.  Sua suspensão é acertada, passando por buracos e terrenos irregulares, o modelo não deixa a desejar. Vale citar também o câmbio de engates precisos, que garante boa dirigibilidade.
 

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VW Fox 2010 tem versão automatizada e novos opcionais

 

História da Volkswagen

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A história da Volkswagen no Brasil começa em São Paulo, mais precisamente num galpão alugado no bairro do Ipiranga, no dia 23 de março de 1953. Com apenas 12 colaboradores, a empresa montava o Fusca - então chamado de Volkswagen Sedan.

(Fotos: Divulgação)

VW Fusca (Fotos: Divulgação)

Dentre os fatos marcantes da fabricante nos anos 50, destaca-se a produção da primeira Kombi com 50% peças nacionais, em 1956. Outro marco histórico foi a inauguração da unidade Anchieta, em 18 de novembro 1959.

inauguração da fábrica com a participação do ex-presidente da República Juscelino Kubistcheck

Inauguração da fábrica com a participação do ex-presidente da República Juscelino Kubistcheck

Na década de 60, a história da Volkswagen foi marcada por um crescimento acelerado e por lançamentos como o Karmann-Ghia (1962), a Variant (1969) e o TL (1970). Nos anos 70, nascem a Brasília (1973), o SP1 e o SP2 (1975).

Karmann-Ghia

Karmann-Ghia

Ainda na década de 70, a Volkswagen do Brasil lançou o seu primeiro modelo com motor refrigerado a água e tração dianteira, o Passat (1974). Em 1976, implantou a fábrica de Taubaté, com o propósito de fazer o Gol.

O modelo logo tornou-se o maior sucesso da indústria automotiva nacional. Já soma 5,5 milhões de unidades produzidas

O modelo tornou-se um grande sucesso . Já soma 5,5 milhões de unidades produzidas

Nos anos 80, chegaram os derivados da plataforma Gol: o sedan Voyage, a perua Parati e a picape Saveiro. Ainda naquela década, a Volkswagen do Brasil entrou no segmento de luxo, com o Santana (1984) e a Quantum (1985).

Modelos Volks

Modelos Volks

O ano de 1987 foi marcado por uma forte queda do mercado automotivo. Visando reduzir os custos e melhor aproveitar os recursos disponíveis, a Volkswagen e a Ford uniram-se e criaram a Autolatina Brasil. Mas a marca só dura até 1994, pois com a abertura da economia brasileira e aquecimento das vendas internas, a indústria vivia um novo cenário. As duas marcas precisariam competir em todos os segmentos e, portanto, deveriam oferecer um portfólio de produtos individualizados e implantar estratégias comerciais independentes.

Em 1988, a marca produziu o primeiro carro nacional com injeção eletrônica de combustível e ignição digital com mapeamento eletrônico, o Gol GTI.

Gol GTI

Gol GTI

Em 1994, o Golf chega como carro importado. Dois anos depois é inaugurada a fábrica de motores de São Carlos e, em 1999, a unidade industrial de São José dos Pinhais, no Paraná. 

Para receber o Polo (2002) e o Polo Sedan (2003), a fábrica Anchieta teve seus meios e processos produtivos completamente modernizados.

Em 2003, foi criado mais um carro, o Fox.  Atualmente são cerca de 20 modelos, entre nacionais e importados. São eles: Novo Gol, Gol G4, Voyage, Fox, CrossFox, SpaceFox, Polo, Polo Sedan, Golf, Parati, Bora, Jetta, Jetta Variant, Passat, Variant, Eos, New Beetle, Passat CC, Touareg, Tiguan, Kombi e Saveiro.

Novo Fox 2010

Novo Fox 2010

PRÊMIOS ? De acordo com a revista Exame (”Maiores e Melhores”), a Volkswagen é a maior empresa privada do Brasil, com 22 mil colaboradores e 17 milhões de veículos produzidos ao longo da história.

CURIOSIDADES:

- Primeira montadora do país a utilizar freios ABS (1992)

- Pioneira na utilização de injeção eletrônica de combustível (1988)

- Pioneira no lançamento de motor 1.0 16 válvulas (1997)

- Primeira montadora a ter um centro técnico de crash-tests no País

 

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Bora

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Eos

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Gol

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Jetta Variant

Kombi

New Beetle

Parati

Passat

Polo Sedan

Saveiro

SpaceFox

Tiguan

Touareg

Variant

Voyage

 

Fonte: VW

site: www.volkswagen.com.br

VW Golf Black Edition

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Depois da cor prata, a preta. A Volkswagen lança uma nova versão para o Golf, batizada de Black Edition ? a última série do modelo foi a Silver. A nova edição especial, óbvio, só vem pintada na cor preta e é uma variação da versão de entrada do Golf com motor 2.0 flex de 120cv (com álcool).

O carro traz de fábrica transmissão automática Tiptronic de seis marchas, faróis de neblina, defletor traseiro, máscaras negras nos faróis e lanternas e duplo escape cromado. No interior, há aplicação de couro no volante, pomo do câmbio, alavanca do freio de mão e nos apoios de braço, mas o miolo dos bancos é em veludo. Ar-condicionado digital, toca-CDs com bluetooth reforçam o conforto. O preço inicial é de R$ 63.950.

Golf Black Edition

Golf Black Edition (Foto: Divulgação)




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