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Câmara de SP aprova projeto que põe fim à multa de rodízio de veículos

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A Câmara Municipal de São Paulo aprovou na noite dessa quarta-feira (3), o projeto de lei que acaba com a multa aos motoristas que não respeitarem o rodízio de veículos. A proposta de autoria do vereador Mario Covas Neto tem como objetivo enviar aos motoristas apenas uma advertência por escrito, livre de encargos financeiros (hoje a taxa para quem não cumprir a regra é de R$ 85, 13 e quatro pontos na carteia). No entanto, os condutores que forem reincidentes da infração nos 12 meses anteriores teriam que pagar a multa. Os pontos referentes à infração continuariam sendo registrados na Carteira Nacional de Habilitação.

Câmara Municipal de SP aprova projeto que veta a cobrança de multa para rodízio de veículos; pontuação na carteira continua (Fotos: Divulgação)

Câmara Municipal de SP aprova projeto que veta a cobrança de multa para rodízio de veículos; pontuação na carteira continua (Fotos: Divulgação)

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Bateu o carro? B.O eletrônico promete agilizar ocorrências sem vítimas

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Um carro colide levemente com outro no cruzamento da Rio Branco com Presidente Vargas. Os dois motoristas descem com tranquilidade e verificam o saldo da batida: um para-choque amassado e uma lanterna rachada. Um dos envolvidos saca um tablet, tira foto do acidente e começa a preencher o boletim de ocorrência ali mesmo.

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Com exceção da calma dos envolvidos, esta situação já é realidade. Desde o fim de janeiro, a Polícia Militar do Rio oferece uma versão online do Boletim de Registro de Acidentes de Trânsito (Brat). Conhecido popularmente como B.O., o documento é fundamental após um acidente.

Pelo tablet, envolvido em colisão sem vítimas pode fazer o boletim de ocorrência rapidamente (Foto: Domingos Peixoto / Extra)

Pelo tablet, envolvido em colisão sem vítimas pode fazer o boletim de ocorrência rapidamente (Foto: Domingos Peixoto / Extra)

Os especialistas são unânimes quanto à importância do boletim. Por mais que o acidente possa parecer insignificante, o registro da ocorrência resguarda os envolvidos em futuros processos.”Imagine que alguém foi vítima de um pequeno acidente, não fez o boletim de ocorrência e a outra parte, agindo de má fé, indicia a vítima como a causadora. Talvez tenha de pagar por uma coisa da qual foi vítima”, alerta Jabis Alexandre, diretor de Automóvel do Grupo BB Seguro Auto/Mapfre.

Nos acidentes sem vítimas, os procedimentos são mais simples. É preciso pegar os dados do causador do acidente - nome completo, número da habilitação, modelo e placa do veículo. Agora, em um acidente sem vítimas ou lesões, e em posse destas informações, a pessoa não precisa obrigatoriamente ir a um batalhão da PM.

Pode-se fazer o Brat eletrônico no computador, smartphone ou tablet. Acesse o site da PM (http://www.policiamilitar.rj.gov.br/), preencher um formulário com dados pessoais e a descrição do acidente - em pouco mais de um semana, já foram feitos mais de 600 Brats on line.

Se o causador do acidente fugir, ter a placa e o modelo do veículo já são úteis para fazer o registro. “O boletim é primeiro passo, sempre. Será o documento oficial para todas as ações posteriores”, ressalta Jabis.

Se as partes divergirem sobre o acidente, cada um pode registrar o B.O. com sua versão. Caberá à PM e, se for o caso, à Justiça julgar quem foi o causador.

O sistema permite que sejam anexadas até oito fotos. Aí é hora de exercitar o lado fotógrafo. Uma imagem mais aberta que permita ver o local e o acidente é recomendável. Detalhes dos locais das avarias nos carros também poderão ser enviadas.

Após o preenchimento, um número de protocolo será gerado e o solicitante poderá acompanhar o processo no próprio site. As informações serão averiguadas e homologadas pela PM para evitar fraudes. De posse do protocolo, o envolvido que tiver seguro já poderá solicitar a indenização.

“Isso vai agilizar e simplificar o processo para o cidadão e também para as seguradoras. Se eliminam as idas e voltas ao batalhão para tirar fotocópias e entregar documentos”, explica o tenente-coronel Márcio Costa Lima, coordenador do Centro de Comando e Controle da Polícia Militar do Rio.

O dispositivo é compatível com os sistemas operacionais Android e IOS. Mas, mesmo com o Brat eletrônico, o método convencional de registro nos batalhões da PM continua em operação. As fotografias são consideradas importantes em ambos os casos.

“Fica mais fácil para o escrivão entender a dinâmica do acidente. E vale mandar também para a seguradora, pois a companhia terá mais recursos para avaliar se o segurado é responsável, se é vítima ou se há culpa concorrente”, sugere Jabis.

E nada de fazer acordos de boca antes do boletim ou de acionar o seguro. “Muitas vezes o segurado não tem condições de avaliar, naquele momento, a dimensão das avarias que o carro sofreu”, explica o executivo do BB/Mapfre.

Uma recomendação que evita aborrecer quem não tem nada a ver com um acidente: se não há vítimas, não é necessário ficar com os carros ocupando duas ou três faixas da via. Faça as fotos e ponha o automóvel de alguma maneira que não atrapalhe pedestres ou o trânsito.

“A legislação federal permite que o local do acidente sem vítimas seja desfeito caso atrapalhe a viabilidade de terceiros. A dinâmica de como estão as avarias já mostra como ocorreu o acidente”, ensina o tenente-coronel Costa Lima.

Pequenas batidas podem ser solucionadas mais rapidamente (Foto: Arquivo)

Pequenas batidas podem ser solucionadas mais rapidamente (Foto: Arquivo)

No caso de vítimas, a história muda. É preciso chamar o socorro médico (Bombeiros, no 193), solicitar uma viatura da polícia e aguardar no local. O caso deve ser registrado na delegacia. “Isso vale mesmo para o condutor do veículo que bateu em um poste e se machucou”, lembra o oficial.

Em atropelamentos, depois de acionar a emergência, é importante preservar o local e acionar a polícia. Outra dica é ter testemunhas. “É importante ter testemunhas em uma futura ação policial e que possam avaliar a responsabilidade do segurado”, diz Jabis.

Vale lembrar que vítimas de trânsito têm direito ao Seguro Obrigatório DPVAT. As vítimas (ou seus parentes) só podem pedir a indenização se tiverem o B.O. e registros médicos. O seguro cobre morte ou lesões por colisões e atropelamentos.

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Saiba quais são os carros que melhor enfrentam alagamento

Saiba quais são os carros que melhor enfrentam alagamento

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O verão é uma temporada de muita chuva na região sudeste do País. As nuvens começam a fechar o céu e o motorista já se preocupa com os riscos de inundação em sua cidade. Alguns carros, de acordo com pesquisa realizada pelo Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), enfrentam situações de alagamento com mais eficiência do que outros.

Renault Fluence conquistou a posição de carro mais resistente a alagamentos, segundo estudo da Cesvi (Foto: Divulgação)

Renault Fluence conquistou a posição de carro mais resistente a alagamentos, segundo estudo da Cesvi (Foto: Divulgação)

O estudo do Cesvi analisa a possibilidade do automóvel sofrer calço hidráulico e o risco de que seu funcionamento seja comprometido ao encarar uma enchente. A classificação de que carro enfrenta uma inundação melhor do que o outro se dá por notas de 0,5 a 5 estrelas. Quanto mais estrelas, maior a chance do carro passar por alagamentos com sucesso.

Entre os carros testados, o mais resistente a alagamento é o Renault Fluence. O sedã francês adquiriu o primeiro lugar sozinho, com a nota máximo de cinco estrelas. Já o Duster, SUV da mesma marca, ficou em segundo na lista dos melhores para enfrentar a chuva. Ele conquistou quatro estrelas, disputando a mesma posição com o Chevrolet Cobalt e o Citroën C4 Picasso e hatch, que obtiveram a mesma pontuação do utilitário esportivo.

Nissan Versa ficou na frente de seu concorrente Fiat Grand Siena

Nissan Versa ficou na frente de seu concorrente Fiat Grand Siena

O Nissan Versa recebeu 3,5 estrelas, ou seja, meio ponto a mais do que seu rival Fiat Grand Siena. O estudo classificou com a mesma pontuação do sedã da montadora japonesa o Peugeot 308, Ford New Fiesta Sedan, o novo Citroën C3 e o Fiat Bravo.

O Fiat Novo Palio, modelo que ficou em terceiro lugar como carro mais vendido do Brasil em 2012 (confira aqui o ranking), recebeu 3 estrelas e enfrenta alagamentos com menores riscos de danos do que o recém lançado Chevrolet Onix, que  obteve nota 2.

Chevrolet Cobalt conquistou quatro estrelas, assim como o Renault Duster, o Citroën C4 Picasso e hatch  (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

Chevrolet Cobalt conquistou quatro estrelas, assim como o Renault Duster, o Citroën C4 Picasso e hatch (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

Já o Fiat Palio Fire e Mille encabeçam o ranking dos que mais podem sofrer danos em uma enchente. Ambos os carros da marca italiana receberam apenas 1 estrela. Modelos da Chevrolet como o Celta, Corsa hatch e Prisma ficam um pouco acima, com apenas meio ponto em vantagem.

Entenda os critérios utilizados para a classificação dos veículos - Para chegar a uma conclusão dos mais resistentes a alagamento, o Cesvi estudou o sistema de admissão dos carros, além do sistema de escape, embreagem, cilindrada do motor, alternador, centrais elétricas, sensor de oxigênio e de rotação do motor, taxa de compressão e unidades de controle.

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Táxis serão proibidos de usar película nos vidros

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Esticar o braço para chamar um táxi que já está com passageiro - gesto que os cariocas acabam fazendo diversas vezes porque não conseguem enxergar se o veículo com película nos vidros está livre - deve em breve se tornar uma ginástica menos cansativa. Ainda em janeiro, a Secretaria de Transportes deve proibir o uso da película protetora nos 33 mil “amarelinhos” que rodam pela cidade. O prefeito Eduardo Paes, que determinou a medida, também mandou o órgão encontrar uma solução para os bigorrilhos - os avisos luminosos no teto dos táxis que deveriam indicar se eles estão ocupados e que raramente funcionam, como reclamou Artur Xexéo em sua coluna no Globo.

Películas de controle de luminosidade impedem a visão do interior do veículo e obrigam o taxista a abaixar o vidro para dizer ao passageiro que está livre (Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)

Películas de controle de luminosidade impedem a visão do interior do veículo e obrigam o taxista a abaixar o vidro para dizer ao passageiro que está livre (Foto: Marcelo Carnaval / O Globo)

“Vamos proibir o insulfilm em janeiro. Só estamos estudando como vai ser a restrição. Os bigorrilhos vão demorar mais a mudar, mas começamos a analisar como eles funcionam em outros países para apresentar soluções ao prefeito. Os nossos bigorrilhos são modelos antigos e não cumprem a sua função. Ninguém consegue enxergar, à luz do dia, se o equipamento está aceso, indicando que o táxi está livre, ou apagado, com passageiro - reconhece o secretário municipal de Transportes, Carlos Osório.

Enquanto as mudanças não acontecem, passageiros reclamam do serviço de táxis no Rio. Parado na Avenida Ataulfo de Paiva, no Leblon, à espera de um carro que o levasse a Copacabana na última sexta-feira, Gilberto Moreira Nascimento estava incomodado por fazer sinal inutilmente para diversos motoristas: “Com esse insulfilm, nunca dá para saber se o carro está ocupado ou não. Ficamos com o braço pendurado à toa. Os taxistas também não ligam o bigorrilho. Desconfio que seja para poderem trafegar na faixa exclusiva, que é só para quem está com passageiro.”

Segundo Osório, os bigorrilhos são ligados automaticamente quando o taxímetro é acionado. Ele acredita que as reclamações acontecem porque o modelo é ineficaz e não funciona adequadamente durante o dia.

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Veja como levar seus pets com segurança no carro

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Bichos de estimação fazem parte da família e, com o início das férias escolares, não ficam de fora dos passeios. Mas é preciso tomar cuidados ao transportá-los no veículo. Muita gente leva os mascotes soltos ou no colo, algumas vezes até com o focinho para fora da janela.

Animais soltos podem se empolgar ou se assustar, atrapalhando o motorista e até saltando para fora do carro. Em freadas bruscas, há o risco de eles serem arremessados, machucando-se e ferindo os passageiros.

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O Código Nacional de Trânsito proíbe o motorista de levar animais à sua esquerda, no colo ou em partes externas do carro, como teto e caçamba. E viajar com a cabeça para fora pode causar problemas de saúde. “O vento na cara predispõe o bicho a otites, conjuntivites e infecções respiratórias”, alerta o médico veterinário Marcio Waldman.

No mercado há acessórios apropriados para levar os animais com segurança. Os mais conhecidos são as caixas de contenção, que devem ser acomodadas no banco traseiro.

Embora pareçam jaulas, os bichos se acostumam e não sentem desconforto - a maioria até dorme. Mas é importante escolher um modelo adequado. “Deve haver espaço para o ‘pet’ poder ficar de pé e girar 360 graus”, explica Elaine Ramos, da loja Espaço Pet. “Se for menor, limita os movimentos e se torna incômoda. Se for muito grande, não protege o animal em freadas.”

Conforme o porte do bicho e o tamanho do veículo, existem opções mais adequadas (veja abaixo). O professor Rodney Nascimento, por exemplo, leva suas Schnauzers, Layla e Lyla, em cintas próprias para cães.

Rodney Nascimento leva suas Schnauzers, Layla e Lyla, em cintas próprias para cães (Fotos: Werther Santana e Márcio Fernandes)

Rodney Nascimento leva suas Schnauzers, Layla e Lyla, em cintas próprias para cães (Fotos: Werther Santana e Márcio Fernandes)

NA ESTRADA

Viagens exigem outras providências. Se os bichos estiverem com o estômago cheio, ficarão mais propensos a enjoos. “Jejum de duas a três horas antes da partida resolve em 80% dos casos”, explica Waldman, que também recomenda restringir o consumo de água. “Durante a viagem, o cão deve beber pouco. Ele pode lamber gelo para se hidratar”, sugere o veterinário.

Fabrício Ternes coloca o cão na caixa de contenção

Fabrício Ternes coloca o cão na caixa de contenção

O representante comercial Fabrício Ternes costuma viajar de São Paulo a Florianópolis com seu cão da raça Beagle, Eugênio. Ele dá algumas gotas de Dramin ao mascote. Para Waldman, esse tipo de solução deve ser prescrita por um médico. “Não recomendo a automedicação. O animal pode ter até problema cardiorrespiratório”.

É importante fazer paradas a cada duas horas, para que o “pet” possa sair do carro e se recuperar do desgaste da viagem.

CONFIRA AS OPÇÕES

Caixa de contenção - Como ocupa muito espaço, não é adequada para animais grandes. Deve ter trava de segurança, alça para transporte e grades internas para separar o bicho do assoalho, evitando que ele se molhe ao urinar.

Bolsa de tecido - Cabe em espaços menores. Tem dupla função: basta abrir o zíper e dobrar a aba para dentro que ela vira uma casinha. Por ser difícil de limpar, é pouco indicada para levar os que enjoam. Ideal para gatos.

Cadeirinha - Espécie de cercadinho de lona, prende-se a um suporte parecido com os das cadeiras de bebês, instalado no banco traseiro. Boa para cães de pequeno e médio portes, que pesem até 12 quilos.

Cinta - Guia que prende o bicho pelo peito, com uma fivela acoplada ao cinto de segurança do carro. Além de ocupar pouco espaço, o pet não fica confinado. Barata, pode ser usada até por cães de grande porte.

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