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Novo Ford EcoSport ganha versões automatizada e com tração integral

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A Ford apresentou nesta segunda-feira (3) duas novas versões do EcoSport, a automatizada (PowerShift) e a 4×4 (4WD). O modelo, que é feito em Camaçari (BA) e começou a ser revelado em janeiro deste ano, é o primeiro de fabricação nacional com sistema de dupla embreagem. A opção que dispensa o pedal da embreagem custa R$ 63.390 (na configuração SE) e R$ 70.890 (na Titanium). Já a com tração integral parte de R$ 66.090  e está disponível apenas com acabamento da versão FreeStyle.

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Novo EcoSport automático chega em janeiro (Fotos: Divulgação)

Novo EcoSport automático já está nas lojas (Fotos: Divulgação)

As duas novidades são equipadas com motor 2.0 Duratec Flex. A potência, quando abastecido com etanol,  é de até 147 cv na 4WD e de até 146 cv na PowerShift. O torque (com o mesmo combustível) é de 19 kgfm a 4.250 rpm, em ambos.

O modelo 4×4 só é oferecido com câmbio manual de seis velocidades e pesa cerca de 100 kg a mais do que a versão 4×2. A PowerShift traz o sistema de transmissão automatizada de seis marchas, com dupla embreagem, o que permite trocas de modo mais rápido, sem trancos.

Versão 4WD só está disponível em uma opção de acabamento

Versão 4WD só está disponível em uma opção de acabamento, que chega às lojas em janeiro

O EcoSport Powershift SE inclui entre seus equipamentos assistente de partida em rampa, controle de estabilidade e tração, assistência de frenagem de emergência, faróis de neblina e rack de teto. Como os demais modelos da linha, traz também air bag duplo, freios ABS, SYNC Media System com Bluetooth e comandos de voz, ar-condicionado, direção elétrica, vidros, travas e espelhos elétricos e volante com regulagem de profundidade e altura.

Modelo de câmbio automatizado tem dupla embreagem

Modelo de câmbio automatizado tem dupla embreagem

O modelo PowerShift Titanium oferece como itens adicionais: grade cromada, rodas de liga leve aro 16, ar-condicionado digital, sistema de acesso inteligente e partida sem chave, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, sensor de estacionamento e retrovisor eletrocrômico. Dispõe ainda da opção de air bags laterais e de cortina e bancos de couro, por R$3.700.

De acordo com a Ford, o modelo PowerShift é capaz de fazer até 11,8 km/l na estrada, com gasolina. Já a versão 4x4 pode marcar até 10,9 km/l, nas mesmas condições

De acordo com a Ford, o modelo PowerShift é capaz de fazer até 11,8 km/l na estrada, com gasolina. Já a versão 4x4 pode marcar até 10,9 km/l, nas mesmas condições

VOLTA NO SUV - O utilitário de câmbio automatizado apresenta boa dirigibilidade e firmeza no que faz. A direção com assistência elétrica facilita as manobras, pois quando está em baixa velocidade o volante é macio e não exige esforço do motorista; quando o veículo atinge alta velocidade (acima dos 100 km, por exemplo) ele fica mais rígido, aumentando a sensação de segurança. O melhor é o sistema de dupla embreagem que realiza trocas com mais rapidez e de maneira suave, agilizando o desempenho do Eco na pista.

No entanto, o peso (1.691 kg) dificulta o modelo na hora de ganhar velocidade. Em certos momentos, o motor 2.0 parece não ter fôlego para impulsionar o SUV, principalmente quando o ar-condicionado está ligado e há uma subida pela frente. Mas com paciência, ele vai!

A suspensão é equilibrada e se sai bem em qualquer situação. Na versão 4×4, por exemplo, mesmo nos trechos mais esburacados, não é preciso tirar o saco de enjoo do bolso. Nas curvas, a carroceria não rola e os pneus 205/65 R15 agarram o asfalto. No trecho off-road, na unidade testada, foi possível ouvir ruídos da roda esquerda da frente. Sem uma avaliação técnica, não foi possível descobrir realmente o que era, porém o barulho era alto e incomodava.

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VW Polo I-Motion derrota Citroën C3

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O Polo 1.6 I-Motion, que parte de R$ 42.580, foi o pioneiro da VW no País a oferecer câmbio automatizado. É uma forma mais barata de dispensar o motorista da tarefa de usar a embreagem. E, na prática, de operação bem semelhante à do câmbio automático disponível no Citroën C3 1.6 16V Exclusive, tabelado em R$ 49.310.

C3 x Polo (Fotos: Sérgio Castro/AE)

C3 x Polo (Fotos: Sérgio Castro/AE)

O Citroën participa deste comparativo por ser o rival mais próximo em preço do Polo com versão sem pedal de embreagem - o Fiat Punto não tem essa opção. Mas não conseguiu superar as armas do Volks: preço mais atraente, pacote de itens de série, maior espaço - apesar de o porta-malas ser menor - e acabamento mais caprichado. Por tudo isso o Polo venceu.

C3

C3

O preço mais salgado do C3 se justifica pela lista de equipamentos de série, que é bem superior à do Polo. Com os mesmos itens do rival, o hatch da VW acaba ficando mais caro.

O Polo traz sob o capô o motor 1.6 flexível de até 104 cv (álcool). É menos potente do que o 1.6 16V do Citroën, que tem até 113 cv e é igualmente capaz de rodar com álcool e/ou gasolina. Mas o VW leva vantagem por oferecer torque em menor faixa de rotação e por ser 72 kg mais leve. Esses dois pontos, somados às segunda, terceira e quarta marchas mais curtas, dão mais agilidade ao compacto da VW.

Polo I-Motion

Polo I-Motion

Sua transmissão, que leva a sigla inglesa ASG (caixa de câmbio sequencial automatizada), pode ser usada no modo automático, colocando-se a alavanca na posição ?D?, ou no sequencial. E vale a pena investir R$ 470 para ter o volante herdado do Passat CC, que inclui aletas para troca de marchas.

Painel C3

Painel C3

Por se tratar de um câmbio robotizado (é uma caixa manual de cinco marchas, com embreagem eletroidráulica), há trancos nas trocas, embora pouco perceptíveis. Seu perfil esportivo, ativado pela tecla ?S? ao lado da alavanca, cumpre o que promete: estica mais as marchas e faz reduções rapidamente, sempre que se pisa no acelerador.

O câmbio do C3 é um automático sequencial com quatro marchas, de acerto mais voltado para o conforto. As trocas são lentas e ele vai melhor na cidade, mas sem pressa. Seu modo esportivo também é menos eficaz, o que reduz o prazer de dirigir.

Painel Polo

Painel Polo

O acerto de suspensão e a qualidade no rodar do Polo são outros aspectos que o colocam em vantagem. O C3, por sua vez, mostra menos estabilidade em curvas além de não exibir a mesma eficiência do rival para absorver as irregularidades do piso.

Interior C3

Interior C3

CITROËN É MAIS EQUIPADO DE SÉRIE - As listas de equipamentos de série desses hatches têm peculiaridades que merecem atenção. Mais completo, o C3 traz air bag duplo, freios ABS e ar-condicionado digital. Mas suas rodas são de aço. Se quiser as de liga leve o consumidor terá de desembolsar R$ 1.250. E cor sólida só há uma: branca. As demais são metálicas e custam R$ 700.

Interior Polo

Interior Polo

Já o Polo sai de fábrica com ar, direção e computador de bordo. Mas não tem regulagem do volante e vidros elétricos, itens de série no rival. Em pacotes, custam R$ 1.980 e R$ 3.815, respectivamente. Além do volante especial, que pode sair por R$ 585 se for revestido de couro, vale a pena levar o toca-CDs com entradas USB e para cartão SD, a R$ 1.185. O VW conta com quatro opções de cores sólidas.

Por dentro ambos estão defasados, mas o Polo, mais espaçoso e amigável com os ocupantes, leva vantagem. Alguns comandos no C3 ficam escondidos e os passageiros não encontram o mesmo conforto do rival.

Tanto no custo de manutenção quanto nas cotações de seguro há equivalência entre eles.

VW Fox 2010 tem versão automatizada e novos opcionais

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O Volkswagen Fox 2010 entra em campo fortemente remodelado, com mudanças no visual interno e externo. Para apimentar a briga na categoria de hatches compactos, o modelo também oferece novos opcionais, alguns não disponíveis nos concorrentes. Entre as boas novidades está o câmbio automatizado (veja como funciona), que pode funcionar de forma totalmente automática.

marca Volks começa a marcar seu design global no novo Fox. Modelo segue a linha do Polo europeu, por exemplo (Fotos: Divulgação)

Fox tem traços do design mundial da Volks e está parecido com o Polo europeu (Fotos: Divulgação)

O veículo da marca alemã  parte de R$ 29.990 (com motor 1.0 e carroceria de duas portas) ? nesta versão de entrada não houve alteração de custo ? e vai até R$ 43.306 (propulsor 1.6, I-Motion, na configuração Prime).

A ?raposa? da Volks (tradução do nome Fox, em inglês) chega em três versões: 1.0, 1.6 e 1.6 I-Motion. Na motorização mais potente, a marca faz a estreia da versão Prime (que dá direito a regulagem de altura e profundidade do volante, acabamento mais refinado e faróis de neblina). Há também o pacote Trend, que traz preparação para som, tecidos de bancos exclusivos e faróis com refletores duplos.

A marca não oferece mais a configuração 1.6 com duas portas

A marca não oferece mais a configuração 1.6 com duas portas

Para entrar com força na disputa, a montadora oferece novos equipamentos, como o inédito teto solar, sensor de estacionamento e de chuva e luzes repetidoras do pisca-alerta nos retrovisores externos. Estes equipamentos são opcionais e não estão disponíveis nos veículos adversários. Por outro lado, o Fox não vem de série, mesmo na versão topo de linha,  com ar-condicionado e pacote elétrico - itens encontrados no Chevrolet Agile (leia avaliação completa), por exemplo, que parte de R$ 37.708.

PLÁSTICA ? O Fox agora tem linhas mais retas e aparência mais sóbria, que pode ser notada, principalmente, pelos faróis modernos e bem pontuados pelo contorno preto. Aliás, as máscaras negras são de série em todos os modelos 2010. O próprio desenho das lanternas sugere mais refinamento ao hatch.

Ainda na dianteira, nota-se a grade na cor preta que interage com o restante do design da carroceria. O acessório traz também faróis de neblina. Na parte de trás, as mudanças se concentram na lanterna, que recebeu nova configuração de luzes, e sinalização de neblina, localizadas na parte inferior do para-choque. Na lateral o destaque fica por conta dos retrovisores. Eles receberam layout mais moderno, semelhante ao adotado no Gol. É apenas um detalhe, mas marca presença. As portas e estrutura da carroceria não mudaram.

O carro mudou por fora e por dentro. A mecânica continua a mesma; recebeu uma versão automatizada. As potências são: até 76 cv, no motor 1.0, e até 104 cv, no 1.6.

Fox mudou por fora e por dentro, mas plataforma continua a mesma. A mecânica também não muda, mas tem câmbio automatizado. As potências são: até 76 cv, no motor 1.0, e até 104 cv, no 1.6

Passando para o interior, as alterações são fáceis de serem visualizadas.  De uma forma geral, o modelo recebeu mais cuidados no acabamento - uma das maiores críticas ao Fox. Na parte interna das portas, por exemplo, não há só o plástico áspero do modelo anterior. Agora, o local foi preenchido com tecido.

Alguns porta-objetos foram realocados (caso da pequena área do console central, entre a saída de ar e o rádio). Outros desapareceram, como o espaço abaixo do volante. Particularmente, deveriam ter acrescentado, mas não retirado os porta-objetos que agradavam. O porta-luvas também foi modificado. Na verdade, ele recebeu uma tampa e guarda melhor os objetos.

Fox ganha também opção de câmbio automatizado

Painel de instrumentos tem relógios grandes. Fox ganha opção de câmbio automatizado

O volante chama a atenção. É o mesmo que equipa o Passat CC (opcional varia de R$ 270 a R$ 283, depende da versão). Atrás dele, o motorista percebe que a fabricante mudou o painel de instrumentos, uma das maiores evoluções. Está mais fácil de visualizar, já que o velocímetro e o conta-giros estão melhor separados e do mesmo tamanho.

PRIMEIRAS IMPRESSÕES -  A novidade da Volks sofreu apenas uma plástica de estilo. Mudanças na parte mecânica ou estrutural não foram feitas. O Fox continua com a mesma dirigibilidade e opções de motor. Antes, era equipado somente com câmbio manual; agora ele ganhou a opção de transmissão automatizada, batizada pela montadora de I-Motion. É a mesma que equipa o Polo, Gol e Voyage, de mesmo sobrenome.

Novidade é a luz de pisca no retrovisor (item opcional)

Novidade é a luz de pisca no retrovisor (item opcional)

O câmbio automatizado desempenha bem seu papel. O motorista pode optar por conduzir no modo automático ou fazer as trocas de marchas de forma manual, por aletas atrás do volante ou na própria alavanca de transmissão.

ZAP teve a oportunidade de dirigir o Fox 2010 durante um test-drive de cerca de 80 km, em Brasília (DF).  O modelo 1.0, que, de acordo com a montadora, deve ser responsável por 50% das vendas, foi aprovado em nossa avaliação.

As medidas continuam as mesmas: 3,8 metros de comprimento, 1,64 m de largura; 1,54 m de altura e 2,46 m de entreeixos

As medidas continuam as mesmas: 3,8 metros de comprimento, 1,64 m de largura; 1,54 m de altura e 2,46 m de entreeixos

No entanto, para relembrar os pontos positivos do antigo Fox, mantidos ou melhorados no atual modelo, vale citar: a boa posição de dirigir, que por ser alta traz mais confiança e segurança, ótimo espaço interno para os ocupantes, facilidade de acessar os comandos e engate de marchas macio e preciso.

O ponto negativo é a relação de preço e equipamentos em comparação aos seus concorrentes (Chevrolet Agile, Renault Sandero e Ford Fiesta). No segmento, a briga pelo melhor visual está acirrada e conta com concorrentes fortes. Para fazer uma boa escolha, o consumidor deve ficar atento aos itens de série de cada modelo e calcular os preços dos opcionais. Com exceção do Ford, os três rivais oferecem gostinho de novidade.

Até o fim do ano, a empresa colocará mais duas novidades no mercado. Uma em novembro e a outra em dezembro. Os lançamentos devem ser do Crossfox e da picape Amarok, respectivamente.

(* repórter viajou a convite da montadora)

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Honda City vence VW Polo, mas apertado

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(Fotos: André Lessa)

(Fotos: André Lessa)

Há um ano, o Polo Sedan estava tranquilo no segmento dos três-volumes compactos premium, praticamente sem concorrência. Mas de lá para cá essa categoria se agitou com as chegadas de Fiat Linea, em setembro passado, e Peugeot 207 Passion, no mês seguinte. Agora há mais um modelo para brigar com o Volkswagen, o recém-lançado Honda City.

Entre as versões de topo, City EXL 1.5 (R$ 71.095), com câmbio automatizado, e Polo Sedan Comfortline 1.6 I-Motion (R$ 53.815), de transmissão automatizada, o carro da marca japonesa fabricado em Sumaré (SP) superou o rival são-bernardense.

Na soma dos quesitos, a diferença foi mínima, é verdade, pois o Polo é bem mais barato na compra e no seguro. Mas como produto o City é superior, por oferecer mais espaço, porta-malas e equipamentos.

Interior do Honda City

Interior do Honda City

E esse competente pacote vem embalado por uma carroceria moderna e atraente. Apesar de ainda agradarem, as linhas do VW já sentem o peso dos quase sete anos de mercado - seu lançamento foi no fim de 2002.

O que surpreende positivamente no Volks é o bom acerto do sistema robotizado do câmbio. Assim como na versão manual, a caixa de mudanças casa muito bem com o câmbio, mesmo com a tecnologia que automatiza o acionamento da embreagem.

Honda City

Honda City

As passagens de marchas são suaves na maioria das vezes, diferentemente de equipamentos similares de outras marcas. Mas nada que se compare a uma transmissão automática tradicional, como a de cinco marchas do City.

COMPORTAMENTOS PARECIDOS - Em relação ao desempenho, há um empate, pois o propulsor 1.6 8V da VW, de até 104 cv, se vira muito bem contra os 116 cv do 1.5 16V da Honda. No Polo, o torque é maior e aparece antes: 15,6 mkgf a 2.500 rpm ante 14,8 mkgf a 4.800 giros.

Interior VW Polo

Interior VW Polo

Quanto ao rodar, ambos mostram qualidades próximas às de sedãs médios. Especialmente no equilíbrio entre absorção de impactos e firmeza. De assistência hidráulica, a direção do Polo é tão precisa e eficiente quanto a elétrica do City.

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HONDA OFERECE MAIS ESPAÇO E ITENS DE SÉRIE - O City se sobressai não só no desenho externo mas também por dentro. Atual, seu painel é mais vistoso, com o aplique prata na parte central. E a entrada para o toca-CDs, escondida atrás da tela do sistema de som, acaba sendo um charme extra.

Já o acabamento interno do Polo é de ótimo nível, se equiparando ao do Honda, cujo destaque é a maior amplitude. Seus 9 cm a mais de entre-eixos e 4 cm extras de largura fazem a diferença.

Além de ter mais espaço, quem senta atrás no City ainda se beneficia das duas gavetas porta-objetos debaixo do assento e do encosto que reclina. É um ângulo limitado, mas já suficiente para ajudar num cochilo, por exemplo. Por sua vez, o sedã da VW oferece maior alcance de ajuste na altura da poltrona do condutor.

No volume do porta-malas a vantagem do Honda é grande: são 506 litros contra 432 l. Como consolo, a articulação da tampa do VW tem dobradiças pantográficas, que não roubam espaço da bagagem. Ao contrário das arcaicas alças do City, conhecidas como ?pescoço de ganso?.

No equipamento, outro banho do City no Polo. Air bag duplo, bancos de couro, controle de velocidade de cruzeiro, freios ABS e volante com aletas para trocas de marcha são de série no Honda e opcionais no VW. Com esses itens, o preço do Polo vai a R$ 59.945.
 

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O sistema de transmissão de modelos automatizados permite que o motorista faça a troca de marchas de duas maneiras: manual ou automática, graças a dispositivos hidráulicos e eletrônicos.
Câmbios automatizados: Dualogic (Fiat) e Easytronic (GM) (Foto: Divulgação)

Câmbios automatizados: Dualogic (Fiat) e Easytronic (GM) (Foto: Divulgação)

COMO FUNCIONA ? O câmbio é  manual convencional de cinco marchas, porém trabalha por meio de um gerenciamento eletrônico do funcionamento da embreagem e das trocas de marcha.

Como em qualquer carro automático, (onde não existe o pedal da embreagem) o condutor só precisa acelerar e brecar. Caso opte pelo modo mecânico, as trocas podem ser feitas na alavanca (com toques para cima e para baixo) ou, se o modelo tiver, nas hastes que ficam atrás do volante.

O benefício desse sistema é o custo de reparação. O preço do conserto é bem parecido ao do câmbio manual, pois as peças são em grande parte as mesmas.

Hoje não são todas as montadoras que têm carros com esse sistema no mercado. A Chevrolet é a pioneira (começou com o recurso em 2007), porém a Fiat é que traz mais opções de modelos automatizados. No entanto, atualmente, outras fabricantes também já oferecem a transmissão. Veja:

GM - O único carro da Chevrolet disponível com transmissão automatizada é o Meriva 1.8 Flexpower Easytronic. O modelo também tem outras versões de acabamento, com o mesmo tipo de câmbio. São elas: Expression (R$ 46.292), Premium (R$ 48.653) e SS (R$49.747), de até 114 cv.

Meriva 1.8 Flexpower (Fotos: Divulgação)

Meriva 1.8 Flexpower Easytronic (Fotos: Divulgação)

Fiat - O câmbio Dualogic estreou no Stilo (R$ 49.380), em janeiro de 2008. O segundo modelo a contar com o recurso foi o Linea (preços vão de R$ 56.800  a R$ 64.850, depende da versão de acabamento: LX, HLX ou Absolute), cujas vendas no mercado nacional começaram em setembro passado. Em seguida, há cerca de um mês, vieram Palio (R$ 37.230),  Siena (R$ 45.420), o Palio Adventure Locker (R$ 55.470) e Idea Adventure Locker (R$ 53.860), todos com motor 1.8 flex, de até 114 cv.

Palio Dualogic

Palio Dualogic

Linea Absolute Dualogic

Linea Absolute Dualogic

Volkswagen  - Polo I-Motion é o primeiro da montadora a ter esse tipo de transmissão. São quatro tipos de configurações — duas hatches e duas sedãs: Polo I-Motion (R$ 42.580); Polo Sportline I-Motion (R$ 44.810); Polo Sedan I-Motion (R$ 50.465); e Polo Sedan Comfortline I-Motion (R$ 53.815). Todas equipadas com motor VHT 1.6 Total Flex, de até 104 cv. Até o fim do ano, o mesmo câmbio deve vir no Fox, que será reestilizado.

Polo I-motion

Polo I-Motion

Smart fortwo - O carrinho importado pela Mercedes-Benz também faz parte dessa lista. Com motor 1.0 e 84 cv, ele custa R$ 57.900 (na versão coupê) e R$ 64.900 (na cabriolet).

Smart fortwo

Smart fortwo (Foto: Ulisses Cavalcante)

 

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