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Vendas do novo Mitsubishi Outlander começam em setembro

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A Mitsubishi começa a vender em setembro a terceira geração do crossover Outlander, modelo que é comercializado no Brasil desde 2003, e que, na primeira geração, era chamado por aqui de Airtrek.

O crossover está disponível em três especificações. A versão de entrada é a 2.0, com preço de R$ 102.990, que tem cinco lugares e tração 4×2. O propulsor é o 2.0 16V com quatro cilindros em linha, que entrega 160 cv de potência a 6.000 rpm e torque de 20,1 kgfm a 4.200 rpm. O câmbio é CVT (transmissão continuamente variável) e simula seis marchas, com opção de trocas sequenciais por meio de aletas no volante.

Terceira geração do Mitsubishi Outlander chega em setembro (Fotos: Divulgação)

Terceira geração do Mitsubishi Outlander chega em setembro (Fotos: Divulgação)

Entre os equipamentos de série estão faróis de neblina, rack de teto, teto solar, ar-condicionado automático, bancos de couro, bancos traseiros reclináveis, bancos dianteiros com aquecimento e banco do motorista com ajustes elétricos, computador de bordo, direção com assistência elétrica, controlador de velocidade, sensores crepuscular e de chuva, freios ABS com EBD, air bags frontais, laterais, de cortina e de joelhos para o motorista, CD, MP3 e DVD player, além de rodas de liga leve de 18 polegadas.

Entre os concorrentes, a Mitsubishi aponta modelos como o Chevrolet Captiva, Honda CRV, Fiat Freemont e Volkswagen Tiguan.

As versões intermediária (GT) e topo de linha (GT Full Technology Pack) têm sob o capô o motor 3.0 V6 24V, que gera 240 cv de potência a 6.250 rpm e 31 kgfm de torque a 3.750 rpm. Segundo a montadora, o modelo tem a melhor relação peso-potência da categoria, que é de 6,5 kg/cv.

Outlander

Outlander traz o sistema Eco (para ajudar na economia de combustível)

Essas duas versões têm tração 4×4 e capacidade para sete ocupantes. A transmissão é automática de seis velocidades, com opção de trocas sequenciais também por paddle shifts no volante.

A versão GT custa R$ 130.990 e, além de ter os itens da versão 2.0, vem de fábrica com ar-condicionado automático de duas zonas, sensor de estacionamento, mostradores de alto contraste com display de multi-informação, controle de estabilidade, câmera de ré, Hill Start Assistance, sistema que impede que o veículo ande para trás ou para frente em partidas em rampa, freando automaticamente as rodas e facilitando as manobras, além de novo sistema multimídia, que traz uma tela sensível ao toque de 7″. O equipamento tem navegação fácil e intuitiva, similar à de tablets e smartphones. Conta também com navegador GPS com 5.499 municípios mapeados no Brasil, bluetooth com áudio streaming, USB com interface para smartphones, CD/DVD, rádio, entrada para cartões SD, câmera de ré e o Dynamic Information System, com acelerômetro, aceleração lateral, bússola, inclinação frontal e altitude.

Mitsubishi

Mitsubishi Outlander vai enfrentar Chevrolet Captiva, Honda CRV, Fiat Freemont e Volkswagen Tiguan

O sistema de tração é o Multi Select com Trimode II, com acionamento por botão e três modos de operação: Eco, Auto e Lock. A posição “Eco” permite maior economia de combustível, pois mantém o sistema preferencialmente em 4×2. Mas, se for necessário, a tração 4×4 é acionada automaticamente. A posição “Auto” é um 4×4 ativo, em que os novos sensores garantem melhor distribuição da tração entre os eixos e é voltada para todo tipo de terreno, trazendo mais segurança em uma pilotagem esportiva. A posição “Lock” é a 4×4 em tempo integral, ideal para situações fora de estrada e pisos de baixa aderência.

A versão topo de linha, com o Full Technology Pack, custa R$ 139.990 e tem ainda faróis de xênon, ACC (piloto automático adaptativo), FCM (Foward Collision Mitigation) e sistema Power Tailgate, de abertura e fechamento. Esse sistema é acionado com um toque no botão localizado na tampa do porta-malas ou pela chave, de modo que o porta-malas é aberto e fechado automaticamente, sem necessidade deixar as bagagens e compras no chão. O sistema conta com antiesmagamento.

Modelo parte de R$

Modelo mede 4,65 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,68 m de altura e 2,67 m de entre-eixos

Entre os concorrentes do modelo equipado com motor V6 estão Kia Sorento, Hyundai Santa Fe e Ford Edge.

IMPRESSÕES: Pudemos avaliar o Outlander na versão topo de linha na pista do autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu (SP), em trecho urbano e também rodoviário, além de colocá-lo na terra.

O modelo começou agradando pelo lado de fora. O design ficou muito bonito, com linhas equilibradas. A grade dianteira cromada está integrada ao conjunto óptico com faróis de xênon, regulagem de altura automática e lavador de faróis. O aerofólio tem brake light integrado e um friso cromado contorna os vidros e destaca a linha de cintura alta, transmitindo modernidade ao design.

Por dentro, o acabamento é de boa qualidade e a posição de dirigir agrada. Os comandos ficam à mão, e a tela multimídia sensível ao toque é fácil de usar e bastante intuitiva. O painel é emborrachado e o acabamento é em Silver Carbon.

No autódromo foi possível testar o bom diâmetro de giro do volante e o FCM, sistema que utiliza um radar para controlar a distância de obstáculos à frente. Ao entrar em distância de risco, o recurso ativa um alarme sonoro e um aviso no display solicitando ao motorista uma ação de frenagem. Caso haja risco de colisão, o sistema aplica força de frenagem no veículo. Se a velocidade relativa entre o Outlander e outro veículo for de até 30 km/h, o sistema pode evitar o acidente. No autódromo, deixamos o crossover em linha reta estabilizado em 30km/h e, diante de um obstáculo fixo inflável, o modelo parou totalmente o veículo.

Na cidade e na estrada, o modelo demonstrou muita disposição e respondeu prontamente quando o acelerador era solicitado com mais vigor. A visibilidade e estabilidade são boas e também foi possível testar o piloto automático adaptativo. O funcionamento é muito simples: o motorista programa a velocidade que deseja e, caso algum outro veículo em velocidade menor entre na sua frente, o modelo reduz a velocidade automaticamente e mantém uma distância constante que pode ser determinada em longa, média e curta. Se o veículo da frente frear, o Outlander GT acompanha a frenagem, mantendo a distância programada. Quando a pista fica livre novamente, o veículo volta à velocidade inicial.

Também dirigimos o veículo na terra, numa trilha leve, inclusive passando por trecho com água.

MERCADO - A Mitsubishi espera vender 600 unidades por mês, sendo 60% da versão 2.0 e o restante da GT. Como a cota de importação da Mitsubishi é de 9.600 unidades por ano, o modelo deverá representar mais de 70% da cota.

Se houver demanda mais alta, já há estudos para produzir o Outlander no Brasil, mas o início da produção demoraria cerca de dois anos.

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Por R$ 124.900, luxuoso Citroën DS5 oferece banco que faz massagem

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Um carro que faz massagem enquanto você está no trânsito, já imaginou? Recém-chegado no Brasil e nas lojas a partir desta semana, o Citroën DS5 gosta de luxo. Compartimento com teto panorâmico, banco do motorista com função de massagem, assentos e volante de couro, entre outros equipamentos glamourosos, este francês é um carro para quem quer se exibir. Por R$ 124.900 (ele custa R$ 45 mil a mais do que o hatch DS3, lançado em maio deste ano), o modelo não foi feito para ser o primeiro carro da família, mas sim o automóvel para o proprietário passear e mostrar que aprecia o que é fora do comum.

Citroën DS3 é chega ao Brasil como modelo premium da marca francesa (Fotos: Divulgação)

Citroën DS3 é chega ao Brasil como modelo premium da marca francesa (Fotos: Divulgação)

Linhas marcantes e design que combina elegância e esportividade compõem o visual do segundo modelo da linha DS no Brasil. Com versão única de acabamento, o modelo premium é chamado pela Citroën como crossover, já que é difícil definir se ele é um cupê, um hatch ou sport wagon.

Crossover está disponível com quatro opção de cores para a carroceria e duas para acabamento

Crossover está disponível com quatro opção de cores para a carroceria e duas para acabamento

Com banco de couro massageador para o motorista, GPS, tela colorida, câmera de ré, head-up display, faróis bi-xênon direcionais, sistema keyless (o motor é acionado sem precisar colocar a chave no contato, através do botão Start/Stop), o estiloso francês lembra uma aeronave. Ao sentar nas poltronas, mesmo nas traseiras, a sensação é a mesma que estar dentro de uma cabine de avião. O console central divide a parte dianteira com diversos botões que controlam equipamentos como ar condicionado, sistema de navegação, vidros, travas, entre outros. São três tetos panorâmicos no DS5: um para o motorista, outro para quem senta na frente e um terceiro para os que se acomodam no banco traseiro.

DS5 é equipado com luzes diurnas de LED

DS5 é equipado com luzes diurnas de LED

Produzido em parceria com a BMW, o motor à gasolina que equipa o DS5 é o mesmo turbo 1.6 que o DS3 traz sob o capô. Com potência de 165 cavalos a 6.000 rpm, o trem de força é capaz de gerar torque de 24,5 kgfm, que fica disponível a baixas rotações de 1.400 rpm e permanece até 4.000 rpm.

O câmbio automático de seis velocidades oferece modo esportivo, mas, apesar disso, não é equipado com borboletas atrás do volante (paddle shifts). Suas marchas alongadas aproveitam o que o trem de força oferece.

Modelo tem direção com assistência eletro-hidráulica

Modelo tem direção com assistência eletro-hidráulica

O crossover tem freio de estacionamento elétrico, que é ativado automaticamente quando o motorista desliga o carro. Além desta tecnologia, o seu sistema de segurança oferece freios ABS com ajuda à frenagem de emergência, ESP com controle dinâmico de estabilidade e antipatinagem, controle de tração e velocidade e assistente de subida. Ao todo, são seis air bags para proteger o motorista e passageiros.

O acelerador responde bem aos comandos do motorista, mas é possível notar a força que ele faz para atender a ordem. Isso porque o crossover pesa quase duas toneladas. No geral, a suspensão é bem ajustada. Em pequenos trechos dos 210 km de teste drive em que o DS5 foi submetido, ele chacoalhou muito pouco.

Controle dinâmico de estabilidade (ESP), freios ABS, sistema antipatinagem e seis air bags fazem parte do pacote de segurança do DS5

Controle dinâmico de estabilidade (ESP), freios ABS, sistema antipatinagem e seis air bags fazem parte do pacote de segurança do DS5

O espaço interno é excelente para cinco ocupantes e todos se acomodam facilmente dentro do modelo que tem 2,72 metros de entre-eixos, 4,53 m de comprimento, 1,58 m de largura e 1,51 m de altura. Para quem senta no meio do banco traseiro, há uma desvantagem. Os botões que acionam a abertura dos vidros de trás ficam perto da saída de ar, bem na frente das pernas do passageiro que sentar na posição central. Portanto ele pode se sentir incomodado se as pessoas ao lado desejarem abrir ou fechar a janela.

A tampa do porta-luvas tem um design bem marcado, mas seu espaço interno poderia ser maior; nele não cabe o manual de instruções do veículo quando está dentro de sua capinha de couro. O porta-malas, no entanto, é grande e tem capacidade de comportar 468 litros.

Além de massagem, banco do motorista oferece memorização de posição

Além de massagem, banco do motorista oferece memorização de posição

O modelo dispõe de regulador de altura manual de direção e elétrica para o banco do motorista e passageiro. Tal equipamento é ótimo para que o condutor encontre uma boa posição para dirigir e tenha todos os botões que precisar com acesso fácil. No entanto, como as linhas de cintura são altas e o teto baixo, o motorista pode experimentar uma sensação de claustrofobia. O vidro traseiro, por ser curto, dificulta um pouco a visibilidade do motorista, que é salvo pela câmera de ré, quando precisa trazer o carro para trás.

Head up permite que o motorista tenha acesso a informações como a velocidade em que está dirigindo sem tirar o olho da pista

Head up permite que o motorista tenha acesso a informações como a velocidade em que está dirigindo sem tirar o olho da pista

O acabamento é impecável. Couro de ótima qualidade, bem costurado, reveste todos os bancos. A Citroën pensou em todos os detalhes, desde o estiloso relógio analógico no painel até o descanso de braço bem desenhado. Neste quesito, o modelo da marca francesa é realmente páreo para concorrer com carros como o Volvo S60 (R$ 111.900) e BMW X1 (R$ 128.197, a versão equivalente), seus principais rivais.

O DS4, que já foi apresentado no Salão do Automóvel deste ano, chega no Brasil logo após o Carnaval de 2013.

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Salão de SP: Mini Paceman estreia com duas versões e deve chegar ao País no começo de 2013

Categorias: Salão de São Paulo 2012
Mini Paceman tem duas versões: Cooper e Cooper S (Fotos: Divulgação)

Mini Paceman tem duas versões: Cooper e Cooper S (Fotos: Divulgação)

Após ser apresentado no Salão de Paris deste ano, o Mini Paceman estreia no Salão do Automóvel de São Paulo. O sétimo modelo da marca tem, assim como o Countryman, uma versão com tração integral nas quatro rodas e motor turbo. O crossover chega ao mercado brasileiro em 2013. A configuração Cooper entrega 123 cv, já a Cooper S tem potência de 186 cv. O preço do carro ainda não foi revelado pela fabricante, mas ele deve chegar ao Brasil no segundo bimestre de 2013.

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Lanterna do Paceman é a única da família que é horizontal

Lanterna do Paceman é a única da família que é horizontal

O Paceman é equipado com câmbio automático de seis marchas. A versão topo do modelo, a Cooper S, tem motor 1.6, a gasolina, de quatro cilindros com turbocompressor, injeção direta e controle de válvula diretamente variável. A aceleração de 0 a 100 km/h pode acontecer em 7,8 segundos. A configuração de 186 cv chega à velocidade máxima de 212 km/h..

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Ford lança linha 2013 do Edge

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A Ford lançou a linha 2013 do Edge. O modelo ganhou três novas opções de cor: azul Carmel, vermelho Vermont e marrom Dubai. São duas versões disponíveis. A SE parte de R$ 127.900 e tem sistema multimídia com tela de 4,2″, ar-condicionado digital de dupla zona, bancos de couro e seis air bags.

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Ford Edge (Fotos: Divulgação)

Ford Edge (Fotos: Divulgação)

A Limited parte de R$ 142.100 (tração dianteira) e R$ 147.450 (4×4) e possui tela de 8″ sensível ao toque, GPS integrado com mapas do Brasil e comandos de voz em português para funções de áudio, ar-condicionado, navegador e telefone. O teto solar elétrico é opcional e acresce mais R$ 9.650 em qualquer das configurações.

As duas versões são equipadas com motor V6 de 3,5 litros e 289 cv e câmbio automático de seis velocidades.

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Novo Honda CR-V agora oferece versão com câmbio manual

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CR-V é produzido no México (Fotos: Divulgação)

CR-V é produzido no México (Fotos: Divulgação)

Cinco cavalos a mais. Este foi o aumento na potência do novo CR-V, que a Honda apresentou nesta quinta-feira, em Campinas (SP). Com 155 cv a 6.500 rpm, a quarta geração do SUV da montadora japonesa desenvolve torque de 19,4 kgfm a 4.300 rpm, enquanto o antecessor gerava o mesmo a 4.200 rpm. “O motorista consegue extrair 80% do torque em até 2.000 rpm”, afirma Alfredo Guedes, engenheiro do departamento de relações institucionais da marca. Desta maneira, o veículo ficou mais potente.

A nova geração vem com mudança nos faróis dianteiros, que agora estão unidos às grades.

A nova geração vem com mudança nos faróis dianteiros, que agora estão unidos à grade

Modelo apresenta ótima ergonomia, deixando tudo de fácil acesso ao motorista

Modelo apresenta ótima ergonomia, deixando tudo de fácil acesso ao motorista

O motor continua 2.0 16V i-VTEC, mas foi reconstruído para melhorar a queima de combustível, de acordo com a Honda. Uma das principais novidades é a chegada do câmbio manual de seis marchas para a versão LX, que não existia na geração anterior e custa R$ 84.700. A mesma configuração com transmissão automática, de cinco velocidades, parte de R$ 87.900 e a EXL 4WD, que tem tração integral, sai por R$ 102.300.

Lanternas estão maiores na quarta geração do CR-V

Lanternas estão maiores na quarta geração do CR-V, desenho lembra o da lanterna do Volvo XC60 (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

Embora a Honda tenha inovado com a versão de câmbio mecânico, a expectativa da marca é de que, de todas as versões vendidas, somente 5 a 8% sejam do novo produto, enquanto o restante (cerca de 90%) deve se dividir entre as configurações automáticas 4×2 e 4×4.

Rodas de todas as versões tem aro 17"

Rodas de todas as versões tem aro 17" (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

Diferente de seu concorrente Kia Sportage, que é flex, o SUV da Honda vem somente com a opção a gasolina. Entretanto, o CR-V traz o botão Econ, assim como no Civic, que promete economia no consumo de combustível. A montadora não divulga de quanto é essa redução, mas explica que quando acionado, o sistema gerencia o comportamento mecânico e o funcionamento do ar-condicionado.

Além da novidade, a fabricante traz, somente para a versão 4×4, controle de estabilidade e um assistente de partida em rampa, o qual segura o freio por cerca de dois segundos após o motorista soltar o pedal e o auxilia a fazer uma saída tranquila, sem que haja uma arrancada brusca.

Mesmo a versão de entrada traz o sistema i-Mid, com uma tela para câmera de ré. A configuração EXL mostra neste equipamento também as informações do computador de bordo, além do proprietário poder incluir até três fotos na memória do HD. O modelo LX traz farol de neblina como opcional, enquanto o topo de linha traz este item de fábrica. No entanto, a configuração mais em conta vem bem equipada, com farol automático, ABS e EBD, piloto automático, alarme, ar-condicionado e roda 17″.

Modelo vem equipado com o sistema Econ, que promete economia no combustível

Modelo vem equipado com o sistema Econ, que promete economia no combustível (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

A Honda garante que nenhuma peça tenha sido reaproveitada da terceira geração, lançada há cinco anos. Durante curto percurso em pista de autódromo em Itupeva (SP), o ZAP Carros testou a principal novidade da quarta geração e constatou que a troca de marcha no câmbio manual é feita de maneira tranquila e a alavanca não é dura, pelo contrário. Embora a geração passada já trouxesse um carro confortável, o novo CR-V tem um acabamento mais bonito, sem rebarbas e utiliza melhor o espaço interno com compartimentos para guardar objetos. Além disso, a marca eliminou o freio de pé e voltou a ter o de mão, que é muito mais prático.

O botão D3 ajuda em ultrapassagens, colocando o carro em torque máximo

O botão D3 ajuda em ultrapassagens, colocando o carro em torque máximo (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

O CR-V ficou 4,5 centímetros mais comprido do que a geração passada, medindo agora 4,57 metros. Diminuiu 3 cm de altura, porém não mexeu na distância entre os eixos, nem mesmo na largura. Os bancos traseiros agora são rebatíveis, mas nem precisaria, já que o porta-malas é bastante espaçoso e tem capacidade de 589 litros.

Porta mala ganhou aumento de cerca de 30 litros na capacidade de bagagem

Porta -malas ganhou cerca de 30 litros na capacidade de bagagem

A direção elétrica ajuda o SUV a fazer manobras muito macias. O braço de suspenção está mais longo e os amortecedores foram reposicionados. O efeito disso é uma viagem mais firme e confortável.

Ambas as versões trazem freio ABS e sistema EBD, que distribui a força da frenagem de maneira uniforme

Todas as versões trazem freio ABS e sistema EBD, que distribui a força da frenagem de maneira uniforme

*Viagem feita a convite da marca

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