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Conheça os cuidados para fazer o seguro de seu carro

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Todo ano o seu corretor entra em contato para renovar o seguro de seu veículo, porém a decisão não pode ser precipitada. Na maioria dos casos, o valor a ser desembolsado (apólice) em função dos dados veículo, como perfil do condutor e valor da franquia, deve ser avaliado com muito critério, pois nem sempre o menor valor será a melhor opção.

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(Foto: Divulgação)

De acordo com o colunista, nem sempre o menor valor é o melhor seguro (Foto: Divulgação)

A primeira dica é consultar seu prestador de serviços em funilaria e pintura e perguntar com quais companhias ele trabalha, muitas vezes você descobre que não pode usar sua oficina, pois ela não faz parte das empresas conveniadas.

A próxima dica é falar com parentes e amigos que já bateram o carro e verificar o grau de satisfação com os serviços prestados pela companhia de seguro.  Veja se todos os itens listados pelo reparador foram aprovados  pelo inspetor da companhia,  algumas empresas não assumem todos os reparos  necessários e tentam empurrar parte da conta para o assegurado,  pergunte se o orçamento foi aprovado rapidamente.

A dica número três, em caso de sinistro, é confirmar com seu corretor se você tem direito a utilização de carro reserva.

A quarta dica é analisar os valores de cobertura nos veículos de terceiros, você pode ter o azar de bater em um desses carros de luxo que rodam pela cidade.

Nunca é demais alertar para que você conduza seu veículo dentro das normas do Código Nacional de Trânsito, pois aquele ?lanchinho? que o motoqueiro da companhia de seguro traz, pode se transformar em um relatório, negativando sua cobertura, caso você tenha cometido alguma infração de trânsito, como por exemplo, avançar um farol vermelho, trafegar na contra mão ou mesmo dirigir alcoolizado.

Boa viagem!

Tire suas dúvidas através do e-mail chevyautocenter@yahoo.com.br


*É engenheiro mecânico e colunista do ZAP Carros

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Fique de olho nos falsos mecânicos do trânsito


Fique de olho nos falsos mecânicos do trânsito

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Se você é um dos milhares de paulistanos que trafega pelas marginais Tietê e Pinheiros fique atento,  você pode ser vítima dos falsos mecânicos. Este golpe é antigo, a atuação dessa quadrilha desaparece por um tempo e depois retorna lesando principalmente idosos e mulheres.

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Especialista alerta para o golpe do falso mecânico

Especialista alerta para o golpe do falso mecânico no trânsito

Como funciona: você está preso naquele trânsito lento das marginais e de repente  ouve um estouro na parte traseira de seu veículo, imediatamente você olha no retrovisor e vê uma fumaça sair debaixo do seu carro, mais que depressa você encosta  no acostamento. Nesse momento uma moto encosta junto com você e uma pessoa com o uniforme de uma concessionária se apresenta como mecânico solicitando desesperadamente que você abra o capuz, dizendo que o motor esta com um princípio de incêndio. Assustado, o motorista abre imediatamente o capuz do motor sem sair do carro.

O falso mecânico se aproveita da situação e, no momento que abre o capuz, ele desliga o fio que alimenta a bobina. Quando o motorista sai do carro ele informa a vítima que o módulo da injeção eletrônica está queimado, para comprovar o fato, ele pede ao motorista que tente dar a partida no motor, o fio da bobina está desligado e o motor não vai pegar, o que confirma o diagnóstico do golpista.

O falso mecânico se prontifica a conseguir um módulo a base de troca em cinco minutos. Acredite, pela metade do preço da concessionária, o valor cobrado varia entre R$ 1 mil e R$ 2.500, dependendo do grau de desespero da vítima. Resumindo, ele coloca um módulo defeituoso no carro da vítima e vai embora com o módulo bom  e mais um dinheiro no bolso, muito provavelmente  esse módulo será revendido no mercado paralelo.

Porque as principais vítimas são idosos e mulheres? São pessoas que comumente possuem menos conhecimento técnico e ainda são mais fáceis de serem identificados no trânsito, ou pelo cabelo comprido ou pelo cabelo branco.
A melhor conduta nestes casos é chamar a seguradora, solicitar um guincho e levar o veículo para uma oficina de sua confiança.

*É engenheiro mecânico e colunista do ZAP Carros

 

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Conheça os truques dos vendedores de carros para você fechar o melhor negócio

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Vender carros é uma arte. E comprar bem, também. Na “disputa” entre vendedores e compradores, na maioria das vezes o jogo de cintura dos primeiros leva a melhor diante do lado racional de quem está querendo trocar ou comprar.

Conheça os truques usados pelos vendedores de carro para vender bem seu carro (Foto: André Lessa/ AE)

Conheça os truques usados pelos vendedores de carro para vender bem seu veículo (Foto: André Lessa/ AE)

Para entender a dinâmica de quem trabalha nas concessionárias, nos “disfarçamos” de vendedor em três autorizadas de marcas com perfis distintos: Audi, Fiat e Citroën. Nosso objetivo era entender como funciona “o outro lado” e identificar os macetes de quem vende para ajudar você a fechar o melhor negócio. Veja as dicas abaixo:

1 - QUEM MANDA É VOCÊ - Não sinta vergonha de dizer não. Você não tem obrigação de comprar. Quem sofre pressão para vender é o funcionário da loja. Dois rapazes, que nada sabiam sobre a reportagem, foram à Fiat Concorde procurar uma perua Palio Adventure usada. Não levaram o carro disponível no estoque porque acharam o preço alto. Eduardo Azevedo, esse, sim, vendedor de verdade, bem que tentou, pesquisou em outras revendas e negociou taxas de juros melhores. Mas não adiantou. E pode ter certeza: se você sair sem fechar negócio, receberá uma ligação da autorizada com uma oferta melhor. Allan Cavallari Alvisi, da Citroën Montmartre, que o diga. Lá, os vendedores passam, em média, duas horas por dia ligando para clientes “fujões”.

2 - COMPRE À VISTA - Os juros dos planos a prazo são bem maiores que a rentabilidade de investimentos. Os economistas recomendam a compra à vista, quando for possível. O casal Neide e Ivan queria comprar um usado, mas viu o anúncio de um Fiat Palio Economy zero-km por R$ 23.990 e decidiu garantir o seu. “Deixei R$ 1 mil de sinal só para reservar. Quando voltar de lua de mel, quito o que falta”, disse ela. Neide, de 70 anos, e Ivan, de 66, casaram-se no dia seguinte. A organizadora de eventos Syllan Guimarães pechinchou para chegar a um valor que conseguisse pagar à vista. Deu certo: seu Citroën C3 XTR saiu com mais de R$ 5 mil de desconto.

3 - VÁ NO FIM DO MÊS - O impulso é o maior inimigo do comprador. Não se deixe levar por promessas de ofertas relâmpago ou frases do tipo “essa é a última unidade no estoque”. Na maioria das vezes, isso é papo de quem está correndo atrás de bater a meta estabelecida pela autorizada. Por isso, quanto mais próximo o mês estiver do fim, mais maleável o vendedor ficará. Se a negociação não for a que você quer, não pense duas vezes: volte à concessionária no fim do mês seguinte.

4 - APROVEITE OS SERVIÇOS EXTRAS - Um bom atendimento sempre conta pontos a favor na hora de o cliente escolher. A frase acima é um mandamento dentro das concessionárias. Por isso, algumas oferecem diferenciais que você pode aproveitar. Marque dia, hora e se não puder ir fazer o test-drive, peça ao vendedor para levar o carro até você, no trabalho ou em casa. Isso é de graça. Um cliente interessado em um A3 Sportback na Audi Caraigá, que não quis se identificar, tentou negociar com a concessionária o socorro mecânico 24 horas durante um ano, com direito a carro reserva, que lhe havia sido oferecido por uma autorizada Land Rover. A vendedora disse: “Se o senhor fechar conosco, vejo o que consigo fazer”. O rapaz ficou de pensar.

5 - SEU USADO VALE MUITO - Por mais velho, deteriorado e rodado que o seu veículo esteja, não se esqueça: pesquisas com cotações de usados são uma boa referência. O vendedor que pegar seu carro na troca vai revendê-lo depois - e lucrar. Para fazer isso ele fará propostas muito baixas para você. Portanto, o melhor negócio é tentar vender o veículo para outro “particular”. Dá trabalho, é verdade. Mas só assim será possível ter um valor próximo ao da tabela. E mais: dando dinheiro (e não outro carro) de entrada no novo modelo, seu poder de barganha será maior. Se não tiver paciência ou tempo, uma saída é pesquisar na concorrência: veja o quanto outras autorizadas pagam e mostre isso ao lojista com o qual você está negociando.

 

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Veja dicas para não comprar um carro de enchente

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Antes de comprar um carro usado, é preciso ter cuidado em diversos aspectos, como documentação, estado geral do veículo e sua procedência. No verão, época de chuva, a atenção deve ser redobrada, pois após o prejuízo, muitas pessoas fazem uma limpeza geral e colocam o carro à venda para tentar se livrar do estrago causado pela enchente.

“Se o consumidor não tomar alguns cuidados básicos, na compra de um veículo usado, poderá comprar uma grande dor de cabeça. Muitos dos carros que vimos boiando nas imagens não têm seguro e infelizmente acabam comercializados no mercado”, afirma o engenheiro mecânico Denis Marum.

Para saber se o veículo passou por enchente, confira algumas dicas do especialista:

1) O mau cheiro dentro do veículo é um grande indicador, a água penetra no carpete e nas espumas dos bancos e não seca facilmente. (Clique aqui e saiba mais sobre infiltração)

Mecânico verifica infiltração no carro, após enchente (Foto: André Lessa/AE)

Mecânico verifica infiltração no carro, após enchente (Foto: André Lessa/AE)

2) Faça uma vistoria no motor e procure por peças e parafusos enferrujados.

3) Verifique na frente do radiador se há sujeira impregnada como: papéis, sacos plásticos, folhas, etc.

4) Verifique dentro do porta-luvas se o manual do proprietário não está com as folhas enrugadas, sinal típico de papel molhado.

5) Veja o funcionamento de toda parte elétrica do veículo, inclusive velocímetro, marcador de combustível e luzes em geral. Confira se alguma luz de advertência do painel de instrumentos fica acesa constantemente

6) Puxe a vareta do óleo do motor, se o óleo estiver esbranquiçado é sinal claro de mistura de água com óleo.

7) Ruídos de rolamento no compartimento do motor indicam que a água retirou a graxa de dentro deles.

8) Identificar ruído ao pressionar o pedal da embreagem também é outro sinal

9) É bom levantar o carro em uma oficina para verificar se tem sujeira presa na suspensão do veículo.

10) Desconfie de preços muito convidativos.

“O conjunto destes indicadores é que vai caracterizar um veículo de enchente. Se você sente dificuldade em fazer este check-up, vale a pena recorrer a um profissional para ajudar a não comprar gato por lebre”, adverte Denis Marum.

 

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Fique de olho na boia de combustível

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Como o próprio nome diz, a boia, como o sensor do nível de combustível é popularmente conhecido, indica a quantidade de líquido no tanque. De acordo com especialistas, como o componente fica submerso - o álcool é ainda mais corrosivo que a gasolina -, o desgaste é inevitável.

Segundo o engenheiro mecânico Rubens Venosa, proprietário da Motor-Max (3743-9381), oficina na zona sul, o principal sinal de defeito no sensor é a marcação errada do nível. “No caso dos modelos bicombustíveis, se o sensor não estiver funcionando corretamente, o motor vai falhar. O sistema só ‘entende’ que houve troca de combustível quando há uma variação no nível.”

Manutenção da boia do combustível (Foto: André Lessa/ AE)

Manutenção da boia do combustível (Foto: André Lessa/ AE)

Venosa afirma que, nos carros movidos apenas a álcool, a durabilidade da peça varia de 30 mil a 100 mil quilômetros. “Se o veículo não tiver eletrônica embargada, dificilmente o reparador conseguirá identificar a falha se o seu o motorista não informá-lo sobre o problema.”

O diretor Técnico do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios  do Estado de São Paulo (Sindirepa), Antônio Gaspar de Oliveiro, explica que, mesmo como alto teor de álcool na gasolina vendida no Brasil, os sensores de carros com motor de ciclo Otto (gasolina, álcool e GNV) duram mais.”Não há como determinar, mas a vida útil supera os 100 mil km. Apenas nos carros que andam sempre com pouco combustível, a peça se desgasta prematuramente, uma vez que acaba se movimentando mais.”

PREÇOS
Na Jocar (3797-0707), loja de autopeças da capital, o preço do sensor varia de R$ 24,20,para um VW Fusca até 1977, a R$ 168, para um Fiat Tipo. Na rede MercadoCar (2206-5000), o preço da peça vai de R$ 18,93 a R$ 307,89. Na Koga Koga (2020-1000) cobram-se entre R$ 27,30 e R$ 116.

De acordo com o Venosa, se o componente vier junto com a bomba de combustível, o valor  pode ultrapassar os R$ 3 mil.




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