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Disponível somente com câmbio automático, Chevrolet Tracker custa a partir de R$ 71.990

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Tracker chega ao Brasil somente na versão Ltz, que é a mais equipada (Fotos: Divulgação)

Tracker chega ao Brasil somente na versão Ltz, que é a mais equipada (Fotos: Divulgação)

A Ford e a Renault podem começar a se preocupar. Enquanto o EcoSport e o Duster seguiam soberanos no segmento dos utilitários esportivos compactos, a GM já preparava o terreno para o lançamento do Tracker, SUV que chega às lojas ainda em outubro por preço a partir de R$ 71.990 e promete ameaçar o mercado nesta categoria.

No Brasil, modelo é equipado com motor Ecotec 1.8 flex de 144 cv, quando abastecido com etanol

No Brasil, modelo é equipado com motor Ecotec 1.8 flex de 144 cv, quando abastecido com etanol

Vendido em mais de 100 países, o SUV da Chevrolet só é oferecido por aqui com propulsor Ecotec 1.8 flex, enquanto outros mercados também contam com a motorização 1.6.

O trem de força que equipa o Tracker no Brasil tem potência de 144 cv, quando abastecido com etanol. O motor conta com quatro válvulas por cilindro e duplo comando de válvulas continuamente variável (Dual CVVT). De acordo com a montadora, tal propulsor é capaz de desenvolver torque de 18,9 kgfm a 3.800 rpm.

SUV tem 4,24 metros de comprimento, 2,03 m de largura, 1,64 de altura e 2,55 m de entre-eixos. O utilitário pesa 1.390 kg

SUV tem 4,24 metros de comprimento, 2,03 m de largura, 1,64 de altura e 2,55 m de entre-eixos. O utilitário pesa 1.390 kg

O modelo que chega ao País também só está disponível com transmissão automática de seis velocidades, com sistema de troca de marchas adaptativo e freio motor. “Tal câmbio garante ao modelo maior torque e potência em baixas rotações, o que beneficia a dirigibilidade e menor consumo de combustível”, diz Paulo Riedel, diretor de Powertrain da GM.

De acordo com Hermann Mahnke, diretor de marketing da GM, além do Tracker somente com motor 1.8, as ruas brasileiras só irão conhecer a versão LTZ do utilitário, que é a mais recheada de equipamentos. “Queremos oferecer aqui um produto premium, que seja objeto de desejo dos consumidores”, justifica Hermann Mahnke, diretor de marketing da GM.

De acordo com a GM, 85% das peças e componentes do veículo podem ser reciclados e 97% podem ser recuperados

De acordo com a GM, 85% das peças e componentes do veículo podem ser reciclados e 97% podem ser recuperados

Assim como o Sonic e Captiva, o modelo é produzido no México. Portanto, para entrar no mercado brasileiro, o SUV enfrenta o sistema de cotas. A estratégia da marca foi optar por trazer a versão mais equipada, mesmo que em menor número.

Ao contrário dos concorrentes, a Chevrolet optou por não oferecer o Tracker com tração 4×4. No entanto, ainda assim o modelo se garante em equipamentos, trazendo a seu favor uma lista que inclui fechamento automático nos vidros, farol de neblina, rodas 18″, câmera traseira, sensor de estacionamento, detalhes externos com acabamento cromado, painel de instrumentos digital, comandos no volante, cruise control, chave canivete e sistema multimídia Mylink, que oferece conectividade através da sua tela LCD sensível ao toque.

Modelo conta com sistema de freios ABS

Modelo conta com sistema de freios ABS

Apesar de ser oferecido somente na configuração LTZ, o comprador que quiser tirar o veículo da concessionária pode optar por um pacote que deixa o SUV R$ 3.500 mais caro. Por um total de R$ 75.490, o utilitário ganha teto solar e airbags laterais e de cortina, além de tonalidade diferenciada no console central.

“Até o final deste ano, planejamos vender cerca de 1.800 unidades do modelo por mês. Em 2014 este número deve ficar em aproximadamente 900 carros mensais, devido à cota de importação”, diz Mahnke.

IMPRESSÕES AO VOLTANTE - O Tracker tem alguns atributos a seu favor, como o bom espaço interno, a facilidade que o motorista encontra para encontrar uma posição para dirigir e manobrar o carro (esta por conta da direção hidráulica). No entanto, o seu isolamento acústico deixa a desejar e transmite aos passageiros muito ruído externo.

Tracker tem câmbio automático de seis marchas, com opção de trocas manuais

Tracker tem câmbio automático de seis marchas, com opção de trocas manuais

Durante avaliação do ZAP Carros do SUV no Campo de Provas da GM em Indaiatuba (SP), o modelo demonstrou também que sua suspensão poderia ser um pouco mais firme. Em trechos em que o solo apresenta irregularidades, os passageiros puderam sentir o carro balançar mais do que deveria.

A caixa de transmissão, sim, merece elogios. O motorista encontra a opção de fazer trocas manuais através da alavanca de câmbio e cada marcha entra de maneira suave, sem trancos.

Porta-malas do Tracker é menor do que dos concorrentes. Enquanto o SUV da GM tem capacidade para 306 litros, o Ecosport comporta 362 l e o Duster tem espaço para 475 l

Porta-malas do Tracker é menor do que dos concorrentes. Enquanto o SUV da GM tem capacidade para 306 litros, o Ecosport comporta 362 l e o Duster tem espaço para 475 l

O motor aproveita bem cada marcha. Durante avaliação, o conta-giros marcou 3.000 rpm aos 120 km/h. As retomadas e aceleradas do modelo também não decepcionam. Segundo a montadora, o modelo é capaz de chegar aos 189 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em 11,5 segundos, quando abastecido com álcool.

Apesar de diversos porta-objetos úteis, incluindo uma gaveta abaixo do banco do passageiro da frente, o utilitário avaliado apresentou acabamento um pouco frágil. Ao tocar no plástico, ele parece não ser rígido o suficiente e isso pôde ser verificado em um dos compartimentos que servem para guardar itens, dentro do porta-malas.

* Viagem feita a convite da marca.

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Ford New Fiesta brasileiro tem opção de câmbio automático de dupla embreagem

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New Fiesta é fabricado em São Bernardo do Campo (SP) e deve chegar às lojas em abril (Fotos: Divulgação)

New Fiesta é fabricado em São Bernardo do Campo (SP) e deve chegar às lojas em maio (Fotos: Divulgação)

O novo Ford New Fiesta, que troca a nacionalidade (de mexicano para brasileiro), entra na fila de estratégia da marca (como Nova Ranger, Novo Fusion e Novo EcoSport) para transformar todos os produtos em modelos globais até 2015. O novo hatch deu um leve tapa no visual e ganhou mais itens de série, mas no quesito motorização há uma novidade importante - o câmbio automático de dupla embreagem de seis velocidades (mesmo que equipa o irmão SUV) acoplado ao motor Sigma, por um valor atraente, em relação ao restante do mercado.

O hatch tem seis opções de cores para carroceria

O hatch tem seis opções de cores para carroceria e três anos de garantia

São duas opções de acabamento (S e SE) para o motor 1.5 de 111 cv e (SE e Titanium) para o propulsor Sigma 1.6 de 130 cv. O primeiro só é oferecido com câmbio manual de cinco velocidades; já o mais potente está disponível com transmissão mecânica ou automática.

De acordo com a Ford, o trem de força 1.6 recebeu melhorias e está 7% mais potente e 5% mais eficiente. São 15 cv a mais, em relação ao modelo mexicano, além de mudanças no duplo comando de válvulas, introdução do sistema Easy Start (que elimina o tanquinho auxiliar e dá agilidade na partida) e ajustes para redução de combustível, como no compressor do ar-condicionado.

O motor 1.6 flex recebeu nota A no programa do Inmetro. Segundo a marca, o hatch chega a fazer até 13,9 km/l na estrada e 11,4 km/l

O motor 1.6 flex recebeu nota A no programa do Inmetro. Segundo a marca, o hatch chega a fazer até 13,9 km/l na estrada e 11,4 km/l

A versão de entrada parte de R$ 38.990 e vem bem equipada de série com dois air bags, freios ABS com EBD (controle eletrônico de frenagem), ar-condicionado, direção elétrica, travas e vidros elétricos (dianteiros), rodas de 15 polegadas e sistema My Conection (geração 3).

Para-choque dianteiro está mais incorporado à frente do carro

Para-choque dianteiro está mais incorporado à frente do carro

A topo de linha (só com motor 1.6) de R$ 54.990 acrescenta câmbio Powershift, faróis de neblina, acabamento diferenciado nos bancos, controles de tração e de estabilidade, acendimento automático dos faróis, assistente de partida em rampa, sete air bags, rodas de 16 polegadas, banco e volante revestidos em couro, piloto automático, sensores de estacionamento e de chuva e sistema My Key, que permite configurar a velocidade máxima, o volume do som, por exemplo, para que o manobrista não abuse com veículo.

Não houve mudança nas dimensões do New Fiesta

Não houve mudança nas dimensões do New Fiesta

A principal mudança na carroceria é a grande frontal trapezoidal, que segue a identidade de outros modelos da montadora americana. Na traseira chama atenção o aerofólio maior e novas lanternas. Na cabine, as alterações também são sutis, como a nova iluminação do painel de instrumentos (um tom de azul mais claro - nomeado de Ice Blue).

Motor do New Fiesta é produzido em Taubaté (SP)

Motor do New Fiesta é produzido em Taubaté (SP)

O sedã do New Fiesta, por ora, continua com passaporte mexicano. Ele deve ser reformulado como o hatch, mas ainda não há data. A previsão é para junho. O Fiesta Rocam, de acordo com a Ford, continua disponível para venda. Seus principais rivais são Hyundai HB20 e Chevrolet Onix, que ocupam na tabela da Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), a 4ª e 9ª posição, respectivamente.

IMPRESSÕES AO DIRIGIR - Rodamos com a versão 1.5 SE (R$ 42.490) por cerca de 70 km, em trecho urbano, e o propulsor mostrou sua vontade de acelerar em ultrapassagens e retomadas. O torque desta configuração é de 14,9 kgfm aos 4.250 rpm (quando abastecido com etanol), de acordo com a Ford, e ele não se intimidou quando o hatch foi submetido aos 100 km/h. A força do modelo com motor 1.6 é de 16 kgfm aos 5.000 rpm, quando utilizado álcool para abastecer.

Porta-malas tem capacidade de 281 litros

Porta-malas tem capacidade de 281 litros

Apesar de o trecho percorrido não ter oferecido muitos desafios na via, a suspensão se mostrou bem ajustada para a cidade. Em curvas, o hatch também reagiu muito bem e não apresentou rolagem na carroceria. A direção elétrica oferece ao motorista respostas rápidas e é bastante eficiente na hora de auxiliar o condutor a fazer uma manobra. As trocas de marcha são fáceis, devido ao engate preciso do câmbio manual que esta versão oferece.

Além do ótimo desempenho, o New Fiesta brasileiro é um modelo que agrada pelo visual. Assim como as linhas externas esbanjam capricho, a Ford cuidou para que o acabamento interno recebesse a mesma atenção. O material utilizado no revestimento é de boa qualidade e não deixa a desejar em relação aos concorrentes do segmento. A unidade avaliada não apresentou rebarbas nem tampouco peças mal encaixadas.

Modelo oferece, desde a versão de entrada, travas, espelhos e vidros dianteiros elétricos, ar-condicionado, freios ABS com EBD, alarme e direção elétrica

Modelo oferece, desde a versão de entrada, travas, espelhos e vidros dianteiros elétricos, ar-condicionado, freios ABS com EBD, alarme e direção elétrica

Apesar de oferecer ótima ergonomia, visibilidade e também proporcionar ao motorista facilidade para encontrar uma boa posição para dirigir, o New Fiesta não é assim tão primoroso em espaço interno para quem senta no banco de trás. Os passageiros podem se sentir um pouco “espremidos”, caso o assento da frente seja ocupado por alguém alto que posicione o banco para suas pernas ficarem acomodadas.

* Viagem feita a convite da marca

Ford apresenta o primeiro New Fiesta brasileiro

Categorias: Ford, LANÇAMENTOS, TESTES E AVALIAÇÕES, TODAS AS NOTÍCIAS

Após desfilar pelas ruas sem disfarce, o Ford New Fiesta produzido no Brasil é apresentado oficialmente nesta segunda-feira (25). O ZAP Carros já havia flagrado o modelo enquanto era testado em fevereiro , mas, nesta manhã, a fábrica da marca em São Bernardo abriu as portas aos jornalistas especializados e convidados para marcar a produção da primeira unidade do compacto aqui.

Ford New Fiesta deve chegar às concessionárias em maio (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

Ford New Fiesta deve chegar às concessionárias em maio (Foto: Olivia Caires/ZAP Carros)

O New Fiesta é o primeiro hatch global da marca a ser produzido no País e, para a sua produção, a montadora investiu R$ 800 milhões. A Ford ainda não divulgou os preços do modelo, mas afirma que ele veio para brigar com o Chevrolet Onix e Hyundai HB20. O compacto utiliza a mesma plataforma do EcoSport e deve chegar às concessionárias brasileiras a partir de maio.

Versão Titanium será equipada com transmissão PowerShift, ou seja, câmbio automático sequencial de seis velocidades e dupla embreagem (Foto: Divulgação)

Versão Titanium será equipada com transmissão PowerShift, ou seja, câmbio automático sequencial de seis velocidades e dupla embreagem (Foto: Divulgação)

A configuração apresentada à imprensa é a topo de linha, ou seja, a versão Titanium. Ela é equipada com motor flex 1.6 Sigma TiVCT com duplo comando de válvulas, fabricado em Taubaté, em São Paulo. A transmissão desta opção é automática de dupla embreagem. Este modelo conta com a tecnologia multimídia SYNC, que tem display em LCD, sistema de som, entrada USB e conexão com o celular.

A versão que será a mais cara da linha New Fiesta irá oferecer sete airbags (inclusive um para o joelho do motorista), controle de tração, assistente de partida em rampa, direção hidráulica e suspensão calibrada para rodagem no Brasil. A marca afirma que o hatch recebeu a classificação A, que é a nota máxima, nos testes de economia e eficiência energética do INMETRO/CONPET.

New Fiesta é o segundo carro global produzido pela Ford no Brasil. O primeiro foi o Ecosport, que começou a ser fabricado aqui no ano passado

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Salão de Paris: Peugeot revela SUV rival do Ecosport e Duster

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A Peugeot marca presença no Salão de Paris com o 2008, SUV compacto que será produzido e comercializado no Brasil. Seu protótipo já foi exibido no Salão de Pequim, em abril deste ano, mas com outro nome: Urban Crossover. O modelo virá para o País para brigar com o Ford Ecosport e Renault Duster.

Peugeot 2008 será novo rival Ford Ecosport e Renault Duster (Fotos: Divulgação)

Peugeot 2008 será produzido sobre a mesma plataforma do 208 (Fotos: Divulgação)

O Peugeot 2008 vai utilizar a mesma plataforma do 208, carro que também deverá começar a ser fabricado aqui (possivelmente em Porto Real, RJ) no primeiro trimestre de 2013. O hatch que será vendido no Brasil será igual ao mostrado em Paris, mas, segundo fontes ligadas à marca, poderá vir com diferenças de acabamento em relação à opção europeia. Há a possibilidade da versão esportiva GTI ser vendida aqui, mas a montadora ainda não confirmou esta informação.

Peugeot 2008 será produzido sobre a mesma plataforma do 208 (foto acima)

Hatch 208 chegará ao Brasil no início de 2013

A marca exibe também no evento o Peugeot 301, que será voltado para o mercado da Rússia, África e America Latina. O modelo deve ser produzido na Argentina e será vendido lá e no Chile. Sua comercialização ainda não foi confirmada no Brasil, mas deve ser questão de tempo para que ele chegue por aqui.

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Ford Ecosport tem a mesma plataforma do New Fiesta e duas opções de motores: 1.6 e 2.0 (Fotos: Divulgação)

Ford EcoSport tem a mesma plataforma do New Fiesta e duas opções de motores: 1.6 e 2.0 (Fotos: Divulgação)

Quem já ocupou o primeiro lugar não se acostuma fácil com o segundo degrau do pódio. Foi o que aconteceu com o Ford EcoSport, que fechou 2011 liderando a primeira posição entre os SUVs mais vendidos do Brasil e teve que assistir seu rival Renault Duster (lançado em outubro do ano passado) ganhar mercado, conquistando o título de mais comercializado da categoria no primeiro semestre de 2012, segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição dos Veículos Automotores). A montadora americana deixou clara a sua preocupação e, desde o início do ano, organizou diversos eventos para mostrar um pouco do carro, muito antes de ele ser lançado oficialmente, como uma maneira de tentar convencer o consumidor de que valeria a pena esperar pela novidade. E eis que acaba a mistério. A marca apresentou neste final de semana (04 e 05) a segunda geração do jipinho e anunciou o começo das vendas para setembro.

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A plataforma é a mesma do New Fiesta, assim como o motor Sigma 1.6 Flex, que agora também está disponível na versão de entrada do SUV, que parte de R$ 53.490. A outra opção de propulsor é o Duratec 2.0, que também pode ser abastecido com álcool ou gasolina e tem preço inicial de R$ 62.490.

SUV manteve o estepe na tampa do porta-malas

SUV manteve o estepe na tampa do porta-malas

São quatro versões de acabamento: S, SE, Freestyle e Titanium, todas com câmbio manual de cinco marchas. A montadora promete apresentar em outubro, no Salão Internacional de São Paulo, na capital paulista, o modelo com transmissão automática. Já a chegada do SUV 4×4 está prevista somente para o final do ano.

A competição com o Duster, em termos de preço, deixa o SUV da Renault em vantagem, já que a versão de entrada do modelo francês custa R$ 48.170 (R$ 5.320 a menos do que o EcoSport). Porém, em relação à potência, os dois carros conversam de igual para igual: 115 cavalos na configuração 1.6. Já com o motor 2.0, o EcoSport ganha por 5 cv a mais em relação ao concorrente e traz 147 cv. Com esta motorização, o jipinho desenvolve torque de 19,68 kgfm, enquanto o 1.6 gera 15,90 kgfm.

Retrovisor está preso na porta do carro

Retrovisor está preso na porta do carro

Se o EcoSport perde para o Duster em preço, ele ganha em estilo e segurança. O carro de entrada da Ford traz air bag duplo e freios ABS, além dos itens que o rival também traz, como ar condicionado, trava e vidros dianteiros elétricos. A marca não divulga qual é sua expectativa de venda para o modelo, mas estima que a Freestyle deverá ser a mais vendida. Esta configuração vem, além dos equipamentos citados acima, com rodas de liga leve de 16 polegadas, faróis de neblina, sensor de estacionamento, assistente de partida em rampa e controle eletrônico de estabilidade e tração, por R$ 59.990. Para acrescentar banco de couro e air bags laterais e de cortina nesta configuração o consumidor terá que pagar R$ 3.700 a mais.

Segundo a fabricante, preço das revisões ficará 7,5% mais barata do que a geração anterior

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Dirigindo o EcoSport - A reportagem do ZAP Carros pôde avaliar tanto o modelo 1.6 quanto o 2.0, nas versões Freestyle e Titanium, respectivamente, e ambas agradaram. Apesar da caixa de transmissão estar um pouco dura na unidade 2.0 que foi testada, o motor respondeu bem aos comandos do motorista, assim como na configuração 1.6.

Sim, a versão 2.0 oferece melhores retomadas, mas o 1.6 também respondeu muito bem ao acelerador. A configuração com menor motor, de acordo com a Ford, gera 80% do torque a 2.200 rpm, ou seja, ele entrega muita força em baixas rotações. Além disso, ele é mais econômico, o que justifica a escolha pelo modelo 1.6. A montadora divulgou somente o consumo do EcoSport 1.6, que em trecho urbano é de 7,0 km/l (abastecido a álcool) e 12,4 km/l (a gasolina). Já na estrada, a promessa é de que ele faça 8,4 km/l (álcool) e 12,2 km/l (gasolina).

O interior do SUV faz par com o design exterior. As linhas do painel são bem marcadas, mas a montadora ainda tem muito o que melhorar em relação ao acabamento. Foi possível encontrar rebarbas nos dois carros testados e o teto de ambas se mostrou bastante frágil ao toque. O compartimento para guardar óculos também passou a impressão de que estava mal encaixado, o que também pôde ser verificado em outros detalhes de finalização da porta. No entanto, o material utilizado no painel é de boa qualidade e o ar-condicionado, apesar de um pouco barulhento, funciona muito bem.

Maçaneta do porta-malas está integrada na lanterna traseira

Maçaneta do porta-malas está integrada na lanterna traseira direita

Quanto à direção, só há elogios. O motorista encontra uma posição adequada facilmente com a ajuda do ajuste manual de altura do banco e volante. A direção elétrica, presente em todas as versões do EcoSport, é uma grande vantagem em relação ao Duster. A manobra fica muito mais fácil e ela oferece muito mais prazer ao dirigir.

Versão topo de linha, a Titanium, tem sistema key less, que permite acesso ao carro e partida sem chave

Versão topo de linha, a Titanium, tem sistema key less, que permite acesso ao carro e partida sem chave

As versões testadas trazem controle eletrônico de estabilidade e de tração, o que aumenta a sensação de segurança em curvas e em alta velocidade. Nenhuma das configurações apresentou rolagem na carroceria em todo o trecho percorrido (cerca de 200 km).

O novo EcoSport é um pouco maior do que a geração anterior em altura (1,69 metros) e entre-eixos (2,52 m), o que confere mais conforto aos passageiros. O comprimento (4,24 m) e a largura (2,05 m) não receberam grandes alterações. Os assentos permitem que todos fiquem à vontade dentro do carro, tanto quem senta na frente quanto atrás. Todos os equipamentos necessários ao motorista estão à mão e o computador de bordo é bastante intuitivo.

Porta-malas do Ecosport tem capacidade de 362 litros, enquanto o de seu rival Renault Duster tem 475 l

Porta-malas do EcoSport tem capacidade de 362 litros, enquanto o de seu rival Renault Duster tem 475 l

Confira a lista de preços do novo Ecosport:

- Ford EcoSport 1.6 S - R$ 53.490
- Ford EcoSport 1.6 SE - R$ 56.490
- Ford EcoSport 1.6 Freestyle - R$ 59.990
- Ford EcoSport 2.0 Freestyle - R$ 62.490
- Ford EcoSport 2.0 Titanium - R$ 70.190

* Viagem feita a convite da marca

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