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Novo sedã Volks é flagrado em testes

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(Fotos: Carparazzi)

(Fotos: Carparazzi)

De olho em mercados como o da China e da América do Norte, a Volkswagen está desenvolvendo um novo três-volumes. Com porte semelhante ao do Passat, o sedã disputará compradores em segmento muito concorrido nesses dois países. Nos Estados Unidos, por exemplo, modelos como Honda Accord, Hyundai Sonata e Toyota Camry são chamados de sedãs médios (ou familiares) e fazem muito sucesso.
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O novo modelo será lançado no segundo trimestre de 2011, se a promessa do CEO da Volks nos EUA, Stefan Jacoby, se confirmar. Ainda de acordo com o executivo, o preço será ao redor de US$ 20 mil. Com isso a novidade ficará posicionada entre o Jetta, que tem tabela de US$ 15.995, e o Passat, a partir de US$ 27.945.

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Entre os motores, inicialmente haverá uma opção de 2 litros a diesel, uma 2.5 de cinco cilindros e uma 3.6 V6, estas a gasolina. Futuramente, o 1.4 TSI será acrescentado à linha. Segundo fontes da marca, em meados de 2012 virá uma versão híbrida.

Salão francês terá conversível da Infiniti

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Conversível estará no Salão de Paris (Foto: Divulgação)

Conversível estará no Salão de Paris (Foto: Divulgação)

Marca de luxo da Nissan, a Infiniti preparou para o Salão de Paris, a partir de 2 de outubro, o conversível conceitual IPL G. Embora a marca não confirme, o modelo deve ser produzido em série, segundo agências internacionais.

No visual agressivo, se destacam as rodas de 19 polegadas e o grande para-choque dianteiro. O interior é revestido de couro vermelho.

Sob o capô está o motor V6 de 3,7 litros e 333 cv, que leva o modelo de 0 a 100 km/h “em menos de seis segundos”, de acordo com informações da fabricante.

Infiniti IPL G (Foto: Divulgação)

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Participação de chineses avança rápido

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(Foto: Michel Escanhola - AE) A partir da esquerda: Tiggo, Cielo, QQ e Face da Chery

(Foto: Michel Escanhola - AE) A partir da esquerda: Tiggo, Cielo, QQ e Face da Chery

Os carros chineses já respondem por mais de 10% das importações feitas por empresas independentes (sem fábricas no País), participação que há um ano estava bem abaixo de 1%. Nos sete primeiros meses do ano, foram vendidos no Brasil 5.800 automóveis feitos na China.

O número ainda é insignificante diante de um mercado de 1,88 milhão de veículos, mas ganha relevância pela velocidade com que cresce: quase 400% na comparação com o mesmo período de 2009. De janeiro a julho do ano passado foram vendidos apenas 1.160 carros no País. Em todo o ano, foram 2.430 unidades, segundo a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva).

Atualmente, cinco marcas atuam como importadoras ? Chana, Chery, Effa, Haffei e Jinbei ?, com carros cujos preços vão de R$ 21,4 mil a R$ 58 mil. O Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro, marcará a chegada de mais duas: Jac e Lifan.

De olho no mercado brasileiro, um dos poucos que cresce no mundo, além da própria China, as marcas asiáticas começam a fincar raízes no País. A primeira fábrica de carros chineses deverá ser inaugurada em 2013 para a produção de um modelo compacto que vai disputar mercado com os campeões de venda como Volkswagen Gol e Fiat Palio.

“O movimento não é isolado e outras montadoras deverão instalar fábricas no Brasil”, prevê o sócio-diretor da Vallua Consultoria e Gestão, Lucas Copelli. Ele diz que o produto chinês não deixará de ser competitivo ao ser fabricado aqui. Segundo ele, a importação também é onerosa. O Imposto de Importação é de 35%, além dos demais tributos que incidem em cascata sobre o preço bruto e gastos com frete e nacionalização.

Daqui a três anos, a Chery promete iniciar a produção de veículos em Jacareí, interior de São Paulo. O projeto, orçado em US$ 700 milhões, deve abrir caminho para outras chinesas espalharem suas filiais pelo País. Já manifestaram interesse a BYD, Lifan, Chana, Hafei e JAC (caminhões pesados).

A Chery prevê produzir de 150 mil a 170 mil automóveis por ano. A operação começará com a importação de kits (CKDs) para montagem e a nacionalização de peças será gradual. Um grupo de fornecedores de componentes da China também negocia a entrada no mercado não só para abastecer a Chery, mas outras montadoras instaladas no País.

(Foto: Sérgio Castro - AE) Sedã da Jac, que chega no início de 2011, será mostrado no Salão do Automóvel

(Foto: Sérgio Castro - AE) Sedã da Jac, que chega no início de 2011, será mostrado no Salão do Automóvel

Na opinião de Copelli, os veículos chineses tendem a conquistar o consumidor brasileiro aos poucos, a exemplo do que ocorreu com os sul-coreanos. “As montadoras chinesas estão melhorando a qualidade e a tecnologia dos seus produtos”, diz.
Atualmente, entre as 30 maiores montadoras do mundo, dez são chinesas. Há uma década, apenas três marcas do país apareciam nesse ranking, segundo a Organização Internacional dos Construtores de Carros (Oica). No mesmo período, a produção de veículos chineses saltou de 2 milhões para 13,7 milhões, um impressionante crescimento de 580%.

Nas projeções de Sérgio Habib, presidente da importadora SHC que trará ao País os modelos da Jac, em cinco anos os brasileiros deverão comprar cerca de 200 mil carros chineses, o equivalente a 5% do mercado total previsto para aquele ano, de 4 milhões de unidades.

Liderança - A China tornou-se maior produtor mundial de carros em 2009, deixando para trás Japão e EUA. O país também é líder em vendas, com 10,3 milhões de veículos já vendidos neste ano.

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Porsche cria kit para o Panamera

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A Porsche criou um programa de personalização em duas etapas para o Panamera. À venda a partir de setembro, é composto por um kit de potência para a versão Turbo - que dá 40 cv a mais para o motor, chegando a 540 cv, além de novas rodas de 20 polegadas criadas pelo estúdio de design da marca.

Potência pode ser aumenta em 40 cavalos na versão Turbo

Potência pode ser aumentada em 40 cavalos na versão Turbo

O kit é composto por dois novos turbocompressores com componentes feitos de liga de alumínio e titânio. O sistema de gerenciamento do motor também foi adaptado para a nova tecnologia e melhorar sua resposta. Além do acréscimo em potência, houve ganho também no torque, que passou de 71,3 mkgf para 76,5 mkgf. Com o pacote Sport Chrono o torque é de 81,6 mkgf (ante 78,5 mkgf da versão sem o kit).

O modelo também pode ser personalizado externamente

O modelo também pode ser personalizado externamente

A aceleração de 0 a 100 km/g melhorou 0,1 segundo e agora ocorre em 3,9 segundos. A velocidade máxima da versão “mexida” é de 305 km/h. Na Europa, esse kit custará 16.695,70 euros (aproximadamente R$ 37.632,10).

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O conjunto de personalização externa, à venda por 4.581,50 euros (cerca de R$ 10.326,70) a partir de outubro, inclui entradas de ar na cor preta e novos apêndices aerodinâmicos. O kit com as rodas de 20″ também estará à venda a partir de outubro por 1.588,65 (R$ 3.580,81).

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Aston Martin inicia operações no Brasil

Conceito EN-V da GM dá volta em Xangai

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Concept EN-V nas ruas de Xangai (Foto: Divulgação)

Concept EN-V nas ruas de Xangai (Foto: Divulgação)

Na semana passada, o elétrico EN-V deixou o estande da GM na World Expo 2010 para dar uma volta de 10 minutos pelas ruas de Xangai, China. O passeio na Huaihai Road foi escoltado pela polícia local e mostrou a vocação do modelo para enfrentar congestionamentos e falta de vagas de estacionamento.

Concept EN-V nas ruas de Xangai (Foto: Divulgação)

Concept EN-V nas ruas de Xangai (Foto: Divulgação)

Existem três conceitos EN-V, o que percorreu as ruas iluminadas é chamado de Jiao (orgulho). O modelo leva duas pessoas e conta com um par de motores elétricos, um para cada roda. Segundo a GM, com as baterias de íon lítio totalmente carregadas o Jiao percorre 40 quilômetros. O elétrico tem controles totalmente eletrônicos e pode ser guiado sozinho por GPS. O peso não passa de 500 kg e o comprimento é de 1,5 metro.

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