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Montadoras param no Japão por causa da catástrofe

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Por conta do terremoto e do tsunami, que atingiram o Japão na última sexta-feira (11), as maiores montadoras de automóveis do país asiático suspenderam a produção em suas fábricas na segunda-feira (14).

O desastre trouxe como consequencia falta de energia elétrica, problemas no fornecimento de componentes e comprometimento da exportação. O Brasil pode sofrer com ofertas de veículos e peças. A Toyota, por exemplo, que tem grande parte da sua operação na região atingida pela catástrofe, suspendeu a produção até dia 22. Com isso, a marca deixará de produzir 40 mil carros nesses dias.

Em nota, a fabricante diz o seguinte: “A produção de peças de reposição será retomada no dia 17 de março, garantindo o fornecimento de peças para aqueles clientes que eventualmente necessitem de reparos em seus veículos. Além disso, a Toyota Motor Corporation planeja iniciar, a partir do dia 21 de março, a produção de peças que são destinadas à exportação”.

A cidade de Otsuchicho, totalmente devastada (Foto: Yasuhiro Takami/AP)

A cidade de Otsuchicho, totalmente devastada (Foto: Yasuhiro Takami/AP)

Honda, Nissan, Suzuki e Subaru também pararam suas atividades.

Conheça o drifting, técnica que faz o carro andar de lado

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Quem gosta de emoção ao volante, com certeza vai gostar do drifting. Esta é uma técnica de direção na qual o motorista faz a traseira do veículo deslizar, forçando o esterçamento do volante no sentido contrário à curva. Veja, no vídeo abaixo, carros preparados para o drifting em ação:

Para dar certo, nas entradas das curvas, é preciso fazer o motor girar em alta rotação para que as rodas traseiras patinem, enquanto o volante é girado no sentido oposto ao da curva. Parece fácil na teoria. Na prática, não é bem assim. Equilibrar a força do motor com o movimento do carro não é moleza.

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Quer assistir ao vivo as apresentações de drifting? Vá à X-Treme Motorsports

Onde?
X-Treme Motorsports
Data: 15 a 18 de outubro
Local: Centro de Exposições Imigrantes - Rodovia Imigrantes, KM 1,5 - Jabaquara - São Paulo - SP
Horário: das 14 h às 22 h (quinta e sexta-feira) 10 h às 20 h (sábado e domingo)
Preço: R$ 20 (crianças até 6 anos de idade e visitantes acima de 65 anos não pagam.

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No lugar da gasolina, eles usam eletricidade

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Aproveitando as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, as japonesas Mitsubishi e Subaru apresentaram, respectivamente, o i-MiEV e o Stella, que prometem emissões totais de CO2 (gás causador do efeito estufa) até 70% menores do que os equivalentes com motores a gasolina, álcool, GNV ou diesel.

Os 30% restantes se referem às emissões geradas para fazer a eletricidade chegar até o posto de reabastecimento.

Modelo da Mitsubishi, o MiEV, promete emissão total de CO2 (gás causador do efeito estufa) de até 70% menores do que os equivalentes com motores a gasolina, álcool, GNV ou diesel.

MiEV promete emissão de CO2 até 70% menores do que motores a gasolina, álcool, GNV ou diesel

Os modelos estarão à venda a partir de julho. As estimativas iniciais são bem franzinas. A Mitsubishi espera comercializar 1.400 unidades do i-MiEV até março do ano que vem. Em princípio o modelo será vendido apenas ao governo japonês.

O público pode encomendá-lo, mas as entregas serão feitas a partir de abril de 2010.

A Subaru é mais modesta e prevê apenas 170 Stella vendidos até março do ano que vem.

Diferentemente dos carros movidos a pilha a combustível (a energia é gerada a partir da conversão do hidrogênio) ou os híbridos (têm motor a combustão e outro elétrico para complemento de força), os elétricos rodam com eletricidade apenas.

Para abastecê-los, basta uma tomada de 100 a 200 volts. Nas laterais, em vez do bocal do tanque há dois plugues para conexão do cabo de força - um para carga rápida, outro para a normal. São necessárias oito horas para a recarga completa.

A energia é armazenada em baterias de íons de lítio (como as dos telefones celulares) localizadas no assoalho do carro. O motor utiliza ímãs, como um grande alternador. Em frenagens, funciona como gerador para reaproveitar a energia cinética.

?São veículos viáveis para países em que há oferta restrita de combustíveis alternativos?, opina Gábor Deák, presidente para a América do Sul da Delphi, empresa que fabrica componentes para esse tipo de carro à venda nos EUA e na Europa. ?No Brasil temos o etanol, o que torna o carro elétrico menos interessante.?

Segundo Deák, a utilização em grande escala de veículos elétricos no País esbarra no fornecimento de energia, ainda insuficiente mesmo para o uso doméstico. Ele acredita que os elétricos cheguem ao País em até quatro anos, mas como veículos ?de imagem?.

Os principais pontos contrários aos elétricos são o custo, elevado em relação aos a combustão, a autonomia limitada (no i-MiEV, de no máximo 160 km) e a manutenção, opina Deák.

Já a médio e longo prazos o executivo acredita que os elétricos prevalecerão. ?São menos nocivos ao meio ambiente.?




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