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Confira quais são os cuidados para remover adesivos

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Remover incorretamente adesivos e películas escurecedoras do vidro do carro pode prejudicar, e muito, a visibilidade do motorista. É preciso retirar toda a cola, o que nem sempre é fácil. Caso contrário, poeira, fuligem e resíduos de poluição ficarão grudados nos vidros.

Proprietário da oficina mecânica que leva seu sobrenome (3955-2086), na zona norte, Pedro Luiz Scopino diz que para não deixar restos de cola no vidro basta esfregar o local com um pano poroso e limpo. “Utilize água e sabão neutro. Não recomendo flanela para a limpeza. Esse tecido lustrará o vidro, o que também atrapalhara a visibilidade.”

Cuidado na remoção de adesivos (Foto: André Lessa/ AE)

Cuidado na remoção de adesivos (Foto: André Lessa/ AE)

Assistente de marketing da reparadora de vidros Carglass (2126-0101), Bruna Marcela Silva concorda que é preciso muito cuidado na hora de retirar os adesivos. “Não é recomendado o uso de lâminas para a aplicação nem para a remoção de películas. Como o serviço é feito de modo artesanal, poderá danificar os filetes do desembaçador (traseiro) e até mesmo o vidro. Se isso acontecer, a única solução será trocar o componente.”

Na rede Carglass, remoção e limpeza são gratuitas para clientes que forem trocar a película escurecedora. O preço varia de R$ 280 a R$ 850, dependendo do tipo e tamanho do veículo.

“Se constatarmos danos no vidro, o valor pode ser bem maior. Os laterais, por exemplo, partem de R$ 150 e podem chegar a R$ 300 cada. Um traseiro pode ultrapassar os R$ 9 mil, se for para um modelo raro”, diz Bruna.

Outra empresa especializada nesse tipo de serviço é a Autoglass (2121-5500). Segundo o gerente da filial da zona sul, Gerson Lorencini, a limpeza leva cerca de duas horas para ser feita.

“Para carros pequenos, como Fiat Palio e VW Gol, cobramos R$ 60. Já para médios, como o Ford EcoSport e o Hyundai Tucson, por exemplo, são R$ 90. No caso dos grandes, a exemplo do Toyota Hilux SW4, o valor sobe para R$ 130.”

Segundo Scopino, a remoção do selo da inspeção ambiental veicular se transformou em um grande problema para os donos de veículos. “Como o pessoal da Controlar não tem muito tempo para verificar os veículos, geralmente não retira o adesivo de 2009. Eles apenas colam o certificado de 2010 um pouco acima do antigo.”

Ele cobra R$ 70 para levar os carros de clientes à inspeção. “Quando os veículos retornam à oficina, removo a etiqueta antiga com todo o cuidado”, afirma Scopino. A limpeza está inclusa no preço. “Mas o selo não sai de uma vez só. É preciso tempo e paciência para retirá-lo.”

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Limpar a cabine uma vez por semana evita gastos com higienização, que parte de R$ 160

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A limpeza regular do interior do veículo é simples. Panos limpos, água e um aspirador de pó são suficientes para eliminar a sujeira e evitar gastos com serviço de higienização, que só é necessário quando o carro está muito sujo por dentro.

Segundo o chefe de oficina do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Eduardo Fernandes, o serviço deve ser feito semanalmente. “Basta umedecer um pano limpo e macio e passá-lo no painel, portas, bancos e teto. Faça o mesmo nos vidros, pois eles ficam embaçados e engordurados.”

Em caso de manchas no estofamento, Fernandes aconselha passar um pano umedecido com uma mistura de água e sabão neutro. “Para finalizar, utilize o aspirador de pó no carpete e bancos e lave os tapetes. Se forem de tecido, só é preciso aspirá-los.”

O uso de produtos de embelezamento, como silicone no painel, é criticado por Gilter Cruz, gerente do centro automotivo Chyk (2976-8198), na zona norte. “Isso engordura a borracha e a ‘vicia’. Com o tempo, se parar de aplicá-lo, a peça fica opaca.”

Para cabines muito sujas, Fernandes recomenda a higienização em lava-rápidos especializados. “Trata-se de uma lavagem completa por dentro.”

Na Eco Shine (3955-1200), no Bairro do Limão, zona norte, o serviço parte de R$ 160. Na Dry Wash (3171-3591), na região da Av. Paulista, cobram-se entre R$ 180 e R$ 250. No Chyk, o serviço pode custar até R$ 650. “Desmontamos todo o interior do carro”, justifica Cruz. Na Master Clean (5093-4353), na zona sul, realizar esse trabalho parte de R$ 250.

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Quando os limpadores não dão conta da água no para-brisa ou a ventilação forçada é insuficiente para desembaçar o vidro, a segurança dos ocupantes do veículo pode ficar ameaçada. As dicas para evitar isso são limpar e fazer a manutenção correta de palhetas e do lavador, cujo sistema inclui motor da bomba, esguicho e interruptor de acionamento.

“Os vidros sofrem ação da fuligem e poluição e quando chove, essa sujeira forma uma camada que dificulta a visibilidade”, explica o chefe de oficina da Cesvi Brasil, Eduardo Fernandes. “Quem faz lavagens usando espuma misturada com cera deve limpar o para-brisa semanalmente.”

Manutenção correta do limpador evita acidentes (Foto: Ulisses Cavalcante)

Manutenção correta do lavador de para-brisa evita acidentes (Foto: Ulisses Cavalcante)

Professor do curso de Engenharia Mecânica da FEI, Ricardo Bock alerta para a substituição das pastilhas. “O ar-condicionado faz com que a temperatura interna fique próxima à externa e o vidro desembaça. Mas a borracha dos limpadores não pode estar ressecada”, afirma. Ele lembra que o componente deve ser trocado, em média, uma vez por ano.

Em caso de emergência deve-se usar um pano mais poroso que a flanela para limpar o vidro. “Ela limpa na hora, mas depois piora a visibilidade”, diz Fernandes.

Segundo o dono do Autoelétrico Mega Car, José Natal da Silva, abastecer o reservatório do limpador de para-brisa com água e detergente é recomendado no manual, pois prolonga a durabilidade das pastilhas e evita riscos nos vidros. “Não se deve usar detergente de cozinha, nem o limpador em velocidade máxima em garoa.”

Há produtos que podem melhorar a visibilidade. É o caso dos antiembaçantes, aplicados com um pano na parte interna, e dos repelentes, que formam uma película protetora e evitam acúmulo de água na parte externa. “Eles devem ser removidos semanalmente para não formar camada de gordura”, alerta Fernandes.

PREÇOS -  Na Mega Car (5841-3213), na zona sul, revisar o limpador e trocar as pastilhas parte de R$ 90. Já a substituição do motor sai por R$ 20. Na MercadoCar (2206-5000), o antiembaçante da marca Cheirinho custa R$ 4 e o cristalizador Rodabrill, R$ 9. Na Koga-Koga (2020-1000), na zona leste, o par de palhetas para um Chevrolet Corsa custa R$ 22,14. O detergente Bardahl para os vidros sai a R$ 3.

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Chuva “enche” os lava-rápidos de São Paulo

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O período de chuvas e alagamentos na capital fez com que aumentasse a procura por empresas que recuperam carros danificados nas enchentes. As oficinas e lava-rápidos que fazem esse serviço, mais delicado do que uma simples lavagem, estão cheias.

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“Estamos com 12 carros aqui, com os funcionários sobrecarregados”, conta Willians Keizo, responsável pelo setor de higienização da Craftcar, que fica na Avenida Francisco Morato. A procura é tão grande, diz ele, que a oficina começou a recusar serviço. “Estamos pedindo para que voltem daqui a duas semanas”, afirma.

O serviço de limpeza de carros que sofreram danos em alagamentos pode ter diversos níveis e preços, dependendo de que partes do automóvel foram afetadas e qual foi o estrago causado pela água e pela lama. O interior do automóvel é desmontado, são retirados os bancos, as forrações e os consoles. Depois eles são limpos e secados individualmente.

Se apenas o assoalho e os carpetes foram danificados, os custos partem de R$ 200, em média. Quando a água sobe até os bancos, dificilmente o serviço custará menos de R$ 400, e se o estrago chegar até o painel, comprometendo a parte eletrônica e mecânica do veículo, o preço passa de R$ 1 mil. Dependendo da tecnologia dos componentes do automóvel, o preço sobe e, no caso de importados, chega a R$ 10 mil.

“É um trabalho delicado. Um carro demora cinco dias para ficar pronto”, conta Horácio Bonoldi, do lava-rápido Multilimp, que fica na Av. Antarctica. “Esse início de ano teve mais enchente do que o do ano passado; tivemos uma procura bem maior”, diz.

O aumento da procura, no entanto, não tem se revelado grande vantagem para o negócio, já que a empresa se concentra mesmo nas lavagens convencionais de automóveis. Bonoldi explica que, por se tratar de um serviço delicado, toma muito tempo, e o retorno pode não ser dos mais satisfatórios. “Um carro ‘alagado’ custa mais ou menos o mesmo do que lavar dez carros simples, mas leva cinco dias para ficar pronto”, afirma ele. “Prefiro que não chova, e aí continuo fazendo a lavagem normal de carros”, avalia ele, lembrando que, no período de chuvas, a procura por lavagens é baixa.

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Mantenha a cabine limpa

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Na limpeza do interior do veículo, é preciso mais do que deixar em ordem as partes aparentes. Checar a necessidade de trocar filtros do ar-condicionado e fazer a higienização do componente estão entre as recomendações para manter o ar na cabine puro. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Fábio Racy, nesta época do ano o sistema requer mais atenção.

?Como no inverno o ar-condicionado é utilizado com menos frequência, há tendência de acúmulo de fungos e bactérias em seus dutos.? Ele ressalta que isso pode causar complicações respiratórias aos ocupantes do veículo nesta época do ano, já que com as altas da temperatura o sistema volta a ser utilizado frequentemente.

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A higienização de toda a cabine é recomendável apenas para carros com bancos manchados ou que tragam odores desagradáveis no interior. Os preços variam de R$ 180 a R$ 450. No caso do serviço só para o ar-condicionado, partem de R$ 90.

Na Fast Clean (5181-0886 ), na zona sul, a higienização completa, com remoção de bancos e lavagem das capas, limpeza de teto e console, custa R$ 180 para um Fiat Palio e R$ 280 num Toyota Corolla, por exemplo. O procedimento leva de um a dois dias. Os produtos têm ação fungicida e bactericida e eliminam odores.

Na rede Dry Wash (2954 -8688), a higienização sai por R$ 240 nos veículos de passeio e R$ 275 para utilitários. O serviço no ar-condicionado fica entre R$ 90 e R$ 98. Na Auto Mecânica Scopino (3955-2086), na Casa Verde, zona norte, a higienização é com sistema de ozônio. Custa R$ 50.

Segundo Marcos Maciel, da SR Ar Condicionado (2591-3036), na zona norte, o sistema de ozônio é mais eficiente que a aplicação de produtos químicos. Ele cobra R$ 140 pelo serviço, incluindo a troca de filtros. ?Se desmontar, fica em R$ 450?.

FAÇA VOCÊ MESMO - Quem gosta de limpar o próprio carro deve ter atenção com os produtos usados. ?Não são recomendados os desengordurantes e os inflamáveis?, afirma Eduardo Fernandes, chefe de oficina do Centro de Experimentação Viária (Cesvi). ?Além do risco de incêndio, eles penetram no plástico e dão a impressão de que a mancha saiu. No entanto, logo se percebe que não e aí fica mais difícil removê-la depois.?

O especialista afirma que para limpar os bancos, o mais indicado é um aspirador de pó. No teto, nos vidros e nos plásticos, um pano úmido resolve.




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