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Adesivos de carro podem trazer risco para segurança

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Personalizar veículos com adesivos não é uma prática nova, mas sempre surgem opções curiosas que caem no gosto do consumidor. A moda da vez são os da série “Monte Sua Família”, que retratam não só pessoas, como seus animais de estimação. Embora pareçam inocentes, eles podem representar
riscos.

Adesivos que mostram os integrantes da família não são recomendados

Adesivos que mostram os integrantes da família não são recomendados

“Esses autocolantes expõem a estrutura familiar do dono do veículo”, destaca Felipe Gonçalves Silva, da FGS Consultoria em Segurança. De acordo com ele, a associação dos desenhos com outros possíveis adesivos no carro revelam muitas informações sobre a família. “Uma estampa do colégio ou da empresa em que o motorista trabalha, por exemplo, podem ajudar um criminoso a preparar um sequestro relâmpago?, explica. “Não recomendo esses adesivos.”

Baratos, os autocolantes podem ser encontrados em diversos locais da cidade, como em bancas de jornal. Os preços variam de R$ 2 a R$ 6, dependendo da qualidade e quantidade do produto.

Fiat oferece adesivos para carroceria do veículo

Fiat oferece adesivos para carroceria do veículo

PERSONALIZAÇÃO “ORIGINAL” - Algumas montadoras também oferecem, na rede de concessionárias, kits com estampas e decorações para seus modelos.

Da Fiat, por exemplo, há seis pacotes de “embelezamento” para o novo Uno. Incluem autocolantes para as portas, coluna traseira, teto, para-choques, para-lamas, espelhos retrovisores e maçanetas. Os preços variam de R$ 11,88 (tribal para a tampa do porta-malas) a R$ 93,94 (série Arabesco para a coluna C).

GM também tem opção de faixa adesiva para Camaro

GM também tem opção de faixa adesiva para Camaro

A Renault batiza de tatuagem os seis modelos de adesivos que oferece para o Sandero Stepway. O valor sugerido nas autorizadas é de R$ 138 (cada). Já a rede Chevrolet tem faixas decorativas para o Camaro. Duplas, elas devem ser coladas no capô e na tampa traseira do esportivo. Há várias opções, mas o preço não é nada convidativo: R$ 3.700. Nos EUA, o kit sai por US$ 470 (cerca de R$ 800).

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Conheça as vantagens e desvantagens de um carro blindado

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Rio - As portas são mais pesadas, mas fecham com suavidade. Para falar com o mundo exterior, apertamos um botão sob o console e ligamos o pequeno microfone localizado na coluna dianteira - que também aciona alto-falantes externos e internos, e assim ouvimos o que se passa do lado de fora. Estamos em um carro blindado, o Honda Civic LXS 2010 cedido pela Safe Guard. É um teste diferente, no qual o modelo do automóvel é o que menos importa.

Para o teste utilizamos o Honda Civic LXS 2010, cedido pela Safe Guard. Fotos Fabio Rossi /Agência O Globo

Para o teste utilizamos o Honda Civic LXS 2010, cedido pela Safe Guard. Fotos Fabio Rossi /Agência O Globo

Blindados são parte do cenário das grandes cidades. Em 2010, mais de 7 mil carros receberam proteção especial no Brasil. Mas andar em um automóvel com alterações tão extensas requer adaptação.

O Civic recebeu blindagem nível III-A, a proteção máxima permitida pelo Exército, mediante uma extensa lista de documentos e certidões. No primeiro dia, estranhamos um pouco. Com 230 quilos extras concentrados principalmente na área dos vidros, o Honda parece outro carro. As reações ao volante são mais lentas, anestesiadas. As freagens ficam prejudicadas e, nas curvas, o automóvel tende a sair de frente. Mas logo nos acostumamos, e dirigimos sem levar sustos. Era como se o carro estivesse com quatro ocupantes. O câmbio automático de cinco marchas trabalhava freneticamente para manter o ritmo, e o Civic sofria um pouco em subidas mais íngremes.

Não há grandes mudanças mecânicas, apenas a troca das molas traseiras por um conjunto mais firme. Já a colocação da blindagem dá um trabalho e tanto. As portas são alargadas para receber placas de aramida (tecido sintético de altíssima resistência) e vidros com até 21mm de espessura, compostos pelo sanduíche que inclui uma camada de policarbonato. Partes de aço moldado com 3mm de espessura são utilizadas em larga escala.

A aramida usada no Civic é composta por nove camadas sobrepostas e entremeadas por neoprene, material usado em roupas de mergulho. O objetivo é evitar o acúmulo de água, que pode estragar as fibras do tecido. Os vidros fornecidos pela empresa AGP têm boa transparência e não observamos distorções. Pelas janelas, o mundo fica ligeiramente esverdeado. E silencioso. A blindagem aumenta o isolamento acústico, e mesmo os pingos de chuva grossa não perturbam a paz interior. Transformar o Civic em bolhade segurança custou R$ 44 mil.

Não há grandes mudanças mecânicas, mas as portas são alargadas para receber placas de aramida, tecido sintético de altíssima resistência e vidros com até 21mm

Não há grandes mudanças mecânicas, mas as portas são alargadas para receber placas de aramida, tecido sintético de altíssima resistência e vidros com até 21mm

Todo o carro é desmontado para a colocação da blindagem. As janelas ganham molduras de aço pintadas de preto, para não interferir no visual. Como acontece na maioria dos blindados, só as janelas dianteiras do Honda se abrem, e pela metade. Um pequeno amortecedor instalado dentro da porta ajuda no trabalho de subida do vidro - demora mais para abrir do que para fechar.

A montagem do Civic após a instalação da blindagem foi impecável e o carro não apresentou falhas de acabamento ou ruídos nos quatro dias de avaliação (percorremos 214 quilômetros). Mas, com o tempo, é provável que surjam barulhos. ”Como a blindagem aumenta o isolamento acústico, qualquer barulho se torna mais perceptível. E o uso cotidiano, com passagem por buracos, pode gerar ruídos. Afinal, o carro passa por uma grande mudança”, explica Philippe Balbi, sócio da Safe Guard.

Há oito anos no mercado, a empresa faz, em média, 15 blindagens por mês. É um trabalho longo: demora de 20 a 30 dias, boa parte esperando a chegada dos vidros feitos sob medida para cada modelo.

‘Armadura’ não valoriza o carro usado - A blindagem do Civic custou R$ 44 mil e incluiu pneus flat over, que trazem um aro de borracha sobre a roda que permite rodar a cerca de 60km/h com o pneu vazio, sem maiores danos. A proteção mais comum é composta por cintas de aço, que evitam que o pneu se desprenda da roda, mas rapidamente destroem o conjunto. O retorno do investimento está na segurança - não se deve esperar pela valorização do carro. Com o passar dos anos, um blindado valerá o mesmo, ou até menos, que um modelo sem “armadura”. Isso acontece pelo desgaste maior e pelos valores de manutenção.

Enquanto está na garantia (geralmente de três anos), um blindado não apresenta despesas muito maiores que as de um carro convencional - a não ser pelo consumo de combustível, que aumenta devido ao peso. Porém, quando é preciso pagar para resolver um problema, é bom estar preparado.
Trocar um para-brisa blindado custa cerca de R$ 4.500. Além do custo da peça, são precisos dois funcionários e horas de mão de obra para retirar o vidro defeituoso. Uma janela lateral sai por R$ 2.600.

O maior problema que afeta os vidros é a delaminação, que ocorre quando a camada de policarbonato se descola, causando distorções e até manchas que atrapalham a visibilidade. É possível resolver o problema sem trocar a peça - custa entre R$ 850 e R$ 1 mil. Contudo, trata-se de uma solução paliativa, que raramente dura mais de oito meses.

O maior problema que afeta os vidros é a delaminação, quando a camada de policarbonato se descola, causando distorções que atrapalham a visibilidade

O maior problema que afeta os vidros é a delaminação, quando a camada de policarbonato se descola, causando distorções que atrapalham a visibilidade

Sensação de segurança muda os hábitos  - O cliente tradicional de blindados sabe desses gastos com manutenção. Por isso, costuma trocar de carro sempre que a garantia chega ao fim. E quem compra um dificilmente voltará a guiar veículos sem este tipo de proteção. “Há casos de clientes que têm três carros na casa e escolhem um para blindar. Com o tempo, todos da família só querem usar aquele veículo, e depois o proprietário acaba por fazer o mesmo serviço nos outros”, diz Philippe.

Episódios de violência fazem aumentar a procura. Em 2007, no mês seguinte à morte do menino João Hélio, a procura por blindados dobrou no Rio de Janeiro. No final de novembro, quando houve os ataques dos traficantes que precederam a ocupação da Vila Cruzeiro e do Complexo do Alemão, os pedidos também aumentaram. E todos querem carros para pronta-entrega, o que nem deveria existir - a blindagem só pode ser feita após o Exército conceder a autorização ao comprador. A blindagem nível III-A tem que suportar cinco tiros de um revólver Magnum 44 concentrados em uma área equivalente à de um triângulo com vértices de 15 centímetros. Suporta também disparos de pistolas .40 e 9mm. Mas para resistir a tiros de fuzil, só mesmo um Caveirão.

O mercado de blindagem movimenta grandes cifras e já tem uma rede bem estabelecida de serviços no Brasil, seja de venda, manutenção ou aluguel de veículos. Empresas do setor fazem parcerias com redes concessionárias - a Associação Brasileira dos Distribuidores Toyota acaba de fechar um acordo com a Protection Blindagens, por exemplo. O Corolla, aliás, é o carro mais blindado do mercado nacional.

O público é variado. Há executivos que recebem sedãs da empresa; famílias que buscam proteção para os filhos e blindam compactos; empresários cujos estabelecimentos ficam em locais de risco; e gente que apenas tem medo.

Aumentar pressão dos pneus melhora dirigibilidade  - Mas é preciso saber que a blindagem causa alterações no comportamento no carro, o que exige algumas mudanças. Uma destas é aumentar a pressão dos pneus para melhorar a dirigibilidade (pode-se usar a calibragem para carga) - afinal, sempre há quilos extras sendo permanentemente carregados.
É bom saber qual é a capacidade máxima de carga suportada pelo veículo para evitar problemas. É como colocar uma cerca eletrificada ao redor de casa: vai aumentar a segurança, mas não ficará bonito.

 

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Carro agora chama até socorro para o motorista

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Carros que providenciam socorro em caso de acidente e estacionam sozinhos, chaves que vão além de abrir e fechar as portas, pneus com chip de controle de desempenho e desgaste. O automóvel do futuro está cada vez mais presente no mercado brasileiro, ainda que a maioria não seja produzida no País e os preços ainda sejam pouco acessíveis.

Para popularizar os equipamentos que garantem mais segurança, conforto e conexão, as empresas dependem de escala, que aumenta ao longo do tempo. “O avanço da tecnologia dos carros pode ser comparado ao dos computadores e telefones celulares, pela velocidade em que está ocorrendo”, diz José Edson Parro, presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA).

Para ele, assim como o air bag e o sistema de freios ABS, as novas tecnologias serão introduzidas gradualmente, “à medida que a demanda maior justificar a queda de preços”. Por enquanto, a maioria dos “carros inteligentes” a venda e das categorias premium e luxo importados.

A mais recente novidade chegará ao Brasil em janeiro e estará em todos os modelos da sueca Volvo, conhecida pelo pioneirismo na área de segurança. Dois botões instalados no teto (chamados de “on call” e SOS acionam um computador interno conectado a rede celular da Claro. Ao apertar os botões, o condutor é atendido pelo funcionário treinado de uma central que providencia guincho, ambulância e rastreia o veiculo (via satélite), entre outras ações.

Botão. Norinder, da Volvo, mostra o sistema ?on call?, que permite ao condutor acionar central de serviços com apenas um toque. Ayrton Vignola/ AE

Botão. Norinder, da Volvo, mostra o sistema ?on call?, que permite ao condutor acionar central de serviços com apenas um toque. Ayrton Vignola/ AE

Em caso de acidente grave, a central é avisada automaticamente do acionamento do air bag e faz contato com o motorista. Se ele não responder, o socorro e enviado ao local. O sistema instalado na central, que funciona em Curitiba (PR), também mede a temperatura do carro. Se estiver alta, com risco de incêndio,o corpo de bombeiros e acionado. “A empresa levou dez anos para desenvolver esse sistema inédito, que já equipa os nossos carros na Europa”, informa o presidente da Volvo Car America Latina, Anders Norinder.

“Para trazê-lo ao Brasil, o primeiro país da região a ter acesso a essa tecnologia, foram necessários dois anos em testes, adaptações e infraestrutura, como a adaptação da central em Curitiba que já existia para atender compradores de caminhões da marca.” Norinder afirma que a indústria está avançando rapidamente em tecnologias voltadas a seguranca. Para tentar evitar acidentes, há, por exemplo, freios ABS, detectores de pedestres e alerta de distância do outro veículo.

Se o acidente ocorre, há equipamentos para diminuir o impacto, como o airbag. “O ‘on call’ e a evolução da segurança pós-acidente”, diz. De acordo com o executivo, a meta da companhia e que, “até 2020, não exista acidente fatal com carros Volvo”.

Outra ambição, mais no curto prazo e voltada ao mercado local, é dobrar as vendas da marca no Brasil. Este ano, a previsão é de 2,4 mil unidades, 14% a mais que em 2009. “Faltou produto”, informa Norinder. Para 2011, o objetivo da empresa é chegar a 5 mil unidades.

O modelo mais vendido da marca, o utilitário-esportivo XC60, que hoje custa R$ 139,2 mil na versão Comfort, passará a custar R$ 143,4 mil em janeiro. Segundo Norinder, o acréscimo não se deve apenas a inclusão do sistema “on call”, mas também a algumas alterações incluídas por conta da mudança da linha  2010 para a 2011.

Ponto cego. O sedã Fusion, importado do México pela Ford, vem com alerta de ponto cego, que acende uma luz nos dois retrovisores para avisar da presença de pessoas em locais fora da visão do motorista. O modelo também tem uma tela de LCD com diferentes sistemas de entretenimento que funcionam por comando de voz.

Segundo Klauss Mello, gerente de engenharia da Ford, futuramente serviços de internet poderão ser acessados via celular. “Isso já funciona nos Estados Unidos, mas aqui depende de estrutura das empresas de serviço de telefonia”. O objetivo, afirma ele, é permitir ao condutor “manter as mãos no volante e os olhos na estrada”.

Outra inovação no Fusion é que também está presente no utilitário-esportivo Edge, importado do Canadá, e o alerta de trafego cruzado. “Se o carro está estacionado em uma vaga apertada no shopping, por exemplo, quando a ré é acionada, um alerta sonoro informa se há outros carros nas vias perpendiculares”, explica Mello. Também vira da Volvo outro sistema que acaba de ser lançado na Europa, de detecção de pedestres.

Um sensor instalado na grade e uma câmara no para-brisa percebem a presença de pessoas que atravessam a rua na frente do veículo e emitem um sinal sonoro e visual. Se o condutor não frear, o próprio sistema para o carro.

O dispositivo vai equipar o novo sedã S60, que será importado no próximo ano com preços na faixa de R$ 180 mil. O equipamento também percebe a iminência de uma colisão com o carro da frente e freia o veículo se não houver reação do motorista.

No Chevrolet Camaro, modelo canadense recém-lançado no País por R$185 mil, informações como velocidade, rotação do motor e a estação de rádio são projetadas em um display no para-brisa. O sistema nasceu em projetos militares que a General Motors executou para as forças armadas norte-americanas.

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TENDÊNCIA É POPULARIZAÇÃO DE TECNOLOGIA -  O gerente de engenharia da Ford, Klauss Mello, reconhece que o custo das novas tecnologias é alto, mas ressalta que, ao longo do tempo, a tendência é de popularização gradual. “A indústria sempre vai atrás de escala de produção, que reduz custo e torna a tecnologia mais acessível”, afirma José Edson Parro, presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA).

Parro ressalta que as montadoras globais também estão deslocando os centros de engenharia para vários países de modo a descentralizar o desenvolvimento de tecnologias que atendam aos mercados locais.

Antes, diz ele, o centro da General Motors funcionava em Detroit, o da Volkswagen na Alemanha e o da Toyota no Japão. “Agora, várias delas já espalharam seus centros, até mesmo no Brasil.” Além das montadoras, os sistemistas - fabricantes de autopeças que entregam conjuntos de componentes completos as linhas de montagem - trabalham em parceria no desenvolvimento dos novos projetos.

O novo Volkswagen Passat, que chega da Alemanha por R$ 100 mil a R$ 176 mil, e equipado com a segunda geração do “Park Assist” (assistência de estacionamento), que traz como novidade o auxílio nas manobras em vagas perpendiculares. Antes, o sistema funcionava apenas em vagas retas. O automóvel recebe pontos eletrônicos em várias partes. Eles medem a distância dos obstáculos e o computador de bordo dá as coordenadas, indicando ao motorista para acelerar ou frear o carro. O volante é conduzido automaticamente, sem intervenção do condutor.

PNEU COM CHIP - Os pneus também estão recebendo avanços tecnológicos. A Goodyear oferece para os caminhões equipamentos com chip interno que medem a temperatura e a pressão, assim como desgaste e durabilidade. As informações armazenadas no sensor são transmitidas via GPS para uma central de controle, normalmente mantida pelo frotista.

“O software ajuda a identificar o desempenho e duração do pneu e o momento da troca”, afirma o diretor de tecnologia da Goodyear, Sérgio Camargo. A tecnologia foi adaptada dos pneus de carros de corrida e em breve será usada para automóveis de passeio.

Os fabricantes também acompanham as montadoras no desenvolvimento dos chamados carros verdes, mais econômicos e menos poluentes. A Goodyear trabalha em produtos feitos com matérias-primas renováveis como amido de milho. Outra alternativa é o uso de rolamentos de baixa resistência, que reduz em o consumo e mate 5%. O produto estará disponível em modelos como Gol, Palio e Celta no início de 2011.

CHAVES - As chaves ganharam formatos e funções variadas nos automóveis mais modernos. A do Renault Fluence, feito na Argentina e à venda a partir de fevereiro por R$ 60 mil, é um cartão. Mesmo no bolso, abre e trava a porta por aproximação. O motor é ligado por botão, sistema que está também no Focus.

A chave do Volvo XC60 alerta o dono, a uma distância de até 200 metros, que o carro foi invadido. O sistema detecta batimentos cardíacos dentro do veículo e envia aviso à chave, que acende um pisca. A Ford dá aos clientes do Fusion e do Edge uma chave extra com o sistema MyKee - circuito elétrico conectado ao computador de bordo, permite configurar a velocidade máxima e o volume do rádio. “Você pode emprestar ao filho com limitação de 80 km por hora”, exemplifica Klauss Mello, gerente da Ford.

Salão de SP: Volvo S60

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(Fotos: Verônica Lima)

Máquina vem equipada com motor T6 3.0 turbo gasolina (Fotos: Verônica Lima)

A Volvo aproveita o salão para apresentar a nova geração do sedã médio de luxo da marca, o S60. O modelo deve chegar ao Brasil no primento trimestre do ano e segundo o presidente da empresa na América Latina, Anders Norinder, deve-se fechar 2011 com 120 unidades vendidas.

A máquina vem  equipada com motor T6 3.0 turbo gasolina, de seis cilindros em linha, 304 cv de potência e 44,9 kgf/m de torque.

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Além disso, a outra versão disponível na Europa traz o novo motor T5 2.0 de quatro cilindros, também movido a gasolina, que entrega 203 cv de potência e 33,2 kgf/m de torque, e da versão T5 2.0 de 240 cv e 32,6 kgf/m que ainda entrará em produção. De acordo com ma Volvo Cars Brasil a previsão é trazer essas versões T5 2.0 para o mercado brasileiro no segundo trimestre de 2011.

Honda convoca 120 donos de Accord

Categorias: TODAS AS NOTÍCIAS, recall
(Foto: Divulgação)

Fabricante convoca donos de Accord 2003 para reparar o interruptor de ignição (Foto: Divulgação)

A Honda convoca os donos de 120 sedãs Accord 2003 vendidos no Brasil a comparecerem a uma oficina da marca para verificação e eventual reparo do interruptor de ignição. Há risco de falha no sistema que impede que a chave seja liberada sem que a alavanca do câmbio (automático) esteja na posição ?P?. Caso isso ocorra e o freio de estacionamento não tenha sido puxado, o veículo poderá se movimentar e colidir.

Ontem a fabricante havia convocado 383 mil veículos nos EUA e Canadá com os mesmos defeitos ? 197 mil Accord e 117 mil Civic modelos 2003, além de 69 mil Element, modelo que não é comercializado aqui. O Civic nacional não está envolvido no recall.

Por medida de segurança a fabricante recomenda que, ao estacionar o veículo, o motorista acione o freio de estacionamento firmemente, coloque a alavanca na posição P e  só então retire a chave da ignição. Feito isso deve-se verificar se o carro realmente está imobilizado.

Os Accord convocados têm numeração de chassi entre 3HGCM56603G500126 a 3HGCM56603G500245

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-0171213 (ligação grátis).

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