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Primeiro chinês automático do Brasil, Chery Tiggo parte de R$ 57.990

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A montadora chinesa Chery apresentou à imprensa nesta quinta-feira (16) a segunda geração do Tiggo, que chega ao mercado com transmissão automática de quatro marchas (uma a menos que a mecânica) e será vendido a partir de R$ 57.900.

Carro se vende como o primeiro veículo chinês a ser comercializado no Brasil (Fotos: Divulgação)

Carro se vende como o primeiro veículo chinês a ser comercializado no Brasil (Fotos: Divulgação)

Assim como o modelo manual, o SUV é equipado com motor 2.0 de 16 cv abastecido com gasolina, que desenvolve potência máxima de 138 cv a 5.700 rpm, e torque máximo de 18,2 kgfm a 4.300 rpm, segundo medição da montadora.  A velocidade máxima é de 170 km/h.

Para diferenciar ainda mais o novo Tiggo da primeira versão, a Chery passou a oferecer o sistema de piloto automático na lista de itens de série e fez algumas mudanças no painel, na carroceria e no acabamento interno do veículo - apresentado como o primeiro carro chinês a desembarcar no Brasil com opção automática de câmbio. Há ainda novos para-choques dianteiro e traseiro, grade frontal, faróis, frisos laterais, lanternas de LED, capa do estepe e brake light.

Além de transmissão automática, carro recebeu alterações visuais internas e externas

Além de transmissão automática, carro recebeu alterações visuais internas e externas

Já no interior e no painel o destaque vai para as novas luzes diurnas com LED, display com bússola, altitude e pressão atmosférica no espelho retrovisor, sensor de ré com display de distância, controle de áudio no volante e piloto automático.

Painel do novo Tiggo

Painel do novo Tiggo

O pacote de itens de série também conta com air-bags para motorista e passageiro da frente, ajuste elétrico de altura dos faróis, apoio de braço central com porta-objetos, ar-condicionado, rádio com CD player com entrada USB e volante com direção hidráulica e regulagem de altura. Completam a lista as rodas são de liga leve, de 16 polegadas e os freios com sistema ABS e EBD.

Importado do Uruguai, o Novo Tiggo AT é 25 kg mais pesado que o de versão manual (com 1.400 kg). Suas dimensões são: 4,39 m de comprimento, 1,76 m de largura, 1,70 de altura e 2,51m de distância entre eixos. Vale mencionar que os bancos traseiros possuem encosto para a cabeça, cinto de três pontos e também são rebatíveis, o que amplia a capacidade do porta-malas de 435L para 818L.

Porta-malas tem capacidade para 435L

Porta-malas tem capacidade para 435L

Impressões ao volante - O ZAP Carros deu uma rápida volta no Tiggo automático em um trecho urbano na região de Alphaville, em Barueri (SP). A rápida avaliação mostrou que o motorista encontra boa posição para dirigir no SUV e tem ao alcance das mãos todos os comandos do painel.

O acabamento interno agrada e tem material boa qualidade - inclusive o revestimento de couro dos bancos, presente no modelo avaliado. Velocímetro e conta giros estão bem localizados atrás do volante.

As pisadas no freio e no acelerador recebem respostas bastante precisas do carro. Contudo, as mudanças de marchas não são suaves, pois o barulho do motor acusa as trocas com ruído.

Mesmo com cãmbio automático, trocas de marchas não são suaves

Mesmo com câmbio automático, trocas de marchas não são suaves

O trem de força também reclama bastante em trechos de subida e parece buscar fôlego para enfrentar a ladeira. E para isso o condutor precisa pisar mais no acelerador, um ponto crítico e bastante negativo para o carro. Falta também mais firmeza ao volante com direção hidráulica, que por vezes, parece escapar do controle das mãos por ser tão leve.

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A Chevrolet ainda não tinha uma arma para enfrentar o Ford Ecosport (líder de emplacamentos de SUVs, no acumulado de janeiro a novembro deste ano, de acordo com a Fenabrave - Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), mas tratou de providenciar e, desde outubro, está à venda o Tracker, que neste mês emplacou 810 unidades (quatro vezes menos do que o principal rival, que já é veterano no mercado).

Chevrolet Tracker está disponível apenas na versão topo de linha (Fotos: Divulgação)

Chevrolet Tracker está disponível apenas na versão topo de linha (Fotos: Divulgação)

Apesar de estar “engatinhando”, o utilitário da montadora americana tem tudo para seguir uma carreira brilhante. O ZAP Carros foi atrás do modelo para desvendar o que ele tem para mostrar.  Oferecido, por ora, apenas na versão LTZ (topo de linha), ele parte de R$ 72.190. Por R$ 75.490, somam-se air bags (laterais  e de cortina) e teto solar.

O trem de força que impulsiona o Tracker é o já conhecido 1.8 Ecotec, flex, de 144 cv - o mesmo que equipa o Cruze, que na configuração mais cara custa R$ 80.990. Esta potência fica disponível aos 6.300 giros (a maior parte da força já surge aos 2.200 rpm); aliado ao câmbio automático de seis velocidades, o bloco desenvolve seu trabalho de forma a agradar o motorista. As trocas são feitas em altas rotações para aproveitar o rendimento do motor. O barulho, quando a mudança de velocidade está para acontecer, aborrece (de forma leve) os tímpanos.

O SUV é um projeto global, desenvolvido na Coreia do Sul

O SUV é um projeto global, desenvolvido na Coreia do Sul

A direção e a suspensão são firmes. Elas ajudam a somar pontos positivos para a dirigibilidade do SUV. A ergonomia é competente, não gera trabalho excessivo. Ajustes de altura e profundidade do volante, fácil acomodação no assento e comandos do rádio no volante são alguns ingredientes que favorecem o resultado.

O interior lembra o do Onix, Sonic e outros que compartilham a mesma plataforma

O interior lembra o do Onix, Sonic e outros que compartilham a mesma plataforma

O acabamento não apresenta falhas; o plástico é em excesso pelo interior, apesar de não ser de má qualidade. O layout na cabine não é nada surpreendente, porém revela bom gosto. O espaço interno é interessante e oferece conforto. Os 4,24 metros de comprimento, 1,77 m de largura, 1,64 m de altura e 2,55 m de entre-eixos proporcionam  uma boa área interna, sem restrições para as pernas de quem vai atrás. O bagageiro também prioriza espaço, com seus 530 litros.

Na lista de atributos estão: sensor de estacionamento traseiro, farol de neblina, câmera de ré, ar-condicionado, direção hidráulica, piloto automático, bancos em couro, computador de bordo, sistema My Link com tela LCD de 7″ (sensível ao toque), entradas auxiliar, USB e Bluetooth, além vidros e travas elétricos.

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Mitsubishi Pajero Dakar 2014 recebe novos motor e câmbio

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A Mitsubishi traz mudanças na linha 2014 da Pajero Dakar, como o novo motor 3.2 diesel de 180 cv e 38 kgfm de torque e a transmissão automática de 5 velocidades, as mesmas novidades da L200 Triton.

Pajero Dakar 2014 ganha novo motor a diesel (Foto: Divulgação)

Pajero Dakar 2014 ganha novo motor a diesel (Foto: Divulgação)

Assim como na picape, o tanque de combustível está 20% maior e agora tem 90 litros. A frente do SUV tem novo desenho, grade off-road integrada ao conjunto óptico que recebe faróis de xênon, com regulagem automática de altura e lavador. Os faróis de neblina completam o conjunto e as rodas são de liga leve de 17″.

No quesito segurança, a utilitário vem equipado com oito air bags. Há também o motor flex, 3.5 V6 de 205 cv e 33,5 kgfm de torque.

O Pajero Dakar vem com sistema multimídia, que acompanha CD, DVD, MP3 Player e Bluetooth com viva-voz, além de câmera de ré com as imagens sendo exibidas na tela de 7″ e sensor de estacionamento. A lista traz também sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, volante com revestimento em couro, ar-condicionado automático e controle de áudio e piloto automático integrados.

Confira as versões e os preços:

Pajero Dakar HPE Diesel - R$ 172.990

Pajero Dakar HPE Flex - R$ 146.990

Pajero Dakar Diesel AT - R$ 146.990

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Segunda fábrica da Honda no Brasil começa a produzir em 2015

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A Honda lançou a pedra fundamental, nesta terça-feira, de sua segunda fábrica. A nova instalação fica em Itirapina (SP)  localizada a 210 km da capital paulista. A marca vai investir cerca de R$ 1 bilhão e pretende gerar 2 mil empregos no local, que será responsável pela fabricação da nova geração do Fit. A expectativa é que a fábrica comece a operar no segundo semestre de 2015 e que a produção dobre de 120 para 240 mil unidades por ano.

Nova geração do Honda Fit que começa a ser feito no ano que vem (Foto: Divulgação)

Nova geração do Honda Fit que começa a ser feito no ano que vem (Foto: Divulgação)

O SUV, derivado do Fit e que foi batizado de Vezel (revelado no Salão de Tóquio, na semana passada), está confirmado pela fabricante para ser feito aqui. O utilitário vem para concorrer com Ford EcoSport, Renault Duster e Chevrolet Tracker.

SUV Vezel que também será feito no País deriva da plataforma do Fit

SUV Vezel que também será feito no País deriva da plataforma do Fit

A outra fábrica da Honda fica em Sumaré (cerca de 100 km de Itirapina) e produz os modelos Civic, City e Fit. O hatch começa a ser feito nesta planta e depois será transferido para a nova.

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Avaliação: Chevrolet Trailblazer 2.8 está mais potente para enfrentar desafios

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A Chevrolet providenciou a mudança da Trailblazer para a linha 2014, mas nada mudou em seu visual, nas ruas você não vai conseguir diferenciar. A não ser pelos detalhes internos, como o sistema MyLink, que já fazia parte do Onix, por exemplo, e agora também é incorporado ao utilitário; com novas funções, como leitor de CD e DVD e GPS integrado.

Trailblazer versão 2.8 ganha mudança no motor (Fotos: Divulgação)

Trailblazer versão 2.8 ganha mudança no motor (Fotos: Divulgação)

No entanto, a principal transformação foi destinada ao motor, que agora está na segunda geração do trem de força 2.8 turbodiesel de 200 cv, disponíveis a 3.600 giros e 51 kgfm de torque. De acordo com a montadora, 90% da força aparecem a partir de 1.700 rpm.

Carroceria não recebeu nenhuma mudança no visual

Carroceria não recebeu nenhuma mudança no visual

O SUV ainda só continua disponível na versão LTZ, topo de linha, que parte de R$ 162.890. Há outra opção de motor para o modelo, a 3.6 V6, a gasolina, de 239 cv, por R$ 136.300 (clique aqui e veja a avaliação).

Segundo a fabricante, o bloco ganhou mais tecnologia, ficou 20 cv mais potente (em relação à primeira geração do motor), recebeu nova calibração do turbo, ganhou melhor controle de emissão, entre outras alterações. Já o câmbio automático, que já era de 6 marchas, foi recalibrado para também aceitar o novo motor, sem causar transtornos.

Linha 2014 recebeu sistema My Link

Linha 2014 recebeu sistema My Link. O restante do acabamento interno não muda. Pelo preço que se pede, o interior poderia trazer mais requinte

Para tentar desvendar estas mudanças, o ZAP Carros avaliou a novidade em trecho urbano e em estradas. Na cidade, o grandalhão não se sente tão à vontade. Com seus 4,88 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,84 m de altura  e mais de duas toneladas,  fica difícil arranjar espaço, no meio do caótico trânsito de São Paulo, para que ele possa mostrar sua força - que não é nada tímida. São 50,1 kgfm de torque, disponíveis a 2.000 rpm, que são notados rapidamente, logo que se exige do pedal do acelerador. Sim, ele é bruto mesmo, como um lutador de vale tudo.

O ruído do motor a diesel acompanha o andar do modelo, o tempo todo. Nas pisadas mais fortes, ele ruge com mais evidência, assim quando está parado no trânsito, ele deixa pistas do combustível que o alimenta, a começar pela vibração (leve) do volante e (mais intensa) da alavanca do câmbio. Detalhes que fazem a diferença no conforto.

Grandalhão se adapta melhor em rodovias

Grandalhão se adapta melhor em rodovias

Livre. É assim que ele gosta de se sentir. É na estrada que o SUV “acalma” e mostra suas melhores qualidades. Depois que ele “estabiliza”, fica constante na mesma velocidade, o conhecido barulho do trem de força a diesel, não incomoda tanto quanto antes.

As retomadas não pesam, o câmbio de seis velocidades dá conta do recado e promove as trocas de velocidade de forma tranquila, em boa parceria com o bloco. Porém, em um percurso de trecho misto, o brutamontes deixou sua marca, uma lembrança, que pesa no bolso: o consumo de combustível. Durante o teste de ZAP Carros, o modelo registrou a máxima de 6,6 km/l no computador de bordo. Haja desprendimento!

O espaço interno é excelente e entre os itens de série estão: assistente de partida em rampas, sensor de estacionamento traseiro, My Link, sistema Ecodrive (ajuda o motorista a controlar o consumo de combustível), piloto automático, saída de ar no teto (nos dias de calor e quando o carro estiver lotado, os passageiros agradecerão) ESP (controle eletrônico de estabilidade), TCS (controle de tração), alarme, air bag, farol de neblina, seletor eletrônico de tração, bancos revestidos em couro, câmera de ré, direção hidráulica, ar-condicionado traseiro (com controle de intensidade) e banco do motorista com ajuste elétrico.

Essas são suas armas para enfrentar Toyota SW4 e Mitsubishi Pajero Dakar.

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