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Avaliação: Chevrolet Trailblazer 3.6 V6 cobra alto pelo conforto e bom desempenho

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Com a expectativa (otimista) de vender 350 unidades por mês da Trailblazer, a Chevrolet precisa se apressar, para triplicar e assim atingir o número que deseja até o fim do ano, pois no fechamento do mês de março, a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) registrou 196 unidades comercializadas do modelo, (em fevereiro o número era de 168 carros), o que dá a 22ª posição para o grandalhão entre os SUVs vendidos no País.

Trailblazer tem tração 4x4 (Fotos: Divulgação)

Seu melhor habitat é na estrada. A unidade testada marcou 10 km/l, em trechos rodoviário, com motor V6

A segunda geração da Blazer pode correr atrás de uma melhor colocação no ranking, pois, apesar do preço salgado (parte de R$ 145.450), ela tem predicados. São duas opções de trem de força: o robusto  3.6 V6, a gasolina, de 239 cv - avaliado por ZAP Carros, e  2.8 turbo diesel de 180 cv. Potência não falta, mas o peso do modelo (mais de duas toneladas - 2.087 kg para ser mais preciso) deixa a relação (levemente) conturbada nos arranques.  O seis cilindros reserva torque de 33,5 kgfm, disponíveis aos 3.500 giros, no entanto, mesmo com o câmbio automático de seis velocidades (de marchas longas para aproveitar melhor cada troca), ele não esconde o peso, e se torna vagaroso até embalar a velocidade.

SUV

Trailblazer é veículo nacional mais caro do País

Os quilinhos a mais são lembrados nas ultrapassagens, quando o motorista espera mais desempenho e velocidade, a Trailblazer não entrega o esperado. Não te deixa na mão, mas é um pouco lenta por ter um motor seis cilindros. Por outro lado, todo esse tamanho (4,87 metros de comprimento, 1,84 m de altura, 1,90 m de largura e 2,84 m de entre-eixos) tem seus méritos. O conforto a bordo e o espaço interno são pontos fortes. O modelo, que só está disponível na versão LTZ - topo de linha, leva até sete passageiros que não precisam se preocupar em disputar área. Mesmo na última fileira, rebaixada facilmente quando necessário, o conforto é bem aceitável para a situação (adultos cabem ali, mas crianças ou pessoas de menor estatura se acomodam melhor).

Porta

Com todos os assentos em uso, sobra para o porta-malas um espaço de 235 litros

As saídas de ar para cada uma das três fileiras são “abençoadas”, pois nos dias de muito calor e com o carro cheio de gente, elas fazem a diferença. A tecnologia investida no SUV contribui muito no trânsito, como o GPS, disponível na tela multimídia de LCD (sensível ao toque) e sensor de estacionamento com câmera de ré. O acabamento agrada sem pontos de rebarba, no plástico de boa qualidade, usado na cabine. O material é agradável ao toque, no entanto poderia  mais detalhes requintados.

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O acabamento é semelhante ao da picape S10. A tração 4×4 também faz parte do SUV

A ergonomia de forma geral é atraente com seus comandos intuitivos e próximos das mãos, assim como a posição alta para dirigir, ajustado por botões elétricos. Falta, porém, uma regulagem de profundidade do volante. Um pênalti em um modelo que parte de R$ 145.450. Na opção com trem de força a diesel, de mesmo acabamento, a situação se agrava, pois não traz o item e custa R$ 175.450.

GM está carente de uma versão mais barata do modelo

GM está carente de uma versão mais barata do modelo

A visibilidade é excelente e a familiaridade com a picape S10 (a versão mais cara parte de R$ 132.310) está logo quando se acomoda atrás do volante. Se o motorista prestar atenção e não olhar, por um instante, o retrovisor central, pode desconfiar que aquele modelo é a picape da marca. A suspensão é semelhante à do modelo de caçamba, que apesar de ser calibrada para carregar peso, deixa que a carroceria role com facilidade; nada que chegue a comprometer a segurança. As pancadas do asfalto são amortecidas de maneira mais “molenga” e, dependendo do buraco no chão, o SUV chacoalha seus passageiros.

Acabamento não apresenta falhas. Cabine oferece conforto e tecnologia

Acabamento não apresenta falhas. Cabine oferece conforto e tecnologia

Seu habitat é na estrada, onde desempenha melhor e consome menos. Nas grandes cidades, reféns de trânsito, o grandalhão gasta tanto, que em um piscar de olhos o seu marcador de combustível muda de lado e te obriga a parar no posto. Apesar da montadora não revelar o consumo, a unidade testada fez 10 km/l na estrada - sua melhor marca.

Há rumores de que uma versão mais barata da Trailblazer seja vendida no mercado nacional. Não há nada confirmado, mas essa “jogada” pode ajudar a marca a aumentar a posição no ranking, que hoje não tem tanto destaque, principalmente, pelo seu alto preço. Um motor flex e uma opção de apenas cinco lugares, por exemplo, pode fazer a diferença. O rival da Mitsubishi, a Pajero Dakar, já é oferecido com propulsor flex e sete lugares, por R$ 137.990.

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Honda CR-V 2013 recebe motor flex

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A partir de maio começa a chegar às lojas, a linha 2013 do Honda CR-V com opção de motor 2.0 flex de até 155 cv (com etanol), disponível nas versões LX 4×2 e EXL 4×4, as duas com câmbio automático de cinco marchas. Os preços partem de R$ 98.900 e R$ 114.900, respectivamente.

Honda CR-V flex chega às lojas em maio (Foto: Divulgação)

Honda CR-V flex chega às lojas em maio (Foto: Divulgação)

Para esta novidade, a capacidade do tanque de combustível aumentou em 13 litros (passou a 71 litros) para compensar a autonomia nas situações em que se utiliza o etanol, de acordo com a montadora.

Outro destaque fica por conta da tecnologia que dispensa o tanquinho de partida a frio. O resultado é uma partida rápida, mesmo em situação de baixa temperatura. A versão LX também incorporou o sistema Bluetooth. A chave passa a ser em estilo canivete (LX e EXL).

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Range Rover Vogue, o SUV “cinco estrelas” parte de R$ 551.800

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O SUV mais luxuoso produzido na história da Land Rover fez contato com a imprensa brasileira esta semana. O Range Rover Vogue, que está na quarta geração, é comercializado no mercado brasileiro. Ele está ainda mais imponente e recheado de tecnologia. Com tanto benefício, seu preço também é alto e, por isso, lidera o ranking de utilitários mais caros do mundo. O valor começa em R$ 551.800, na configuração SDV8, e chega a R$ 604.800, na versão Autobiography.

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Range Rover Vogue está na quarta geração e parte de R$ 551.800

Range Rover Vogue está na quarta geração e parte de R$ 551.800 (Fotos: Divulgação)

São duas opções de motorização: 4.4 V8  turbodiesel de 339 cv, a partir de 6 mil rpm (26 cavalos a mais do que seu antecessor) e a 5.0 V8 a gasolina de 510 cv, disponíveis em 3.500 rpm. Ambas equipadas com câmbio automático de 8 velocidades. Além disso, a montadora inglesa oferece três versões de acabamento: Vogue, Vogue SE e Vogue Autobiography.

Por mais de meio milhão de reais, a novidade só falta falar. É tanta tecnologia a bordo que precisa de muito tempo para conhecê-la. Tem Park Assist (sistema que estaciona o carro sozinho), ACC (assistente de controle de distância), monitor de ponto cego, piloto automático e Terrain Response 2ª geração (muda o modo de condução para se adequar ao terreno. O novo item do sistema é a opção automática, que se adequa ao solo de acordo com a condução do motorista). Para agradar ainda mais tem massagem nos bancos da frente, climatização dos assentos, ajustes elétricos dos bancos (encosto de cabeça e laterais do assento também mudam de posição, de acordo com o gosto do freguês).

O modelo é capaz de acionar, por exemplo, o farol alto sozinho e, quando vier outro veículo em sua direção, ele diminui a intensidade da luz. Há GPS, rádio, Bluetooth, ar-condicionado de duas zonas, câmeras 360º, comandos no volante e hastes para trocas de marchas atrás do volante. O sistema Dual View da tela de LCD (que funciona com toque sensível) é outro destaque desta extensa lista. Com foco na segurança e para evitar a distração do condutor, o motorista só enxerga as informações sem movimento. Porém, o passageiro ao lado, de forma simultânea e na mesma tela, consegue assistir um filme, por exemplo. Tudo é bem intuitivo e não há tantos botões. De acordo com a montadora, agora são 50% menos comandos, quando comparado ao modelo anterior.

O acabamento é impecável. Todos os bancos e detalhes do painel em couro. Há também plástico (de ótima qualidade) imitando madeira. Passageiros têm a bordo mini geladeira, localizada no console central

O acabamento é impecável. Todos os bancos e detalhes do painel em couro. Há também plástico (de ótima qualidade) imitando madeira. Passageiros têm a bordo mini geladeira, localizada no console central

Segundo o diretor de Marketing e Produto da marca, Adriano Resende, a expectativa é vender 200 unidades este ano. Em 2011, a Land Rover vendeu 121 Vogue, contra 64 no ano passado. “Muitos clientes resolveram não comprar no ano passado, pois já sabiam que a quarta geração chegaria este ano”, explica.

Colocado lado a lado com seus antecessores, o novo Vogue mudou muito, mas, ao mesmo tempo, não perdeu as características das gerações anteriores. No entanto, ele cresceu 2,7 centímetros no comprimento, ganhou 4,2 cm de entre-eixos e tem opção de três níveis de suspensão (em terreno off-road fica até 12 mm mais alta). Para fazer a carroceria, a Land Rover usou tecnologia aeronáutica. De acordo com o responsável de vendas personalizadas, Tiago Kfouri, o Vogue agora usa toda a carroceria em alumínio, o que reduziu seu peso em 420 kg.

Modelo aumentou a capacidade para passar por trechos alagados. De 700 mm para 900 mm

Modelo aumentou a capacidade para passar por trechos alagados. De 700 mm para 900 mm

O conforto e requinte não se limitam apenas aos bancos da frente. Os passageiros da fileira traseira (podem ir três com espaço, sem briga) também têm entretenimento com as telas de LCD (fixas nos encostos de cabeça dos bancos da frente). Se não quiserem incomodar, podem usar fones de ouvidos (que fazem parte dos itens de série). O isolamento acústico não permite que qualquer ruído perturbe os viajantes.

BEM ACOMPANHADO - O motorista não se cansa ao dirigir o robusto SUV, mesmo que por longas distâncias. O ZAP Carros conduziu o veículo por trecho urbano e off-road, em um percurso de mais de 400 km. As duas versões de trem de força foram avaliadas (5.5 e 4.4). Não há como distinguir o comportamento dos dois, pois a opção a diesel não traz nenhuma má lembrança do ruído do motor ou da trepidação na carroceria, que modelos com o mesmo combustível apresentam.

A suspensão, aliada à tração 4×4, está pronta para qualquer situação. Mesmo bem vestido, o SUV não tem frescura de enfrentar trilhas, terrenos forrados por pedras e lama, barreiras e trechos alagados. Se os passageiros fecharem os olhos e não puderem enxergar os obstáculos, apenas com o chacoalhar, não dá para dizer que estão em meio a uma trilha. O conjunto é equilibrado e alivia os impactos aos ocupantes que saem ilesos e sem solicitar medicamento para enjoo. Ele sabe enfrentar aventura, com firmeza e muito conforto. A sensação é  de estar bem acompanhado em qualquer situação.

Vogue tem teto solar panorâmico

Vogue tem teto solar panorâmico

No asfalto, onde podemos ganhar mais velocidade, ele é arisco com seu poderoso V8, porém é obediente quando ordenado. Ao pisar no pedal da direita ele perde toda a sobriedade e mostra seu lado divertido. Ganha velocidade rápido. De acordo com a marca, o Vogue 4.4 é capaz de fazer de 0 a 100 km/h em ótimos 6,9 segundos; o 5.5 é mais veloz ainda, marca 5,4 segundos.

As trocas de marcha não são sentidas, de maneira suave uma substitui a outra e não atrapalha o desempenho do SUV. Pelo contrário, o modelo distribui a força (63,7 kgfm no motor a gasolina e 71,3 kgfm na versão a diesel) entre as oito velocidades, o que garante tranquilidade no desempenho. O propulsor não sofre quando exigido. Com 120 km/h, o marcador de rpm registrou 2 mil rotações.

Ao todo são cinco opções de configuração

Ao todo são cinco opções de configuração

O jipe de luxo também ganhou nova caixa de direção, que ficou muito leve. Particularmente, passou da conta, poderia ficar mais firme, pelo menos quando acionado o modo Sport da transmissão. Em alguns momentos, acima dos 100 km/h não transmitia tanta segurança. Era preciso reduzir a velocidade.

* Viagem a convite da marca

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Categorias: ESPECIAIS, Salão de Genebra 2013, TODAS AS NOTÍCIAS

O Grand Santa Fe é o destaque da Hyundai no Salão de Genebra deste ano. O utilitário, com base na nova geração do Santa Fe, oferece opção de seis ou sete lugares e é voltado para o mercado europeu. Por ora, não há nada confirmado para o Brasil, que deve receber o modelo convencional em junho.

Grand Santa Fe, por enquanto, não confirma Brasil como rota(Fotos: Divulgação)

Grand Santa Fe, por enquanto, não confirma Brasil como rota(Fotos: Divulgação)

Comparado à nova geração da Santa Fe, a novidade é 22,5 centímetros mais longa e 10 cm maior na distância entre-eixos.O porta-malas tem capacidade para 607 litros. O design também se diferencia do irmão menor pela grade frontal, faróis de nevoeiro, para-choque dianteiro e traseira redesenhados.

Grand Santa Fe tem opção de seis e sete lugares

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O utilitário está equipado com motor diesel de 2.2 l de 197 cv e câmbio automático de seis velocidades.

SUV recebe rodas de liga leve de 18 ou 19 polegadas

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No estande da Volkswagen no Salão de Detroit a atenção é voltada para o protótipo CrossBlue. O SUV é equipado com sistema híbrido plug-in a diesel, que, de acordo com a montadora traz economia de combustível. A novidade deve ficar posicionada entre Tiguan e Touareg.

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Depois do Taigun revelado no Salão de SP, a marca mostra o CrossBlue, outro conceito de SUV (Fotos: Divulgação)

Depois do protótipo Taigun revelado no Salão de SP, a marca mostra o CrossBlue, outro conceito de SUV (Fotos: Divulgação)

Conforme divulga a marca, a novidade pode fazer na cidade e estrada (consumo misto) 37,8 km/l, por utilizar o sistema  híbrido, que traz um motor a diesel e dois elétricos, com transmissão de dupla embreagem. De 0 a 100 km/h ele faz em 7,2 segundos, como afirma a Volks.O propulsor é capaz de gerar 305 cv e 76 kgfm de torque.

SUV leva até seis pessoas e deve ficar posicionado entre Tiguan e Touareg

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O modelo tem 4,98 metros de comprimento, 2 m de largura e 1,73 m de altura.

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