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Avaliação: Chevrolet Onix 1.4 é o novo sucesso da marca

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Em meio à crise, em 2009, a Chevrolet havia apostado todas as fichas no lançamento do Agile, mas o modelo não vingou do jeito que gostariam. No entanto, com o tempo, a luz surge no fim do túnel e lá está o Chevrolet Onix, a solução para a montadora americana, conforme aponta a tabela de modelos mais vendidos da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Em janeiro, o novato ficou em quinto lugar com 10.724 unidades emplacadas contra a 17ª posição do Agile, com 3.639.

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A marca oferece kits de personalização - Joy, Race e 24 Horas ? o primeiro tem um estilo mais urbano, enquanto o segundo e terceiro reforçam a esportividade do carro (Fotos: Thalita Real/ ZAP Carros)

A marca oferece kits de personalização - Joy, Race e 24 Horas - o primeiro tem um estilo mais urbano, enquanto o segundo e terceiro reforçam a esportividade do carro (Fotos: Thalita Real/ ZAP Carros)

Para entender os segredos do novato, que vem para tirar racha com Volkswagen Gol, Hyundai HB20 e Fiat Palio, o ZAP Carros convocou a versão 1.4 LTZ (a topo de linha, que parte de R$ 43.090); além desta configuração, o hatch é oferecido com motor 1.0 e mais duas opções de acabamento LS e LT.

O que mais surpreende no Onix é o desempenho. O trem de força 1.4 flex de 106 cv chega a gerar dúvida no motorista, de forma positiva, pois sobra fôlego na hora de rodar. Ele se comporta como um propulsor 1.6. O VW Gol de motor 1.6, por exemplo, tem 104 cv (dois a menos do que ele) e o torque é próximo, são 13,9 kgfm a 4.800 rpm do Chevrolet versus 15,6 kgfm do hatch da marca alemã.

Ousados, os faróis com detalhes em azul marcam presença no modelo

Ousados, os faróis com detalhes em azul marcam presença no modelo

O câmbio manual de cinco marchas corresponde às pedidas sem engasgar, as trocas são suaves e eficazes. A nova estrela da GM não decepciona em ultrapassagens, obedece sem pestanejar. De acordo com a marca, o hatch faz de 0 a 100 km/h em 10,1 s segundos. A suspensão amortece as falhas do asfalto de maneira firme. A ergonomia conforta o condutor, que dirige sem preocupação com os comandos e pela posição de dirigir bem acertada. O sistema MyLynk, além da utilidade, dá um charme com a tecnologia para acessar rádio, Bluetooth, fotos e vídeos. O equipamento para ficar completo poderia oferecer GPS, mesmo que fosse como opcional. O desenho do painel é harmônico e não foram encontradas rebarbas no plástico utilizado na cabine.

O modelo tem rodar macio e utiliza pneus 185/65 R15

O modelo tem rodar macio e utiliza pneus 185/65 R15

Nesta versão, o Onix sai de fábrica com freios ABS, distribuição eletrônica de força de frenagem (EBD), air bags frontais, direção hidráulica, desembaçador de vidro, alarme, banco do motorista com regulagem de altura, acionamento elétrico dos vidros dianteiros e das travas das portas, faróis dianteiros com máscara negra, lanternas traseiras com lentes escurecidas, assento traseiro bi-partido e sistema multimídia MyLink. Como opcionais é possível escolher sensor de estacionamento, câmera de ré, entre outros.

A traseira lembra a do VW Gol

A traseira lembra a do VW Gol

O comprimento (3,93 metros), a altura (1,48 m) e o entre-eixos (2,52 m) saem na frente de dois de seus principais rivais (Hyudai HB20 e VW Gol). Mesmo assim o espaço traseiro para as pernas não é tão atraente. O porta-malas leva 280 litros (5 litros a menos do que o Gol e 20 a menos do que o HB20). Por falar em concorrência, a traseira do novato lembra muito a do Gol. Se você tapar o símbolo da gravata com a mão, que fica centralizado na porta do bagageiro, irá perceber que já viu algo parecido em algum lugar. Se pensar um pouco, olhar para o lado e encontrar o Gol, vai entender.

Dependendo do tamanho do motorista, o espaço traseiro para as pernas pode não ficar tão atraente

Dependendo do tamanho do motorista, o espaço traseiro para as pernas pode não ficar tão atraente

O Onix caminha para o sucesso, como mostram os números, e, por isso, a GM não perde tempo e coloca no forno a versão sedã, que se chamará Prisma, e será revelada no fim do mês. O câmbio automático (de seis velocidades) para o hatch também não está descartado, só não há data confirmada.

Onix oferece ótima ergonomia, visibilidade e silêncio a bordo

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Avaliação: Reformulado, Volkswagen CC é a solução para os problemas; não para o bolso

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Saiu atrasado para chegar ao compromisso inadiável? O motor 3.6 V6 de 300 cv do reformulado Volkswagen CC (Comfort Coupè) dá uma “ajudinha” e, de forma arisca, acelera de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos, como divulga a marca. O alto torque de 36,7 kgfm aparece cedo, aos 2.400 giros - nada mal para um modelo que não é totalmente focado em esportividade. Assim é possível ficar tranquilo e saber que, se depender do cupê, você chegará pontualmente a sua obrigação. Se não souber o caminho, o GPS (integrado a uma tela sensível ao toque) de alguma forma te orienta - poderia passar por atualizações no mapa para ter mais precisão. A verdade é que a máquina de quatro rodas “voa”. A cada pisada mais forte no acelerador, os ocupantes são pressionados contra o banco, como em uma decolagem.

O modelo, que está disponível em versão única, é equipado com tração integral 4Motion (Fotos: Divulgação)

O modelo, que está disponível em versão única, é equipado com tração integral 4Motion (Fotos: Divulgação)

E se precisar de conforto para as distâncias que tem que percorrer? Mais uma vez ele não te abandona. Além do excelente espaço (o mesmo da versão anterior): 4,80 metros de comprimento, 2,71 m entre-eixos, 2,09 m de largura e 1,42 m de altura, o modelo é exemplo no quesito ergonomia. Não há com o que se preocupar, pois no cockpit tudo está à mão e para facilitar os ajustes são elétricos.

CC ? o ?nico carro da Volks no Brasil que associa um motor V6 à transmissão de dupla embreagem

CC é o único carro da Volks no Brasil que associa um motor V6 à transmissão de dupla embreagem

O câmbio automatizado de seis velocidades, de dubla embreagem, faz as trocas de modo imperceptível, o que resulta em mais comodidade aliada ao rodar macio e ao perfeito isolamento acústico. Ruídos e trancos não fazem parte dessa realidade.  A suspensão firme complementa o trabalho, passa de forma rígida pelos trechos, mas sem amolar os ocupantes.

Entre os novos itens está o sistema "easy open", que permite o motorista abrir a tampa do porta-malas com um chute sob o para-choque. Tecnologia também está no Audi A6 Avant, por exemplo

Entre os novos itens está o sistema "easy open", que permite o motorista abrir a tampa do porta-malas com um chute sob o para-choque. Tecnologia também está no Audi A6 Avant, por exemplo. O bagageiro "esconde" 452 litros de capacidade para bagagem

Por ter um perfil baixo para garantir um visual mais descolado, o CC chega a raspar a parte debaixo ao passar por lombadas altas - os pneus 235/40 R18 sofrem com as ruas brasileiras.

Mesmo com tudo isso ainda está cansado e estressado?  O carro antecipa seus desejos e oferece o sistema de massagem para o motorista. Basta acionar o botão (ele fica ao lado esquerdo do assento, junto com os comandos de memória de posição para dirigir) e pronto. Para relaxar ainda mais é possível esquentar o banco (disponível para a fileira da frente). Depois de ser tão bem tratado ficou com sono? Não esquente. Ele vai te alertar, por meio do sistema de fadiga (novidade na lista de equipamentos), que você precisa fazer uma pausa, por questão de segurança.

 Na fileira de trás, há espaço para duas com o apoia braços rebaixado

Na fileira de trás, há espaço para duas com o apoia braços rebaixado

Vai estacionar? Deixe de lado a preocupação com balizas, ele também faz isso para você. O sistema Park Assist, que está na segunda geração, faz manobras e para o modelo em vagas de rua e longitudinais, como as de shopping - o motorista só aciona o freio e a ré, quando o CC pede. Câmeras e sensores espalhados pelo veículo orientam o condutor quando há algum obstáculo próximo à carroceria. Com tanta tecnologia, ele é a solução para os seus problemas, pode até dizer para você “esse carro sou eu”. Talvez, não para sua conta bancária, pois ele começa em R$ 208.024.

No fim do ano passado, a montadora apresentou o facelift do cupê de quatro portas, que também mudou de nome. Abandonou Passat, como já fez em outros países, para ser chamado apenas de CC. As principais alterações foram na parte dianteira e traseira como novo layout dos para-choques, grade frontal e novos faróis de neblina. Como novidade, entre os opcionais, está o banco com função de massagem (disponível em um pacote de R$ 7.840, que também acrescenta outros equipamentos, como sistema de ajuste automático de distância, o ACC, e climatização dos bancos dianteiros).

Tirando o visual, a maioria das novidades do CC são vendidas à parte. Com todos os opcionais, o modelo chega a R$ R$ 227.974.

Tirando o visual, a maioria das novidades do CC são vendidas à parte. Com todos os opcionais, o modelo chega a R$ R$ 227.974.

Os itens que já faziam parte do Passat CC continuam. A lista traz, por exemplo, ponteiras de escapamento duplas, roda de liga-leve de 18 polegadas com pneus autosselantes, ar-condicionado, função “Auto-hold’, assistente de saída em subidas, controle automático das luzes com funções “Leaving home” e “Coming home”, controle eletrônico de estabilidade ESC,  seis air bags, faróis e lanternas com luz de LEDs, além de sistema de lavagem dos faróis.

O CC é feito para aquele cliente que é discreto, não abre mão do conforto e requinte, mas busca arrojo em dirigibilidade. No mercado ele concorre, por exemplo, com Audi A5, que tem motor 2.0 de 269 cv e começa em R$ 183.733.

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Avaliação: Nissan Versa SL é um aluno dedicado

Categorias: Nissan, TESTES E AVALIAÇÕES, TODAS AS NOTÍCIAS

Um dos carros mais elogiados da Nissan é o sedã Versa e ele faz por merecer. O “aluno” é empenhado em todas as matérias, principalmente em geografia e matemática - suas favoritas, como aponta o boletim.  Durante as aulas que ensinam a relação entre homem e ambiente, ele mostra disciplina e oferece um ótimo espaço interno, com 4,45 metros de comprimento, 1,69 m de largura, 1,51 m de altura e 2,60 m de entre-eixos. No generoso porta-malas há capacidade para 460 litros (103 l a menos do que o colega Chevrolet Colbalt,  10 l menor do que o Volkswagen Voyage 1.6).

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Nissan Versa se destaca pelo preço, espaço e desempenho (Fotos: Divulgação)

Nissan Versa se destaca pelo preço, espaço e desempenho (Fotos: Divulgação)

O discípulo do Renault Logan (”parceiro de estudos”) é aplicado e faz todo dever de casa quando o assunto são os números, pois traz um motor 1.6 flex de 111 cv disponíveis a 5.600 rpm. O torque de 15,1 kgfm fica disponível aos 4 mil giros. Na prática, seus 1.069 kg não prejudicam o desempenho do valente propulsor. A posição de dirigir (com ajuste de altura do banco e do volante) agrada e contribui para o condutor aproveitar a agradável dirigibilidade que o carro oferece.

O câmbio de cinco marchas se soma ao bom conjunto mecânico e sabe dividir a relação de trocas para que sejam bem aproveitadas em arranques e retomadas. Ágil, acelera de 0 a 100 km/h em 10,7 segundos (etanol) e atinge a velocidade máxima de 189 km/h, de acordo com a montadora. O estudante mexicano, nascido em Aguascalientes, se adaptou bem ao Brasil, como mostra ao passar em testes de locais com imperfeições no solo. A suspensão não oferece transtornos aos ocupantes, que viajam sempre com bastante conforto.

Design da parte traseira não é tão atrativo

Design da parte traseira não é tão atrativo

Na hora da disciplina de educação artística, ele sabe que não é o destaque da classe. Seu desenho traseiro não agrada a todos, pois as linhas da lanterna não têm a mesma harmonia do que as dos faróis. Seu porte físico desperta a atenção pelo tamanho, mas o design nem tanto. Internamente, como todo aluno dedicado, ele é organizado. Tudo está em seu devido lugar para trazer boa ergonomia para quem dirigi. O material utilizado para decorar a cabine e o painel é plástico; de boa qualidade. Não há rebarbas que incomodem.

O modelo tem três opções de “uniformes”: S, SV e SL. Testamos a configuração topo de linha (SL), que custa R$ 41.290 (com redução do IPI). As versões só se diferenciam pelos itens de série. Na avaliada, por exemplo, o recheio é farto com ar-condicionado, computador de bordo, direção elétrica, retrovisor externo com regulagem elétrica, travas e vidros elétricos, air bag, alarme, freios ABS com assistência de frenagem (BA), controle eletrônico de estabilidade (ESP), faróis de neblina, rodas de liga leve de 15″, rádio CD player com função MP3 e entrada auxiliar e conexão para iPod.

Cabine

Cabine oferece boa ergonomia

O Versa quer ser o primeiro aluno da classe e se empenha para isso. No entanto, outros sedãs também estão de olho no título, como Chevrolet Cobalt e Renault Logan. A disputa é bem complicada, pois todos oferecem ótima relação custo-benefício. Agora, o motorista é quem vai perder horas estudando para ver qual vale mais a pena levar.

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Avaliação: Genesis, o “alemão” da Hyundai

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“É um carro alemão.” A frase, dita por um colega da redação, resume o que a Hyundai conseguiu com o Genesis, que chega ao País com motor V6 de 290 cv por R$ 220 mil. De fato, o sedã sul-coreano tem porte e virtudes para encarar as versões seis-cilindros de BMW Série 5, Mercedes-Benz Classe E e Audi A6.

Hyundai Genesis (Fotos: Jornal do Carro)

Hyundai Genesis encara rivais alemães no mercado (Fotos: Jornal do Carro)

Resta saber se os clientes dessas três marcas estariam dispostos a trocar os modelos consagrados pela novidade. Nível de conforto, segurança e sofisticação para desafiar os alemães o Genesis tem. Com a vantagem de custar, em média, R$ 100 mil a menos que os pretensos rivais.

Interior com acabamento primoroso

Interior com acabamento primoroso

A fórmula do Hyundai é fiel à do trio europeu. Ele traz tração traseira, motor esperto, acabamento refinado e muitas parafernálias eletrônicas.

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Seu motor Lambda II, com variação tanto do comando de válvulas quanto do sistema de admissão, responde com vigor e não titubeia na hora de acelerar. O V6 funciona em harmonia com o câmbio automático de oito marchas, que permite trocas rápidas no modo manual.

Design poderia ser menos careta

Design poderia ser menos careta

As suspensões são independentes nas quatro rodas. A ar, trazem sistema eletrônico que mantêm a altura constate independentemente do tipo de pavimento e carga do veículo. Isso se traduz em ótimas respostas, tanto ao trafegar em pisos deteriorados quanto ao contornar curvas rápidas. A carroceria se mantém firme e chama a atenção o silêncio a bordo, característica marcante de modelos como BMW e Mercedes.

Em movimento, o único ruído perceptível na cabine do Genesis é o leve assovio do vento contra a carroceria. Se quiser animação, o motorista pode lançar mão do ótimo sistema de som.

O conjunto inclui toca-CDs, DVD e MP3, traz entradas USB, auxiliar e para tocadores digitais, além de comandos no volante. Mas são 528W de potência distribuídos por 17 alto-falantes.

Há madeira de lei no volante, console central e portas. Revestimento de couro, banco do motorista com aquecimento e resfriamento e central multimídia com funções acionadas por botão giratório junto à haste de câmbio, como nos BMW e Mercedes, completam o pacote.

Um senão: com o histórico de ousadia da marca consolidado pelo Azera, bem que o Genesis poderia ter visual menos careta.

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BMW i3 é visto em fase de teste na Europa

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A BMW está em fase final de desenvolvimento do i3, seu primeiro modelo completamente elétrico. Ele e o híbrido i8 serão os primeiros frutos da sub marca focada em modelos ecologicamente corretos criada pela montadora alemã, a “i”.

Elétrico foi fotografado na Europa (Fotos e projeção: Carparazzi/Divulgação)

Elétrico foi fotografado na Europa (Fotos e projeção: Carparazzi/Divulgação)

A agência Carparazzi flagrou o i3 em testes de inverno no norte da Europa. Pela foto, dá para perceber que as linhas do modelo são próximas às da projeção da versão definitiva que a agência preparou em junho.

Tanto o i3 quanto o i8 foram apresentados em forma conceitual em setembro, durante o Salão de Frankfurt (Alemanha). No mês que vem, esses protótipos estarão na mostra automotiva de Detroit (EUA), mas com algumas modificações em relação aos mostrados no evento alemão.

i30 foi desenvolvido a partir do Mini E

i30 foi desenvolvido a partir do Mini E

i3 virá com tração nas quatro rodas

Modelo virá com tração nas quatro rodas

A chegada do i3 ao mercado europeu deverá acontecer em 2014. Seu preço é estimado em 40 mil euros, que equivalem a R$ 93 mil, segundo fontes ligadas à marca. Ele era chamado Megacity e foi desenvolvido a partir do Mini E.

O motor elétrico do hatch fica sobre o eixo traseiro - a tração também é nas rodas de trás. No conceito que estará em Detroit, a potência é equivalente a 170 cv e o torque, de 25,5 mkgf. É o suficiente para que ele acelere de 0 a 100 km/h em “menos de oito segundos”, conforme a fabricante.




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