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Renault baixa R$ 4 mil do preço do Symbol

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A Renault resolveu tentar turbinar as vendas do Symbol, que nunca foram muito boas. A linha 2013 do sedã passa a ter versão única, Privilège, com motor 1.6 16V flexível de até 115 cv. A tabela baixou R$ 4.270 e parte de R$ 37.390.

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Renault Symbol passa a ser oferecido em uma única versão (Foto: Divulgação)

Renault Symbol passa a ser oferecido em uma única versão (Foto: Divulgação)

De série, o Symbol traz itens como ar-condicionado, direção hidráulica, volante com regulagem de altura, vidros dianteiros e travas elétricos, computador de bordo e sensor de estacionamento. Lanterninha da marca no País, o sedã teve cerca de 3.700 emplacadas de janeiro a julho, segundo dados da Fenabrave, que reúne as associações de concessionárias. No período, seu “irmão” Logan somou 19 mil unidades.

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Salão do Automóvel completa 50 anos e apresenta 450 carros no Anhembi

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Estande da marca Kia no Salão de 2008

Estande da marca Kia no Salão de 2008 (Foto: Divulgação)

Vai ser dada a largada! A partir de quarta-feira (27), o Pavilhão de Exposição do Anhembi abre suas portas para os 450 modelos de carros que serão apresentados na 26ª edição do Salão do Automóvel de 2010.  E no ano em que completa 50 anos, os números não poderiam ser mais otimistas: o evento teve investimentos de R$ 30 milhões, a área está 13% (85 mil metros quadrados ) maior que a do ano passado e espera-se receber 625 mil visitantes.

Além disso, por vir acompanhado do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, marcado para o dia 7 de novembro no autódromo de Interlagos e da ótima fase da indústria automotiva, a organizadora do Salão do Automóvel, Reed Exhibitions Alcantara Machado, e a SP Turis (São Paulo Turismo) prevêem que a cidade registre na chamada “Semana do Automobilismo” uma receita de R$ 135 milhões. Valor 21% acima do montate alcançado no ano passado, que foi de R$ 112 milhões.

Irineu Villanoeva do Instituto Ayrton Senna, Juan Pablo, Hercules Ricco e Milton Longobardi

Irineu Villanoeva do Instituto Ayrton Senna, Juan Pablo e Hercules Ricco da Reed e Milton Longobardi da SPTuris (Foto: Verônica Lima)

“Serão 42 marcar presentes e 40% dos 450 modelos de veículos apresentados serão novidades. Trata-se da mais eficiente ferramenta de marketing, venda e negócios para todas as empresas expositoras, onde os visitantes podem ter pela primeira vez contato com os produtos”, diz Juan Pablo de Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado.

Estrutura do Anhembi - Como no ano anterior, a Reed Exhibitions Alcantara Machado oferece transporte gratuito para aqueles que vão de metrô, a organização afirma que vai disponibilizar ônibus na estação do Tietê, uma hora antes da abertura da feira até uma hora após o fechamento.

O Anhembi conta ainda com estacionamentos que comportam no total 8.500 carros. O custo do estacionamento para veículos de passeio parte de R$ 25, motos pagam R$ 15 e para os ônibus varia entre R$ 40 e R$ 50.

Serviço:
26º Salão Internacional do Automóvel
Data: de 27 de outubro a 07 de novembro
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Parque Anhembi - São Paulo - SP
Horário: 27/10 - das 14h às 22h (entrada até às 21h); 28/10 a 06/11 - das 13h às 22h (entrada até às 21h) e 07/11 - das 11h às 19h (entrada até às 17h)
Ingressos: R$ 40 para adultos e R$ 30 infantil
Site: www.salaodoautomovel.com.br

Está mais fácil comprar o carro 0 km

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Taxas para compra de carros novos estão em baixa

Taxas para compra de carros novos estão em baixa (Foto: Divulgação)

Pagar 23,4% de juros anuais no financiamento de um automóvel não é exatamente uma pechincha. Mas trata-se da menor taxa cobrada por bancos e financeiras nos últimos 12 meses, informa o relatório do Banco Central (BC).

Na ponta do lápis, isso significa que, agora, o consumidor que fizer um financiamento de R$ 20 mil vai gastar em média R$ 4.680 ao ano só com os juros. O cenário já foi pior. Em agosto do ano passado, o custo do crédito para um empréstimo do mesmo valor era de R$ 5.240 - ou R$ 560 a mais.

Além dos juros mais baixos, o consumidor encontra no mercado uma outra facilidade na hora de comprar o carro: os prazos longos. De acordo com o BC, o tempo médio de financiamento registrado nos contratos do mês de agosto foi o maior dos últimos doze meses. Chegou a 550 dias.

Para completar, os preços dos automóveis também estão bastante convidativos. Hoje são ofertados vários modelos 2011 de carros zero-quilômetro com preços iguais ou até 5% menores que os praticados no mesmo período do ano passado, quando vigorava o corte parcial do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

As barganhas, bancadas pelos descontos dados por montadoras, servem para desovar o estoque das fabricantes - que estão produzindo a plena carga.

Em resumo: os especialistas afirmam que o momento é muito bom para comprar um carro. E muita gente já percebeu isso. Agosto foi o segundo melhor mês da história da indústria automobilística brasileira, com vendas de 312,8 mil veículos novos, incluindo caminhões e ônibus.

Só ficou atrás de março, último mês de redução do IPI, com 353,7 mil unidades. No ano, o saldo também é recorde, com 2,194 milhões de veículos vendidos, alta de 10% ante igual período de 2009. A expectativa é que as vendas continuem em alta, já que o cenário deve se manter favorável aos compradores.

“O aumento do emprego formal, as perspectivas de que a economia deve continuar crescendo nos próximos anos, a redução da inadimplência e a normalização do cenário externo são alguns dos fatores que explicam a queda dos juros e o alongamento dos prazos”, analisa Miguel de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) e coordenador de uma pesquisa sobre juros. “Por isso, ainda que a taxa básica de juros (Selic) tenha subido, o crédito ao consumidor final não ficou mais caro”, diz Oliveira.

O aumento da concorrência entre bancos e financeiras é outra justificativa para as boas condições de crédito vigentes. “Há uma disputa brutal pelo cliente que quer financiar um automóvel, pois trata-se de um crédito sem risco, já que a garantia é o próprio veículo”, afirma Ayrton Fontes, economista da agência de varejo automotivo MSantos. “Como os valores dos automóveis estão próximos ao preço de custo, o lucro das empresas vêm, em grande parte, do próprio crédito. Por isso elas têm cada vez mais interesse em emprestar o dinheiro.”

Os especialistas afirmam que os juros podem até cair um pouco mais. A redução, porém, não deve ser tão significativa. “O movimento de baixa dos juros já está perto de se esgotar”, avalia Luiz Rabi, gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian. “Mas as taxas também não devem subir.”

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Chery Face tem custo-benefício atraente, mas deixa a desejar

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“O brasileiro é o consumidor mais exigente do mundo”, disse Luis Curi, CEO da Chery no Brasil, durante a apresentação do novo compacto da marca chinesa em Itu, São Paulo.  No entanto, o Chery Face ainda peca no acabamento e no desempenho.  O preço (R$ 31.900) é um dos poucos pontos fortes da grande aposta da marca no País, já que os líderes em vendas na categoria - Volkswagen Fox, seguido por Ford Fiesta, Chevrolet Agile e Renault Sandero - incluindo os itens oferecidos pela Chery, podem custar aproximadamente R$ 45 mil.

(Foto: Divulgação)

Chery Face não esconde o DNA de carro chinês (Fotos: Divulgação)

Apesar de desenvolvido pelo renomado estúdio italiano Bertoni, o Chery Face não escondeu seu DNA de carro chinês. Considerado hatch compacto, ele poderia muito bem ser chamado de mini monovolume, devido à mistura de visual minivan e dimensões acanhadas.
 
Os faróis dianteiros são grandes e o capô não apresenta vincos marcantes. A lateral também é lisa, com apenas um friso inferior digno de menção. A traseira, também sem traços marcantes, destaca-se pelas lanternas avantajadas. No teto, para dar impressão de porte superior, barras longitudinais.

Acabamento deixa a desejar (Foto: Verônica Lima)

Acabamento sem capricho (Foto: Verônica Lima)

Internamente, o acabamento do terceiro lançamento da marca chinesa no Brasil ainda deixa a desejar em alguns pontos. O tecido que reveste o painel das portas e parte dos bancos sugere qualidade inferior. Algumas peças plásticas apresentam encaixes desajustados. Falta o capricho encontrado nos veículos de marcas tradicionais como Ford, GM e Volks.

A posição de dirigir é elevada. Seria agradável se não fosse o banco do motorista estreito e apertado. Atrás, o Face leva apenas dois passageiros. Três seria um exagero devido a largura acanhada. As pernas, por sua vez, viajam numa boa. Ponto para o chinês!

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Posição de dirigir é elevada

Rodando, o Chery Face deixa a desejar. O motor 1.3 16V é fraco nas arrancadas e retomadas. O torque de 11,4 mkgf entre 3.500 rpm a 4.500 rpm parece pouco para os 1.415 quilos. E os 84 cv são insuficientes para garantir bom desempenho. Com dificuldades atingimos os 80 km/h - destaque negativo para barulho elevado dentro da cabine.
 
O câmbio de cinco velocidades tem bons engates, apesar de duros. Os freios merecem atenção especial. O pedal é fundo e desconfortável. Já a suspensão é dura e pouco confortável.

Foto

Traseira não apresenta traços marcantes

O Face tem excelente custo-benefício. Pode - e deve - conquistar compradores por isso. Mas como automóvel, ainda falta melhorar muito em muitas coisas. Conjunto mecânico principalmente.

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Toyota bate recorde de vendas no Brasil

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Toyota vendeu 26.213 unidades do modelo Corolla (imagem) no primeiro semestre de 2010, 7% acima do primeiro semestre de 2009 (Foto: Divulgação/Toyota)

Toyota vendeu 26.213 unidades do modelo Corolla (imagem) no primeiro semestre de 2010, 7% acima do primeiro semestre de 2009 (Foto: Divulgação/Toyota)

A subsidiária no Brasil da fabricante japonesa Toyota registrou vendas recordes de automóveis no País no primeiro semestre de 2010, resultado impulsionado pela expansão no crédito, de acordo com a companhia. Foram 46.208 veículos vendidos, acima dos 41.540 vendidos no primeiro semestre de 2009.

A Toyota anunciou que vendeu 26.213 unidades do modelo Corolla no primeiro semestre de 2010, 7% acima do primeiro semestre de 2009. Estima-se que o mercado brasileiro de veículos como um todo deve atingir níveis recordes de vendas em 2010, principalmente por causa da expansão do crédito. No País, a previsão é que 70% das vendas de veículos realizadas sejam financiadas.

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