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Avon demite 50 funcionários de call center em São Paulo

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Rio - A empresa de cosméticos Avon demitiu esta semana cerca de 50 funcionários que trabalhavam no call center de sua sede, em São Paulo. As operações de call center foram transferidas para uma empresa terceirizada. Segundo a empresa, esta é a última fase de um processo de terceirização iniciado em 2002.

Todo o serviço de call center agora ficará a cargo da Algar Tecnologia, em Uberlândia (MG), que já atende a Avon há cinco anos.

A Avon informou que os trabalhadores demitidos terão direito a um pacote de benefícios que inclui gratificação de salário de acordo com o tempo de casa, apoio de consultoria de recolocação no mercado de até dois meses e extensão do plano de saúde por até seis meses. “Esta ação refere-se exclusivamente ao processo histórico de transformação e modernização do Call Center”, ressaltou o comunicado da empresa.

Palestra gratuita sobre próximo concurso do Banco Central

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Na iminência de sair a autorização do concurso do Banco Central para suprir 500 vagas, a Central de Concursos vai promover palestra gratuita com Sérgio Belsito, presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Bacen. Trata-se de uma oportunidade para que candidatos possam sanar dúvidas sobre o próximo processo seletivo do órgão, que visa o preenchimento de 150 vagas para técnico (nível médio) e 350 para analista (nível superior).

A palestra acontecerá no dia 18 de junho (quinta-feira), à Rua Barão de Itapetininga, nº 163, 6° andar, no Centro de São Paulo/SP. As inscrições podem ser realizadas pessoalmente, pelo telefone (11) 3017-8800 ou no site www.centraldeconcursos.com.br .

Usiminas faz acordo e suspende demissões

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A Usiminas e o Sindicato dos Metalúrgicos de Ipatinga (Sindipa) fecharam acordo ontem pelo qual a companhia se compromete a não fazer novas demissões de trabalhadores na Usina de Ipatinga (MG) pelo prazo de 30 dias.

Segundo o presidente do sindicato, Luiz Carlos Miranda, em contrapartida, a entidade desistiu do recurso judicial, protocolado no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 3ª Região, no dia 1º de junho, em que pede a revisão das dispensas anunciadas na semana passada. “Com o acordo, esse pedido perde o sentido”, disse.

A Usiminas informou que o acordo não se aplica aos desligamentos decorrentes do Programa de Desligamento Voluntário (PDV), que recebeu 516 inscrições nas unidades de Ipatinga e Cubatão (SP). O programa vigorou entre 4 e 22 de maio e, segundo a empresa, a adesão ficou aquém das necessidades.

Na semana passada, após o encerramento do PDV, a siderúrgica anunciou a demissão de 810 empregados nas duas usinas, entre 23 e 30 de maio. Para esses, a Usiminas informou que concedeu compensações financeiras extras, além das verbas indenizatórias legais.

No acordo com o sindicato, a siderúrgica se compromete também a rever casos de trabalhadores demitidos em situações especiais. Esses casos deverão ser comprovados pelo Sindipa no prazo de sete dias.

Miranda relatou ainda que, se a retração na demanda por aço persistir e exigir dispensas coletivas, após o período de vigência do acordo, a empresa e o sindicato voltarão a negociar os critérios.

Wal-Mart vai contratar 22 mil nos EUA

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A rede varejista americana Wal-Mart anunciou ontem que pretende contratar 22 mil empregados nos Estados Unidos este ano. A notícia é um grande alento para os trabalhadores americanos, que desde o ano passado só ouvem falar em demissões em massa. Com 1,4 milhão de trabalhadores, a rede Wal-Mart é a maior empregadora dos EUA.

A rede varejista vem atravessando a crise global de forma relativamente incólume, pelo menos no que se refere ao número de empregos. A empresa cortou, durante todo esse período, apenas 800 postos de trabalho em sua sede central - número considerado baixo frente às milhões de demissões em todas as áreas no país. Além disso, a crise devastou várias grandes redes varejistas dos Estados Unidos. Grandes grupos, como KMart, Target, Macy’’s e Home Depot sucumbiram à grave turbulência econômica.

Durante a assembleia anual de acionistas do Wal-Mart, marcada para hoje em Bentonville, Arkansas, o grupo vai anunciar, além das 22 mil contratações, a abertura ou ampliação de pelo menos 150 lojas este ano. A empresa vai empregar novos gerentes de lojas, farmacêuticos, caixas, vendedores e trabalhadores dos departamentos de recursos humanos e de serviço ao cliente.

Apesar da boa notícia dada pela rede varejista, a situação do emprego nos EUA continua, no mínimo, obscura. A previsão é de que o índice de desemprego tenha chegado a 9,2% em maio, com perda de 530 mil postos de trabalho no mês.

O Wal-Mart é conhecido como uma das empresas mais reticentes à organização sindical dos empregados. O sindicato United Food and Commercial Workers já anunciou, por isso mesmo, que pretende aproveitar o momento para conseguir mais associados entre os empregados da rede.

COMPRA DE AVIÕES - Em outro sinal de que começa a aparecer uma luz no fim do túnel da economia americana, a companhia aérea United Airlines pediu à Boeing e à Airbus que apresentem propostas competitivas para a venda de até 150 aviões novos à empresa, segundo o Wall Street Journal. Para as duas fabricantes de aviões, o acordo pode valer mais de US$ 10 bilhões, num momento em que enfrentam cancelamentos ou adiamentos de encomendas feitas por outros clientes.

Ao abrir um processo de concorrência em que o vencedor ficará com toda a encomenda, a UAL Corp., controladora da United Airlines, espera obter termos melhores do que os que estão normalmente disponíveis, de acordo com fontes próximas ao assunto. Porta-vozes da Airbus e da Boeing recusaram-se a comentar o assunto.

O pedido da United, que tem hoje uma frota total de 400 aeronaves, foi enviado à Airbus e à Boeing na terça-feira, segundo fontes. Como a companhia já possui aviões das duas empresas, seu objetivo, com a encomenda, é simplificar o perfil da frota, deixando-a com um número menor de tipos diferentes de modelos.

Empresários se dividem entre lucro e ecologia

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Uma pesquisa revelou um empresariado brasileiro dividido entre seus lucros e o futuro do planeta: 47% dos empresários entrevistados disseram que não topariam perder rentabilidade pelo bem do meio ambiente, enquanto 43% adotariam práticas ecologicamente corretas, mesmo que isso prejudicasse o desempenho da empresa. Os outros 10% não responderam.

A pesquisa, realizada pela Grant Thornton International, ouviu 7.200 empresas de 36 países, sendo 150 brasileiras. Em relação aos resultados no resto do mundo, o Brasil aparece pouco abaixo da média, que foi de 51% dos executivos abertos a ideias verdes ante 36% focados na lucratividade. A Tailândia está no topo da lista, com 99% de respostas a favor da sustentabilidade e 1% contra.

A pesquisa questionou também se os empresários acham que a comunidade empresarial de seu país se preocupa ou não com o meio ambiente: a média mundial foi de 30% de respostas positivas, enquanto que no Brasil, 34%.




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