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Cursos na área de Jornalismo

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Profissionais da área de Jornalismo poderão ampliar seus conhecimentos neste sábado, dia 20. É que serão realizados cursos expressos, cada um com duração de três horas, no Rio de Janeiro.

São três opções de temas de aula, sendo que em cada uma o participante receberá uma mini-apostila com o conteúdo abordado. A primeira, que vai das 8 às 11h, trará as principais técnicas na cobertura de matérias no Telejornalismo.

Já a segunda, das 11h30 às 14h30, tem Jornalismo na Web como tema e pretende ensinar os presentes a produzir textos para os meios virtuais, além de gerenciar conteúdos para websites. Por fim, das 15 às 18h, acontecerá o curso sobre Técnicas de Redação.

O investimento para cada uma das três aulas é apenas R$ 15, valor que inclui a mini-apostila, o certificado de participação e um brinde.

Inscrições e mais informações nos telefones (21)3507-3555 e (21) 2578-4304, ou no site www.assessoriadeimprensa.net

SÃO PAULO - Aqueles que se interessaram pelos cursos na área de Jornalismo, mas não podem se deslocar para o Rio terão uma oportunidade em São Paulo. É que no sábado do dia 27 três aulas serão ministradas no bairro Santana, Zona Norte da cidade.

Os temas são Web TV, Web Rádio e Jornalismo Esportivo, sendo que cada um também terá a duração de três horas.

O valor de cada curso continua o mesmo do Rio: R$15. Mini-apostila, certificado de participação e brinde estão inclusos.

Informações e inscrições no (21) 3507-3555 ou (21) 2578-4304. Quem preferir pode acessar www.assessoriadeimprensa.net.

Michelin vai cortar 1.093 empregos na França

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Paris - A fabricante francesa de pneus Michelin informou nesta quarta-feira, 17, que vai cortar 1.093 empregos na França, num esforço para reduzir custos e elevar a produção em resposta à crise no setor automotivo. Um porta-voz da empresa comunicou que a decisão faz parte de um plano que irá injetar dinheiro em suas fábricas para ajudar a aumentar a produtividade na Europa Ocidental em 15% até 2011. Não foi divulgado quanto os cortes custarão nem qual será o volume de economias gerado.

Os planos incluem o aporte de 100 milhões de euros (US$ 139 milhões) em pesquisa e desenvolvimento em seu centro de Clermont Ferrand, com o objetivo de encurtar o tempo de produção. O grupo também aplicará 50 milhões de euros na fábrica de Montceau para transformá-la numa unidade especializada em pneus especiais e componentes de borracha. As operações de pneus para carros da companhia serão consolidadas com as do grupo no restante da Europa.

Entre os 1.093 empregados que serão afetados, cerca de 495 poderão aproveitar medidas de aposentadoria antecipada especial. Além do corte anunciado nesta quarta, a fabricante também quer atingir a marca de 1,8 mil demissões voluntárias nos próximos três anos, 95% delas de empregados que já estão perto de se aposentar.

As informações são da Dow Jones.

Emprego na indústria paulista cai em maio após 2 meses de alta

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São Paulo - Após dois meses seguidos de crescimento, o emprego na indústria de São Paulo caiu 0,69% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, levando-se em conta os efeitos temporais do período, segundo dados divulgados pela Federação das Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp) nesta quarta-feira, 17. Sem o ajuste sazonal, ocorreu uma redução de 0,17% do número de postos de trabalho, em maio, ante abril, o que representou um fechamento de 3.500 vagas. Essa foi a maior queda mensal desde abril de 2005.

De acordo com a Fiesp, o número de vagas encerradas em maio caiu 176 mil em relação ao total apurado em igual mês do ano passado, o que representa uma queda de 7,35%. No acumulado do ano, a pesquisa indicou corte de 46 mil vagas, o que equivale a uma queda de 2,03% ante igual período de 2008.

Metalurgia foi o setor que puxou as reduções no número vagas na indústria, com 1.333 vagas fechadas em maio, seguido de perto pelo grupo chamado produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos, que fechou 1.329 postos.

Por outro lado, o destaque de alta foi fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com crescimento do emprego de 3,1%. Dos 22 sindicatos pesquisados pela Fiesp, 14 relataram demissões em maio, 7 informaram contratações e 1 apontou estabilidade do emprego.

CONFINAÇA - O índice que mede a confiança dos dirigentes de companhias paulistas, apurado pela Fiesp, a pesquisa Sensor, registrou a marca de 50,8 pontos na primeira quinzena de junho. Esse resultado mostra uma trajetória de queda na confiança do empresariado já que é inferior aos dados registrados nas duas quinzenas de maio.

Na primeira metade do mês passado, o índice atingiu 53,2 pontos e, na segunda, baixou para 51,4 pontos. A direção da Fiesp realiza entrevista coletiva neste momento, na qual detalhará os dados da pesquisa.

Em estudo, uma previdência para plano de saúde

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O modelo de previdência privada aberta, em que as pessoas acumulam dinheiro em um plano de seguradoras ou bancos para garantir uma aposentadoria complementar, pode ser estendido para o financiamento de gastos com saúde e educação. A Superintendência de Seguros Privados (Susep), ligada ao Ministério da Fazenda, confirmou ontem que há estudos dentro do governo para criação desse novo produto.

A ideia é garantir um incentivo tributário, com possível isenção do Imposto de Renda (IR), a quem destinar os recursos acumulados exclusivamente para gastos com tratamento de saúde ou pagamento de faculdades.

A ideia da Susep é que o produto - que deverá estar pronto ainda este ano - tenha a estrutura dos atuais planos de previdência VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

O novo produto pretende garantir amparo futuro à população brasileira, que está envelhecendo e precisará cada vez mais de instrumentos para conseguir bancar seus gastos com saúde.

Atualmente o número de planos de saúde concedidos aos trabalhadores pelas empresas que os contratam é muito maior do que o de planos individuais. Quando essas pessoas deixam o mercado de trabalho, porém, perdem o direito à cobertura.

Crise atrapalha aposentadoria

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Com a crise, guardar dinheiro para garantir uma velhice confortável ficou mais difícil. Dos 15 mil entrevistados em pesquisa do banco HSBC em 15 países, 16% dizem ter parado de poupar para a aposentadoria. As mudanças no cenário econômico alteraram os planos. Por conta da crise, 19% afirmam que não vão se aposentar como haviam planejado, e outros 10% dizem que terão de adiar o descanso.

“Com a intensidade das mudanças, muitas pessoas tiveram que alterar seu planejamento e tomar decisões financeiras difíceis, adiando planos e revendo prioridades”, diz Fernando Moreira, presidente do HSBC Seguros. Neste momento, a prioridade das famílias, segundo a pesquisa, é reduzir os níveis de endividamento e de consumo. “Aumentar a poupança para a aposentadoria ainda não entrou nesta lista.”

O problema é que, segundo o estudo, a responsabilidade de garantir o próprio futuro está recaindo mais sobre o trabalhador - já que Estados e empresas possuem cada vez menos recursos e incentivos para investir na concessão de uma aposentadoria digna aos cidadãos. Na pesquisa, uma das saídas apontadas pelos entrevistados para tornar os planos de previdência privada mais atrativos para empregadores e empregados seria a diminuição dos impostos sobre esse investimento. Hoje, a parte da renda poupada para previdência pode chegar a até 12% se o contribuinte não quiser ser tributado pelo Imposto de Renda.

Não foi só a poupança para aposentadoria que sofreu com a crise. Para 92% dos entrevistados, a turbulência alterou suas finanças de alguma forma. Algumas tiveram de cortar despesas, outras pararam de poupar e houve as que usaram o momento para repensar investimentos. “A crise trouxe problemas em especial para quem perdeu o emprego”, diz Moreira.




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