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Banco Central recebe autorização para concurso

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Aguardada há meses com expectativa, a autorização para a realização de concurso no Banco Central foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

Agora o BC tem prazo de até seis meses para lançar o edital com 500 vagas, sendo 150 para técnico (nível médio) e 350 destinadas ao cargo de analista (nível superior). Os salários iniciais são de R$ 4,2 mil e R$ 12 mil, respectivamente.

As oportunidades são na maioria para o Distrito Federal, sede do Bacen, Rio de Janeiro e São Paulo. Mas outras cidades poderão também ser contempladas.

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Os cinco problemas mais recorrentes no trabalho

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(Foto: borissey /  stock.xchng)

(Foto: borissey / stock.xchng)

O que prejudica o ambiente de trabalho? Quais são os conflitos mais recorrentes entre os profissionais? Para responder a essas perguntas e ajudar na promoção de uma estrutura saudável, o ZAP Empregos enumerou os principais problemas e as soluções sugeridas por consultores, especialistas em mercado de trabalho e coaches. Confira abaixo a nossa lista:
                                                                                
1. RUÍDO NA COMUNICAÇÃO
Além de ser o mais frequente, é também o empecilho mais amplo de todos, pois pode ser provocado por diversos fatores. Um deles é a falta de clareza nas ordens. ?Um gerente passa uma instrução, mas às vezes faz isso de forma muito rápida e a equipe não entende tudo. Ao invés de tirar as dúvidas, ela deduz o que o líder quis dizer e acaba entregando um resultado diferente do esperado?, afirma Renato Grinberg, especialista em mercado de trabalho e diretor geral do Trabalhando.com.br.

O coach e consultor do Instituto EcoSocial José Carlos Ermoso aponta que a própria estrutura de um lugar pode gerar complicações na hora de se comunicar. ?Em empresas muito grandes geralmente um profissional se reporta a diferentes chefes. Como cada um tem um estilo de liderança e cada um delega tarefas diferentes, se não houver um sistema bem estruturado a pessoa pode fazer confusão.?
 
SOLUÇÃO ? Como a comunicação é responsabilidade das duas partes, o ideal é que tanto o emissor seja claro, quanto o receptor avalie se entendeu o recado. ?Fale com as suas próprias palavras o que a pessoa disse e pergunte ?é isso que você está querendo???, sugere Grinberg.

Outra saída é usar os canais de comunicação de uma companhia, que podem ser desde as  reuniões de acompanhamento de objetivos até jornais internos. ?Qualquer meio que cumpra o objetivo de comunicar assuntos da empresa de forma oficial ajuda a evitar boatos e estresse?, explica Sônia Estancioni, sócia da consultoria Dynargie Brasil.

2. AUSÊNCIA DE FEEDBACK
Esse problema também está relacionado a comunicação, porém é mais específico: diz respeito a falta de troca de opiniões e da busca pelo retorno dos membros da equipe. ?A maioria dos gestores não faz o acompanhamento que deveria fazer. Falta uma monitoração e uma resposta em relação ao trabalho entregue?, avalia Sônia.

Na opinião de Grinberg, quando um líder não escuta sua equipe ele não sabe o que está acontecendo no meio deles, quais são as dificuldades e até quais as sugestões. ?A ideia é não se sentir o dono da verdade, e sim saber ouvir os membros do grupo.?

SOLUÇÃO ? Denominada ?avaliação 360º?, essa ferramenta é muito eficaz na promoção de uma comunicação aberta, pois permite que o profissional seja analisado tanto pelos seus superiores quanto por aqueles que ocupam uma posição menor. ?Ela consiste em uma pessoa ouvir do seu chefe e dos seus pares quais são os seus pontos fortes e fracos. A ideia é que todos sejam avaliados por todos?, explica o coach Carlos Cruz.

Cruz também comenta que, no caso de o gestor não fazer o acompanhamento e buscar o parecer da equipe, cabe ao funcionário perguntar para o chefe ?qual é a minha parte nisso?? ou ?o que posso fazer para ajudar??. ?Ela deve pedir um feedback, mostrando atitude e interesse pelo trabalho?, afirma Cruz.

3. FALTA DE DISCIPLINA
Segundo Grinberg, existe uma cultura brasileira de não respeitar horários, que é muito prejudicial ao funcionamento de uma empresa. ?Você marca uma reunião às 10h, só que um chega às 10h15, outro às 10h20…?, diz.

Além desse problema com o relógio, há também uma falta de disciplina no cumprimento de metas. Alguns profissionais têm dificuldade em respeitar prazos e, quando são cobrados, dizem que já estão entregando ou, nas palavras do especialista em mercado de trabalho, ?estão dando um jeitinho brasileiro?.

SOLUÇÃO ? Para conflitos desse tipo a solução é simples: aplicar punições. ?Quando você marcar uma reunião avise a todos que existe uma tolerância de cinco minutos e que, passado esse tempo, ninguém mais entra na sala.? Pode ser que uma medida radical gere algum estresse inicialmente, mas as pessoas acabam se adaptando e aprendendo a ser mais disciplinadas.

Outra opção é aplicar uma punição que atinja o bolso dos profissionais. Por exemplo, quando assumiu a presidência da Volkswagen do Brasil, o alemão Thomas Schmall começou a ?multar? os executivos que se atrasavam para reuniões agendadas. Ao final do ano, o dinheiro é doado a instituições de caridade.

4. PROMOÇÕES ERRADAS
É verdade que isso já não é tão recorrente, mas ainda acontece de um profissional com conhecimento técnico, porém pouca habilidade para chefe, ser promovido para um cargo de liderança. Isso é um problema na medida em que essa pessoa não vai saber conduzir sua equipe e obter os melhores resultados dela. ?Alguns profissionais têm boa formação e competência, mas não têm o perfil de líder pois não são tão bons em se relacionar com os outros?, diz Ermoso.

SOLUÇÃO ? Para evitar uma situação constrangedora em que o promovido retorna ao seu antigo cargo, o consultor do Instituto EcoSocial diz que o ideal é a pessoa responsável pelo reposicionamento dos funcionários ter uma visão ampla para perceber que nem sempre o profissional competente tem capacidade de ocupar um cargo de gerência. 

Nesses casos, a empresa deve promover o crescimento horizontal do funcionário, que consiste em investir nesse trabalhador, colocar a sua disposição todas as ferramentas para ele aprimorar suas habilidades e prepará-lo para ocupar uma posição que não necessariamente é de liderança. ?Esse crescimento visa o desenvolvimento da pessoa dentro do cargo que ela ocupa atualmente?.

5. FALTA DE PROFISSIONALISMO
Segundo Renato Grinberg, algumas pessoas se esquecem de algo óbvio e que nem precisaria ser mencionado: no horário de trabalho deve-se trabalhar. Ao invés de resolver questões da empresa e cumprir com as suas funções, alguns usam boa parte das suas oito horas para lidar com assuntos particulares ou até para o entretenimento. ?Ligações pessoais, acesso ao Orkut, conversas no msn são exemplos de práticas que muitos fazem em detrimento do trabalho?.

SOLUÇÃO ? O bom senso por parte do funcionário seria o mais indicado, porém, na falta deste, o especialista em mercado de trabalho dá uma sugestão: ?aqui na Trabalhando.com.br estabelecemos que, além do horário de almoço, a partir das 16h a pessoa tem dez minutos para fazer o que quiser?.

Saiba sobre problemas relacionados à falta de padrões comportamentais clicando aqui!

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Comportamento prejudicial

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Além de todos os problemas citados, padrões de comportamento também são questões bem complicadas e que podem interferir de forma negativa no funcionamento de uma empresa. ?Rispidez nas reuniões, indolência, individualismo, não reconhecimento do erro e falta de interesse prejudicam não só a equipe, mas principalmente o próprio profissional que se porta dessa maneira?, comenta Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com.br.

Para Abrileri, em casos desse tipo só há duas soluções possíveis. A primeira é a pessoa tentar desenvolver bons hábitos e aceitar a ajuda, por exemplo, do RH da empresa. Já a segunda é drástica e deve ser aplicada quando a primeira não acontece: a demissão. ?No caso do funcionário não querer mudar sou a favor de tirá-lo da equipe, porque uma pessoa assim pode acabar contaminando todos os outros?.

Telecomunicação têm menos emprego do que em 1994

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O emprego no setor de telecomunicações nunca recuperou o nível que apresentou em 1994, com 128 mil empregados, de acordo com estudo feito pelo Dieese. Em 2007 o setor registrava 123 mil contratados, mesmo com a expansão do setor, principalmente móvel nos últimos anos.

De acordo com a entidade, a privatização, terceirização e tecnologia fez com que menos empregos fossem criados na área. O salário médio também caiu no período, passando de R$ 3,1 mil por mês para R$ 2,6 mil.

30 vagas em restaurante

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O posto da Liberdade do Centro de Solidariedade ao Trabalhador de São Paulo seleciona apenas hoje  candidatos para a segunda loja da rede de restaurantes Praça Central de Alimentação, que é voltada para refeições self-service, pratos prontos e crepes. São seis vagas para operadores de caixa, três para atendentes de buffet, duas para saladeira, duas para gerente de restaurante, uma para estoquista, 12 para auxiliares de cozinha, duas para chapeiros e duas para cozinheiros.

Apenas as oportunidades para operadores de caixa e gerente exigem seis meses de experiência na função. Para o restante das vagas não é necessário que o candidato tenha exercido o cargo anteriormente.

Os interessados devem residir em locais de fácil acesso à Avenida Paulista.

A seleção será na Rua Galvão Bueno 782. É preciso levar Carteira de Trabalho, RG, certificado de escolaridade e currículo.

Confira outras oportunidades:

Vagas para segmento de manutenção, portaria e vigilância

265 vagas de nível médio

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