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Aprovado em concurso deve ser empossado

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Agora é oficial. Por decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), todo candidato aprovado em concurso público, dentro do número de vagas previstas em edital, tem de ser nomeado e tomar posse do cargo. A determinação se aplica mesmo que o período de validade do concurso tenha expirado.

José Serra autoriza concurso para o Paula Souza

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O Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza (CEETEPS) recebeu autorização do governador de São Paulo, José Serra, para realizar concurso público.

Serão abertas 1.595 vagas, das quais 1.286 para professor e 327 para auxiliar de docente I.

Recentemente, o órgão realizou concurso e selecionou 1.781 profissionais para ocupar funções de nível médio e superior na capital paulista, Grande São Paulo, litoral e cidades do interior.

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Wall Street: desemprego deve subir, mas retomada não cessará

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São Paulo - A taxa de desemprego nos Estados Unidos deve voltar a subir e, se confirmada esta expectativa, não significará que a recessão continua ou que a economia norte-americana interrompeu a trajetória de retomada, que provavelmente teve início neste semestre, avisam analistas em Wall Street. “Enquanto a mídia e os políticos focaram na queda da taxa de desemprego, os economistas focaram no corte menor de vagas (payroll)”, afirma o economista-chefe do Nomura Securities, David Resler, sobre o relatório de emprego referente ao mês de julho, divulgado na semana passada, que mostrou um corte de 247 mil postos de trabalho, ante expectativa de redução de 275 mil vagas.

Em Nova York, é consensual entre os economistas que a recessão nos EUA já deve ter chegado ao fim. Os profissionais vinham antecipando desde o início deste ano que isto estava para ocorrer neste segundo semestre. A maioria deles, no entanto, não está convencida de que o pico para a taxa de desemprego estaria em 9,5%, conforme registrado em junho, e tornam a advertir sobre o entusiasmo ligado ao leve recuo de 0,1 ponto porcentual da taxa de desemprego em julho, que ficou em 9,4%, ante expectativa de alta para 9,7%.

Segundo os analistas em Wall Street, o relatório de emprego corrobora as evidências de fim da recessão, mas não pelo comportamento da taxa de desemprego. O payroll é o item do relatório de emprego que é considerado como o centro desta evidência, com o abrandamento no corte de postos de trabalho. “Duvidamos que a taxa de desemprego tenha atingido o pico em 9,5%. Usualmente, a taxa atinge o pico algum tempo depois de uma série de avanços no payroll”, acrescenta Resler.

O payroll revelou corte de 247 mil postos de trabalho em julho, ante número superior a 400 mil vagas fechadas em junho. O economista-chefe do braço de pesquisa do First Trust Advisors, Brian Wesbury, acredita que o payroll deverá parar de mostrar redução de postos de trabalho apenas no fim deste ano. Do lado da taxa de desemprego, no entanto, a expectativa é de novos avanços.

Vale lembrar que o pequeno alívio na taxa de desemprego no mês passado é amplamente atribuído ao declínio na força de trabalho como porcentual da população economicamente ativa (PEA). O número ficou em 65,5% em julho, 0,2 ponto porcentual abaixo do registrado em junho. A preocupação sobre a celebração em torno do pequeno alívio no nível da taxa de desemprego tem raiz na provável frustração que deverá ocorrer se a taxa de desemprego voltar a avançar, conforme prevê a maioria em Wall Street. Se muitos passaram a apostar que a recessão está acabando com base no leve declínio na taxa de desemprego em julho, é provável que passem a acreditar que a recessão não acabou quando a taxa voltar a avançar. Mas Wesbury destaca a percepção de que “a economia está em uma recuperação de formato V”. E avisa que “ainda vai levar algum tempo para que a recuperação se traduza em ganhos de postos de trabalho”.

Já o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA deve voltar a crescer no terceiro trimestre deste ano, mas a retomada em 2010 deve ser anêmica, acrescenta o economista-sênior do Goldman Sachs, Andrew Tilton. Isto deve fazer com que a taxa de desemprego rume dos atuais 9,4% para 10,25% até o fim do ano que vem. Ele espera agora o mesmo tipo de recuperação sem empregos que ocorreu nos dois ciclos econômicos mais recentes, quando companhias evitaram contratar mais trabalhadores até que aumentos na demanda estivessem bem definidos. Este comportamento, acrescenta ele, mina a recuperação, prolongando a defasagem entre o ponto mais baixo registrado pelo PIB e o pico da taxa de desemprego.

“A recessão está morta. Longa vida para a recuperação”, declarou Dean Maki, do Barclays Capital, em nota para clientes. No entanto, esta constatação não impede o analista, assim como a maioria em Nova York, de prever que a taxa de desemprego ainda irá avançar mais e apenas deverá começar a cair de forma sustentável em 2010. “Esperamos avanço (da taxa) no segundo semestre de 2009 e começo da queda em um ritmo regular no primeiro trimestre de 2010″, escreveu, ao projetar o pico da taxa em 10% no fim deste ano.

Para 2010, então, ele estima que a taxa de desemprego deve iniciar trajetória de declínio, saindo dos 10% antecipados para fechar o último trimestre do mesmo ano em 9,2%. Sobre a tendência da taxa de desemprego nos próximos meses, Christopher Rupkey, do Bank of Tokyo-Mitsubishi, relembra um trecho do depoimento do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, em julho. “Mesmo que a economia comece a avançar em termos de produção, o desemprego vai permanecer elevado por um tempo. Assim, não será sentida como uma economia realmente forte”, disse o chairman ao Congresso, no dia 21 do mês passado, citado pelo economista.

Supermercados Mambo abre 166 oportunidades

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De hoje até quarta-feira, dia 12, o posto Liberdade do Centro de Solidariedade ao Trabalhador, ligado à Força Sindical, receberá o Supermercados Mambo  para selecionar 166 profissionais.

As vagas são para a loja que será inaugurada na zona norte, no próximo dia 20, para candidatos que tenham fácil acesso ao local. Há chances para gerentes (6), fiscais de caixa (10), tesoureiros (10), conferentes de carga e descarga (10), operadores de microcomputador (10), encarregados (10), fiscais de loja (10), repositores (30), cartazeiros (10), açougueiros (20), padeiros (20), peixeiros (20) e operadores de caixa (10).

É preciso ensino fundamental completo para padeiro, peixeiro e açougueiro. Para o restante, pede-se ensino médio completo. Para todas as funções é preciso no mínimo seis meses de experiência. Já para cartazeiros e repositores de supermercado não é preciso, ou seja, é uma boa oportunidade para quem procura o primeiro emprego.

COMO PARTICIPAR - Comparecer de segunda (10) a quarta (12), das 7h às 16h.

Endereço: R.Galvão Bueno 782 - Liberdade. 

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Bancários de SP reivindicam reajuste e PLR

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Lançada oficialmente ontem, a campanha salarial dos bancários tem como principais reivindicações o aumento real dos salários em 5%, além da reposição da inflação, e uma Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de três salários mais R$ 3.850.

A entrega da pauta de reivindicações dos trabalhadores à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) começou com uma passeata do centro de São Paulo até a avenida Paulista, coração financeiro do país, onde fizeram um ato em frente a matriz do Banco Real.

O que chamou mais atenção não foi o número de participantes (cerca de 500 pessoas), mas o desfile dos personagens criados para ilustrar a campanha deste ano. Super-Bancário, Delegado Maravilha, Capitão Gerente e Terceiro-Man compõem a Superliga dos Bancários. Os vilões Mão-de-Gato, Bebezão, Caixa de Maldades, Toureiro e Tourinho, Planetoide, The Bothers e Capitão do Mato formam Os Irresponsáveis.

Bem humorada, a campanha pretende envolver bancários e clientes de maneira interativa para cobrar dos banqueiros responsabilidade social, explicam os sindicalistas.

“O mote da campanha é cadê a responsabilidade social que os bancos pregam tanto nas suas propagandas, mas que não praticam de fato”, afirmou Carlos Cordeiro, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), entidade ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Redução dos juros , corte de tarifas e mais contratações de trabalhadores para reduzir filas e melhorar o atendimento foram apresentadas dentro do bloco de reivindicações sociais.

“A preservação dos empregos é um item primordial neste ano em que vivemos três processos de fusões envolvendo grande parte da categoria”, disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e membro do Comando Nacional dos Bancários. “Não abriremos mão do aumento real de salários, assim como vamos defender uma mudança no modelo de PLR.”

Os bancários são uma das poucas categorias no país que possuem um acordo coletivo de trabalho com validade nacional. Com data-base em setembro, categoria é formada por 465 mil bancários, sendo 134 mil na base de São Paulo, Osasco e Região.




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