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Mais de 12 mil jovens são donos de franquias no Brasil

Categorias: MERCADO DE TRABALHO, PLANEJAMENTO DE CARREIRA, PRIMEIRO EMPREGO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Mais de 12 mil jovens com até 25 anos de idade são, atualmente, proprietários de uma franquia no Brasil. O número de empreendedores com esse perfil cresceu 17% em relação ao ano passado e representa 16,1% de todos os franqueados do país. E se depender do entusiasmo deles, esse grupo deve aumentar ainda mais, já que saltou, neste ano, para 50,5% o índice de jovens que manifestaram o interesse em ter uma franquia.

As informações são da consultoria Rizzo Franchising, que entrevistou 465 franqueados de 186 estabelecimentos e 2.390 candidatos que aguardam a realização do sonho de ter o próprio negócio.

A ânsia pelo sucesso rápido e a segurança no investimento são os principais fatores, na opinião de Marcus Rizzo - autor do levantamento - que levam os jovens a abrir uma franquia antes mesmo de formarem uma carreira e ganharem experiência profissional. ?Não se trata de um desalento com o mercado de trabalho ou um desejo de ser o próprio patrão. Até porque, muitos praticamente nunca tiveram isso?, afirma Rizzo. Hoje, segundo ele, o leque de alternativas e o acesso às informações são muito maiores do que antes, quando o referencial era estudar e trabalhar em uma empresa.

Abrir uma franquia pode ser a solução ideal para quem almeja um negócio próprio, mas tem medo de começar o empreendimento do zero. Para Ricardo Camargo, diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising, a grande vantagem no caso, é começar a empresa e trabalhar com uma marca que já está consolidada no mercado.?O futuro proprietário não precisa inovar. Ele já recebe o modelo pronto. Por isso basta manter a identidade ?, justifica Camargo.

A propaganda surge depois como uma das ferramentas mais importantes para impulsionar as vendas. Contudo, o investimento em publicidade fica reservado a uma taxa paga ao franqueador, pois ele é responsável pela estratégia de marketing da empresa.

DISPOSIÇÃO - A pesquisa revelou ainda que 43% dos jovens candidatos a uma franquia possuem até R$ 80 mil para investir. Outros 42% têm disponibilidade de capital entre R$ 81 mil e R$ 120 mil. Apenas 4% contam com mais de R$ 200 mil. Os recursos, geralmente, são frutos de economias, patrocínio familiar, além de empréstimos junto às instituições financeiras, como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Os jovens também estão na mira dos franqueadores que procuram pessoas com determinação e disposição, algumas das características delas nessa fase da vida.

Esse, por exemplo, é o caso da Minds Idiomas, escola de inglês. Após dois ano no mercado, a companhia conta com 18 franqueados, com uma característica em comum. Todos têm menos de 25 anos de idade. ?Os jovens se adaptam com facilidade, são participativos, têm força de vontade e gostam de encarar o novo?, diz Leiza Oliveria, 33, fundadora da rede.

Uma franquia da Minds custa para o empresário um investimento inicial de pelo menos R$ 90 mil, somados os gastos com capital de giro. Uma unidade de porte médio, com cerca de 300 alunos, de acordo com Leiza, começa a ter um faturamento médio mensal de R$ 20 mil a R$ 30 mil em um prazo estimado entre 12 e 18 meses.

Ao comprar uma unidade, o empresário recebe toda a orientação de planejamento para escolher o melhor ponto comercial e os funcionários. O investidor também recebe treinamento.

O franqueado Robson Costa, de 24 anos, está nessa fase. Ele adquiriu uma unidade da Minds em São Bernardo do Campo. A inauguração está prevista para setembro. Já foram contratados 15 funcionários. ?Depois de trabalhar como supervisor e gerente na própria escola, percebi que tinha condições de dar um salto mais alto e resolvi investir em uma franquia?, afirma Costa, que juntou dinheiro e contou com a ajuda do pai para abrir o negócio.

Confira aqui opções de franquias!

Confira algumas opções de franquias

Categorias: MERCADO DE TRABALHO, PLANEJAMENTO DE CARREIRA, PRIMEIRO EMPREGO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

CAFÉ DONUTS

Segmento: bebida, café, doce e salgado

Faturamento médio mensal: R$ 35 mil

Retorno: 24 a 36 meses

Capital para instalação: R$ 42 mil a R$ 153 mil

Taxa de franquia: R$ 20 mil a R$ 40 mil

Investimento (Taxa de Franquia, Capital para Instalação e Capital de Giro): R$ 77 mil a R$ 218 mil

FRANQUIA IMÓVEIS

Segmento: construção e imobiliárias

Faturamento médio mensal: R$ 50 mil

Retorno: 12 a 60 meses

Capital para instalação: R$ 53 mil a R$ 200 mil

Taxa de franquia: A partir de R$ 20 mil

Investimento (Taxa de Franquia, Capital para Instalação e Capital de Giro): R$ 88 mil a R$ 250 mil

EURODATA

Segmento: Educação e treinamento para o mercado de trabalho

Faturamento médio mensal: R$ 70 mil

Retorno: 18 a 24 meses

Capital para instalação: R$ 45 mil a R$ 140 mil

Taxa de franquia: R$ 15 mil a R$ 30 mil

Investimento (Taxa de Franquia, Capital para Instalação e Capital de Giro): R$ 80 mil a R$ 230 mil

FISK

Segmento: escola de idiomas (inglês e espanhol)

Faturamento médio mensal: R$ 35 mil

Retorno: 18 a 24 meses

Capital para instalação: R$ 45 mil a R$ 116 mil

Taxa de franquia: não cobra

Investimento (Taxa de Franquia, Capital para Instalação e Capital de Giro): R$ 55 mil a R$ 156 mil

CARTÓRIO POSTAL

Segmento: Negócios, serviços e conveniência

Faturamento médio mensal: R$ 80 mil

Retorno: 18 a 24 meses

Capital para instalação: a partir de R$ 30 mil

Taxa de franquia: R$ 7 mil a R$ 80 mil

Investimento (Taxa de Franquia, Capital para Instalação e Capital de Giro): R$ 67 mil a R$ 155 mil

COSTURA DO FUTURO

Segmento: Negócios, serviços e conveniência (serviços de costura)

Faturamento médio mensal: 15 mil

Retorno: 12 meses a 36 meses

Capital para instalação: R$ 25 mil a R$ 45 mil

Taxa de franquia: R$ 15 mil a R$ 30 mil

Investimento (Taxa de Franquia, Capital para Instalação e Capital de Giro): R$ 49 mil a R$ 95 mil

Mais de 2.100 vagas em Guarulhos

Categorias: CONCURSOS, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O Centro Integrado de Emprego, Trabalho e Renda de Guarulhos seleciona candidatos para 2.178 vagas. Os salários variam de R$ 465 a R$ 6 mil. Os cargos com maior número de vagas são para auxiliar de linha de produção (154), auxiliar de carga e descarga de mercadoria (78), costureira em geral (95), porteiro (65), costureira de máquina reta (60) e operador de telemarketing (59).

A faixa salarial varia de R$ 465 (atendente de balcão, empregado doméstico nos serviços gerais, operador de telemarketing, passadeira, recepcionista e vendedor interno) a R$ 6 mil (gerente financeiro).

Há também vagas com remuneração mais alta, como programador de controle de produção (R$ 2.513), técnico em segurança no trabalho (R$ 2 mil), técnico eletrônico (R$ 2 mil), motorista carreteiro (R$ 2 mil) e eletricista de manutenção industrial (R$ 2 mil).

Quem quiser se candidatar a uma das vagas deve comparecer a um dos quatro postos do Ciet (veja os endereços abaixo), de segunda a sexta-feira, no período de 8h às 17h. É preciso apresentar carteira de trabalho, CPF, RG e comprovante de endereço.

Veja os endereços dos postos:

Posto Centro: Rua São Vicente de Paula, 163

Posto Cumbica: Rua Capitão Aviador Walter Ribeiro, 359

Posto Vila Augusta: Rua Antônio Iervolino, 225

Posto Pimentas: Avenida Juscelino Kubitschek, 2760

 

Confira outras oportunidades:

741 vagas no setor de transportes

Prefeitura de Campinas abre vagas para Guarda Municipal

Furnas abre seleção para 1.685 vagas

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INSS começa a pagar o 13º a partir de amanhã

Categorias: MERCADO DE TRABALHO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começa a pagar amanhã a folha de agosto, que depositará até o dia 8 de setembro mais de 26 milhões de benefícios em todo o Brasil.

Também amanhã terá início o pagamento da primeira parcela do 13º salário de mais de 22,8 milhões de beneficiários. Na terça, recebem quem ganha até um salário mínimo e têm cartão final 1. A primeira parcela do abono (50% do 13º) será uma injeção na economia de R$ 7, 9 bilhões nos meses de agosto e setembro, além dos cerca de R$ 17 bilhões do benefício mensal.

Comissão geral na Câmara analisa redução da jornada

Categorias: LEGISLAÇÃO TRABALHISTA, MERCADO DE TRABALHO, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Está marcada para amanhã uma ampla reunião, na Câmara dos Deputados, para discutir uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho das atuais 44 para 40 horas semanais, com manutenção do salário. A mesma proposta eleva de 50% para 75% o adicional a ser pago pela hora extra.

Dada a delicadeza do tema, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), decidiu promover uma comissão geral. Nela, especialistas contra e a favor da proposta darão explicações ao conjunto dos deputados para melhor prepará-los para a votação.

Por enquanto, o placar está a favor dos sindicalistas. No dia 30 de junho, a comissão especial que examina a PEC aprovou o relatório do deputado Vicente Paulo da Silva, o Vicentinho (PT-SP), a favor da proposta. A mudança contou com amplo apoio da base governista no Congresso, mas ainda resta um caminho longo.

Para entrar em vigor, ela precisa ser aprovada na Câmara e no Senado, em dois turnos de votação em cada Casa, com três quintos dos votos a favor.

Deter o avanço da proposta de emenda é, porém, um “tremendo desafio”, segundo reconheceu o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE). “Essa é uma matéria sensível do ponto de vista político e tem apelo do ponto de vista eleitoral. É um tema sujeito a muita demagogia, mas é preciso resistir a ela.”

PRODUTIVIDADE - Para os sindicalistas, a redução da jornada de trabalho só tem vantagens: geraria 2,5 milhões de novos empregos, segundo cálculos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O impacto sobre os custos das empresas seria de 1,99%, segundo a mesma fonte.

As empresas tiveram aumento de produtividade de 113% nos últimos dez anos, disse Vicentinho, para demonstrar que elas são capazes de absorver o aumento nas despesas. “Além do mais, o trabalhador mais feliz produz mais e teremos redução dos acidentes de trabalho, pois eles normalmente ocorrem no final da jornada.”

“O aumento do número de empregos é uma falácia”, rebateu Monteiro Neto. Ele estima que os custos de produção aumentarão algo como 10% com a redução da jornada. O impacto será forte sobretudo nas pequenas e médias empresas. “A tendência é aumentar a informalidade”, disse. As grandes empresas poderão investir em mais automação. “Não digo que haverá desemprego, mas esse é um risco real.”

É possível que ambos os lados estejam carregando nas tintas. Tanto os sindicalistas quanto patrões admitem que, em grande parte da economia, a jornada de 40 horas já é adotada na prática. Ou seja, o impacto não seria tão forte nem no aumento de custos, nem na abertura de novas vagas.

“A maioria das montadoras já adota a jornada de 40 horas”, disse Vicentinho. “A indústria farmacêutica também.” Ele aponta esses dados como um sinal que o patronato estaria “rachado” na disputa. Armando Monteiro Neto nega. “Não conheço empresa que defenda a redução da jornada por lei, muito menos na Constituição.”

QUINTO TURNO - O professor José Pastore, consultor da CNI, disse, em uma reunião da comissão especial que analisou a PEC, que a jornada média no Brasil hoje está em 40,4 horas. Segundo Monteiro Neto, o dado se refere às grandes empresas. Ainda assim, há impactos diferentes, conforme o setor. “A siderurgia, por exemplo, teria de adotar um quinto turno de trabalho”, comentou.

A CNI, esclareceu Monteiro Neto , não é contrária à decisão das empresas de reduzir a jornada quando isso é negociado com o sindicato. Apenas acha que a regra não deveria estar “engessada” na Constituição. “Isso vai nivelar uma confecção, intensiva de mão de obra, ao setor intensivo de capital”, ressaltou o presidente da CNI.

De fato, o empresário Marcio Franca, dono de uma pequena confecção em Brasília chamada Bazar Uniformes Profissionais, só prevê impactos negativos com a redução da jornada. “O aumento de emprego não vai acontecer”, afirmou França.

A tendência, disse, é que as empresas de seu setor ampliem o uso do trabalho terceirizado. É possível também que os empregados sejam pressionados a produzir o mesmo que produzem agora, em menos tempo.




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