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Polícia Civil do Distrito Federal inscreve para delegado

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A Polícia Civil do Distrito Federal (DF) abriu 11 vagas para delegado e mais 46 para cadastro de reserva. A remuneração é de R$ 13.368,68.

As inscrições vão até o dia 27 de outubro pelo site www.universa.org.br . O candidato deve ter formação acadêmica em Direito. A taxa de participação é de R$ 192. A prova objetiva será aplicada no dia 28 de novembro.

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Cai o nível de emprego com carteira assinada, diz IBGE

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Rio - Apesar do recuo da taxa de desocupação, a qualidade do mercado de trabalho piorou, na avaliação de Cimar Azeredo, gerente da Pesquisa Mensal do Emprego (PME) do IBGE. Frente a agosto de 2009, há uma queda de 0,3% no número de empregos com carteira assinada. Isso representa uma redução de 29 mil postos de trabalho no mês. Em São Paulo, os empregos com carteira caíram 1% sobre agosto e 1,1% frente a setembro de 2008 - um movimento que pode ser replicado em outras regiões.

“Houve uma redução na população desocupada. Mas as vagas abertas, especialmente em São Paulo, afetaram a qualidade no emprego”, disse Azeredo, acrescentando que a queda na taxa de desocupação é condizente com o período. ”Era uma queda esperada. Portanto, não se vê uma recuperação no mercado de trabalho. Para isso, a ocupação deveria ser mais forte e a desocupação, menor.”

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IBGE: taxa de desemprego menor é sazonal

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Rio - O gerente da pesquisa mensal de emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo, disse que a desaceleração na taxa de desemprego em setembro (7,7%, a menor taxa mensal de 2009) ante agosto (8,1%) reflete a geração, de um mês para o outro, de 76 mil vagas de trabalho nas seis regiões metropolitanas pesquisadas, o que levou a uma queda de 4,8% no número de desocupados no período. Porém, ele ressaltou que a criação de postos de emprego no mês passado ante o mês anterior não mostra uma recuperação no mercado de trabalho metropolitano, mas um movimento sazonal, já que a taxa sempre recua nessa época do ano. De acordo com Cimar, é positivo que o mercado esteja respondendo às características sazonais dessa época do ano, na qual normalmente a taxa cai em relação ao mês anterior, mas para que estivesse ocorrendo uma recuperação de fato, a taxa estaria inferior à de setembro do ano passado. Em setembro de 2008, a taxa de desemprego foi exatamente de 7,7%.

“A queda na taxa de desemprego não mostra uma recuperação no mercado de trabalho, mas um movimento sazonal, já que a taxa sempre recua nessa época do ano. Para haver uma recuperação, o recuo na taxa e o aumento no número de ocupados teriam de ser mais expressivos”, disse. Cimar explica que “a queda na taxa ante o mês anterior é um fato positivo, mas evita-se falar em recuperação porque os dados de formalidade não são muito favoráveis e o número de ocupados e a própria taxa de desemprego mostram um ritmo de reação aquém do que vinha sendo registrado em 2008″.

Ele observou que, na média de janeiro a setembro de 2009, o número de ocupados aumentou 0,8% ante igual período de 2008, alta bem inferior ao resultado de 3,5% apurado na média de janeiro a setembro do ano passado ante igual período do ano anterior. A taxa de desemprego, na média de janeiro a setembro, está no patamar de 8,4%, abaixo da taxa de 8,1% apurada na média de igual período do ano passado.

Além disso, segundo ele, a pesquisa traz uma revelação preocupante, que consiste na queda de 0,3% no número de empregos com carteira assinada e no aumento de 2,0% no emprego informal em setembro ante agosto. Segundo o gerente da pesquisa mensal de emprego do IBGE, essas variações são avaliadas, estatisticamente, como estabilidade pelo IBGE, mas confirmam uma redução no ritmo de aumento da formalização do trabalho em relação aos acelerados avanços que ocorreram no ano passado. “A qualidade do emprego começa a se mostrar afetada”, disse Cimar.

Ele exemplifica que, levando-se em consideração os empregados com carteira assinada no setor privado e os funcionários públicos e empregados domésticos contratados via regime CLT, o emprego formal equivalia, em setembro, a 54,9% do total de ocupados nas seis regiões metropolitanas, a menor fatia de 2009. Em janeiro deste ano, esse porcentual era de 55,7%.

Por outro lado, de acordo com Cimar, uma boa notícia trazida pela pesquisa é a continuidade no aumento do poder de compra dos trabalhadores, já que a renda média real aumentou, em setembro, em todas as bases de comparação, refletindo sobretudo o baixo patamar da inflação. O indicador de renda real da pesquisa mensal de emprego é deflacionado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) médio das seis regiões pesquisadas.

Na média dos nove primeiros meses deste ano, a renda média real registra um aumento de 3,6% ante igual período do ano passado, resultado superior à variação de 3,2% na renda apurada de janeiro a setembro do ano passado ante igual período do ano anterior. Segundo Cimar, essa aceleração no aumento do rendimento real foi impulsionada especialmente pelo aumento do salário mínimo e o nível mais baixo da inflação.

Cetesb/SP abre concurso para formação de cadastro de reserva

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A Cetesb - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental/SP abriu concurso para formação de cadastro de reserva para cargos de nível fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 907 a R$ 3.456.

As inscrições vão de 26 de outubro a 12 de novembro pelo endereço eletrônico www.vunesp.com.br, sendo que a taxa de inscrição está fixada entre R$ 27 e R$ 70, de acordo com a função pretendida. A prova será aplicada no dia 20 de dezembro.

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Desemprego cai para 7,7% e tem menor nível desde dezembro

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Rio - A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do país caiu para 7,7% em setembro, ante 8,1% em agosto, e atingiu o menor patamar desde dezembro (quando a taxa ficou em 6,8%). O resultado veio abaixo das estimativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado, que iam de 7,8% a 8,2%, com mediana de 8%. Segundo o IBGE, no entanto, os números ainda não representam uma recuperação no mercado de trabalho, e sim um movimento sazonal. “A taxa sempre recua nessa época do ano. Para haver uma recuperação, o recuo na taxa e o aumento no número de ocupados teriam que ser mais expressivos”, disse o gerente da pesquisa mensal de emprego do instituto, Cimar Azeredo.

(Infográfico da Agência Estado)

(Agência Estado)

Segundo Azeredo, na média de janeiro a setembro de 2009, o número de ocupados aumentou 0,8% ante igual período do ano passado, alta bem inferior ao resultado de 3,5% apurado na média de janeiro a setembro de 2008 ante igual período do ano anterior.

De acordo com o IBGE, a população ocupada nas seis principais regiões metropolitanas do país somou 21,5 milhões de pessoas em setembro, com alta de 0,4% ante agosto e aumento de 0,6% ante setembro do ano passado, em variações consideradas como “estabilidade” pelo instituto. Já a população desocupada (sem trabalho e procurando emprego) somou 1,799 milhão, com queda de 4,8% ante agosto, mas aumento de 1,3% comparativamente a setembro de 2008.

PODER DE COMPRA CRESCE - Por outro lado, de acordo com Cimar, uma boa notícia trazida pela pesquisa é a continuidade no aumento do poder de compra dos trabalhadores, já que a renda média real aumentou, em setembro, em todas as bases de comparação, refletindo sobretudo o baixo patamar da inflação. Segundo o IBGE, o rendimento médio real dos trabalhadores subiu 0,6% na comparação mensal e 1,9% frente a setembro do ano passado, para R$ 1.346,70.

Na média de janeiro a setembro de 2009, a renda média real registra um aumento de 3,6% ante igual período do ano passado, resultado superior a variação de 3,2% na renda apurada de janeiro a setembro de 2008 ante igual período do ano anterior. Segundo Cimar, essa aceleração no aumento do rendimento real foi impulsionada especialmente pelo aumento do salário mínimo e o patamar mais baixo da inflação.

TRABALHO FORMAL REDUZ RITMO DE EXPANSÃO - Além disso, segundo Cimar, a pesquisa traz uma revelação preocupante, que consiste na queda de 0,3% no número de empregos com carteira e aumento de 2,0 % no emprego sem carteira assinada em setembro ante agosto. Segundo o gerente, essas variações são avaliadas, estatisticamente, como estabilidade pelo IBGE, mas confirmam uma redução no ritmo de aumento da formalização do trabalho em relação aos acelerados avanços que ocorreram no ano passado. “A qualidade do emprego começa a se mostrar afetada”, disse Cimar.

Ele exemplifica que, levando-se em consideração os empregados com carteira no setor privado, funcionários públicos e empregados domésticos com carteira, o emprego formal equivalia, em setembro, a 54,9% do total de ocupados nas seis regiões, a menor fatia de 2009. Em janeiro deste ano, esse porcentual era de 55,7%.




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