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Plano de saúde para domésticas

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Mais de 1.500 empregadas domésticas da região metropolitana de São Paulo conquistaram o direito a um plano de saúde. Desde fevereiro deste ano, os patrões podem oferecer o benefício às trabalhadoras com carteira assinada. As mensalidades são a partir de R$ 37.

As seguradas têm direito a consultas, exames, internação e parto ? após cumprirem o prazo de carência. O plano é voltado exclusivamente para a categoria e foi organizado pela ONG Doméstica Legal. A operadora é a Ameplan, registrada na Superintendência de Seguros Privados (Susep).

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Trabalhe em casa: tudo sobre home office

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(Foto: lute1 / stock.xchng)

(Foto: lute1 / stock.xchng)

Trabalhar em casa exige alto grau de responsabilidade e auto-motivação. Conheça as vantagens e desvantagens de montar um escritório em sua residência e evitar grandes deslocamentos diários. Antes de se arriscar no seu, tire suas dúvidas sobre esse esquema de trabalho.

O que é home office?
É um esquema de trabalho no qual o profissional atua dentro da própria casa. Ele continua com as mesmas responsabilidades e metas, mas evita deslocamentos diários até a empresa ou sala comercial. O tempo gasto com transporte é aproveitado na atividade profissional.

Qual o perfil do profissional home officer?
Baseada em sua experiência, Maria Cristina Cinopolli Gomas, diretora da Social Consultoria, considera que o profissional que deseja trabalhar em casa deve se fazer basicamente duas perguntas: ?gosto de trabalhar sozinho?? e ?sou organizado??.

Ter equipamentos e estrutura tanto física quanto tecnológica também são importantes, assim como a compreensão da família. ?É bom estabelecer regras com os familiares para que eles não interfiram na sua rotina de trabalho e para que a relação entre todos da casa também não seja prejudicada?, diz Maria Cristina.

Apenas profissionais autônomos podem ser home officers?
Não. O engenheiro Ricardo Grimaldi, por exemplo, teve seu escritório transferido para dentro de casa quando atuava na unidade da Epcos, empresa sediada no Brasil. Na época ocupava o cargo de gerente de vendas para a América Latina e precisou deixar o espaço físico da empresa para trabalhar a distância. ?Quando a empresa implantou o esquema home office, uma das intenções era obter redução de custo. E isso realmente aconteceu. Com a mudança foi possível uma economia em torno de 100 mil euros por ano.?

Mesmo distantes, os empregadores conservam uma relação com o funcionário e se mantém informados sobre a produção. No caso de Grimaldi, toda a equipe que atuava em casa se deslocava pelo menos uma tarde por semana à empresa física. Lá eram feitas reuniões e o profissional tinha a oportunidade de trocar experiências com outros colegas que também trabalhavam em casa. ?Quando nos encontrávamos nas reuniões conversávamos sobre o novo sistema e assim nos ajudávamos nesse período de transição, porque não sabíamos como era ter o escritório em casa?, comenta Grimaldi.

A empresa ajuda o funcionário na adaptação do escritório para casa?
De acordo com Paulo Ishimaru, gerente consultivo do Grupo Soma, a maioria dá um treinamento de como se trabalha em esquema home office. ?Não é simplesmente mandar a pessoa para casa. Precisa ensiná-la como atuar fora do ambiente corporativo?, conta.

Além disso, as empresas que adotam esse sistema dão suporte de equipamento, como aconteceu com Ricardo Grimaldi. ?Eu pude trazer até os móveis que utilizava dentro da empresa. Assim montei um mini escritório dentro de casa.? Acesso à internet, linha telefônica e aparelhos, como celular e laptop, também foram fornecidos ao gerente de vendas na época.

Autônomos que são home officers sofrem preconceito?
Às vezes isso pode acontecer. Segundo Fabie Sivack, diretora da Fasmidia ? Assessoria de imprensa e Comunicação empresarial, as pessoas confundem trabalho em casa com trabalho caseiro, ou seja, sem profissionalismo. No entanto, a profissional afirma que há formas de mudar essa imagem. ?Certa vez um cliente me aconselhou a criar um logo para me apresentar como uma marca, e não só como eu mesma. Então, fiz uma logomarca, um cartão de visita e um site da Fasmidia. Toda esses esforços no sentido de me estabelecer como uma marca mudaram bastante a recepção dos outros.?

Do que preciso para trabalhar em casa?
Depende do tipo da profissão, mas alguns itens são básicos, como computador, internet, linha telefônica e contatos. O designer Gilberto Gouveia, por exemplo, explica que mantém o trabalho devido a rede de contatos que estabeleceu. ?Quando saí da agência de publicidade para trabalhar em casa, comecei do zero. Hoje, presto regularmente serviço terceirizado para uma agência de marketing e outros clientes?, afirma Gouveia.

Quais áreas de atuação permitem trabalho home office?
Segundo a consultora Claudia Monari, geralmente as empresas que lidam com tecnologia, como o Google, oferecem esse tipo de oportunidade a alguns funcionários. Mas é claro que tudo depende também da função desempenhada pela pessoa. ?Se ela atuar em uma área operacional, que depende de ferramentas na empresa, não conseguirá fazer o trabalho de casa.?

Além desse setor de tecnologia, para o gerente consultivo Paulo Ishimaru, áreas como a Comunicação Social ? jornalismo, publicidade e setores comerciais também permitem a implantação do sistema a distância.

A carga horária e a produtividade diminuem?
Tanto o autônomo quanto o funcionário têm a mesma resposta para essa pergunta. Ao contrário do que costuma-se pensar, a produtividade aumenta, e muito. O mesmo acontece com a jornada de trabalho. ?Muitas vezes vi que já era meia-noite e ainda estava preso ao computador com os afazeres. Como estou em casa, acabo me esquecendo da hora e ficando mais tempo envolvido com o trabalho?, conta o designer Gilberto Gouveia.

Suzana Piorino Maria, que atua em home office como diretora de RH das unidades da América do Sul da Sofitel, também diz ter uma boa produtividade, mesmo fora do ambiente da empresa. Para ela, a questão dos resultados está muito menos ligada ao local e mais relacionada ao profissional saber gerenciar sua demanda. ?Isso porque a pessoa pode estar dentro da empresa, trabalhando no escritório, e não ser produtiva.?

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Prós e contras de trabalhar em casa

Conheça o dia a dia de um home officer

Auxílio-doença dá estabilidade

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Mesmo com a retomada da economia e dos empregos, o auxílio-doença acidentário aparece como opção para os trabalhadores com doenças ocupacionais. Esse benefício, pago aos trabalhadores afastados há mais de 15 dias por doença ou acidente decorrentes do trabalho, garante estabilidade de, pelo menos, 12 meses após a alta do INSS.

E o número de concessões não para de crescer. Em setembro, o INSS pagou 171.166 auxílios-doença acidentários, com valor médio de R$ 832,36. No mesmo período de 2008, foram 160.185. Para Carlos Clemente, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco, é possível que a crise tenha aumentado os pedidos de auxílio acidentário de funcionários que seguem trabalhando, mesmo doentes. ?Na crise, os primeiros a serem demitidos são os debilitados?.

Já segundo o advogado Roberto Paraíba, com o mercado cada vez mais restritivo, o trabalhador pode pedir o benefício para se resguardar. ?Ele pode seguir trabalhando doente para não perder o emprego?.

Emprego formal no Brasil tem resultado recorde em outubro

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São Paulo - O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de outubro registrou a criação de 230.956 empregos formais, um resultado recorde para o mês, segundo informou nesta segunda-feira, 16, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. De janeiro a outubro deste ano, segundo dados do ministério, foram criadas 1.163.607 vagas formais. Na semana passada, o ministro já havia adiantado que a criação de vagas ultrapassaria 1 milhão no acumulado do ano até outubro.

Em outubro, foram admitidos 1.433.915 trabalhadores, enquanto 1.202.959 foram demitidos. Segundo o Ministério do Trabalho, pelo terceiro mês consecutivo, o número de empregos gerados com carteira assinada superou a marca de 200 mil.

O resultado de outubro se deve ao desempenho recorde em cinco dos oito setores da atividade econômica. O principal destaque foi a indústria de transformação, que ampliou o seu quadro em 74.552 novos postos. Outros setores com contrações líquidas recordes foram serviços (69.581), comércio (68.516), construção civil (26.156) e extrativa mineral (1.157).

O único setor que demitiu mais do que contratou foi o de agropecuário, com dispensas líquidas de 11.569. Segundo o Ministério do Trabalho, essa redução se deve à entressafra, principalmente, no Sudeste do país.

LUPI PREVÊ MAIS EMPREGOS EM 2010 - No próximo ano, o ministro do Trabalho prevê que serão gerados 2 milhões de empregos formais no Brasil. Se a marca for atingida, será o maior número de geração de empregos em um ano na história do país. “Temos que ter crença na economia nacional e temos que acabar com o complexo de ser pequeno”, afirmou o ministro, que previu que o setor de serviços deve continuar sustentando a geração de empregos no Brasil.

Para 2009, Lupi disse que mantém a previsão de 1 milhão a 1,1 milhão de empregos formais. Segundo ele, essa previsão considera o fato de que, no mês de dezembro, há maior número de demissões do que de contratações. Ele disse que o índice médio de demissões em dezembro é de 300 mil. O ministro, no entanto, acredita que neste ano ocorrerá o registro do menor número de demissões no mês de dezembro. Para novembro, o ministro acredita em novo recorde de contratações, mas, segundo ele, não será forte o suficiente para recuperar as demissões que ocorrerão em dezembro.

“O Brasil foi o único país do G-20 que gerou mais de um milhão de empregos formais este ano. Isso mostra o acerto das políticas governamentais”, afirmou Lupi. Ele acredita que a economia brasileira deve crescer em torno de 2% este ano. No ano que vem, o crescimento o PIB será de 7% a 8%, avalia o ministro.

ELEVAÇÃO DA MASSA SALARIAL - Lupi também destacou a elevação da massa salarial de janeiro a outubro, 4,4% acima da inflação medida pelo INPC. Para o ministro, o aumento da massa salarial foi a maior alavanca para que o país saísse da crise financeira internacional. Ele disse que anunciará, nos próximos dias, um recorde histórico no pagamento do abono salarial (o abono salarial é pago a trabalhadores com renda média de até dois salários mínimos no ano anterior).

Instituto Butantan oferece 22 vagas

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A partir desta segunda-feira, dia 16, o Instituto Butantan começa a receber as inscrições do concurso que visa preencher 22 vagas para cargos de nível fundamental e médio. Os salários variam de R$ 837,13 a R$ 1.055,61.

Os interessados devem se inscrever pelo site www.vunesp.com.br . A taxa de participação é de R$ 27 e R$ 38, de acordo com o a função pretendida.

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