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Oportunidades para temporários

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Confira abaixo algumas oportunidades para postos de trabalho temporários:

OSASCO PLAZA SHOPPING - 800 vagas para vendedor e estoquista. Os interessados devem ir à Central de Atendimento ao Cliente para envio de currículo.

Endereço: Rua Antonio Agu, 300, Centro de Osasco

Telefone: 2117-2777

BOAVISTA SHOPPING - 600 vagas para vendedores, estoquistas e caixas. Procurar a administração do shopping, as próprias lojas ou fazer cadastro em uma unidade de atendimento do Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT).

Endereço: Rua Borba Gato, 59, Alto da Boa Vista

Telefone: 5547-6000

SHOPPING CAMPO LIMPO - 320 vagas temporárias para estoquistas, vendedores e caixas. Os currículos devem ser entregues na administração. Os requisitos variam de loja para loja, mas, em geral, os candidatos devem ter 18 anos ou mais.

Endereço: Estrada do Campo Limpo, 459

Telefone: 2144-3500

SHOPPING METRÓPOLE - 550 vagas temporárias para vendedores, atendentes, caixas, estoquistas e balconistas. Os currículos devem ser entregues nas próprias lojas, mas o shopping tem um painel de vagas com divulgação de alguns postos.

Endereço: Praça Samuel Sabatini, 200, Centro, São Bernardo do Campo

Telefone: 2842-9900

SHOPPING PENHA - 600 oportunidades temporárias para vendedores, caixas e promotores. Para entrega de currículos, os candidatos devem se dirigir às próprias lojas.

Endereço: Rua Doutor João Ribeiro, 304, Penha

Telefone: 2095-8222

PLAZA SUL - Estão sendo oferecidas 400 vagas para vendedores, estoquistas, atendentes e caixas. Informações sobre requisitos e entrega de currículos são dadas nas próprias lojas.

Endereço: Praça Leonor Kaupa, 100, Saúde

Telefone: 5077-7300

BOULEVARD TATUAPÉ - São 20 vagas para vendedor e as inscrições são feitas nas próprias lojas.

Endereço: Rua Gonçalves Crespo, 78, ao lado da estação Tatuapé do Metrô

Telefone: 2225-7000

SHOPPING TABOÃO - São cerca de 500 vagas para os cargos de estoquista, caixa e vendedor, entre outras. Os currículos com foto devem ser entregues no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Endereço: Rodovia Regis Bittencourt, Km 271,5, Taboão da Serra

Telefone: 2699-4000

SANTANA PARQUE - As cerca de 800 vagas são para os cargos de vendedor, estoquista e caixa. Os currículos devem ser entregues no Serviço de Atendimento ao Consumidor do shopping.

Endereço: Rua Conselheiro Moreira de Barros, 2.780, Santana

Telefone: 2238-3002

LOJAS RIACHUELO - São cerca de 1.500 vagas para caixas, vendedores, auxiliar de loja, fiscal de loja e promotores. Os candidatos devem fazer inscrição até 30 de novembro no site da empresa ou entregar currículo pessoalmente nas lojas.

Site para inscrição: www.riachuelo.com.br

Telefone: 0800-701-4342

O que aprendi no meu primeiro emprego

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Você já se perguntou como os presidentes de grandes empresas conquistaram a posição de líder? Ou ainda como foi o início da carreira dessas pessoas? O ZAP Empregos conversou com quatro profissionais para responder essas perguntas e descobrir alguns de seus segredos do sucesso. Confira os primeiros passos destes brasileiros no mercado de trabalho.

Aldemir Bendine, presidente do BB, e Caio Túlio Costa, diretor-presidente da Oi (Fotos: Divulgação)

Aldemir Bendine, presidente do BB, e Caio Túlio Costa, diretor-presidente da Oi (Fotos: Divulgação)

Quem é? Aldemir Bendine
Idade 45 anos
Cargo atual presidente do Banco do Brasil

Aldemir Bendine iniciou sua carreira aos 14 anos na mesma empresa em que hoje é presidente. Na época, além de desempenhar a função de auxiliar de serviços, cuidava de arquivos, e do controle e entrega de documentos. Permaneceu no setor por três anos e meio.

Com a experiência, adquiriu boas práticas de administração e passou a valorizar mais o trabalho em equipe. ?Aprendi a reconhecer a importância da liderança exercida de forma civilizada, motivadora e capaz de despertar um grupo para novas conquistas.?

Todo o conhecimento acumulado na época é aplicado no atual cargo e ajuda a cumprir suas metas. Estimular os funcionários, reconhecer o valor de cada um na construção de uma grande empresa e ampliar a oferta de crédito para que a economia brasileira volte a crescer são alguns dos desafios diários do profissional.

Quem é? Caio Túlio Costa
Idade 55 anos
Cargo atual diretor-presidente da Oi

Foi aos 11 anos de idade que Caio Túlio Costa ganhou seu primeiro salário, trabalhando em uma farmácia no interior de São Paulo. Durante os seis anos de serviço no local, o atual diretor-presidente da Oi desempenhou diversas funções. Fazia a limpeza da farmácia, entrega de pedidos, manipulação de medicamentos e até a aplicação de injeções ? isso depois de alguma tempo de atuação.

Parte de seu trabalho também se deu atrás do balcão atendendo os clientes, experiência que o ensinou muito sobre como lidar com pessoas. ?Acho que a farmácia deu certo porque o dono era um bom comerciante e tinha respeito absoluto ao consumidor.?

Hoje, 44 anos após o ingresso no mercado de trabalho, o profissional continua lidando com essa questão do cliente. ?O relacionamento entre você, o serviço que você presta, e quem consome esse serviço é um desafio cotidiano.?

 

Chieko Aoki, presidente da Blue Tree Hotels, e Marco Antônio Castello Branco, presidente da Usiminas (Fotos: Divulgação)

Chieko Aoki, presidente da Blue Tree Hotels, e Marco Antônio Castello Branco, presidente da Usiminas (Fotos: Divulgação)

Quem é? Chieko Aoki
Idade 60 anos
Cargo atual fundadora e presidente da rede Blue Tree Hotels

Aos 18 anos a hoje presidente de sua própria rede de hotéis trabalhava como secretária bilíngue. Seu primeiro emprego foi na montadora Ford, onde permaneceu por cinco anos.

Durante esse período, aprendeu como conquistar confiança, credibilidade profissional e, mais do que isso, posições mais elevadas dentro de uma organização. ?Dedicação, empenho e procurar fazer melhor e mais do que outros é o caminho sólido?, conta.

O lema de Chieko fez com que seu negócio se expandisse internacionalmente e crescesse em tempos difíceis. Para que o ritmo continue a empresária enfrenta o desafio de cumprir com seu plano de objetivos, intitulado ?ten years plan? (?plano de dez anos?, na tradução literal). ?Tracei metas para onde quero que a Blue Tree Hotels esteja em 2017. Isso não se resume apenas a número de hotéis, mas a lugares nos quais quero que a rede esteja operando.?

Esse planejamento de longo prazo é semelhante ao que as montadoras utilizam para estabelecer o lançamento de novos produtos e reestilizações. É a mesma escola que Chieko frequentou nos primeiros anos de experiência.

Quem é? Marco Antônio Castello Branco
Idade 48 anos
Cargo atual presidente da Usiminas

Marco Antônio Castello Branco teve seu primeiro contato com o mercado de trabalho dando aulas de reforço em um cursinho pré-vestibular. Calouro no curso de Técnico de Química, teve de enfrentar algumas reclamações de estudantes ao ensinar a disciplina. ?Minha maior dificuldade era quando os alunos falavam que eu não ensinava direito e que não entendiam. Você corre sempre o risco de perder a auto-estima?, afirma.

Com essa experiência, Castello Branco aprendeu a ter autoconfiança e atualmente gerencia um número muito maior de pessoas. Seu desafio atual é administrar pessoas com pensamentos diferentes e conciliar a pluralidade de ideias dos diversos tipos de profissionais. Isso, é claro, respeitando o foco da empresa.

Programa de Estágio 2010 da Volkswagen

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O Programa de Estágio 2010 da Volkswagen aceita inscrições até a próxima segunda-feira, dia 5. Estudantes do ensino superior ou do técnico profissionalizante podem se candidatar pelo site www.vw.com.br .

São 110 vagas para as fábricas de São Bernardo do Campo, Taubaté, São Carlos e São José dos Pinhais, além da sede dos Serviços Financeiros Volkswagen, em São Paulo.

Além do cadastro, os candidatos também devem fazer os testes online. Já  na segunda fase alguns são convocados para uma dinâmica em grupo, além de terem que escrever uma redação. Ao final, os que tiverem melhor desempenho nessas fases serão chamados para a entrevista final com o gestor da área requisitante.

Os selecionados pela Volkswagen do Brasil terão bolsa auxílio e outros benefícios, como transporte fretado gratuito, refeição e atendimento médico ambulatorial interno. Também existe a possibilidade de o estagiário ser efetivado. Desde janeiro de 2007, por exemplo, mais de 40% dos estagiários foram realmente contratados.

Confira a seguir os requisitos exigidos pelo programa da Volks e a área do curso superior ou do técnico profissionalizante:

REQUISITOS - concluir o curso superior ou técnico entre dezembro de 2010 ou julho e dezembro de 2011; inglês mínimo intermediário e bons conhecimentos de informática.

ÁREAS
Curso Superior - Administração de Empresas, Administração com ênfase em RH, Ciência da Computação, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comércio Exterior, Direito, Engenharia, Jornalismo, Marketing, Publicidade e Propaganda, Secretariado, Sistema de Informação, Tecnologia da Informação e Tecnologia de Processos de Produção.

Curso Técnico - Administração, Processamento de Dados, Química e Secretariado.

Nova lei reduz em 20% as oportunidades de estágio

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(Foto: ralev_com / stock.xchng)

(Foto: ralev_com / stock.xchng)

Um ano após a nova Lei do Estágio entrar em vigor no país, o número de vagas caiu 20%, segundo levantamento da Associação Brasileira de Estágios (Abres). Para a entidade, a queda é explicada pela resistência de parte das empresas em se adaptar às regras e pelo cenário de diminuição da atividade econômica provocada pela crise financeira mundial.

Em setembro de 2008 havia 1,1 milhão de vagas de estágio, distribuídas em 715 mil postos para estudantes do ensino superior e 385 mil para alunos do ensino médio e técnico. Neste mês, foram contabilizadas 900 mil vagas, sendo 650 mil para o alunos de graduação e 250 mil para o ensino médio e técnico.

?A lei estabelece uma cota de estudantes de ensino médio que uma empresa pode ter como estagiários. Quando há mais de 25 funcionários, por exemplo, 20% podem ser estagiários. Esse limite, que não havia antes, provocou a redução das vagas?, afirma Seme Arone Junior, presidente da Abres. ?Além disso, várias empresas suspenderam processos de seleção e treinamento em razão do impacto provocado pela crise.?

Na avaliação de especialistas no setor, a tendência é que o número de postos se normalize a partir do ano que vem, quando se espera uma regularização da atividade econômica e uma adaptação maior das novas regras por parte dos empregadores. Muitas das dúvidas que surgiram nos meses seguintes à sanção da lei, como a questão do vínculo empregatício, por exemplo, já foram esclarecidas. Entre as mudanças estão a limitação da jornada de trabalho diário para 4 horas para o ensino médio e de 6 horas para o ensino superior. Além disso, estagiários ganharam direito à redução de 50% na jornada de trabalho durante o período de provas e a férias remuneradas de 30 dias após um ano de atividade em uma mesma empresa.

A concessão de vale-transporte passou a ser obrigatória e o contrato do estagiário em uma empresa não pode exceder o período de dois anos. Outra modificação foi a obrigação de a escola e a empresa apresentarem relatórios provando que o aluno faz estágio na sua área de estudo, o que obrigou muitos empregadores a desenvolverem um projeto pedagógico. Com isso, o custo de ter um estagiário subiu 8,5%.

?Houve uma perda, tanto pelas questões conjunturais quanto pelas novas regras. Mas acredito que em 2010 estaremos normalizando o quadro de vagas?, afirma Eduardo de Oliveira, superintendente de operações do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee). Na entidade, a perda de vagas foi de 10%.

Para Renata Campos, coordenadora da consultoria Foco Integração, algumas empresas encontraram dificuldades em atrelar suas vagas às exigências da lei. ?As instituições de ensino também demoraram para se adaptar. Há faculdades que estão liberando os papéis para os estudantes agora?, diz.

Jovens com salário menor puxam a volta do emprego

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A recuperação do emprego na Região Metropolitana de São Paulo está centrada nas contratações de jovens com até 24 anos, revelam dados do Ministério do Trabalho. A pesquisa mostra que as demissões causadas pela crise no último quadrimestre de 2008 já foram superadas pelas vagas criadas durante 2009: o saldo, até julho, estava positivo em 44.697 postos de trabalho.

Mas o dado esconde uma realidade desigual. Ao dividir os trabalhadores por faixa etária, é possível notar que a crise do emprego ficou no passado apenas para os profissionais com até 24 anos (veja quadro). Para os que se encontram acima dessa faixa etária, o número de demitidos em razão da crise ainda é maior que o de contratados.

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O fenômeno se explica. ?Muitas empresas, para cortar custos, adotaram a estratégia de demitir profissionais mais velhos e experientes, que possuíam salários mais altos, para contratar gente jovem que aceitasse uma remuneração mais baixa?, justifica Hélio Zylbertajn, presidente do Instituto Brasileiro das Relações de Emprego e Trabalho (Ibret).

?Diante desse cenário, os jovens, que normalmente encontram mais dificuldades para se inserir no mercado de trabalho, se depararam com uma oportunidade?, salienta Zylbertajn. ?Em contrapartida, os mais experientes foram prejudicados por essa crise.?

Além da necessidade de diminuir custos, outra explicação para a forte presença de jovens entre os contratados no período pós-crise está no perfil das companhias que abriram essas vagas: dados do Sebrae mostram que, em agosto, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 56% dos postos de trabalho criados em todo o Brasil.

?As pequenas empresas são as grandes empregadoras do país. Porém, elas oferecem salários menores e, como consequência, acabam atraindo gente mais jovem e com menos experiência para ocupar esses cargos?, reconhece Emanuel Falcão, analista do Sebrae.

PROBLEMAS À VISTA - Embora a situação atual represente uma oportunidade para os jovens, que encontram mais chances de se inserir no mercado de trabalho, no longo prazo isso pode representar um problema para toda a economia.

?Empresas que trocam profissionais qualificados por gente sem experiência alguma demonstram um descompromisso com a qualidade?, destaca Sérgio Amad, professor de Relações de Trabalho da FGV-SP. ?Promover a rotatividade para baixar salários também desmotiva a equipe, porque as pessoas deixam de acreditar que a empresa valoriza o conhecimento e o desenvolvimento dos funcionários.?

Aos trabalhadores, resta tomar as rédeas de sua própria carreira. ?Os jovens precisam aproveitar a chance de conquistar experiência para formar um currículo mais atraente para o futuro?, avalia Fernando Montero da Costa, diretor da consultoria Human Brasil. Já os mais experientes devem analisar o mercado de forma ampla e avaliar como seu conhecimento pode ser útil em outras áreas. ?Manter-se atualizado, sempre fazendo cursos e especializações, também é uma boa estratégia para se tornar atrativo ao mercado?, recomenda Costa.

Embora o mercado passe por altos e baixos, quem se prepara ganha uma vantagem competitiva. A fonoaudióloga Ana Carolina de Oliveira, de 30 anos, é prova disso. Ela já tinha dois empregos e, em meio à crise, recebeu uma outra proposta. Aceitou. Hoje, é funcionária do hospital Albert Einstein e credita o sucesso na carreira a um misto de boa formação e experiência. ?Eu estudei bastante, continuo me especializando, entrei no mercado de trabalho ainda jovem e por isso já acumulei alguma vivência na profissão?, resume. ?Eu acho que isso me ajuda a encontrar espaço no mercado.?

O QUE FAZER? - Ainda que as vagas sejam mais numerosas para quem ainda não passou dos 24 anos, isso não significa que não haverá concorrência.

O jovem que possui uma boa formação, frequentou uma faculdade renomada, realizou cursos técnicos ou de especialização acaba saindo na frente.

Para quem teve a oportunidade de fazer um intercâmbio ou pôde desenvolver alguma atividade extracurricular (acadêmica ou não) durante o período em que estudava, convém destacar isso no currículo.

Participação em projetos que demonstrem um perfil de liderança, desde a organização de um trabalho voluntário até mesmo a ocupação de um cargo em diretório acadêmico, também podem ajudar a chamar a atenção dos selecionadores.

PARA QUEM TEM MAIS DE 24 ANOS - Como as oportunidades destinadas a profissionais nessa faixa etária ficaram mais raras durante a crise, o primeiro passo para encontrar um trabalho é analisar suas possibilidades.

Estude o mercado. Fique de olho em setores mais promissores, como o de serviços, e analise se as suas habilidades podem ser empregadas em uma função diferente da que você exercia.

Depois disso, monte um currículo em que se destaquem seus feitos profissionais. Apresente os resultados já conquistados e liste os cursos que você já fez.

Por fim, seja flexível ao pleitear trabalho. Demonstre disposição em discutir salários ou formato de contratos. Profissionais mais experientes podem ser contratados como consultores, sem registro em carteira.




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